dailymotion-domain-verification-bf8367051eadca91-dmebea1o8ssgrxz1l Jacir Holowate: 11 de Maio de 2010 stat counters

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terça-feira, 11 de maio de 2010

FUI O PRATO PRINCIPAL DO MEU CLIENTE NO JANTAR

Autor: *Casadinha Deliciosa*


Finalmente, após algum tempo afastada dos contos eróticos, volto para lhes contar mais uma das minhas escapadas que me renderam muito, mas muito prazer mesmo. O que passo a lhes relatar aconteceu no final do ano passado (2004), vamos lá.

Alguns de vcs já sabem que eu sou empresária no Rio e, neste final de ano, eu e meu marido resolvemos oferecer uma festa de confraternização entre os funcionários, fornecedores e clientes. A festa aconteceria num sitio maravilhoso que conhecemos e alugamos para o dia 18/12. Acertamos tudo e começamos a fazer os devidos convites, a maioria por e-mail. Uma semana antes do evento, um dos nossos maiores clientes, que vou chamar aqui de “Leandro”, ligou para agradecer o convite e comunicar que provavelmente não poderia comparecer. Eu não o conhecia pessoalmente, mas Mauro, meu marido, dizia que ele era uma pessoa muito simpática. Eu sabia que, como cliente, ele era mesmo muito honesto e educado, pois foi assim em todas as vezes que tratamos algo pelo telefone. Mauro ficou chateado com essa possibilidade e me perguntou o que eu achava de convida-lo para um jantar, pois seria uma boa oportunidade para eu conhece-lo, além do que ele não poderia comparecer à festa. Achei a idéia legal e Mauro retornou a ligação, fazendo o convite. Ele aceitou e marcamos um jantar na minha casa, para alguns dias antes da festa às 20hs.

Exatamente no horário marcado, tocaram a campainha e era o próprio. Cheguei a estremecer quando o vi adentrar minha casa, era um belo homem de aproximadamente uns 36 anos, olhos e cabelos castanhos, barba bem feita, vestido de forma simples (calça jeans e camisa de malha básica), mas com um corpo muito sensual, tinha cara de safado. Ele era lindo! Fiquei meio impressionada com o que vi e logo comecei a imaginar coisas, como por exemplo “ah, se meu marido topasse uma trepada a três...”, mas sabia que isso era impossível. Mauro nos apresentou e ele olhou fundo nos meus olhos ao me cumprimentar (eu usava um vestido azul de alcinhas, com altura mais ou menos acima do joelho e bem justo no corpo).

Enquanto o jantar era preparado, tomávamos um vinho e conversávamos sobre diversos assuntos, foi então que eu soube que ele era casado, mas sua esposa não gostava de nenhum encontro relacionado ao trabalho, por isso ele comparecia a esses eventos sozinho. Disse que seu relacionamento andava mal e que nem se sentiria bem se ela quisesse acompanha-lo. O papo estava bastante descontraído e eu percebia que quando eu me levantava ou quando Mauro se ausentava, ele me olhava discreta, mas sensualmente. Aquilo já estava me excitando e eu notei que ele já havia percebido que eu também o olhava, reparando em todos os seus movimentos.

Pouco antes de o jantar ser servido, Mauro recebeu um telefonema e ficou uns 30 minutos no escritório, enquanto eu fiquei conversando com Leandro. Foi aí que percebi o quanto ele era sensual e até um pouco indiscreto. Ele olhava para minhas pernas, para o meu corpo inteiro e, enquanto falava, dava uns sorrisinhos safados. Comecei a perceber que tinha um clima no ar, mas não poderia investir nisso, afinal estávamos em minha casa, na presença do meu marido e ele era um cliente da nossa empresa, mas confesso que a essa altura eu já estava ficando molhadinha. Para minha total surpresa, Mauro saiu do escritório dizendo que precisava sair para resolver um problema urgente, mas deveria voltar dentro de uma hora, mais ou menos. Claro que, de certa forma, eu gostei disso, mas tive que perguntar o que houve para que ele tivesse que sair tão apressado e deixar nossa visita em casa, ele respondeu apenas que era importante e que depois me explicava. Desculpou-se com Leandro e pediu que o aguardássemos para o jantar, se fosse possível. Embora tivessem duas pessoas na cozinha trabalhando, estávamos praticamente a sós e isso me dava calafrios só de pensar no que poderia acontecer...

Depois que o Mauro saiu, o papo esquentou ainda mais. Estávamos (eu e Leandro) sentados de frente um pro outro, começamos a falar sobre coisas pessoais e, com esse assunto, começamos a falar naturalmente sobre nossas intimidades. Foi quando ele falou que o relacionamento dele com a mulher é frio em todos os sentidos, que ele tem muito tesão e a mulher não corresponde... Enquanto falava, parecia me comer com os olhos, e eu estava molhadinha com aquele assunto, claro que eu dava aquelas cruzadas de pernas para deixa-lo ainda mais tesudo por mim. Coitadinho, tinha tanto tesão pra dar e a mulher não queria receber?? Eu estava ali e não custava nada lhe prestar essa caridade, não é mesmo? Foi pensando assim que resolvi começar a me soltar um pouco mais. Disse a ele que o Mauro não tinha do que reclamar porque eu sou uma mulher muito fogosa, que adora sexo de todas as formas e que costumávamos ter sessões de sexo incríveis. Percebi que ele ficou ainda mais excitado, notei sua ereção naquele momento e ele falou “com uma mulher como vc, não seria difícil liberar todo o meu tesão”, e passou a mão no pau por cima da calça. Sorri maliciosamente enquanto dei uma cruzada de pernas e uma golada na taça de vinho para tentar relaxar. Nisso, uma das cozinheiras veio até a sala e disse que o jantar estava pronto e perguntou se poderia servi-lo; respondi pra ela que ainda não e que estavam dispensadas porque eu não sabia a que horas serviríamos o jantar. Sendo assim, ficamos realmente a sós.

Quando levantei para pegar mais vinho, ele levantou-se também e fez questão de me servir. Encostou seu corpo no meu sutilmente e pegou a taça da minha mão. Permaneci de pé aguardando que ele me servisse, ele me entregou a taça e, com a outra mão, acariciou minha cintura. Me arrepiei e ele percebeu isso porque os biquinhos do meus peitinhos ficaram salientes, ao que perguntou “está com frio?”, sem pensar respondi “não, estou excitada mesmo”. Foi o sinal verde que ele precisava e eu, ao mesmo tempo que queria mais que ele avançasse o sinal, temia que as empregadas voltassem na sala ou mesmo que Mauro chegasse antes do esperado. Tomada pelo tesão, resolvi deixar as coisas fluírem e, ao meu sinal, ele pegou as taças de vinho, colocou-as sobre a mesa e se aproximou lentamente até que seus lábios tocassem meu rosto, chegando na minha boca e me beijando deliciosamente. E que beijo! Ele me beijava a boca e alternava entre meu rosto e meu pescoço, me enlouquecendo. Nossas mãos passeavam pelo corpo do outro e eu não limitava seus movimentos, deixando que ele levantasse meu vestido e tocasse minha bunda, que mãos! Só pelo seu toque eu imaginava o resto, quanto tesão aquele homem poderia me dar naquele momento. Mais uma vez, sem pensar muito, abri sua calça e peguei no pau dele ainda sob a cueca pensando que aquele volume todo iria e fuder em pouco tempo. Passei a massageá-lo e ele continuava me beijando loucamente e suas mãos, mais soltas ainda, levantaram totalmente o meu vestido e já apertava minha bunda, dedava minha xana e meu cuzinho. Ele tirou as alcinhas do meu vestido (que ficou como um cinto, só na cintura) e passou a chupar meu peito, que boca... Rapidamente, abaixei sua calça e ele tirou a camisa, assim pude apreciar melhor seu corpo. Tirei sua cueca e me deparei com um cacete enorme, duro e latejante, não resisti e caí de boca naquela piroca deliciosa, ele gemia de prazer enquanto acariciava meus cabelos e ajudava com as mãos, empurrando sutilmente minha cabeça contra seu corpo, fudendo minha boca e dizendo que eu chupo muito gostoso. Cheio de tesão, não demorou muito para ele gozar, fazendo-me engolir aquela porra quente, lambuzando meu rosto, meus seios...

Levantei e me sentei no sofá, abrindo as pernas como quem pede para ser chupada, ele entendeu meu olhar safado, tirou minha calcinha e começou a beijar minha virilha, uma tortura! Lambia minha xaninha totalmente depilada, sentia minha pele se arrepiar, eu pedia para ele meter a língua de uma vez porque eu não agüentava mais, ele dizia “calma, eu quero muito mais”... Depois de alguns minutos nessa posição, aí foi que ele passou a meter a língua na minha buceta melada de tesão, eu gemia e ele mandava que eu pedisse mais, eu atendia. Foi maravilhoso! Gozei gostoso naquela boca sedenta pelo meu melzinho, eu me contorcia e ele vibrava com meu néctar em sua boca.

Pedi a ele que metesse aquela piroca na minha buceta, eu queria gozar mais, ele ordenou que eu ficasse de quatro, apoiando o corpo ali mesmo, no sofá. Fiz o que ele mandou e fiquei de quatro, com o rabo empinado para ele, que passou a me torturar mais uma vez chupando minha buceta, beijando minha virilha, metendo um, dois e até três dedos na minha xana, no meu cuzinho... Ele lambia meu reguinho, que delíciaaaa.... Implorei pela sua piroca, queria que me penetrasse, estava com muito tesão e com medo de que o Mauro chegasse, mas ele queria me enlouquecer ainda mais antes de me fuder. Então, ele pediu que eu continuasse naquela posição, mas juntasse as pernas. Nessa posição, ele teve a visão perfeita da minha buceta completamente depilada, fechadinha e piscando de tesão. Ele não agüentou e meteu a pica toda de uma vez, me arrancando um gritinho de tesão. Bombando e alternando entre estocadas fortes e moderadas, ele gemia e falava “que buceta gostosa, era tudo que eu queria”, eu respondia “então mete, mete gostoso na minha buceta que eu quero te dar muito tesão... me fode gostoso, mete esse cacete”... Senti a piroca dele latejar na minha buceta e foi quando ele anunciou o gozo, gritando “gostosa, vou gozarrrrrr”... E eu dizia “goza, goza gostoso na minha buceta”... Ele gozou muito! Sentia jatos de porra dentro de mim, inundando minha buceta.

Eu ainda queria mais e pedi então que ele se sentasse no sofá porque eu queria sentar naquela pica, que mesmo após o gozo, permanecia dura feito uma rocha. Ele sentou-se rapidamente e eu me coloquei na posição de frente pra ele, ele me ajudou colocando a piroca na entradinha da minha buceta e eu fui abaixando devagar, sentindo cada centímetro daquela piroca me preenchendo até o talo, nossa, foi maravilhoso. Passei a cavalgar com aquele cacete dentro de mim até gozar muito gostoso, falando coisas obscenas e esfregando meu corpo contra o dele, minha buceta em sua piroca (quem lê meus contos sabe que essa é uma das minhas posições preferidas). Ele segurava firme meu corpo, pois eu o jogava para trás na hora do gozo, foi delicioso. Ele é delicioso! Joguei meu corpo pra frente e o abracei carinhosamente, ele me abraçou firme e lhe dei um intenso beijo na boca, como se agradecesse por tanto prazer. Ele perguntou no meu ouvido “acabou”? Eu lhe disse que, por hora, sim. Mas se ele quisesse continuar, deveria fazer um esforço e ir na nossa festa de confraternização da empresa, prometi que faria tudo que ele quisesse, se eu visse que ele fez esse esforço por mim...

Levantamos e ele foi direto para o banheiro e eu para a minha suíte, precisávamos nos refazer antes que o Mauro chegasse. Voltamos para a sala e continuamos tomando vinho e falando muita sacanagem um pro outro. Depois de uns 30 minutos, Mauro chegou se explicando e dizendo que estava cheio de fome... Mal sabia que seu cliente já havia comido a buceta de sua mulher como prato principal!

