dailymotion-domain-verification-bf8367051eadca91-dmebea1o8ssgrxz1l Jacir Holowate: 16 de Março de 2010 stat counters

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terça-feira, 16 de março de 2010

conto erótico. vale apena ler.

Meu professor joanita


contada por Joanita


Vou contar um história que aconteceu comigo. Quando eu estava estudando o 3º ano do Ensino Médio, eu tinha um professor de Física, ele não era considerado lindo mais que tinha umas pernas que faziam qualquer um perder a cabeça, ah isso tinha, logo quando comecei a estudar me falaram da fama de carrasco desse professor que ele não gostava de ninguém e que ferrava todo mundo, mas comigo foi diferente, comecei com agrados chocolates, balas e fui dando uma de puxa saco, mesmo! Assim logo era sua aluna preferida, e comecei a perceber que ele me olhava de um jeito diferente não como aluna querida e estudiosa mas sim ele queria era me comer, comecei a tirar proveito do situação a dar indiretas para ele no meio das aulas. No corredor ele ficava todo sem jeito mas gostava Um dia, perguntei a ele se ele não gostaria de ir com a nossa turma para viagem que faríamos para a praia porque eu havia comprado um biquíni bem pequenininho e queria que ele me ajudasse a colocá-lo, ele ficou completamente envergonhado. Comprava pirulitos e chupava na frente dele, coisa que deixava o homem atordoando. Até que chegou o final de ano e fizemos uma festa de despedida, comecei a insistir para ele ir também e ele acabou cedendo. Já na festa, eu estava desda 5 da tarde tomando todas e ele chegou as 10, mal deixei ele entrar e fui cumprimentai-lo:


- Oi professor você veio, tá tão gostoso hoje!!


Ele deu uma risadinha e foi cumprimentar os outros alunos a festa tava rolando solta todo mundo tava bêbado, ele sentado perto do balcão eu ia buscando as cervejas e me esfregando nele, deixei o abridor cair no chão e quando levantei, passei mão na perna dele. Ele estava de short, e disse:


- Cuidado menina com o que você faz.


Eu disse a ele que ninguém estava prestando atenção podia fazer o quanto ele quisesse, era só ele pedir, foi então que percebi que seu pau estava duro, nossa ele tinha um pau maravilhoso enorme já estava toda molhadinha só de ver aquele instrumento e de imagina-lo na minha bucetinha, olhei para ele e sai, fui para o banheiro quando estava saindo dou de cara com ele na porta do banheiro não pensei duas vezes puxei ele para dentro do banheiro ele não disse nada aceitou numa boa, tirei o short dele e comecei a chupar o pau dele bem gostoso, ele gemia de prazer a musica estava alta e não tinha perigo de alguém ouvir a gente, ele começo a arrancar minha roupa e chupar meus peitinhos ele estava louco afinal foram anos de tortura na sala, eu estava adorando meu professor me chupando, me chupava me masturbava e eu gemia de tanto tesão, era tão gostoso ele me colocou de quatro e começou a enfiar aquele pau maravilhoso na minha bucetinha, nossa eu gemia não consegui parar e ele enfiava e mandava eu calar a boca porque iriam ouvir, mais eu só queria saber dele enfiando aquele pau na minha buceta foi quando ele tirou e começou a comer meu cuzinho e dizer que eu era uma desgraçada por deixar ele pau duro tantas vezes que ele estava se vingando que ia me fuder toda e que queria gozar na minha boca, tirei o pau dele e comecei a chupar até ele gozar em mim. Saímos do banheiro como se nada tivesse acontecido.