TREPADA NO ESTACIONAMENTO DO SHOPPING

Autor: *Casadinha Deliciosa*

Ainda solteira, num dia de semana, fui ao shopping no final da tarde pensando em ver umas vitrines e comprar umas besteiras, coisas de mulher... Enquanto passeava, percebi que alguém atrás de mim suspirava ao me ver caminhando como quem domina a cena, com um vestidinho daqueles leves e moderadamente curtos, mostrando as pernas morenas bronzeadas... Eu olhava pelo reflexo dos vidros, e via que ele olhava fixamente para minha bunda empinada, realçada pela marca da calcinha no vestido de tecido leve e fino... Aliás, minha bunda estava engolindo a minúscula calcinha. Pra falar a verdade, naquele dia saí de casa vestida para arrasar, queria mesmo chamar a atenção e provocar homens interessantes, até o perfume que eu escolhi era fatal. Quando percebi que estava sendo devorada por aqueles olhos, o provoquei com um andar ainda mais sensual e de vez em quando dava uma olhadinha pra trás...
Parava em algumas vitrines, para me certificar de que ele realmente me acompanhava, e ele parava sempre que eu fazia isso... e eu o olhava, como se quisesse conferir se ele era o tipo de homem que eu queria atrair naquele fim de tarde... até que entrei numa loja de lingerie... Ele entrou logo atrás de mim. Ficou parado ao meu lado, enquanto eu explicava pra vendedora o que eu procurava. A vendedora perguntou se estávamos juntos, ele respondeu que não, mas me olhou com um suave sorriso nos lábios... Comecei a ficar ansiosa, imaginava que a qualquer momento ele me diria alguma coisa... Fiz meu pedido e quando a vendedora saiu para buscar as peças, ele puxou assunto... Pediu que eu o ajudasse a escolher um presente, uma langerie. Eu sugeri um conjunto, ele aceitou. Quando perguntei se ele sabia o tamanho, ele me olhou de cima a baixo e respondeu: - é o seu tamanho! Sorrimos.
A vendedora trouxe as peças que eu havia pedido e eu atentava aos detalhes de cada uma delas: pequenas, fio-dental, transparentes... Ele pediu à vendedora algumas peças também. E retomamos a conversa... Eu estava sem sutian, os bicos do meu peito quase furavam o tecido do vestido; e ele enlouquecido, já demostrava seu tesão...
A vendedora trouxe o pedido dele e eu dei algumas dicas, como ele havia pedido. Sugeri três: uma branca, uma vermelha e uma preta, ambas micro, fio-dental e transparente na frente. Ele, muito ousado, pediu que eu as experimentasse e lhe dissesse como ficaram, pois não queria errar na escolha. Eu expliquei pra ele que roupas íntimas não podem ser experimentadas, a menos que sejam compradas. Ele pediu então que eu experimentasse a branca, pois me daria de presente caso eu gostasse. Sorri e disse que não poderia aceitar, que não fazia sentido aquilo, mas ele insistiu.
Peguei a calcinha e fui em direção ao provador, que fica ao fundo da loja. Sentindo a intenção dele e já excitada com a situação, perguntei se ele não viria comigo, pois eu não poderia falar de lá pra ele como ficou... rsrs.... Ele foi e ficou parado na porta do provador.
Vesti e antes mesmo de tira-la disse a ele que a branca havia ficado ótima; ele agradeceu, mas disse que gostaria de ver... Eu fiz um charme, mas concordei, desde que fosse por cima do vestido.
Fiquei de costas, a bunda empinada, o vestido claro meio transparente deixava a calcinha quase a mostra, enterradinha na minha bunda. A posição era muito sensual. E eu fazia de propósito: de costas, empinadinha, quase na ponta dos pés, apoiada na parede, o rosto virado pra ele com cara de safadinha... cara de putinha. Ele reparava em cada detalhe... Então disse: -É, parece que ficou ótima mesmo, feita pra vc... Você poderia experimentar a preta? Respondi: -Olha lá, essa história de modelo vai sair caro ... E ele: -O que você quiser! ..rsrs
Só tinha uma vendedora na loja, que estava bastante movimentada, então ele mesmo foi até o balcão para pegar a calcinha preta enquanto eu tirava a branca... Ao voltar, abriu a cortina sem avisar, pegou-me com a calcinha branca na mão... Sorri maliciosamente e peguei a peça de sua mão, conferindo-o de cima à baixo... Percebi que ele estava bastante excitado...
Ele mesmo fechou a cortina do provador, mas percebi que deixou uma frestinha... Não me importei, aproveitei para rebolar e me exibir ainda mais, sabendo que ele observava...
Pedi que abrisse a cortina para ver (por baixo do vestido)... Como era preta, não dava pra ver tão bem como a branca... Então ele exclamou: - Não dá pra ver direito. Será que vc poderia levantar o vestido? Só um pouquinho...
De frente pra ele, dei um sorrisinho safado e comecei a levantar o vestido, devagarinho... A calcinha desenhava minha bucetinha depilada, e realçava as marcas de biquini. Olhei pra ele, que lambia os lábios, passando a mão no pau, mas por cima da calça.
Pediu que eu o deixasse ver atrás, mais uma vez sorri, deixei o vestido cair e fiz a mesma cosia, só que dessa vez de costas pra ele... fui levantando o vestido deixando-o ver minhas pernas, a bunda... Ele não resistiu, entrou no provador, chegou bem pertinho, quase me encoxando e falou no meu ouvido: - Está deliciosa. Você é deliciosa! Qualquer coisa fica bem em você!
Empinei ainda mais a bunda e rocei no pau dele, senti ele duro... Ele me encoxou de vez e esfregou-se em mim, enquanto eu suspirava com as mãos apoiadas na parede e rebolava gostoso... Nunca imaginei fazer isso um dia! Sentia-me uma verdadeira puta, me esfregando num desconhecido... Ele começou a beijar meu ouvido, me chamando de gostosa, de minha putinha. Se afastou um pouco e abriu o zíper da calça, liberando seu pau e roçando em mim, pele com pele, o pau entrando no meio da minha bunda... roçando a cabeça na entrada da minha xaninha... Eu tentava pedir que ele parasse, a vendedora poderia aparecer, mas não conseguia, estava adorando!
Comecei a rebolar, e a cabeça daquele pau querendo entrar na minha xaninha com calcinha e tudo... Botei a mão por baixo e afastei a calcinha, fazendo com que seu pau tocasse os lábios da minha xana... ele forçou e entrou a cabecinha, quente... e eu molhadinha de tanto tesão... Tal qual não foi nossa surpresa, a vendedora apareceu: -Oi, as calcinhas ficaram boas? Pensamos juntos: ...Putz! Logo agora?! Respondi rápido que sim, etavam ótimas!
Começamos a rir... Ele se afastou, eu olhei pra seu pau, passei a língua nos lábios... - É melhor sairmos, não vamos conseguir terminar aqui. - disse ele, guardando o pau. Me ajeitei também e saímos... E ele: - Por favor, eu vou levar essas três, uma de cada cor... Para presente. Continuei olhando as calcinhas e disse que não iria levar nenhuma, a essa altura eu queria mais era me livrar logo delas! rsrs... Ele sugeriu um chopp, respondi safadamente que eu queria mais que um chopp... Nos dirigimos até a garagem, deixei meu carro lá e entrei no dele.
O carro dele tem os vidros escuros, logo que entramos ele ligou o ar e manteve os vidros fechados, mas não saiu... Eu estava ao seu lado, com as pernas semi-abertas, xaninha dedpiladinha, as marquinhas de biquini... Ele não resistiu! Me puxou com força, foi direto à minha boca e me beijou deliciosamente, lambendo cada pedacinho dos meus lábios... Suas mãos percorriam todo o meu corpo, até que levantou o meu vestido e a surpresa: eu estava sem calcinha! Fiz isso de propósito ao me vestir para sair da loja. Ele ficou louco, me chamava de gostosa, de safada... Eu agarrava seu pau, ainda por cima da calça, eu estava muito excitada! Abri sua calça, abaixei sua cueca e ali mesmo comecei a chupa-lo... e que chupada! Parecia que eu estava tomando um sorvete, eu metia ele todo na boca, depois tirava e roçava em meus lábios... Chupava a cabeça com gosto, levando-o a loucura! Ele fodia minha boca e eu também já estava louca de tesão... Agora era a minha vez de ser chupada. Virei-me de frente pra ele, com as alças do vestido caídas e de pernas abertas... Apesar da posição desconfortável, ele caiu de boca na minha xana, que ardia de tanto tesão... Sugeri que passássemos para o banco de trás, e foi o que fizemos. Fiquei toda arreganhada pra ele, que meteu a cabeça no meio das minhas pernas, abriu minha xaninha e meteu a língua lá dentro, sentindo meu néctar em sua boca... Chupava meu clitóris, huummm... que delícia... (estou molhadinha só de lembrar)... Eu mexia os quadris, rebolando na cara dele... segurava sua cabeça e pedia mais, pedia para ele não parar que eu ia gozar e ele ia ter que chupar tudinho... e eu falava muita putaria, para deixa-lo ainda mais maluco por mim... dizia que eu era a putinha dele, que ele era meu macho... Ele afastou o banco do passageiro e o arriou para frente, agora sim, o espaço era suficiente!
Ele sentou-se no banco traseiro com aquela pica enorme apontando para o alto, au fui de frente pra ele e sentei... Senti aquele pau entrando devagar, senti cada centímetro dele preenchendo minha xaninha... Até que senti ele todo dentro de mim, com o rosto colado ao dele, sentindo sua respiração, seu cheiro de macho...
Eu rebolava gostoso naquele cacete, enquanto o ouvia dizendo muita putaria no meu ouvido, tipo: - Isso, minha putinha, rebola gostoso na pica do teu macho... sente ele todinha dentro de vc pra te dar muito prazer... isso, não para... Minha buceta quente e molhada engolia aquele pau delicioso... Comecei a acelerar os movimentos, mais forte, mais gostoso e falava pra ele o que eu estava sentindo: - Que pau gostoso, quero ele todinho me arrombando, quero que ele encha minha boca de leitinho, quero ele pra mim... fode tua puta, fode macho safado... você é meu macho safado é? Que pegou sua putinha andando no shopping doidinha pra trepar, é? Eu falava coisas desconexas, tamanho era o meu prazer!
E ele respondia: - Sou, minha puta... sou teu cachorrão que adora fuder a cadela no meio da rua... fudê-la mostrando a todo mundo... vai, engole meu pau engole...
Eu comecei a gemer cada vez mais alto, cada vez mais gostoso e fui anunciando o gozo... jogando a cabeça pra trás, me mexendo com força... -Tô gozando .. tua puta tá gozando meu macho ... E gozei deliciosamente com aquela pica enterrada na minha buceta.
Senti que ele se segurava para não gozar, que ele queria meu cuzinho...
Nisso, veio um daqueles seguranças do estacionamento, para bem próximo ao carro. Nos olhamos e apenas sorrimos, continuei no banco de trás e ele se ajeitou rapidamente e pulou pro banco da frente... Me encolhi no banco de trás; o segurança bateu no vidro do carro, ele abaixou o vidro um pouquinho e disse que estava esperando a esposa... rs... Quando ele olhou pra trás, deparou-se comigo sentada, com o vestido na cintura, uma cara de puta gostosa, com as pernas abertas, uma mão na boca, chupando os dedos e a outra mexendo no xaninha... Ele pediu que saíssemos dali pra um motel, queria mesmo fuder meu cuzinho... Pulei novamente pro banco da frente, abri sua calça e caí de boca naquela pica, queria que ele gozasse na minha boquinha... chupava desesperadamente e dizia pra ele: - Goza, goza na boca da tua putinha do shopping, vai... enche minha boca com teu leitinho...
Ele, que já estava louco pra isso também, logo explodiu num gozo frenético, enchendo minha boca e lambuzando meu rosto com aquela porra quente... Antes de sairmos dali, ainda o beijei deliciosamente, fazendo-o sentir o próprio gosto em minha boca....

A PRIMEIRA VEZ QUE TRAI MEU MARIDO

Autor: *Casadinha Deliciosa*

Queridos leitores, atentendo a pedidos, aqui estou para contar pra vcs como foi a primeira vez que traí meu marido Mauro. Vcs que já leram meus dois contos anteriores sabem que o Pedro foi o segundo homem que tive depois de casada, e muitos me perguntaram como e com quem foi a primeira traição. Pois bem, irei relatar! Quando solteira, sempre tive muitos namorados e conheci muitos homens na cama, embora escolhesse muito bem os meus parceiros e sempre tomasse os devidos cuidados. Mas sempre tem aquele que a gente pensa com carinho, mesmo depois de tanto tempo, não é mesmo? No meu caso, este foi o Beto. Foi um cara que eu namorei um tempo, mas acabamos nos separando porque ele era extremamente ciumento e não me dava folga. Resolvi me afastar dele, sabendo que sentiria muito a falta daquelas noites maravilhosas que passávamos fazendo as maiores loucuras nos mais diversos lugares. Ele tinha lá os seus defeitos, mas me comia com um gosto que vcs não podem imaginar. Enfim, o relacionamento acabou. Algum tempo se passou, eu tive outros namorados e o Beto mudou-se para um bairro um pouco mais distante do meu, o que fez com que não nos víssemos com a mesma frequência. Mais um tempo se passou e eu comecei a namorar o Mauro, meu marido atualmente. Quando ficamos noivos, o Beto soube através de alguns amigos em comum e desde então, me perseguia. Ligava pro meu trabalho, deixava mil recados na minha caixa postal do celular, mas eu não retornava. Até que um dia ele me ligou no trabalho e eu o atendi. Disse pra ele que era uma mulher apaixonada e que não tinha mais nada a ver ficarmos juntos de novo. Ele insistiu, disse que queria qe eu fosse dele ao menos mais uma vez, eu disse que não. Passado isso, ele deu um tempo. Também, depois do fora, né? rs... Mauro e eu resolvemos marcar a data do casamento, e marcamos para dali a 6 meses. Mais uma vez, através de amigos, Beto ficou sabendo, mas não ficou me ligando como antes. Casei e estava realmente feliz e muito apaixonada pelo meu marido, como sou até hoje! Mas depois do meu casamento, Beto começou a me procurar de novo. Eu evitava manter muito contato com ele, sabe como é... a carne é fraca! rs... Não queria trair meu marido. Mas era inevitável! Ele me ligava, me implorava para ter mais uma noite de amor com ele, dizia que nunca me esqueceria e que pensava constantemente nas fantasias sexuais que realizamos, essas coisas... Isso foi acontecendo durante todo o meu primeiro ano de casada. E eu sempre dando minhas desculpas e sutilmente cortando o barato dele. Mas confesso que aquelas investidas dele por telefone me deixavam louca! Safadinha como sempre fui, não tinha como não imaginar muitas sacanagens com ele. Mauro de vez em quando precisa viajar a trabalho, isso acontece até hoje. Como vcs sabem, atualmente encaro numa boa essas viagens de negócios, afinal, tenho o Pedro que não me deixa sem sexo durante este período. Mas naquela época, com apenas 1 ano de casada, seria um martírio ter que ficar sem uma pica durante 10 dias! De início pensei em ir com ele, mas as despesas seriam altas e achamos por bem eu ficar. E assim foi. Durante todos os dias em que Mauro viajava, nos falávamos no telefone e ele falava muitas sacanagens, do jeito que ele sabe e que eu adoro! Chegava a gemer enquanto nos falávamos, isso me deixava cada vez mais tesuda por um pau! Eu já me sentia sozinha e perdi as contas das vezes que me masturbei pra liberar o tesão que sentia tomando banho, me secando, me vestindo, dormindo sozinha semi-nua... Isso me alucinava! E pensar que eu não teria a pica do meu marido por 10 dias, então! Nossa! Era um sufoco! Foi quando comecei a pensar nas investidas de Beto e pensava que se ele me procurasse naquele período eu não saberia se iria manter o controle e corta-lo, como fazia sempre. Pensei até em ligar pra ele, mas não poderia fazer isso, me sentiria mal me oferecendo pra ele depois de tantos foras que ele já tinha levado. Não foi minha surpresa quando, no quinto dia, ao chegar na espresa havia um recado para que eu o ligasse. Pensei muito antes de faze-lo, e decidi que se ligasse, seria para sairmos. Já no final do dia, molhadinha só em pensar o que poderia rolar, liguei. Ele me atendeu eufórico, afinal, eu nunca retornara suas ligações. Não preciso nem dizer qual foi o papo, né? O de sempre! Só que desta vez, para a sua surpresa, eu disse que meu marido estava viajando e que poderíamos nos ver aquela noite sim. Nossa! Ele só faltou soltar fogos de tanta felicidade! Combinamos que nos encontraríamos numa rua próxima, mas bem escura. Eu iria de carro e ele tb, e lá veríamos o que fazer. Tudo combinado, me arrumei com um vestido bem sensual preto, sem sutiã e uma minúscula calcinha preta, deixando minhas curvas à mostra. Ao chegar no local combinado, Beto já me esperava. Cheguei a sentir um arrepio quando o vi dentro do seu carro. Lindo, com aquele belo par de olhos claros, sobrancelhas grossas... Um tesão de homem que ele é! Por um instante me arrependi de não ter aceitado seus convites antes. Deixei meu carro no local e entrei no dele, já com maldade deixando meu vestido subir até as coxas. Ele limitou-se a dizer que não acreditava que eu estava ali, cada vez mais gostosa e que meu marido estava me dando um bom trato. Sorrimos e eu logo o perguntei o que faríamos, estava com medo de ficar parada ali. Ele pediu calma e se aroximou do meu rosto, me beijando devagar e sensualmente. Logo me entreguei e não lembrava mais que eu estava na rua. Correspondi o seu beijo com sofreguidão e suas mãos começaram a percorrer meu corpo por cima do vestido. Joguei minha bolsa no banco de trás e fiz o mesmo com ele, virando de frente pra ele. A essa altura, meu vestido já havia subido mais ainda e ele já acariciava minhas coxas, já próximo da minha virilha. O sinal verde foi quando cloquei minhas mãos sobre o pau dele, sentindo-o latejar por dentro da calca preta que usava. Imediatamente ele passou a mão por cima da minha calcinha, sentindo também o grau da minha excitação. Abri sua calça e tirei seu pau de dentro da cueca, alisando-o e masturbando calmamente. Ele então afastou minha calcinha pro lado e meteu um, dois e depois três dedos nela, sentindo meu néctar em suas mãos. Eu rebolava nos seus dedos, e ele falava no meu ouvido que ia me fuder como nunca havia feito antes, que ia comer o meu cuzinho, que eu ia gozar como uma cadela no cio naquela noite... e eu só gemia, dizendo o quanto estava gostando daquilo. Não deu pra segurar, e a penetração acabou rolando ali mesmo, no carro e no meio da rua! Ele já havia tirado as alças do meu vestido e o levantado até a cintura, não pensei duas vezes, abaixei um pouco mais sua calça e sem ao menos fazer um oral, pulei pra cima dele e sentei sem dó nem piedade naquele pica totalmente dura e pedindo pela minha bucetinha. Comecei apenas esfregando-a na entradinha, aos pouquinhos fui descendo até ve-lo implorar para que eu rebolasse gostoso naquele pau. Não me fiz de rogada e excaixei com vontade e muito, muito tesão. Não deemorou muito para explodirmos num gozo delicioso e frenético. Ainda insandedcidos, partimos pro motel. Ele nem fechou as calças e eu apenas coloquei as alças do vestido e o abaixei um pouco, fui sem calcinha. No caminho, fomos nos acariciando e gemendo. Lá chegando, ainda na garagem, ele me pediu para sair do carro, obedeci. Ele me colocou de costas pra ele, apoiada no capô do carro e começou a esfregar aquela rola ainda meio mole no meu cuzinho. Não demorou pra ficar em ponto de bala novamente. Forçou um pouco, mas eu pedi pra ele fuder minha bucetinha naquela posição, foi o que ele fez. Dava estocadas bem fortes e ritmadas, me deixando louca! Gozou desesperadamente e como percebeu que eu ainda não ahavia gozado, me colocou sentada com as pernas abertas e meteu a língua na minha buceta. Chupava, mordia e lambia meu clitóris, maravilhoooooooso!!! Quando eu senti que iria gozar, segurei sua cabeça entre minhas pernas e ele chupou fervorosamente todo o meu néctar, me beijando em seguida. Foi muito excitante sentir meu próprio gosto através daquele beijo. Loucos para continuarmos o que havíamos começado, subimos nos agarrando e esfregando pela escada, entramos na suite e fomos direto para o banheiro. Arrancamos o que ainda restava de roupas e tomamos um delicioso banho juntos. Ele ensaboava minha bucetinha, alisando-a, e esfregava também o meu cuzinho; eu fazia o mesmo com seu pau, claro! Ali mesmo, no chuveiro, ele me fudeu novamente. Levantou minha perna e já com o pau muito duro, foi encaixando aos poucos na minha buceta... Que delícia! Como ele sabia que eu gostava, me levantou, segurando-me pela bunda, fazendo com que minhas pernas o abraçassem e o encaixe fosse perfeito. Me encostou na parede, metendo aquele pau duro na minha xaninha, num vai-e-vem que me arrancava gritinhos de prazer. Ele gozou muito, e continuou estocando e esfregando o pau na minha xana até que eu gozasse também. Foi delicioso! Me lembro como se fosse ontem! Ali mesmo tomamos mais um banho juntos, um limpando a porra do outro, o que nos mantinha excitados o tempo todo! Mal nos secamos e fomos para o quarto, pelados e ele atrás de mim, pedindo pra comer o meu cuzinho. Mas eu não estava me sentindo à vontade pra isso ainda, afinal, era a primeira vez que eu traía meu marido. Expliquei isso pra ele, que entendeu na boa. Caímos na cama e começamos a nos acariciar novamente. Nossa, que fogo aquele homem tem! Em instantes ele já estava sentado, e eu de frente pra ele, no seu colo. Enquanto nos beijávamos gostoso, ele passava as mãos na minha bunda, e seus dedos davam atenção especial ao meu cuzinho. Sentia o pau dele crescendo entre minhas pernas e logo já estava me penetrando de novo. Naquela posição, podia sentir seu pau batendo lá no fundo, e estava demaaaaaaais!!! Sempre gostei daquela esfregação pau x buceta, me excita e me faz gozar loucamente, e assim foi. Ele me fudeu a noite quase inteira, de todas as formas e posições possíveis e imagináveis. Um momento que marcou essa trepada, foi quando fomos pra sauna. Ainda não estava muito quente, pois havíamos acabado de ligar. Sentei e ele meteu a língua na minha bucetinha, e eu gemia feito uma cadela no cio; fiz o mesmo com ele, chupando seu pau com maestria. Mas nos seguramos para não gozar ainda. E ali mesmo, eu sentada e ele na minha frente, de joelhos, ele meteu o pau na minha buceta, foi demais!!! Começamos a sentir aquele calor intenso e eu já não sabia se era nosso fogo de sexo ou se era a sauna que estava esquentando, acho que era um pouco de cada! rs... Dessa vez gozamos juntos, e pra fechar com chave de ouro, ele chupou minha xaninha até limpar toda a porra que havia deixado. Foi bom demais! Tive uma noite como poucas, sabia? Já pelas 3h da manhã, tomamos um banho e eu pedi pra irmos embora, o que ele concordou depois de muito insistir para passarmos o resto da noite juntos. Depois dessa, ele me ligou muitas e muitas vezes pedindo bis, mas eu brincava com ele dizendo que o que havíamos combinado era que aquela seria a nossa última vez, o que o deixava meio furioso! rs... Mas não deixava de elogiar sua performance naquele e em todos os outros dias, ele é realmente um belo homem, em todos os sentidos! Não rolou de novo depois dessa, talvez por falta de oportunidade, mas sempre penso nele e naquela noite com muito carinho e principalmente tesão, agora por exemplo, enquanto escrevo este relato, sinto minha bucetinha toda melada, mas isso pode ser facilmente resolvido, pelo meu marido ou mesmo pelo Pedro, meu delicioso amante... Beijos deliciosos aos meus leitores! E continuem me escrevendo e pedindo mais, tentarei estar sempre publicando minhas sacanagens pra vcs!