A PROFESSORA ESTUPRADA

contado pela professorinha



Olá pessoal!!!!! Sou uma professora da Universidade Federal do RS, tenho 36 anos, loira, um corpo muito bonito, sou muito vaidosa e malho demais para manter minha aparência sempre desejável e provocante aos olhares masculinos!
Como estamos em férias, o movimento no campus é praticamente zero, mas nós professores não abandonamos por completo o serviço, e foi na semana passada, mais precisamente no dia 22.01.99, que eu estava em uma sala da faculdade preparando um material do MEC. Era sexta-feira, o prédio em que eu estava é um pouco afastado, quem conhece o campus da Agronomia em Porto Alegre sabe como é a UFRGS. Uma colega de serviço saiu para buscar umas pizzas para comermos, e eu fiquei completamente sozinha no prédio compenetrada em minhas atividades. De repente ocorre um black-out, ficando o prédio totalmente na escuridão da noite, eram 22:15h. Fiquei um pouco assustada, sai da sala e caminhava em direção à saída buscando a claridade da Lua para esparar a luz voltar. Estava no terceiro andar, e enqunato caminhava pelo corredor fui brutalmente agarrada por trás, não consegui enxergar um palmo adiante, mas senti que era um homem alto, forte, que me tapou a boca e deu-me uma gravata que me deixou sem fôlego.
- Fica quieta gostosa, sei que tua amiga saiu e estamos sozinhos no prédio, desliguei a chave geral e tranquei as portas de acesso do prédio, o vigilante foi fazer a ronda, portanto não tenho muito tempo para perder, facilite as coisas e não vou te machucar.
Assustada apenas concordei balançando a cabeça. Ele afrouxou um pouco a gravata e foi me arrastando para dentro de uma sala. Ordenou que eu tirasse a roupa, pois não queria rasgá-la para minha amiga não perceber a violência. Fui me despindo, tentei argumentar mas ele deu-me um tapa no rosto. Fiquei nua, ele deslizava as mãos ásperas por meu corpo, eu permanecia encostada de costas na parede, em pé, e percebia ele ir despindo-se aos poucos, não estava tão afoito quanto tentou me fazer acreditar. Apertou meus seios delicadamente, brincou com meus mamilos e foi descendo por minha barriguinha... Comecei a arrepiar-me e a ter pequenos espasmos, o desgraçado estava me deixando excitada... Eu estava em pé, com as pernas unidas, ele segurou-me pelas coxas e foi afastando-as, desceu e arrastou a língua por meu sexo, mordeu a puxou com a boca meus pentelhos, lambeu meu clitóris e sugou meus sucos... beijava minha boceta deliciosamente... eu agarrei sua cabeça comecei a afagar seus cabelos, crespos, fui deslizando minhas mãos por sua face mas ele impediu-me, dizendo que eu estava tentando reconhecê-lo. Conduziu minhas mãos para seu peito, forte, todo peludo, e ali pediu que eu acariciasse. Continuou me chupando eu sem querer, e querendo, comecei instintivamente a mexer os quadris, o tarado sabia chupar uma boceta... Foi acelerando os movimentos com sua boca, percebia que eu estava muito excitada, e culminei em um gozo monumental, como há anos eu não tinha!
Fiquei meio desfalecida, minhas pernas cambalearam, o homem pegou-me carinhosamente no colo, deu-me um beijo delicioso na boca, beijou minha face, mordiscou minhas orelhas, chupou meu pescoço, sugou meus seios com força, eu estava delirando com tudo aquilo... Foi se abaixando, eu ainda em seu colo, e deitou-me no chão... Pegou seu pênis, somente naquele instante pude sentir suas dimensões, era enorme, grande, grosso, e tinha uma forma perfeita, parecia moldado a mão, pulsava fortemente, o estuprador foi esfregando aquele músculo em minhas pernas, coxas, barriga, ventre, masturbou-me esfregando o cacetão em minha boceta, não me penetrou, e continuou subindo esfregando aquele colosso por meu corpinho... até chegar em meu rosto, dava-me "tapas" com aquele cacete em minha cara, esfregava ele em minha boquinha, eu tentava segurá-lo com meus lábios, ele não deixava, percebendo que eu o queria chupar disse:
- A professorinha é mesmo uma vadia! Quer chupar meu pau? Então pede, que eu quero escutar a intelectual implorando para um pobretão... pede, diz que minha puta quer lamber meu saco... fala vagabunda!
Não resisti, comecei a me masturbar, e entre soluços pedi como uma puta para que ele deixasse eu chupar seu pau, disse que queria muito dar prazer ao meu macho, que queria chupar até ele gozar na minha boquinha... o tarado enfiou o cacetão em minha boca, sufocou-me, agarrou minha cabeça e começou a fuder minha boca... eu estava adorando aquela sodomia... Depois de alguns instantes ele parou e disse:
- Agora é contigo! Faz do jeito que você sabe, eu não vou me mexer, quero ver se você consegue fazer eu gozar na tua boca sem que eu faça algo... é tudo com você, chupa piranha!!!! Gostosa...
Caprichei no boquete, lambi, chupei, o pau e as bolas dele, babei mesmo... comecei a bater uma punheta para ele, nossa, eu coloquei minhas duas mãos no caralho e ainda sobrou um pedacinho de carne, ele era imenso, como eu sempre sonhara... Fiquei na gulosa por uns quinze minuto, sem parar, quando ele aos berros jorrou seu leite na minha boca, seios, rosto, cabelos, me deixando toda lambuzada... Eu nunca tinha visto tanto esperma em minha vida!!! Após gozar ele me conduziu até o banheiro, ele conhecia muito bem o prédio do campus... Lavou-se e depois mandou que eu me lavasse. Com a pequena claridade do luar consegui ver um pouco sua silhueta, mas não cheguei a reconhecer...
Após nos lavarmos ele investiu novamente em meu peitos, desta vez parecia esfomeado, dava chupões que estalavam, meus bicos estavam mais que enrijecidos e ele enfiou seu dedos em minha boceta... eu estava desesperada para ser penetrada, mas ele apenas colocou dois dedos dentro de mim... O movimento de entra e sai de seus dedos acabou por levar-me a mais um orgasmo, ele ria, ria bastante a cada gozo meu... eu o chamava de ordinário, tarado, estuprador, ele deliciava-se com tudo isso, e pedia para que eu o xingasse ainda mais...
Caiu novamente de boca em minha xaninha, chupou com vontade, enfiou dois dedos em minha bundinha, e tive o gozo mais forte até então... Foi quando ele se levantou, eu permanecia atirada no chão do banheiro. Percebi que ele tinha um frasco contendo um líquido, não vi o que era, apenas percebi que ele molhou um lenço naquele líquido, senti o cheiro, amônia... deitou-se segurou minha cabeça e com violência fez com que eu cheirasse o pano profundamente... foi quando desmaiei. Fiquei entorpecida, não totalmente desmaiada, mas sem forças, totalmente sem forças... Ele me manipulava sem fazer esforço algum, levou-me para a sala de reuniões e jogou-me sobre a imensa mesa central... Ergueu minhas pernas à altura de seus ombros, ele permanecia em pé, e com uma violenta estocada penetrou minha boceta... Senti dor, mas uma dor que me deu um prazer tão grande que em poucos movimentos daquele pênis enorme dentro de mim, eu gozava novamente... Senti-me uma verdadeira puta, drogada e transando com um cliente estranho... Eu não conseguia falar nada, balbuciava, babava, meus olhos reviravam de um lado a outro, eu apenas gemia, baixinho, mas tudo aquilo estava me dando um prazer que até então eu não conhecia... estava divino, delicioso, aquele cacete enorme me rasgando, ele me penetrava com força, com raiva até...
- Tá gostando puta? Isso é par ti nunca mais sair por aí provocando os homens na faculdade... Todos os vigilantes batem punhetas pensando em ti, todos eles ficam te espiando pelas janelas quando tu fica sozinha aqui no prédio. Você nem percebe, se acha muito gostosa e considera os vigilantes inferiores a ti, passa por todos e nem diz boa noite... agora tu vai aprender sua vaca!!!!
Ele falava tudo isso e me comia com uma força descomunal, me arregaçando completamente... Ele era maravilhoso, sabia muito bem segurar o gozo, e me comeu por infinitos minutos... parecia que nunca iria ejacular dentro de mim, eu consegui pronunciar entre gemidos e sussurros:
- Goza. Goza que eu quero sentir tua porra queimando minha vagina, goza filho da puta!!!!
Quando falei isso ele pareceu ficar mais possuído ainda, me deu um tapão no rosto, tirou-me de cima da mesa a jogou-me no chão, atolou o pau em minha boceta, eu arreganhei as pernas o máximo que pude, foi quando ele virou-me de quatro, enfiou seus dedos em minha boceta e com meus líquidos lubrificou meu cuzinho... Eu nunca havia tido uma penetração anal, aquilo me assustou, ainda mais com o pauzão que ele tinha, mas a idéia de ser enrabada foi me deixando ainda mais excitada, eu estava irreconhecível... Ele ainda cuspiu no meu cú, e foi atolando o pau no meu rabo... Naquele instante o torpor passou rapidamente, voltei à realidade e tentei fugir, ele deu-me uma gravata, sufocou-me, puxou meus cabelos e atolou com tudo o cacete no meu cú... Eu não conseguia nem mesmo gritar, o fôlego me faltava, mas consegui sussurrar para ele escutar:
- Que delícia...
Ele me largou e começou o vai e vem rapidamente, com força, mas eu estava tendo prazer... Comeu como eu sempre quis ser comida, e gozou aos berros dentro de meu cuzinho... Gozou e continuou por mais uns cinco minutos me comendo, até o pênis amolecer...
Tirou o pau, novamente deu o pano com amônia para eu cheirar e saiu nem vi para que lado... Permaneci ali, deitada, desfalecida, porém satisfeita... jamais imaginei que pudesse sentir tanto prazer sendo violentada... Eu que sempre abominei esse tipo de atitude por parte dos homens. Claro, que há situações em que eles exageram, matam, espancam, violentam crianças, aí sim, merecem a pena de morte, mas comigo foi diferente, muito diferente!!!!
Fiquei sem saber quem foi, mas tinha uma certeza: Foi um dos vigilantes da faculdade. Não sei qual, pois tentei em vão reconhecer durante os dias que se seguiram, mas todos são parecidos... À noite, fico excitada ao lembrar do que ele me falou, que eles ficam me olhando pelas janelas, batendo punhetas pensando em mim... Comecei a provocar eles, já percebi três diferentes me olhando outro dia, vieram um por vez... percebi que eles se masturbavam enquanto eu estava na sala, e de propósito eu virava-me de costas para eles, abaixava e deixava minha calcinha aparecer, escutei até quando um colou o rosto no vidro da janela para ver melhor... Quem sabe, aquele que teve coragem para vir me agarrar, venha novamente... Quem sabe????
Traí minha esposa mais uma vez, com uma aluna.