MEU AMIGOME COMEU DENTRO DA MINHA CASA

Autor: *Casadinha Deliciosa*

Olá, caros leitores. É a primeira vez que publico algo tão pessoal da minha vida num site, mas de tanto ler e me excitar com os contos que leio, achei que seria legal relatar este fato que me aconteceu. Bom... Deixe-me apresentar: meu nome é Carla, tenho 27 anos, casada e feliz no casamento. Morena (sempre bronzeada), corpo esculpido com muita malhação, seios médios e bundinha arrebitada.... Agora vamos ao que interessa! Como já disse, sou casada, meu marido, o Mauro, é lindo, maravilhoso e saudável. Na cama, inventa uma fantasia a cada dia, me satisfazendo cada vez mais! Só que eu sou muito safada, sedenta de sexo o tempo todo. Já tive um casinho extra com um cara que conheci, mas faz muito tempo. Há muito eu já não o traio, ou melhor, traía. Esse fato vem acontecendo desde o início deste ano (2003). O fato é que temos (eu e meu marido) um casal de amigos muito chegados, o Pedro e a Lia; sempre saímos juntos e eles estão sempre em nossa casa e vice-versa. Já havia percebido em várias ocasiões que o Pedro me olha de uma forma gulosa, como se quisesse testar o meu tesão. Ele é um belo homem, desperta o tesão de qualquer mulher. Moreno, de pele clara, olhos cor de mel, cabelo raspadinho, belas pernas e uma bunda... huummmm... Sempre correspondo aos olhares maldosos dele, tentando disfarçar a excitação a cada olhada. Cada vez que saímos juntos, nós quatro, é uma sensação inenarrável, sinto um calor por dentro que é uma loucura! E o melhor, sei que sou correspondida. De certo tempo pra cá, venho percebendo que ele tem ido além de olhares promissores, suas investidas tem sido mais audaciosas. Comecei a perceber isso no reveillon deste ano, onde fomos os quatro e mais alguns amigos, para uma praia da zona sul do Rio. Eu usava um vestido branco, que ficou transparente depois que me molhei no mar. Na hora da virada, em meio àqueles fogos e aos cumprimentos dos amigos, ele veio falar comigo, desejando um feliz ano novo e dizendo que esperava que neste ano um grande desejo dele e meu fosse realizado... Achei graça daquela ironia, achei que era efeito da bebida que todos nós já havíamos consumido, mas pude sentir o volume do pau dele bem próximo a minha bucetinha... Fiquei muito excitada! Tive que dar boas sarradas no meu marido pra me acalmar. rs... Desse dia em diante, ele sempre falava uma gracinha, jogando charme pra mim, mesmo quando estava sóbrio, me provando que estava consciente do que havia dito no reveillon. No meu aniversário, em abril, ele e a mulher vieram à nossa casa. O presente deles foi uma belíssima lingerie, que segundo a própria Lia, foi ele quem comprou porque ela estava sem tempo e ele leva jeito pra isso por comprar sempre pra ela. Como eu já esperava, na primeira oportunidade ele falou quase sussurrando no meu ouvido: “quero vê-la usando o meu presente!”. Dei apenas um sorrisinho sacana e ele entendeu. E assim suas investidas foram ganhando cada vez mais audácia... Até que em maio, meu marido precisou passar 5 dias fora do Rio, numa viagem de negócios. Como Pedro e Lia sempre estavam conosco, se colocaram a disposição para fazer companhia durante este período em que Mauro estivesse viajando. Ele foi numa quinta-feira e só voltaria na terça-feira seguinte. No sábado, Pedro e Lia me ligaram convidando para ir com eles à praia no domingo e depois almoçarmos juntos. Achei a idéia ótima, mas disse que estava sem carro, pois Mauro havia viajado com o meu, pois o dele estava na oficina. Lia prontamente disse que iriam me buscar no horário combinado. Passei o sábado fantasiando mil coisas com aquela belo homem, marido de minha amiga, sabendo que não passaria de fantasias. Mas aqueles belos olhos, que tanto me apreciavam me deixavam louca de tesão e não estava sendo fácil resistir. Fui ao salão, me depilei por completo. Pois bem... Havíamos combinado às 9h da manhã, e conforme dito antes, eles viriam me buscar em minha casa. Para minha surpresa, às 8:50h, meu telefone toca e era Lia, avisando que Mauro estava vindo me buscar porque ela, como sempre, havia se atrasado e não queria que eu ficasse esperando. Perguntei se ele já havia saído de casa, ela respondeu que sim. Pensei rápido (já prevendo que alguma coisa poderia acontecer) e respondi que ele que iria me esperar um pouquinho, pois eu também havia me atrasado! Rimos e ela disse que não haveria problema, pois assim daria tempo de ela ajeitar suas coisas com calma. Nos despedimos e desligamos o telefone, enquanto eu já imaginava: “não acredito que terei a oportunidade de ficar a sós com o Pedro...!”. Tratei de colocar meu menor e mais sexy biquíni, sem saia ou short por cima, só o biquíni mesmo! Passados uns 15 minutos, ele buzinou em meu portão e, percebendo que eu não o atendi, tocou meu interfone; ao que eu atendi e pedi que entrasse, pois eu estava terminando de me arrumar. Sem titubear, ele fechou o carro e entrou. A porta da sala estava aberta, e eu na cozinha, enchendo a garrafa térmica de água e gelo para levar pra praia. Ele entrou dizendo: “Tô entrando, héim!”, ao que eu respondi: “Entra” Tô aqui na cozinha!”. Quando ele entrou na cozinha e me viu vestida daquela maneira, veio me cumprimentar com um beijinho safado no rosto e sussurrou: “Que isso?! Tudo pra ir comigo à praia?”; eu, com um sorrisinho no rosto respondi: “Com você e sua esposa, seu bobo!”. Rimos da brincadeira. Pedi desculpas pelo atraso, e ele disse que esperaria o tempo que fosse necessário, devido a visão que tinha. Mais uma vez rimos. Ele vestia apenas uma sunga e um short por cima, sem camisa. Eu já estava muito excitada tanto por ver aquele homem maravilhoso à minha frente, como por estar me exibindo pra ele, deixando-o louco de tesão. Perdi a noção e comecei a me exibir cada vez mais, empinando a bunda para pegar alguns objetos, passando bem perto dele... até que percebi o volume do seu pau ereto sob o short. Ao ver que eu havia percebido, disse sacanamente: “Olha o que você faz comigo...”; ao que eu respondi: “Mas eu não fiz nada...” e pensei: “Ainda...!”. Foi quando ele, vendo que eu cederia a primeira cantada, disse: “Você sabe que eu sou louco de tesão por você, não sabe? Sabe que por diversas vezes vou pra cama com a Lia fantasiando você comigo, não sabe?”; e enquanto dizia isso, se aproximava com olhos gulosos de mim. Eu não me fiz de rogada, e com a bucetinha toda molhadinha, pulsando de tanto tesão, correspondi ao delicioso beijo que ele me deu. Como beija bem aquele homem... Enquanto nos beijávamos calorosamente, suas mãos percorriam todo o meu corpo e as minhas faziam o mesmo no corpo dele. Nossa!! Como era gostoso sentir aquelas mãos nas minhas costas, na minha bunda gostosa, na minha barriga, nos meus seios... até chegar a minha bucetinha, que ele começou a acariciar ainda por cima do biquini... Ele afastou a parte de cima do meu biquíni (tipo “cortininha”) e começou a chupa-los fervorosamente, enquanto com a mão direita ele acariciava minha bucetinha toda meladinha, por baixo da calcinha do biquíni. Eu me contorcia toda e pedia pra ele não parar, que eu estava adorando. Ele foi descendo, descendo até chegar sua boca bem próxima da minha bucetinha e segurando o biquíni pro lado, começou a chupa-la de uma forma como eu nunca havia sido chupada pelo Mauro. Quando anunciei que iria gozar, ele disse: “Goza gostoso que eu quero sentir o teu gosto”. Nunca havia gozado tanto em tais circunstâncias. Para retribuir-lhe o prazer que ele havia me proporcionado, pedi a ele que sentasse, pois agora seria a minha vez de sentir o seu gosto. Ele obedeceu e eu só abri sua bermuda, abaixando sua sunga e iniciei um majestoso boquete naquele pau que mais parecia uma rocha, de tão duro. Ele gemia e pedia: “Chupa, gostosa... Chupa o cacete do teu macho que tanto sonha com isso...”. E quanto mais ele pedia, mais movimentos eu fazia com a boca e com as mãos naquele pau imenso. Não demorou muito e ele explodiu num gozo maravilhoso, dizendo que há muito tempo a Lia não o fazia gozar chupando o pau dele. Engoli toda a sua porra, fazendo-o sentir o próprio gosto num beijo molhado que demos em seguida. Mas ainda não estávamos satisfeitos. Eu ainda estava muito excitada, molhadinha e meladinha e o pau dele ainda estava duro! Que homem! Ele desamarrou apenas um lado do meu biquíni de lacinho e, me segurando pela cintura, colocou-me sentada na mesa. Tirou o short e a sunga e começou a esfregar o pau na entradinha da minha bucetinha, que latejava pedindo que ele a penetrasse logo. Aquilo estava me enlouquecendo e eu pedi: “Me come. Come minha bucetinha que está pedindo o seu cacete, vai...”. Tão enlouquecido quanto eu, ele meteu tudo de uma vez, me arrancando um gemido delicioso. Começou então alternando com movimentos leves e estocadas bem fortes. Me segurava apertando a minha bunda e se curvava para chupar meus seios simultaneamente. Estávamos loucos de tesão, gozamos e nossos corpos estremeceram juntos. Ele urrava enquanto gozava e eu gemia gostoso no seu ouvido. Extasiados, nos lembramos de que a Lia nos aguardava para irmos à praia. Fomos rapidamente ao banheiro, só pra tirar o gosto de sexo que nos rodeava, trocamos mais algumas carícias e saímos. No caminho até a sua casa, fomos falando muitas sacanagens, o que prometia um próximo encontro ainda melhor do que aquele. Quando chegamos em sua casa, Lia já estava no portão e, sem maldar nada, apenas exclamou: “Dessa vez vc me superou no atraso, héim amiga!”. Todos rimos e eu me desculpei, dizendo que havia perdido a hora e acordado tarde. O resto do dia transcorreu bem. Fomos a praia e depois almoçamos juntos, conforme o combinado. Mas era difícil disfarçar os olhares que trocamos durante todo o dia, claro! Já no final da tarde, na volta para casa, eles foram juntos me levar, mas não quiseram entrar. Porém, tudo o que eu e o Pedro precisávamos falar, já havíamos falado e... quando menos esperávamos, rolou o segundo encontro. Mas esse.... só no próximo conto! Espero que tenham gostado e que me incentivem a escrever mais e mais. E fatos verídicos, pois estes excitam muito mais os leitores! Beijos à todos e aguardem o próximo, ok?

ELE CONTINUA ME COMENDO NA MINHA CASA...