professor tarado


contado pelo Professor tarado


Esta semana, tornei a me envolver com mais uma aluna. Desta vez foi com Aline, uma tremenda gatinha. Loira, rosto lindo, corpo bem definido, bela bunda, belos seios. Estava caminhando pela cidade, aprovei-tando as férias escolares pra tratar meu lado pessoal e a encontrei dentro de uma loja de roupas. Na verdade, ela me encontrou. Eu estava procurando duas camisas e uma calça para comprar quando ela me abordou:


"Professooooooor....." exclamou, vindo em minha direção pra me dar um abraço. "Como é que tá?" Continuou, com o rosto sorridente. Sem jeito, eu a abracei, estranhando sua atitude, pois apesar de me relacionar bem com ela na escola, nunca esperava este gesto tão expontâneo. "Oi Aline, tudo bem? Que surpresa legal, querida!!" Eu sempre com meu jeito carinhoso com as alunas. "E aí sorzinho, tá comprando o quê? Renovando o guarda-roupa?" "É, aproveitando que agora tô com tempo." "Deixa eu ver o que tu comprou?" Disse, já mexendo nas roupas que eu tinha na mão. Sugeriu que eu deixasse a camisa bege e trocasse pela verde musgo que estava no cabide. "Ah, não essa cor não dá, Aline. hehehe". Respondi. Conversamos mais um pouco e nos despedimos. Voltei a ver outras peças. Ela seguiu seu caminho.


Após escolher o que iria levar fui em direção ao caixa e avistei Aline novamente. Vi que estava na seção de lingeries olhando alguns modelos. Pra quê? Tive que ir até ela... "Humm? Renovando o guarda-roupa também?" abordei-a com um sorriso, deixando-a um pouco surpresa. "Deixa eu ver o que tu tá levando..." pegando o conjuntinho que estava na sua mão. "Bonito!" Disse, pegando a calcinha de rendinhas e esticando um pouco com as mãos. "Bem sexy! Tem bom gosto, hein?" "É, eu gosto deste tipo assim, meio cavadinho atrás e com esses detalhes em renda." Disse, tentando visivelmente recuperar a naturalidade. "O que mais tu vai levar?" Não deixaria esta oportunidade passar. "Acho que vou levar mais um também, mas ainda tô procurando..." "Posso te ajudar?" Ela sorriu "Claro que pode!". Então vasculhei calmamente alguma coisa que poderia combinar com ela, não iria oferecer qualquer coisa, queria surpreendê-la. "Acho que esse pode ficar bonito", disse, após examinar um conjuntinho de renda na cor salmão. Era muito bonito. Ela pegou a lingerie na mão pra conferir. "É bonito mesmo..." disse, olhando de maneira quase involuntária o preço do conjunto. "...mas tá meio caro." "Que isso, muito caro?" Perguntei, interessado. "Deixa que eu pago pra você, tá bom? Te dou de presente." Disse aproveitando a deixa, sem ver o preço, mas com medo de que fosse muito caro, não queria engordar demais minha conta. Conferi discretamente... não, não era tão caro. "Só que tu vai ter que me acompanhar num sorvete. Tá com tempo?" Perguntei. Aceitou o convite. "Não vai ver mais nada?" Perguntei. "Não, acho que era isso", disse. Fomos até o caixa, pagamos e fomos conversando até uma sorveteria. Estava na hora de atacar de novo...