Autor: *Casadinha Deliciosa*


Olá, colegas leitores! Conforme prometido, aqui estou novamente para contar mais uma das minhas audácias sexuais com meu mais novo amante. Pra quem não sabe, irei resumir a história anterior. Meu nome é Carla e sou casada com Mauro, um homem maravilhoso. Temos um casal de amigos muito íntimos, a Lia e o Pedro, que também são casados. Estamos sempre juntos passeando e nos divertindo. Eu e o Pedro, após trocarmos olhares maldosos e de puro desejo, tivemos uma oportunidade e fizemos amor na minha própria casa, enquanto meu marido viajava. Pra quem quiser mais detalhes, veja o conto número 8253. Agora vamos as novidades! Depois daquela foda deliciosa, falamos muitas sacanagens um pro outro, o que prometia uma próxima vez ainda melhor! E a oportunidade foi mais rápido do que esperávamos. Eu e o Mauro temos uma casa de praia em Cabo Frio, RJ. Haveria um feriado em Junho, que seria numa quinta-feira. Não havíamos combinado nada, pois eu não trabalharia na sexta-feira, mas a princípio, Mauro teria que trabalhar. Como ele tinha uma folga pra tirar, aproveitou e tirou para o mesmo dia, nos possibilitando de curtir o nosso feriadão. Na segunda-feira, ele me ligou do trabalho dizendo que conseguira a folga e perguntando o que eu achava de convidarmos Lia e Pedro para viajar. Achei a idéia maravilhosa e já comecei a imaginar como seria e o que poderia rolar naquele final de semana prolongado. À noite, quando chegamos em casa, ligamos para o casal para convida-los. Lia de início resistiu um pouco, alegando estar cansada e dizendo que queria aproveitar o feriado para descansar. Já Pedro, com certeza pensando o mesmo que eu, insistia para que ela concordasse, o que conseguiu com poucos argumentos. Tudo combinado: sairíamos de casa na quarta-feira à noite e voltaríamos no domingo. Me preparei física e psicologicamente para aquele feriado, que prometia muita sacanagem! Na quarta-feira pela manhã, Pedro me ligou no trabalho, falando muita sacanagem, me deixando molhadinha em pleno horário de expediente. Disse para eu me preparar, que ele iria me enlouquecer de tanto prazer, que não mediria esforços para aproveitar comigo a nossa viagem, que iria fuder meu cuzinho... Nossa!!! Fiquei louca só de ouvir e imaginar! No horário combinado, fomos busca-los em casa. Todos vestíamos roupas bem leves e confortáveis e estávamos muito à vontade, como todas as vezes que saíamos juntos. Fizemos uma viagem tranqüila, mas o trânsito estava um caos. Chegamos à Região dos Lagos bem tarde e cheios de sono. Nossa casa é bem grande, no andar de baixo, sala, cozinha, banheiro e um ótimo espaço externo, no andar de cima, dois quartos, uma suíte e banheiro. Foi só o tempo de arrumarmos as camas, e cairmos para dormir. Na quinta-feira, acordei cedinho, coloquei meu biquíni, dei uma geral na casa e comecei a preparar o café da manhã. Lia levantou-se da cama logo após e juntas terminamos de preparar tudo. Ela também colocou seu biquíni e fomos acordar nossos maridos para tomar café conosco e irmos à praia, que é bem próxima da casa. Tomamos um ótimo café da manhã e eles nos elogiaram por isso. Passamos o resto do dia na praia e sempre que possível e sem deixar que os outros percebessem, dávamos (eu e o Pedro) um mergulho juntos, ou ficávamos a sós na areia, só falando sacanagens. Voltamos para casa já no finalzinho da tarde e todos tomamos uma boa ducha no chuveiro que tinha no quintal. Lia é tímida e não ficava andando pela casa só de biquíni, enquanto eu me exibia pros meus machos a vontade. Eles também passavam o dia de sunga pra lá e pra cá. Depois dessa ducha, nos secamos ao ar livre e entramos para tomar um banho de verdade. Fui para o quarto pegar as roupas pra mim e pro Mauro e fizemos amor loucamente. Mauro me pegou por trás, e ficou esfregando aquela rola já dura na minha bunda. Arrancou meu biquíni e caiu de boca na minha bucetinha. Fiz o mesmo com ele e pedi para que me penetrasse. Foi maravilhoso! Amo meu marido, mas confesso que naquele momento estava pensando no Pedro e no que ele estaria fazendo no outro quarto com a Lia. Mesmo assim, gozei muito gostoso com meu maridinho. Depois do banho, todos fomos para o quintal e começamos a jogar carta. De vez em quando, Pedro esfregava suas pernas nas minhas por baixo da mesa, e só aquilo já me arrepiava toda. Não sabia como iríamos fazer para ficarmos sozinhos na casa. Naquela noite, ainda quinta-feira, não estávamos muito animados para sair e resolvemos continuar o nosso carteado até dar sono. Fazíamos uns intervalos para comer e beber algo e assim ficamos até cansar. Lia foi a primeira a dizer que iria dormir, deixando-nos ainda jogando conversa fora. Não demorou muito, Mauro já estava cochilando no sofá, pensei: “Vai ser agora!” Chamei-o para ir ro quarto, ele levantou-se ainda meio zonzo de sono e de cerveja e foi. Pronto! Foi a nossa primeira chance de ficarmos a sós, mas sabíamos que não poderíamos demorar e nem dar mole, afinal desta vez nossos cônjuges estavam presentes. Começamos a nos acariciar e nossos sexos já davam sinal de vida. Ele usava apenas uma bermuda, sem cueca. Eu, uma blusinha sem sutiã, um short e uma minúscula calcinha. Nos beijamos deliciosamente quase que deitados no sofá da sala e nossos gemidos eram abafados pelo som da TV ligada. Ele levantou minha blusa e chupou meus peitinhos, enquanto eu abria sua bermuda para punhetar aquele cacetão, que já estava quase pulando pra fora dela. Chupei seu pau até ele gozar gostoso na minha boca, e ele retribuiu fazendo o mesmo comigo. Ficamos com medo de continuar e mesmo cheios de tesão, optamos por continuar em outra oportunidade. Como eu não conseguiria dormir daquele jeito, acordei meu marido e pedi pra ele me fuder gostoso, que eu estava louca de tesão. Ele, todo animadinho, me deu uma chupada na bucetinha e logo em seguida meteu o cacete nela. Gozei muito! Foi muito bom!
Quando acordei na manhã de sexta-feira, Lia já estava de pé. Disse que iria até o supermercado comprar umas coisas, embora eu tenha dito que não precisava, ela fez questão. O supermercado ficava um pouco distante da casa, então ela pegou a chave e foi com o nosso carro. Logo em seguida, Mauro acordou e já de sunga, me convidou pra ir à praia. Disse que iria depois, que daria um jeitinho na cozinha primeiro. Não desconfiando de nada, perguntando pelos outros e nem desconfiar que estaria me deixando sozinha com Pedro, saiu. Deixei passar uns 5 minutos e fui até o quarto onde Pedro dormia. Ele estava só de sunga e eu, ainda de camisola. Comecei a beija-lo e já passando as mãos no seu pau, que logo deu sinal de vida. Ele abriu os olhos e perguntou: “Cadê eles?”, ao que eu respondi: “Relaxa, estamos a sós”. Ele ficou louco e me puxou pra cima dele com vontade, levantando minha camisola e esfregando seu pau na minha bucetinha ainda por cima da calcinha, enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpo. Sedentos de prazer, tiramos a calcinha e a cueca e, sem ao menos fazermos um oral, e minha bucetinha “engoliu” aquele cacetão. Eu estava por cima, e desta vez era eu quem comandava. Cavalgava naquela pica como uma louca, ele pedia: “Isso, mais... goza junto comigo”, apertava meus petinhos, metia o dedo no meu cuzinho, dizia: “Quero seu cuzinho... Você vai dar seu cuzinho pro seu macho, vai? Quero encher ele com a minha porra, quero fazer você gritar de prazer...” e naquele entra e sai delicioso, chegamos ao orgasmo juntos, e foi demais!!! Quando estávamos nos refazendo, ouvi um barulho na porta; rapidamente eu fui pra minha suíte e tranquei a porta, enquanto ele correu pro banheiro. Era a Lia, havia chegado das compras. Lá de baixo ela perguntou, tem alguém aí? Eu respondi: “Eu! Estou no meu quarto!”, não ouvi o Pedro responder nada. Tomei um banho, coloquei o biquíni e desci, pronta pra ir à praia. Ela perguntou: “Pedro ainda está dormindo?”, eu respondi que não sabia e ela subiu pra conferir. Logo voltou e comentou que Pedro estava muito preguiçoso, havia acabado de acordar e estava no banho. Respondi que homem é preguiçoso assim mesmo e rimos. Coitada... Mal sabia que o marido acabara de gozar gostoso comendo a minha bucetinha... rs... Arrumamos as compras que ela fez e fomos os três pra praia encontrar o Mauro. Mais um dia se passou e tudo correu bem. À noite, fomos ao centro da cidade, no intuito de tomarmos um vinho e comprar umas coisinhas pessoais. Perdemos s noção do tempo e ficamos bebendo vinho e papeando até às 2h da manhã. Voltamos para casa e desta vez, não tivemos a oportunidade que queríamos. Mauro estava muito fogoso, talvez pelo excesso de bebida, e queria fazer amor de qualquer jeito. Confesso que eu também estava afim, então assim fizemos. Depois de chuparmos um ao outro, ele disse que queria gozar no meu cuzinho, mas eu não quis por estar “guardando” para o Pedro, conforme havia prometido. Com todo charme, disse que queria que ele fudesse minha bucetinha, pedi pra ele passar a língua nela e ver como estava melada de tesão... Ele aceitou depois de me chupar e ver que eu me contorcia de tesão. Fudemos gostoso até que ele gozou e logo em seguida, por cima dele esfregando minha bucetinha no seu pau, eu também gozei. Deitei-me ao seu lado e dormimos agarradinhos. Na manhã de sábado, eu ainda me sentia toda melada e logo que acordei, fui direto para o chuveiro. Coloquei meu biquíni mais sensual e fui preparar o café. Lia desceu logo em seguida, também de biquíni, mas com uma saída de praia por cima. Enquanto os rapazes não desciam, ela comentou sobre a noite que teve com Pedro. Disse que tiveram uma trepada maravilhosa, que eles nunca haviam feito daquela maneira. Segundo ela, Pedro estava “insaciável”. Comentei por alto que eu e Mauro também havíamos tido uma bela noite. Quando nos sentamos para tomar nosso café, os dois desceram. Mauro só de sunga e Pedro de bermuda. Percebendo a intenção de Pedro, eu disse: “Pelo que eu estou vendo vão todos à praia e eu vou ficar sozinha, né?”; Mauro respondeu: “Ué! E você não vai à praia por quê?”; respondi que queria fazer uma comidinha gostosa pra gente, que estava sentindo falta de comida caseira. Lia se ofereceu então para ficar e me ajudar, mas eu disse que estava brincando e não via problemas em ficar sozinha. Que eles poderiam aproveitar a praia e que de repente eu apareceria depois. Pra não dar na pinta, Pedro não falou nada e foram todos. Mais ou menos uma hora e meia depois, ouço um barulho na porta e, tal qual não foi nenhuma surpresa, era Pedro. Disse que não poderia deixar de aproveitar que eu estava só e inventou de comprar uns peixes, dizendo que levaria pra eu preparar, já que dissera que iria fazer almoço. Como eu já disse, passávamos praticamente o dia todo com trajes de banho, o que, no meu caso, facilitava bastante. Ele já chegou me agarrando, me beijando e deslizando as mãos sobre o meu corpo. Afastou a parte de cima do meu biquíni e chupou os meus peitinhos, me deixando louca. Eu já tentava abrir sua bermuda, queria ver, acariciar e chupar aquele cacete maravilhoso, que já estava em ponto de bala. Foi quando, metendo as mãos na minha bunda por baixo do biquíni, ele disse: “Vou comer esse cuzinho agora, não vou?”; aquilo foi suficiente pra me subir aquele calor. Respondi: “Claro! Era tudo que eu queria!”; Ele tirou os lacinhos do meu biquíni, que desceu pelas minhas pernas. Ele me segurou pela cintura levantando meu corpo, eu abracei-o com minhas pernas e assim fomos para a sala. Ele me deitou no sofá e passava o pau na entrada da minha bucetinha, lubrificando-a cada vez mais, e alternava com o meu cuzinho. Fez isso diversas vezes, enquanto com os dedos, fazia movimentos circulares nele, ora metendo o dedo até o fundo, para atiçá-lo cada vez mais. Tinha a sensação de que meu cuzinho estava piscando de tanto tesão e pedi: “Vai, mau amor... Mete esse pau no meu cuzinho, vai...”; ele imediatamente me colocou de pé de costas pra ele, colocou minha perna esquerda sobre o sofá e começou a meter só a cabecinha daquele cacete no meu cuzinho. Eu já gemia de tesão. Fui rebolando, rebolando bem gostoso deixando-o alucinado pra enterrar logo tudo até o talo. Quanto mais eu rebolava, mais um pouquinho entrava. Percebendo que ele não metia tudo de uma vez por medo de me machucar, empinei a bunda pra trás, enterrando tudo de uma vez. Senti uma dorzinha, que logo se transformou em prazer. Chegaram a sair lágrimas dos meus olhos, mas o prazer que sentíamos era inestimável. Ele iniciou aquele clássico vai e vem, alternando com reboladas, onde eu sentia suas bolas batendo bem próximo da minha bucetinha. Que delícia! Eu dizia: “Tá delicioso” Mete gostoso no meu cuzinho, mete... Rebola gostoso que eu quero gozar no teu pau socando meu rabo...”; Não demorou muito pra ele gozar, e disse: “Aiiiii... Vou gozarrrrrrr!!! Você me deixa louuuuuuuuco!!!”; e explodiu num gozo delicioso, que eu sentia queimar dentro de mim. Ele continuou metendo no meu cuzinho, e com as mãos, acariciava o meu clitóris, que estava durinho e saliente de tanto tesão. Mais alguns segundos e eu também explodir num gozo frenético, gemendo: “Que pica maravilhosa, não para que eu vou gozar”. E quanto mais eu falava, mais ele metia. Foi maravilhoso dar meu cuzinho pra ele. Rapidamente, tomamos um banho juntos e ele voltou pra praia. Combinamos que ele diria que eu não fui para continuar preparando o almoço. Por volta das 14h todos chegaram para almoçar. O resto do dia foi normal para todos. Não saímos à noite, queríamos descansar para a viagem de volta no domingo. Ao amanhecer, preparamos um café da manhã reforçado para seguirmos de volta ao Rio, pois Lia queria chegar cedo em casa. Logo após o café, fomos preparar as coisas para a volta. Porém, eu e Pedro não tivemos mais chances de ficarmos a sós e repetirmos as belas trepadas que demos durante a viagem, mas não podemos reclamar, pois fechamos com chave de ouro, com aquela bela enrabada que ele me deu, né? E o melhor: sem nossos companheiros sequer desconfiarem. E isso talvez nos deixasse ainda mais excitados, o perigo de algum deles desconfiar ou até mesmo nos pegar em flagrante. Mas nada de errado aconteceu, e com certeza, eu e Pedro aproveitamos muito mais a viagem do que Lia e Mauro! rs... Até a próxima, e se gostaram, me escrevam para trocarmos experiências. Se eu demorar a responder, não se preocupe! Falta de tempo, mas procuro sempre responder a todos, ok? Beijos deliciosos... como eu! rs...