Na sorveteria conversamos por mais um tempo, perdíamos tempo enquanto eu admirava aquele corpo maravilhoso de pernas cruzadas ao meu lado. Aline me olhava nos olhos e sempre sorridente. Hora de ir pra casa. "Quer uma carona, meu anjo?", perguntei. Ela aceitou. Acompanhei Aline até sua casa. Chegando lá, ela me convida pra entrar, disse que estava sozinha. Como não iria aceitar? Senti meu pau crescendo por dentro da calça. Era uma casa muito bonita, espaçosa, decoração com muito bom gosto. Tive que fazer elogios à morada dela. Assim, Aline me convidou pra conhecer o resto da casa. Por fim, convidou-me pra conhecer seu quarto, convidando-me pra entrar, jogando sua pequena sacola de compras em cima da cama. Lembrou-se da lingerie que eu havia dado e tirou da sacola. "Quer ver como vai ficar teu presente?" "E você acha que vou sair daqui sem conferir, querida?". Sinal verde. Aline se aproximou, me abraçou e me deu um beijo gostoso. Senti seu perfume delicado e gostoso. Segurei-a pelo rosto e devolvi outro beijo na boca. Beijei seu rosto, desci até seu pescoço, baixei a alça de sua blusinha e beijei todo seu ombro. "Espera um pouquinho aí, sôr". Pediu com dificuldade. Pediu-me que não olhasse enquanto ela se trocava. Obedeci. Deitei na cama dela e fechei os olhos. Quando pediu pra olhar ela já estava com o conjuntinho que lhe dei. Nossa! Aline era mesmo linda. "Que achou, sorzinho? Perguntou-me percebendo a ereção por baixo de minha calça. Meu tesão foi a mil. "Não precisa responder sôr, eu tô vendo". Aline percebeu e veio até mim, sentou no meu colo e puxou minha mão ao encontro de seu seio. "Tá gostando sorzinho? Você me acha gostosa?" "Muito gostosa, Aline". Acariciei suavemente seus seios lindos. Meu pau já estava rasgando minha calça. "Tô sentindo uma coisa na minha perna, sôr." "Tá vendo o que você tá fazendo, meu anjo?" ela se levantou e começou a abrir meu zíper. Colocou sua mão por dentro da calça e alcançou meu membro já duríssimo, envolvendo-o com sua mão delicada. Ficou um instante daquela maneira, massageando suavemente meu pau.


"Posso tirá-lo professor?" "Só se tu não quiser que eu goze na calça..." Assim, ela desabotoou minha calça e tirou com dificuldade meu pau pra fora. Continuou a acariciá-lo batendo uma leve punheta. "Não professor, não goza agora, eu nem comecei ainda!" Disse-me com uma cara desfigurada pelo tesão. Aline desceu vagarosamente seu rosto até meu membro e abocanhou delicadamente a cabeça de meu pau. Sua boca estava quente e eu tive que me conter pra não gozar naquela carrinha. Ver o rostinho de Aline com meu pau dentro de sua boca me deixava a ponto de ter um orgasmo. Aline chupava meu pau deliciosamente. "Ah, que boquinha maravilhosa, chupa mais, gostosinha" Coloquei minha mão sobre sua nuca e acompanhei o movimento de sua cabeça. Que delícia era sentir aquela boquinha molhada engolindo meu pau. "Eu sei que tu gosta de uma aluna putinha professor", revelou já conhecer um pouco minha fama na escola. Fiquei preocupado. Acho que isso tá indo longe demais. "Quero te mostrar que eu também posso ser uma putinha do senhor". Continuou a chupar meu pau, alternando com uma punhetinha ao mesmo tempo que chupava minhas bolas.


Mandei Aline levantar e virar de costas pra mim. Obedeceu, limpando sua boca com a mão após aquele boquete. Ela se levantou e ficou de costas pra mim. Eu fiquei ali, sentado na cama. Com a mão, fiz ela se inclinar e aproximei meu rosto de sua bunda. Com as duas mãos acariciei aquele traseiro redondinho, beijando-o por toda sua extensão. Afastei a calcinha de rendinhas para o lado e expus aquela bocetinha ali perto do meu rosto. Uma xana linda, carnuda e com os pelinhos aparados. Caí de boca. "Aaaaaaaiiiiiiiii sôr, beija minha bocetinha, enfia a língua nela, vaaaai!". Comecei a fodê-la com a língua e ela acrescentou alguns dedos, começando uma siririca. Arregacei sua bundinha e vi aquela entradinha apertada que era seu cuzinho. Passei a língua nele. Aline gemia, sem interromper o vai-e-vêm com seus dedos em sua boceta.


Num movimento rápido, Aline escapou daquela posição e foi até a parede de seu quarto. Encostou suas duas mãos na parede e abriu suas pernas. "Vem, sôr, vem me comer aqui, vem que eu não tô agüentando". Levantei e me posicionei atrás dela, apontei meu pau para a entrada de sua boceta. Meti. Meu pau entrou com facilidade. Segurei-a pela cintura e iniciei a foda com selvageria. Comia Aline com força. Aline gemia alto, com o rosto desfigurado pelo prazer. Era muito bom ver meu pau entrando em sua vagina e ver aquela aluna gemendo de prazer. Virei-a de frente pra continuar a foda. Ela encostou suas costas na parede e inclinou seu quadril para frente, oferecendo-me sua boceta. Levantei uma de suas pernas e meti novamente. Passei a comê-la desta forma, em pé, ali, no seu quarto. Beijei-a, enquanto metia na vagina daquela ninfetinha. O cheiro de sexo já dominava o ambiente. Aline não parava de gemer. O suor descia pelo seu pescoço e eu o beijava por toda sua extensão, sem interromper a penetração, assim podia sentir o perfume exalado de seu corpo e de seu cabelo. Aline era cheirosa e tinha um corpinho lindo. Fodi com muita vontade. Enquanto dava, ela me segurava pelos cabelos e roubava-me beijos na boca. Que garota!


Pediu que mudássemos de posição, que fôssemos para a cama. Antes, desceu até minha cintura e chupou meu pau mais uma vez. Chupou com muita gula, batendo punheta sem tirar meu pau de sua boca. Aline batia com meu pau no seu rosto e voltava a chupar. Aquilo me deixava louco. Juro que forcei para não gozar naquele momento.


Levantei-a. Aline deitou na cama e abriu suas pernas, subi por cima dela e a comi enquanto beijava sua boca com muita paixão. Abracei-a e fodi com mais intensidade. Fechamo-nos num abraço gostoso. Aumentei a velocidade das bombadas e ela gemeu alto. Anunciando que ia gozar. Tentei aumentar mais o ritmo das estocadas até que senti que iria gozar. Apenas deu tempo pra tirar meu pau de sua boceta pra jorrar minha porra sobre seu abdômen. Com as mãos, Aline a espalhou pelo resto de seu corpo. "Traz teu pau aqui professor." Pediu quase sem voz. Levei meu pau até sua boca e ela chupou, tirando o resto de sêmen que ainda saía por ele.


Ficamos ali deitados por mais uns minutos. Aproveitei pra curtir um pouco mais o corpo nu da minha aluna. Levantei-me e comecei a me arrumar, ela permaneceu ali deitada, fitando-me, com um leve sorriso. Ficou acariciando seu corpo. Despedi-me e dei-lhe outro beijo. Ela apenas respondeu agradecendo o presente.




A Resenha que Tirou o Mestre do Sério

CONTADO por Sexy Sadie


Depois de praticamente um semestre de aulas, ele quase podia jurar que havia algo diferente no olhar daquela aluna, algo além de simples interesse pela Semiótica. E agora ela estava ali na sua frente, aquele mesmo jeito que sugeria qualquer coisa de incomum. Vestia a peça de roupa com que sempre aparecia nos delírios do professor, uma discreta saia creme até a altura dos joelhos, de um tecido leve que balançava graciosamente quando ela desfilava pela sala.


– Está aqui a resenha. Ia ser bom se você desse uma lida pra eu ainda poder corrigir, antes da entrega definitiva. Depois lê o anexo, por favor – e lhe pareceu que ela acompanhava a observação com um sorriso ligeiramente malicioso. Não, devia ser fantasia da sua mente excitada...


– Tudo bem. Se quiser, dou uma olhada agora. Espera só um minuto. Pode puxar aquela cadeira.
Estava saindo melhor do que ela planejara: ele ia ler o texto ali, na frente dos seus monitores e das pessoas que passavam pela sala. Sem dúvida isto seria, além de excitante, muito divertido.
A aluna observou com atenção a expressão no rosto de belos traços enquanto ele lia concentrado o anexo. Imaginou ter visto um princípio de sorriso nos seus lábios? Se é que se tratava mesmo um de sorriso, a torcida era para que tomasse uma forma mais definida.


Os dois primeiros parágrafos do texto sugeriam um conto cujos personagens principais eram eles mesmos, apresentados num contexto parecido com aquele. Ele correu rapidamente os olhos arregalados pelas linhas, provavelmente já antevendo o desfecho da história, uma transa inconseqüente no banheiro da faculdade. O estilo narrativo detalhista aguçou a sua imaginação, que de imediato pintou a cena do conto em cores vivas.


Perturbado pela ousadia da atitude, o professor passou a mão pelos cabelos, corrigiu a postura, pigarreou. Toda a sua linguagem corporal mostrava, mais do que o desconforto evidente, um desejo intenso. E apesar de nenhum dos dois assistentes, pela sua posição, poder identificar o que estava impresso nem os efeitos desta leitura dentro de suas calças, o professor se esforçou ao máximo para parecer natural. Quanto mais ele tentava disfarçar, mais parecia nervoso, e mais a aluna se divertia com a situação.


O professor não tinha idéia de como agir. Sua vontade era de agarrá-la, arrancar suas roupas no estilo do conto e deitá-la na sua mesa, toda nua, para poder beijar seu corpo inteiro, se conseguisse esperar por tempo suficiente para isso antes de se fazer escorregar para dentro dela. Todo aquele desejo acumulado na troca de olhares discretos que acontecia entre eles durante as aulas, e quando ele finalmente recebeu o sinal verde, estava de mãos atadas.


Nem alcançara a metade do conto e a imaginação já trabalhava solta. Era hora de tomar alguma atitude, ou enlouqueceria.


– Olha só, acho que eu vou levar mais um tempo pra ler esse... hmmm... trabalho. Você pode voltar daqui a dez minutos? – como quem aponta um pequeno problema a ser resolvido, fez um gesto rápido de cabeça na direção dos assistentes distraídos.


Sempre tão sério. Ela teve ainda mais vontade de se jogar nos seus braços.


– Tudo bem. Eu volto – ela devolveu, em voz baixa como de costume, de forma que só ele a ouvia. E deu um sorriso, apesar do ar grave do interlocutor.


Como prometido, dez minutos depois ela estava de volta. Encontrou a porta da sala fechada e sem ninguém por perto, como nunca vira antes. Bateu de leve três vezes.


– Entre – ele disse. Só pela suavidade dos toques parecia saber que era ela.Ele só se livrou dos papéis que ainda trazia nas mãos na hora de agarrá-la. O homem era todo desejo, algo um pouco diferente do que ela havia imaginado devido ao seu ar metódico. O corpo másculo todo colado ao seu e o pau duro pressionando–a provocaram uma excitação tão forte que chegava a ser incômoda; se o seu sexo já havia respondido de imediato ao simples toque das mãos dele nos seus braços, agora ansiava por um carinho muito mais íntimo. Quando ele a soltou por um momento, para trancar a porta da sala, ela pensou que fosse desmaiar. Seu corpo parecia sem forças mas desperto por dentro, todo atento aos toques do professor. Beijaram-se intensamente enquanto trocavam carícias íntimas e apressadas. Ele começou a despí-la, rápido, e não parou até tê-la nua, por completo, na sua frente. Parou por uns segundos para admirar seu corpo bem feito, deixando-a ainda mais excitada. Estar toda nua na frente de um homem todo vestido, principalmente um homem como aquele, era uma situação surpreendentemente interessante. Ele pôs os dedos entre suas coxas e deslizou-os para dentro dela com extrema facilidade. Nunca tinha visto uma mulher ficar tão molhada.