Primeira aula de uma Puta...

Autor: Ma&Dri


Eu Dri e o Má sempre tivemos um namoro aberto e liberal, praticamos sexo oral, anal, fazíamos de tudo um pouco, mas só eu e ele entre quatro paredes (ele já tinha tido muitas outras aventuras, eu não). Em certo dia ele começou a me falar algumas fantasias que ele gostaria de realizar comigo, e aquilo me deixou louca, cadê vez mais excitada, fazendo com que eu gozasse só de ouvir. Um dia ele me confessou que queria fazer sexo na rua, para que todos vissem a minha boceta e o meu cuzinho e visse o quanto eu era fogosa, achei que ficaria só na fantasia. Mas não demorou muito e ele me convidou para sair, só que eu teria que sair vestida como ele queria;
- Vc tem que ir de mini saia, sem calcinha, de baton e esmalte vermelho.
Imagine eu que nunca tinha se quer imaginado a pintar a minha unha de vermelho, imagina sair sem calcinha. Achei meio louco, mas confesso que fiquei toda excitada. Fomos a um lugar muito legal, tomamos um vinho, namoramos bastante, ele falou um monte de sacanagem no meu ouvido. Saímos de lá e fomos ver as putas trabalhando, e ele confessou que o sonho dele era me transformar numa puta. Tomamos mais uma batida e fomos embora, no caminho ele ia me falando muitas coisas maliciosas, e enfiava a mão entre as minhas pernas, acariciando meu clitóris, quando dei por conta eu também estava acariciando aquele pau maravilhoso e enorme. Achei que iríamos para casa, quando ele parou em uma rua meio deserta, e foi logo me atacando, nos beijamos muito, estávamos enlouquecidos de tanta excitação, trocamos muitas caricias, ele abriu o zíper e colocou para fora o seu pau, não agüentei, comecei a fazer uma oral nele, daquelas que só se vê um filme, bem devagar, passando a língua na cabeça, no saco, o colocava todinho na boca e ficava mexendo com a língua, enfim uma coisa bem delicada, sem pressa nenhuma, quando percebi estava toda molhada de excitação, de vez em quando passava algumas pessoas a pé ou de carro, disfarçávamos, mas não paramos, ele me colocou de um jeito no banco do carro, e como eu estava sem calcinha, ele levantou a minha saia e começou a me chupar com tanto gosto, chupava mesmo, enfiava a língua lá dentro, tipo beijo de língua. Eu urrava de excitação, ele mordia meu clitóris, prendia o com os dentes e passava a língua, sugava-os para dentro da sua boca, dava lambidas que vinham do meu cuzinho até o umbigo, eu gozei 2 vezes sendo que a primeira foi enorme de tanto excitação que eu estava, e o pau dele + duro do que nunca, uma rocha, ele abriu a porta do motorista saiu para fora e falou fica de quatro no banco, não pensei duas vezes. Em seguida debrucei no banco e com a bunda virada para ele, que não resistiu e meteu a língua em meu cuzinho, e eu fiquei fazendo movimentos circulares com sua língua. Deu uma lambida, que foi do meu cuzinho até a nuca e para dar essa lambida, teve que se levantar e aproveitando o ensejo seu pau com mira telescópica bateu direto em minha boceta, só que ele não quis enfiar direto, ele falava:
- É assim que se come uma puta, bem devagar
Colocou a cabeça e segurou com sua mão, pois eu morrendo de tanto tesão forçava a bunda para trás para entrar tudo, ele pediu calma e foi colocando bem de leve, e foi enfiando lentamente fazendo movimentos com seu quadril, para direita e para esquerda e eu também o acompanhava rebolando. Quando entrou até o fim, ele abraçou minha cintura e apertou para entrar tudo até as bolas Foi o melhor orgasmo da minha vida, e com o pau dele todinho dentro de mim, começou a me comer de verdade, pegava em minha cintura e puxava em direção a seu pau, acariciava meus seios, puxava meus cabelos como uma rédea, me chamava:
- Potranca, cadela , puta...
Eu fiquei louca, e gozei novamente. Tirou o pau latejando de minha boceta todo lubrificado pelos meus orgasmos e colocou seu pau dentro do meu cuzinho, e foi empurrando para dentro bem de leve , ai sim eu fiquei louca, ele sabe que eu adoro dar o cu, e com os dedos dentro da minha boceta tocando uma sirica. Conseguiu enfiar até o fundo. Só que lentamente, eu rebolava forte e estava gostando, quando chegou a hora de ele gozar, abraçou-me pela cintura, apertou-me com tanta força e gozou, senti aquela porra quente dentro de mim, foi maravilhoso, ficou lá dentro ainda um tempo.
Depois de nos ajeitarmos, ele me disse:
- Esta foi sua 1° aula de puta, vou te transformar em uma puta maravilhosa...
E conseguiu...
Não paramos de fazer loucuras, mas isso eu conto depois.

PERDI A VIRGINDADE DO MEU CUZINHO COM O MARIDO DA MINHA COLEGA

Autor: cunnilingus

Quero contar de como dei meu cuzinho para o marido de uma colega de
faculdade. Antes, porém, quero me apresentar: meu nome é Roberta e
tenho 19 anos. Pele bem clara, cabelos curtos na altura do pescoço,
pretos e bastante lisos, olhos também pretos. Peitos fartos,
bundinha cheinha, um pouquinho arrebitada, 1.60 m e um pouco cheinha.
Meu cabacinho continua no lugar, já que até hoje não me animei a
ir até o fim com homem nenhum. Na verdade, até acontecer a história
que eu vou contar, eu nunca tinha nem dado uma chupadinha, nada.

Estudo Odontologia na UFPR, em Curitiba, e desde o começo do curso
grudei na Cris, excelente amiga, da mesma idade que eu mas já casada.
Só fui conhecer o marido dela meses depois, numa festa para a turma
toda em que ela apareceu com o Luciano - esse o nome dele, 25 anos,
cabelo liso um pouco cheio, olhos verdes, muito simpático, a Cris
morria (morre) de ciúmes dele quando ele começa a sorrir aquele
sorriso enlouquecedor para as amigas dela. Gamei na hora que vi, um
tesão, mas era o marido da minha melhor amiga na facu.

Nós nos encontramos algumas outras vezes, sempre com a Cris do lado,
nem rolava nada. Mas o jeito como ele olhava para mim, bem no fundo
dos meus olhos, para depois desviar o olhar (ele é bem tímido) me
dava a certeza de que ele também gostou de mim. Fui
ficando íntima dos dois, freqüentava a casa deles e tudo, o Lu
me tratava super bem, até brincava comigo de vez em quando.

Para resumir, depois de muita troca de olhar, eu aproveitei uma
vez que a Cris viajou para a casa dos pais dela (em Londrina) e
resolvi aparecer na casa deles como
quem não quer nada. O Lu tinha ficado porque ele tinha que trabalhar
na segunda, então botei uma bermudinha que deixava minhas pernas à
mostra, quase aparecia a dobrinha embaixo da bunda, uma camisetinha
bem leve e bati na casa deles e fingi
surpresa quando ele me disse
que a Cris não estava. Mandou eu entrar assim mesmo, me ofereceu
água e eu aceitei, sentei e começamos a conversar à toa, eu do lado
dele, no mesmo sofá. Não demorou e ele começou a roçar na minha
perna, eu sentia os pelinhos da perna dele encostarem na minha e
me dava um frio na barriga, cheguei a ficar com um calor enorme \"lá\"
só de ele encostar. Ele falava da Cris, da vida de casado, até
insinuava alguma sacanagem de vez em quando, e começou a me tocar
enquanto falava, tipo para me chamar a atenção.

Lógico que eu ficava toda arrepiada quando ele encostava em mim,
até uma hora que não aguentei e ele encostou e eu peguei na mão
dele sem dizer nada. Acho que ele não esperava, ficou calado alguns
segundos, aí de repente ele abriu um sorriso lindo, um sorriso sacana
e foi chegando a boca dele perto da minha. Começou dando uns beijinhos
de leve nos lábios até que eu peguei ele por trás da cabeça e demos
um beijo de língua maravilhoso! Aquela língua dele parecia que ia
na minha garganta, de tanto que ele mexia com ela dentro da minha boca.
Ele logo encostou a mão no meu joelho e começou a acariciar minhas
coxas, primeiro ainda tímido e quando ele viu que eu abri a perna
ele foi subindo até quase a minha virilha. Eu estava com a minha
xaninha ensopada com ele passando a mão na minha perna e respirando
no meu rosto, o hálito doce na minha boca. Depois ele começou a
apalpar meus peitos por cima da camisa. Com uns dois minutos disso
ele resolveu tirar a minha camisa e eu confesso que já estava com
tanto tesão que deixei ele tirar a camisa e o sutiã. Beliscou meus
seios, apalpou, chupou, mordeu, mamou como se fosse criança, e eu
já não respondia por mim porque a essa altura ele começou a passar
o dedo na racha da minha bucetinha por cima da bermuda.

Eu não dizia nada, só suspirava de tesão com aquele homem delicioso
e casado chupando meus peitos, passando a mão na minha barriga
e na minha buceta. Ele viu que eu estava gemendo de tesão e resolveu
tirar a minha bermuda e a minha calcinha, o que eu resisti um
pouco, porque tinha medo do que ele ia fazer (eu não queria perder
a virgindade) e porque eu não depilava ali tinha um bom tempo. Mas
ele não se fez de rogado e tirou assim mesmo, eu ajudei levantando
a bunda para a calcinha sair, mas depois, para não ter que levantar
a perna e me expor ainda mais, eu mesma tirei a calcinha que já
estava nos meus pés, toda molhada.

Os olhos do Cris brilhavam de felicidade. Ele ajoelhou e fez uma
coisa que eu achava que jamais deixaria homem nenhum fazer: meteu
o rosto na minha bucetinha e começou a beijar minha virilha aqui
e ali, uns beijinhos de leve. Depois afastou minhas pernas, e eu
morrendo de vergonha, e começou a respirar em cima da minha xaninha.
Eu queria pedir para ele parar, mas não tinha coragem, eu nunca
tinha sentido tanto tesão na minha vida. Ele deu mais uns beijinhos
em volta da minha xaninha, depois nos lábios dela, sempre em volta,
sem nunca tocar no meu clitóris. De repente ele põe aquela língua
pra fora e vai enfiando bem devagar na minha bucetinha. Eu sentia
cada centímetro daquela língua áspera entrando e não quis nem
saber: prendi a cabeça dele com as pernas, segurei por trás dela
com as mãos e pressionei o rosto dele contra a minha buceta. Gozei
desesperadamente, como nunca tinha gozado, com o Cris me chupando,
mordendo, esfregando o rosto na minha xana.

Aí ele me pegou pela mão e me levou para o quarto. Eu tinha gozado
muito graças a ele, mas não queria perder minha virgindade. Disse
isso para ele e ele me olhou de novo com aquele sorriso sacana e
disse que eu não precisava perder, que tinha outras maneiras de eu
retribuir. Achei que fosse me pedir para chupar, o que eu estava
pronta para fazer com o maior gosto, mas ele me colocou na cama de
novo e continuou beijando meus peitos, minha barriga, minha bucetinha.
Fui me deixando levar, ele me virou de bruço e me fez ficar de
quatro e continuou chupando minha xana por trás. Eu já toda mole,
não estava preparada para o que ele fez em seguida: afastou minhas
nádegas e meteu a língua no meu cuzinho. Fiquei desesperada, com
vergonha, com nojo e comecei a me debater na cama. Ele com toda
a força botou a mão nas minhas costas e me fez deitar de bruço e
continuou lambendo meu cuzinho. Passava a língua de baixo para
cima com força, como se estivesse varrendo, fez isso várias vezes
e depois começou a enfiar a língua no buraquinho. Eu já não resistia,
só suspirava e agarrava no lençol. Minha bucetinha estava encharcada!

Depois de um tempo disso, ele me pediu para comer meu cuzinho. Eu
disse que ia doer, mas ele continuou me acariciando e disse que
sabia fazer sem doer muito. Nisso ele já estava com o pau para fora
e me disse \"olha, não é muito grande\". E não era mesmo, mas era
um pau lindo, branquinho, com algumas veias e uma cabeça vinho,
essa sim bem grande. Como ele tinha me feito gozar feito doida
e como tinha sido legal o bastante para não querer tirar meu
cabacinho, aceitei, e meio sem saber o que fazer fui ficando de quatro.
Ele tirou de dentro do armário um vidrinho de KY, eu não sabia o que
era e ele me explicou que era para lubrificar e que assim não doía.
Jogou um montão no dedo indicador e depois virou um tanto em
cima do meu cu. Ia dizendo que o segredo para não doer era lubrificar
bem, que tinha que usar bastante, e eu nervosa e ao mesmo
tempo doida para ele me comer. Sentia aquele líquido pegajoso
me molhando, entrando no meu buraquinho, e de repente sinto o dedo
dele brincando na portinha. O Cris foi maravilhoso, ficou uns
dez minutos brincando com o dedinho no meu cuzinho, enfiava
devagarinho até a dobra e tirava, e foi assim aos poucos, até
meter até a segunda dobra. Dali a pouco ele estava com os dois
dedos dentro de mim e eu super nervosa, mas ao mesmo tempo doida
para sentir a pica dele dentro da minha bundinha.

Quando ele tirou o dedo, achei que fosse enfiar comigo naquela
posição, de quatro, mas ele me fez deitar de bruços e disse que
assim doía menos. Até esse cuidado ele teve para não me machucar muito.
Depois ficou ajoelhado atrás de mim e encostou a cabecinha na portinha.
Eu me contraí toda, mas ele disse que o segredo era ficar tranquila,
que ele tinha deixado meu cuzinho preparado. Segurei nas nádegas
e abri bem para facilitar a penetração, mas estava difícil. Como
eu era virgem, o pau dele batia e dobrava, ia para fora, mas ele
não desistiu. Aos poucos foi botando a cabecinha para dentro,
e aos poucos ia enfiando mais. Eu sentia cada milímetro daquela
pica entrando no meu cuzinho, me rasgando por dentro. Segurei no
lençol, fechei a boca e aguentei firme. Dali a pouco ele estava
com tudo dentro, o saco encostando na minha bucetinha por fora.
Disse que ia começar a bombar e fez isso bem devagarinho, deixando
só a cabeça dentro, depois enfiando bem devagar. Nessa
primeira vez eu não sentia exatamente prazer, só uma sensação
esquisita de estar levando por trás, e quando eu pensava nisso eu
me sentia a maior piranha e o engraçado é que eu gostava disso.
O Cris, que estava com o maior tesão, não aguentou muito depois de
meter, e dali a uns cinco minutos eu senti aquela rola crescer
dentro de mim, pulsar e soltar um jato quente a uma velocidade
assombrosa, que eu senti bater e esquentar lá dentro.

O Cris foi maravilhoso essa noite. Tomei um banho, depois ele tomou,
ele fez jantar para nós dois e depois ele comeu meu cu mais duas
vezes. Na terceira eu já sentia prazer de verdade, mais do que dor.
Ele me levou para casa de carro, dormi maravilhosamente bem, só que
no dia seguinte acordei com o cuzinho ainda ardendo da noite anterior.

No dia seguinte o Cris me fez experimentar o gosto de porra pela
primeira vez. Mas isso é outra história.

Papai nem percebeu

Autor: Marina

Era uma noite fria, dessas que cai aquela chuvinha fina e manhosa e é difícil pensar em dormir sozinha. Eu e meu marido, namorado na época, estávamos bebericando num bar, batendo um inocente papinho, quando a conversa começou a esquentar, ficar íntima. Cada qual falando seus desejos e vontades. Por sob a mesa, sua mão começou a me acariciar as pernas, e eu comecei a me sentir meuto excitada e úmida. Queríamos um ao outro, muito, completamente

---- Mas como?

Meu pai é daqueles que marcam hora para chegar em casa e meu prazo na rua já se esgotava. Sentia meu sexo molhando a calcinha e imaginava mil desculpas para permanecer mais tempo na rua, mas não achava nenhuma convincente. Engraçado que a caretice de meu pai, exigente e quadrado, sempre aumentou o meu desejo de libidinagem. Sempre me excitou o pensamento: " E se meu pai desconfiasse? "

Era assim também agora com meu namorado. Eu mal podia pensar. Quase que de brincadeira, propus a ele que fôssemos mesmo para minha casa; assim eu não correria o risco de me atrasar na rua. Meu pai possivelmente estaria dormindo, como toda família e não seríamos notados.

Meu namorado estremeceu de susto, só de lembrar o tamanho de meu pai. Mas, por incrivel que pareça, em vez de este pensamento acalmar a nossa fúria sexual, estimulava-a. Minha vontade de ser possuída ali mesmo, no bar. Estávamos os dois em fogo.

Resolvemos arriscar. Pegamos um táxi e no caminho mesmo, começamos. Roberto enfiou a mão pela minha calcinha e com o dedo em movimentos rápidos mexia em meu clítoris, que a esta altura doís de excitação.

Ao chegarmos em casa, as luzes apagadas, indicavam que meu pai já estava dormindo. Entramos bem devagarinho e fomos para meu quarto, bem ao lado do quarto de meu pai. Meu namorado imediatamente me envolveu nos seus braços, rapidamente nos despimos, e sua boca começou a percorrer meu corpo. Lambia, sugava e mordiscava meus seios enquanto sua mão buscava meu sexo e me acariciava o clitoris. Depois, ajoelhado, substituiu a mão pela língua em meu sexo e ao gozar, não consegui sufocar um aíííí´de prazer.

Queria senti-lo dentro de mim. Encostei meu corpo ao seu e o seu pau duro mais parecia um tronco de árvore. Mas ele não tinha pressa. Novamente começou a percorrer com a língua o meu corpo e o meu sexo, deslizando entre saliências e reentrâncias, ora passeando lentamente pelos grandes lábios e clitoris, ora penetrando fundo minha bucetinha, em movimentos rápidos. Também o joguei sobre a cama e escapando de sua boca, comecei a sugar-lhe os mamilos, mordiscar a barriga até atingir seu sexo que, a esta altura, pulsava em minhas mãos.

Percorri seu pau inteiro com a ponta da língua, pressionando os lábios nos pontos que sabia mais sensíveis. Inverti então a posição de meu corpo e gozamos ferozmente num formidável beijo frances.

Depois de uns minutos de repouso, ouvi meu pai levantar-se e dirigir-se ao banheiro. Depois, com a casa novamente silenciosa, outra vez minhas mãos foram encontrar o pau dele, de novo inchado. Jogando-me sobre ele, fiz com que me penetrasse até o fundo e uma espécie de angústia tomou conta de mim. Queria que ele me possuísse mais e mais. Trocávamos de posição sem nunca nos separarmos, até que senti que ía gozar. Então apertei meu corpo contra o dele, mordendo seu ombro para não gritar e gozarmos juntos.

Mesmo assim não nos separamos. Ele continuou dentro de mim e nós dois recomeçamos as carícias, até que, dentro de uns minutos comecei a sentir seu pau endurecer. Quietos, a respiração ofegante, as mãos acariciando lentamente costas, pêlos, cabelos. Seu corpo começou outra vez a movimentar-se até atingir um ritmo louco. Eu queria, naquela noite, viver todas as possibilidades de meu corpo e do dele e então pedi-lhe que me penetrasse por trás.

Ele me clocou de 4, na beirada da cama e começou a me lamber e me chupar,me deixando louca novamente, peguei um creme e fiquei novamente na mesma posição, de 4, empinadinha a merce dele. Ele passou o creme em meu cuzinho e na ponta de seu pau, começou a forçar, mas como tinha feito isso poucas vezes, estava difícil de entrar, escapando até que em uma estocada mais convincente a cabeça entrou, tirando de mim um aí de uma dorzinha ardida mas gostosa. Ele perguntou se estava doendo e disse que não, assim começou a enfiar inteiro, devagar, sentindo cada pedacinho daquele pau entrando em meu cuzinho, até que começou a bombar, indo e vindo, entrando e saindo me deixando louca de tesão, enquanto massageava meu clitoris. Ficamos assim durante um tempo até que gozamos e adormecemos juntinhos, com ele ainda engatado em mim.

Acordamos pela manhã com o barulho do pessoal da casa, ficamos quitos até todos saírem para seua compromissos, achando que eu estáva dormindo. Quando percebi pela hora e o silência da casa que todos haviam saído, comecei a acariciá-lo novamente, peguei em seu pau e senti ele crescendo em minhas mãos, agora de dia e sozinha em casa, poderia ficar mais a vontade. Depois que ele ficou duro como pedra, sentei em cima dele e comecei arebolar, enfiando bem devagarinho aquele pau em minha bucetinha, depois que entrou inteiro, pude cvalgar gostoso, gemendo e gritando como adoro. Gozamos novamente e eu chei de porra da noite anterior e daquela manhã, fui ao banheiro me lavar, me sentia toda aberta e satisfeita.

Minhas vontades

Autor: Marina

Com o passar de meu casamento, a excitação de meu marido foi diminuindo, chegando ao ponto de ele querer transar apenas 1 vez por mês.

Naquele dia, não sei pq, acordei toda molhadinha, excitadíssima. Bem que eu queria dar aquela rapidinha matinal, antes de sairmos para o trabalho, mas quando pensei em tentá-lo, meu marido manifestou-se contrário, escudando-se da mesma indisposição e mal-estar com que sempre fugia de meus assedios. Pior: Seu pau naquela manhã, parecia uma interminável pichuleta. Tudo bem... Fui até o banheiro e na falta de um pau, me masturbei para valer.

Quando saímos de casa, no carro, comecei a sentir que a masturbaçõa não tinha apagado meu fogo. Os olhares de vários homens que me olhavam na rua aumentavam ainda mais a umidade que eu sentia entre as pernas. Ao chegarmos na firma, meu marido como de hábito foi inspecinar algumas obras, deixando-me só no escritório.

Como estava muito excitada, resolvi me masturbar novamente, estava com dois dedos dentro de minha bucetinha, completamente louca, com vontade de substituí-los por uma pau enorme, quando derrepente a campainha tocou, trazendo-me de volta ao escritório. Era o porteiro, um mulato alto, forte, simpaticissimo que me entregou a correspondência do dia com um sorriso largo, configurado pelo meu estado como insinuante e provocante. Mandei-o entrar --- eu deveria assinar o protocolo de entrega---- enquanto atendia a um telefonema.

Tomada por algum demônio, eu não via a hora de me atirar em seus braços e morder e lamber os pêlos, que os botões superiores abertos da camisa me permitiam admirar. Quase sem voz, mandei-o sentar, enquanto fui a cozinha apanhar um copo de água gelada que ele aceitou timidamente. Quando voltei trazendo a água, reparei que minha calcinha, minúscula estava em cima da mesa, bem diante de seus olhares, toda meladinha. Ao passar pela minha mesa, propositalmente, esbarrei numas pastas, derrubando-as, a fim de mostrar-lhe minhas pernas quando abaixasse para pegá-las.

Funcionou exatamente como eu queria. Ele entendeu que estava diante de uma mulher excitada e carente --- talvez tivésse visto minha calcinha encharcada em cima da mesa, preta e minúscula----- e aproximou-se para ajudar-me, mas com os olhos vidrados nas minhas coxas. Quando entreguei-lher o copo, alisou minha mão, num gesto fugaz e tímido, quase medroso. Enquanto saciava sua sede, sentei-me em uma poltrona, com as pernas levemente abertas para incitá-lo a uma investida masi ousada. E funcionou, conforme pude verificar no volume que lhe saltou dentro da calça, expondo-me a virilidade avantajada que me aguardava. Provocante, lambi os lábios e cruzei, rocei até sentir o molhadinho de minha bucetinha.