"Não tinha imaginado que fosse tão safadinho", ela pensou, sorrindo. Os dedos se mexiam lá dentro, provocando pequenos espasmos no corpo feminino, como se este fosse sacudido por leves choques.


– Você está me deixando louco, menina – ele sussurrou com voz rouca ao ouvido dela, e ganhou um gemido de prazer como resposta.


Ela fechou os olhos quando sentiu lábios úmidos se fechando em torno do bico de um seio. A boca sugou por um instante e então os lábios se entreabriram para dar passagem à língua, que descreveu movimentos circulares em torno do mamilo. Já sem fôlego, a aluna não agüentava mais toda aquela provocação. Puxou-o para a mesa e se deitou nela, as pernas meio abertas convidando-o a se atirar sobre seu corpo. Estava louca para sentir o peso do homem.


Em vez disso, o professor começou a beijar suas coxas na parte interna, subindo cada vez mais até alcançar os pelinhos suaves do sexo da aluna, que instintivamente separou ao máximo as pernas. A língua experiente a provocou com lambidas na parte mais sensível e depois se retesou, pronta para buscar o líquido salgado na fonte.


Ela se ergueu apenas o suficiente para alcançar suas calças e abrí-las, finalmente expondo o que tanto queria ter dentro dela. Estava absurdamente duro.– Agora – ordenou.


Ele obedeceu no mesmo instante. Apesar de se sentir escorregando com muita facilidade, penetrou-a devagar, mas logo desistiu de controlar o ímpeto de mexer mais rápido.


– Professor? – um funcionário chamou do outro lado da porta da sala, sem ser ouvido por nenhum dos dois.


– Professo-ooor? – insistiu a suave voz de soprano da diretora. – Tem alguém aí?


Ela o enlaçou com as pernas e acompanhou com movimentos circulares o ritmo cada vez mais rápido que ele ditava. Quando gozou quase o levou junto, tamanha a força com que contraiu por dentro e sugou o pau para si. Ele parou, esperando a sua reação, mas ela queria mais, queria continuar até anoitecer.


Batidas insistentes na porta. Então as pessoas tinham certeza da presença de alguém na sala.


Por mais que a intenção fosse evitar qualquer tipo de barulho, eles estavam longe de conseguir manter o silêncio. Ao vê-la provocantemente debruçada na mesa, de costas para ele, com as pernas separadas e convidando-o com um sorriso doce, ele se aproximou tão afoito que acabou derrubando um porta-lápis. Parecia ter perdido a consciência de onde estava, porque a última coisa que o preocuparia naquele momento seriam os ruídos. Puxou-a pela cintura com firmeza, e o pau achou seu caminho naturalmente. A mão experiente deslizou pelo ventre da aluna até se enganchar com firmeza entre suas pernas e começou a massagear com a pressão certa seu ponto mais sensível. Desta vez foi ela quem esqueceu que estava na faculdade. Deixou escapar outro gemido, um pouco mais alto.


– Geme, tesão – ele sussurrou ao seu ouvido.


A frase e o tom de voz safadinho deixaram-na a ponto de gozar, o segundo orgasmo chegando bem devagarzinho, do jeito que ela gostava.


O professor, que tinha aumentado a força e o ritmo dos movimentos na proporção do aumento do volume dos gemidos da aluna, agora foi mexendo mais lentamente. Ela passou uma mão por trás dele, segurou-o para que ficasse parado e começou a mexer no seu próprio ritmo, rebolando sem pressa. Quando ia para frente, tirava quase tudo, sem parar de olhar para o pau que descobria. Quando ia para trás, não satisfeita em apenas colar o corpo ao dele, ainda pressionava-o contra si com a mão. Nem ele sabia que tinha o controle que demonstrou ao resistir perfeitamente imóvel até por fim gozar só com os movimentos da aluna.


Entorpecido, abriu os olhos a tempo de ver um resto de esperma escorrer pela perna dela. Entre os lábios encharcados descansava a ponta do pau que, tão logo se afastou, deu passagem a mais um tanto de gozo. Ele não resistiu a espalhar o líquido viscoso pelo corpo da aluna, primeiro em volta dos lábios, depois pelo clitóris, pela curva inferior da bunda e finalmente enfiou um dedo no buraquinho que se exibia ainda intacto para ele. O anel reluziu com o brilho molhado. Para sua surpresa, ela não recuou; pelo contrário, agarrou cada nádega com uma mão e abriu, oferecendo uma visão privilegiada. Instigado pela cena, ele começou a brincar com um dedo ali, alisando, enfiando a ponta, enfiando o outro dedo junto. Depois de algum tempo de provocação, ele já estava animado o suficiente para enfiar mais do que os dedos no orifício que já não parecia mais tão fechadinho.


- Abre mais – ele pediu.


Ela atendeu ao pedido, e ele olhou com atenção procurando registrar cada detalhe na memória antes de se meter ali. Enfiou os dedos médios, afastou-os alargando a entrada e espiou lá dentro.
- Isso – ela encorajou. Descobria seu lado exibicionista.


Ele olhou para os lápis espalhados pelo chão. O cara sério tinha um fetiche.- Está vendo o marcador de texto? – ele perguntou.


- Gosta de objetos?


Ele sorriu. Ela sorriu de volta.






Pra passar de ano, dei para o professor

contada por Júlia


Olá, me chamo Júlia. Ao conhecer esse blog decidi contar minha história também. Tenho 18 anos, sou magra, tenho mais ou menos 1,65 mt de altura, cabelos escuros e compridos e a pele clara. Não tenho seios grandes nem uma bunda volumosa, mas sei atrair os garotos, que me chamam de bonita. Gosto de vestir saia jeans bem curtinha e adoro usar meu All-Star.


Era uma noite de provas na escola em que eu estudava. Na minha classe não há muita gente, no máximo uns quinze colegas. Durante a prova de Português, estava sentada no fundo da sala, já fazendo minha prova, mas estava foda. Como eu havia matado muitas aulas, eu estava boiando completamente no assunto. Com o lápis em uma mão, estava concentrada lendo, apoiando a cabeça com o outro braço. Logo vi que, nesta posição, um biquinho do meu seio estava a mostra, pois minha blusinha era folgada. Calma, não estava visível para meus colegas, mas visível para mim apenas, que olhava por cima. Apesar de ter os seios pequeninhos, meus biquinhos são bem grandes.


Enquanto isso, o professor rondava a sala observando a turma fazer a prova. Então resolvi manter-me naquela posição pra ver se por acaso ele conseguiria enxergar o meu biquinho tembém, quando passasse por mim. E foi o que aconteceu. Quando passou por mim, devagar, notei que ele o tinha visto, pois logo passou por ali de novo, e depois, mais uma vez. Aquilo me deixou com um pouco de tesão. Saber que meu professor passava por mim pra ver meu seio. Discretamente sem ele ver, toquei o por cima da blusa e ele ficou durinho. Logo ele passou por mim de novo, vendo-o daquele estado. Apesar de saber que ele tinha visto, ele disfarçava muito bem. Mantendo a postura séria na sala de aula.


Quanto a prova, eu estava perdida e prestes a repetir de ano, pois minhas notas já estavam baixas. Foi aí que resolvi tirar proveito da situação e, ao entregar a prova, discretamente disse que se ele quizesse, podia lhe mostrar o resto. Para o meu espanto, ele nem sequer ficou constrangido, conseguindo manter sua pose séria. Não falou nada.


Mais tarde, já na hora de ir embora, fiquei parada um pouco no portão da escola, sabendo que ele passaria ali com seu carro. Eu ainda estava com aquela idéia louca na cabeça e decidida a tentar mais uma vez. Assim esperei ele passar por ali.


Carlos vinha devagarinho dirigindo seu Corsa prata em direção à saída do colégio até que chegou perto de mim. Pedi que abrisse seu vidro e disse que eu falava sério e que a proposta ainda estava de pé. Então ele me ofereceu uma carona. Ali, imaginei que eu estava passando de ano.


Carlos, então, foi conversando comigo sobre minha situação escolar, dizendo que eu deveria me dedicar mais. Disse a ele que eu era dedicada, lembrando que eu estava "ali", dentro do carro dele, sem sem saber pra onde ele estava me levando. Ele sorriu e disse que eu era mesmo uma sem-vergonha.


Logo chegamos num motel da cidade. Ele pediu um quarto e nos dirigimos até ele. Ali, eu senti um calafrio, mas não iria voltar atrás. Entramos no quarto e ele sentou na cama e bateu na sua coxa, pedindo que eu sentasse no seu colo. Sentei e ele me deu um beijo na boca. Assim, eu o segurei pela cabeça e retribuí com outro beijo gostoso.


Puxei um lado de minha blusinha pro lado e expus um de meus pequenos peitinhos. "Foi esse biquinho que tu viu, sôr? então mamar nele, vêm". Ele então abocanhou meu seio pequeninho. Comigo no colo, ele acariciava meu seio enquanto chupava o outro. Mamou gostoso. Eu tava fazendo aquilo pra passar de ano mas tava gostando muito bancar a puta pra meu professor. Ele continuava a chupar meus dois peitinhos, mas o safado já ía descendo a mão e enfiando por baixo de minha saia. Quando tocou minha calcinha, puxou-a para o lado com aqueles dedos grossos e massageou minha boceta. Quando ele fez isso, abri bem minhas pernas, ainda sobre seu colo. "Mete esse dedo, sôr". Arregacei minhas pernas pra que ele pudesse ver minha boceta peladinha. Assim ele me deitou na cama e meteu aquele dedo na minha xota, fazendo um movimento forte de vai-e-vêm. Gemi gostoso com aquele dedo na xana. Carlos, então caiu de boca na minha boceta e começou a chupá-la, sem tirar o dedo de dentro dela, até que acabei gozando. Carlos trouxe seu dedo pra eu chupar, todo encharcado com meu gozo.


Ainda vestido com aquela calça social e camisa de botões clara, ele se levantou e mandou que eu me ajoelhasse e fosse despi-lo. "Vai me passar de ano mesmo, sôr?" "Depois a gente vê, cadelinha" disse com uma cara de safado. Abaixei-me na sua frente, abri seu zíper e meti a mão dentro dela até encontrar seu pau duro. Coloquei-o pra fora e abocanhei aquele pau. Comecei a chupa-lo com muito tesão e Carlos me pegou pela cabeça e forçou meu rosto contra seu caralho, fazendo-me engasgar. Tirei seu pau da boca. Afogada, comecei a tossir. Assim, o professor me chamou de puta e bateu com seu pau na minha cara. Segurei seu pau de novo e comecei a chupar novamente. Minha baba escorria pela minha mão que segurava com força aquele caralho duro. Ele fazia eu engolir todo aquele pau enorme, com as duas mãos atrás de minha cabeça. "Vou gozar, cadela, vou gozar!!" disse o professor. Foi então que eu tirei seu pau de minha boca e ele me puxou pra cima e me atirou na cama. Sem que eu pudesse me mexer ele subiu por cima de mim pelas costas, baixou um pouco mais minha calcinha e começou a meter seu pau na minha xota, sem nenhuma dificuldade pois já estava toda melada. Mas quando deu sua primeira estocada, dei um grito. "Grita puta, se tu quizer" disse Carlos começando me comendo com muita força. Gritei naquele quarto. Gritei alto. Por isso, Carlos colocou uma de suas mãos na minha boca para que eu não fizesse escândalo. Carlos estava montado atrás de mim e comia violentamente minha xota, enquanto urrava como um urso. Ele metia fundo na minha boceta e dava tapas fortes na minha bunda, que já estava toda vermelha devido a minha pele clara. E continuou a me meter com força até gozar dentro da minha bocetinha. Carlos gozou com tanta intensidade que desfaleceu ao meu lado, me puxando com ele, sem tirar seu pau de dentro de minha xota. Ficamos ali um pouco até que eu senti seu pau murchar dentro de mim. Carlos então pediu que eu chupasse mais um pouco. "Vai me passar de ano, sorzinho safado?" Perguntei acariciando seu rosto. "Claro que vou, putinha gostosa" Respondeu-me com um sorriso malicioso. Então aproximei meu rosto de seu pau e chupei-o com vontade, sentindo o gostinho da minha bocetinha.