Depois dessa clara manifestação de tesão, o porteiro não resistiu, chegou perto, bem pertinho de mim e com aquele pau a altura de meu rosto, segurei em suas pernas e olhei para seu rosto, com olhar de fêmea no cio. Ele fechou os olhos e eu comecei a brir sua calça, tirando aquele pau enorme para fora, mulatos e negros tem paus lindos, por isso adoro transar com eles, Coloquei o pau na boca e comecei a executar um boquete, com o porteiro fechando e abrindo os olhos.

Ele me levantou e começou a enfiar a mão entre minhas pernas, localizando minha bucetinha,percebendo o quanto eu estava molhada, começou a tirar suas roupas e eu as minhas, estava de saia o que facilitou o trabalho.

Desesperada de excitação, abri as pernas e arriei a cabeça para trás, dizendo que queria se arrebentada por aquele pau que já estava em minhas mãos e tentava conduzi-lo a minha bucetinha. Ele, calado, mas ativo, esquivou-se de minhas intenções, ajoelhou-se a minha frente e alternou lambidas em minhas coxas, subindo em direção a minha bucetinha. Aos primeiros movimentos circulares ao redor do meu clitoris, respondi com gemidos, com um vibrante e intenso gozo. Completamente louca, eu delirava sobre a mesa, mas me sentia obrigada a tomar parte ativa naquela relação que eu própria provocara. Reuni forças para afastá-lo, deitei no carpete, ele veio por cima. Não para me penetrar, mas para lamber e oferecer seu pau grosso aos meus lábios.

Seus insistentes movimentos em meu clitoris conduziam-me a sensações maravilhosas, diferente, apesar dos diversos homens com quem já transei. Me desmanchando em orgasmos sucessivos, eu tentava contemplá-lo também com um estimulado boquete, que só se manifestou quando ele enfiou o dedo no meu rabinho. Aí sim, comecei a chupá-lo, mordê-lo e lambê-lo com voracidade. Meu botão contría-se a cada penetração do pologar, como se quisesse acomodar o volume que tinha em minha boca, mas que me recusava a abandonar enquanto não o fzesse gozar e engolir toda sua porra. Como ele demorava muito a gozar, comecei a fazer o movimento masturbatório com a boca. Assim, meu porteiro despejou seu leite quante em minha boca, muia porra, o que deu para perceber que não transava a algum tempo, aumentando ainda mais o desejo de ser penetrada no rabinho que continuava piscando.

Não hesitei em pedir-lhe para fazê-lo. Carinhosamente, ele me reconduziu até a mesa do meu marido, inclinou meu corpo, fazendo-me apoiar os seios sobre ela, com os dedos molhados de saliva, lubrificou as bordas do meu buraquinho e tomou posição. Segurando com firmeza nas bordas da mesa, recebi as primeirasestocadas do seu monstruoso pau, rejeitado pela resistência de meu cuzinho, que, depois de uma estocada mais firme e definitiva, cedeu docilmente. Eu gemia de prazer e sentia aquela dorzinha ardida, enquanto suportava tudo aquilo dentro de mim e me excitava ainda mais com frequentes esbarrões que seus testículos davam, como se quisessem aninhar-se na minha bucetinha. Controlando nossos movimentos, atingimos um orgasmo simultâneo.

Insatisfeita ---- afinal minha bucetinha desconhecia a dimensão daquele pau ----- me virei de frente, disposta a satisfazer a indomável fera que se incorporava e fazer baixar aquele pau maravilhoso que continuava como ferro. Ainda sobre a mesa, abri as pernas amplamente e numa única e lenta investida, meu porteiro, que era realmente acavalado, abrigou inteiramente seu pau em minha bucetinha. Enquanto ovimentávamos nossos corpos freneticamente, ele gemia alto; me apertava os seios com uma das mãos e com um dedo da outra penetrava meu cuzinho. Fez isso incontroláveis vezes, até que, num último gemido, alcançou o gozo que parecianão acabar mais, tal a quantidade de porra que despejou dentro de mim. Depois daquele orgasmo arrebatador, meu porteiro foi embora, dizendo-se atender a qualquer pedido meu.

Meu novo chefe

Autor: Marina

Depois que me separei, tive que arrumar um emprego, pois trabalha com meu marido e não me sentiria confortável em ve-lo todos os dias.

Acho que foi sorte que me levou aquele escritório para pedir emprego de secretária. Conversei com Henrique, o chefe, e deu tudo certo: na sema seguinte comecei a trabalhar.

O serviço era pouco e fácil. O fato é que, tendo pouco a fazer, eu me entregava a loucos devaneios. Quase todas as manhãs, quando dificilmente estava acompanhada, ao ouvir uma música no rádio e ao me concientizar de que estava sozinha, batia-me uma excitação estranha e ficava brincando com meu corpo. Quando tinha certeza que não viria nínguem, então, eu me arriscava ainda mais. Levantava a saia, metia a mão dentro da calcinha e lá ia meu dedinho ou mesmo algum outro objeto para me satisfazer. Sempre com receio de ser flagrada pelo meu chefe, eu cometia esses pequenos delitos quase que diariamente.

Certa vez, enquanto meu dedo trabalhava, pensei no risco da situação e comecei a imaginar o que aconteceria se meu chefe entresse na sala derrepente. Qual seria a sua reação? Este pensamento me deu ainda mais tesão. E acabou virando idéia fixa: daí em diante, sempre brincava com meu corpo a torcer para que ele me surpreendesse. Comecei a sentir um tesão enorme cada vez que o via, era só olhar para ele e ficava molhadinha.

Nosso papo, no começo, não ía além do que conversam patrão e secretária, quando não falámos de serviço, comentávamos trivialidades, perguntando sobre as famílias ( ele é casado e eu recem separada ) e coisas do genero. Depois do primeiro mês ficamos mais íntimos e ele passou a fazer observações do tipo " Vc está boita hj ",com bastante frequancia. Começamos a decifrar palavras cruzadas juntos e em pouco tempo nossas conversas evoluíram para um terreno bem mais aberto. Certa tarde, surpreendi-me falando de mim, contando ser muito fantasiosa e gostar de loucuras. Confidenciei-lhe também que, quando excitada, minhas mãos e meus lábios ficavam gelados e terminei contando que em minha adolescencia lia livros que me impresionaram muito, O Último Tango em Paris, e Os Degenerados e desde então tinha ficado fanática por esse tipo de leitura. Ele aproveitou a deixa e me indicou esse site, dizendo existir históris bem legais. Entramos no site e comecei a ler os contos, o que me deixou mais tesuda. Ele me incou um conto e disse: Cada vez que o leio lembro de vc.

Nem preciso dizer que já estava toda molhada, o rosto ficando quente, as mãos tremulas e geladas. Acho que ele percebia isso, assim como eu percebia que ele estava a ponto de estourar. Cada vez que nossos olhares se cruzavam eu sentia minhas carnes pulsarem de tesão. As horas passavam, eu tinha que ir embora e não aguentava mais aquela tortura, foi me batendo uma vontade louca de agarrá-lo, ou ser agarrada, qualquer coisa que me tirasse daquele estado de ansiedade.

Houve um momento que estávamos na janela e ele me mostrou alguma coisa e me tocou o ombro. Meu corpo tremeu inteiro, então voltei-me e vi o volume entre suas pernas. Senti que ía agarrá-lo no próximo segundo, mas ele saiu da sala e foi ao banheiro.

Aproveitei a oportunidade para pegar minha bolsa e quando ele voltou, disse-lhe que estava de saída. Ainda é cedo, murmurrou num convite, mas eu tinha mesmo que ir. Na porta do elevador, comentei que minhas mãos estava, geladas e ele entendeu. Pegou minha mão, apertou-a e perguntou se era muito difícil esquentá-la. Respondi, com um sorriso nos lábios e com a bucetinha encharcada que sim, seria muito difícil enquantá-la e entrei no elevador.

O dia seguinte era um sábado e já tínhamos combinados, semanas antes, fazer uma limpezinha no escritório. Naquela noite quase não consegui dormir de excitação, pois alguma coisa me dizia que seria agora, naquele sábado.

Acordei cedo, bem disposta, tomei um banho demorado e vesti uma calcinha bem sexy, colocando na bolsa uma roupa para fazer a limpeza. Quando cheguei ao escritório Henrique já estava lá. Depois de nos cumprimentarmos, fui ao banheiro e vesti a roupa que tinha levado, uma calça de agasalho bem justa que contornava minhas pernas e bumbum, com a calcinha cravada em meu reguinho e uma camisetinha baby look pequena sem sutiã. Ele me olhou cobiçoso e para não falar a palavra tesão, disse simplesmente que eu estava um peixão.

Começamos a limpeza e sempre que nosso olhares se cruzavam, sentia meu corpo tremer. Depois de algum tempo, ele sugeriu que bebêssemos alguma coisa. Concordei e ele foi comprar, voltando com uma garrafa de Vodca, limão, açucar e gelo, com o que preparou umas caipirinhas. Foi aí que resolvemos limpar o banheiro. Peguei o chuveirinho e comecei a molhar os azulejos, sentindo uma vontade louca de substituir os azulejos pelo seu corpo, molhá-lo todinho, mas não tinha coragem. Até que derrepente, joguei um pouquinho de água em seu braço e ele brincando, mas gostando, disse que prefiria ficar seco. Eu estav em pé em cima do bidê e ria sem parar, sentindo minha bucetinha molhadinha. Quando ele percebeu todo o alcance daquela brincadeira com a água, tomou delicadamente o chuveirinho de minha mão e começou a molhar meu braço, devagar, subindo cada vez mais, numa carícia que me deixou louca. Fechei os olhos, absolutamente entregue aos encantos daquele filete de água escorrendo sobre minha pele, já chegando ao ombro e suspirei. Quando abri os olhos, Henrique estava muito perto de mim, cada vez mais perto e me abraçou carinhosamente. " Estou com medo ", murmurei, pensando que ía desmaiar.
Ele me apertou e beijando minha boca disse que eu não precisava ter medo. Foi tirando minha camiseta devagarinho e logo meus seios estavam nus, apontando para ele, na direção de sua boca. Então ele me beijou, sugou meus seios e quase me fez cair de tesão. Aliás, eu teria caido mesmo, se ele não me amparasse em seus braços, levando-me no colo até a sala, onde me deitou no sofá e terminuou de tirar minha roupa.
Começou a me beijar o corpo todo e pensei novamente que ia desmaiarquando sua lingua quante entrou em meu umbigo, depois saiu lentamente e foi escorrendo, abrindo caminho em meus pêlos, até chegar em minha bucetinha encharcada, aquela lingua me levou ao auge bricando loucamente em meu grelinho, depois descendo até os grandes lábios e em seguida subindo de novo até meu centro de prazer. Vendo que eu não aguentava mais, ele me penetrou com todo aquele vigor. Gritei de prazer e pouco tempo depois esplodíamos no maior gozo.

Em breve, após papos bem abertos em meio a novas carícias, estávamos acessos de novo. Aí pude sentir direito aquele pau, fiquei de 4 e coloquei ele na boca, pagando o maior boquete o que fez ele se contorcer. Foi aí que pedi " Come meu cuzinho?", o que ele ficoi admirado.

Uma boa transa não pode faltar sexo anal e ele me colocou no carpete, com uma almofada em baixo, de 4, a posição que mais gosto, começou a mechupar novamente, pedi para ele pegar minha bolsa, onde havia um creme para facitar, mesmo estando acostumada. Estava de 4, toda aberta e ele começou a passar o creme em meu cuzinho, enfiando um dedo e depois dois, para ir acostumando. Direcionou aquele pau na entrada do meu cuzinho e começou a forçar, como era de um tamanho normal, que já estáva adaptada, entrou com facilidade, fiz o que adoro, abri minhas nádegas com as mãos e pedi para ele colocar até o fundo e tirar por completo, para meu cuzinho ficar bem aberto o que deixou ele maluco e começou a bombar com força, estava me sentindo completa, massageando meu grelinho até chegarmos ao orgasmo, adoro sentir a porra quente me invadindo e depois escorrendo pelo meu cuzinho.

Me leante, fui ao banheiro me recompor e me lavar com a porra escorrendo.

Não tínhamos mais forças para continuar com a limpeza então fomos para um para sua casa satisfeitos.