Assim, passei de ano. Foi um pequeno sacrifício, mas foi divertido, e muito sacana. Faria de novo se fosse preciso.




Na festa da turma, todos comeram Luana


contado por Andressa


Oi, vou contar algo muuuuito louco acontecido aqui em casa algumas semanas atrás! Decidi reunir os colegas mais chegados da turma do colégio aqui em casa sexta à noite, já que meus pais estariam fora no findi. Naquela noite vieram quatro rapazes e minha amiga de sala de aula, Luana. Alugamos uns filmes e compramos dois garrafões de vinho pra festa.


Luana havia se mudado há poucos meses para a cidade. Vinda de uma cidade do interior, que não lembro o nome, veio para a capital seguir os estudos e tentar achar um bom emprego. Colega então de sala de aula, rapidamente nos tornamos amigas e passamos a sair juntas. Luana era uma garota bonita e devido ao pouco tempo na cidade, fala com um forte sotaque interiorano.


Luana é uma garota toda certinha, encabulada, e na escola, sempre ajudamos ela para conseguir um namorado. De vez em quando, ela acaba ficando com um ou outro garoto, mas seu jeito comportado ainda prevalece.


Na noite em que nos reunimos em casa, Luana estava junto. Todos estávamos em casa com o som alto e o copo de vinho passando pelas mãos de cada um. Nós bebíamos e dançávamos na sala, eu, Luana e os quatro rapazes, Adriano, Marcos, Leandro e Sérgio.


Aos poucos, o álcool foi fazendo efeito e os garotos ficavam mais abusados. Adriano já me agarrava e passava a mão em minhas coxas, falando safadezas no meu ouvido. Foi aí que me surpreendi com Luana que, visivelmente embriagada, beijava Leandro, um colega que havia entrado há pouco tempo em nossa turma também. Os outros garotos, Marcos e Sérgio, este último mais retraído, bebiam vinho e alternavam em olhar aquelas cenas provocantes e ler as capinhas dos dvd’s que havíamos locado.


Horas depois, sentamos no sofá pra assistir um dos filmes. Luana já estava bem embriagada e cada vez mais desinibida. Fiquei surpresa ao vê-la no sofá, esfregando a mão no pau de Leandro, já mostrando o enorme volume por baixo daquela calça, enquanto ele sugava seus lábios em beijos safados. Nossa, que volume tinha Leandro!! Pensei comigo. Fiquei impressionada com o tamanho do membro do garoto. Ali mesmo, em volta da gente, os dois começaram a gemer e a se esfregar cada vez mais. Foi então que eu sugeri que eles fossem para o meu quarto. Luana, já meio tonta, não pensou duas vezes e levantou-se, puxando Leandro e conduzindo-o até o meu quarto.


Achando graça da situação, voltamos a assistir o filme... por pouco tempo... já que começamos a ouvir os gritos e gemidos de Luana vindos do quarto. Marcos, que estava do meu lado espantou-se e levantou, indo espiar na porta do quarto. Logo voltou com um grande sorriso e visivelmente excitado com o que vira pelo buraco da fechadura. "Venham ver, venham ver!!!" Dizia Marcos agitado. Fomos todos até a porta pra espiar, mas dava pra ver muito pouco, mas por outro lado ouvíamos os gritos de Luana dando para o cara. Marcos então abriu de leve a porta, mas não conseguiu disfarçar o barulho feito pela porta ao abrir. Vendo que tinha feito barulho, decidiu entrar no quarto, com toda a cara de pau, deixando a porta encostada, sem fechá-la. Do lado de fora, ficamos boquiabertos e, em um breve silêncio, pra ver o que iria acontecer. Ouvimos Marcos dizer alguma coisa mas não entendemos o que havia dito. Tentei me esforçar, curiosa, pra tentar ouvir alguma coisa, mas nada. Abri a porta um pouco mais até que pudesse ver com meus colegas um pouco mais o que se passava. Fiquei com a boceta toda molhada ao ver Marcos com as calças até o joelho e Luana de boca no pau dele, enquanto Leandro beijava e lambia a bunda dela. Leandro a colocava de quatro e enquanto Luana continuava a chupar o pau de Marcos. Com uma cuspida no cu dela, preparava-se pra comer aquele rabo. "A Luana vai dar o cú???" Eu não acreditava. Luana gritou quando Leandro tentou dar a primeira estocada. Marcos então a pegava pela nuca e metia mais seu pau na boca dela, pra que parasse de gritar. Leandro, com uma das mãos na bunda de Luana e a outra na ponta de seu pau, procurava meter devagar no cu dela. "Cara, que pau enorme tinha Leandro!" Leandro tinha um pau longo e grosso. Foi então que prestei atenção no pau de Marcos e vi que ele tinha um pau menor e levemente envergado. Fiquei mais excitada do que já estava ao ver aquela cena em minha cama. Passei então a mão na minha xota, colocando a mão por dentro da calça. Não agüentei e meti dois dedos na minha xota.


Aqueles rapazes continuaram ali comendo a puta, que gritava em cima da cama. Leandro enrabava Luana com selvageria até que gozou dentro daquele cuzinho. Marcos ainda estava com o pau dentro da boca dela, que chupava como uma cadela. Eu não agüentava ver aquilo e comecei a gemer com os dedos enterrados na minha xota, ao mesmo tempo em que sentia a mão de Adriano atrás de mim, alisando minha bundinha. Em cima da cama, Marcos segurava Luana pela cabeça com as duas mãos e estocava seu pau na boquinha dela até que tirou o pau e, numa punheta violenta, gozou na cara dela.


Os dois garotos agora sentavam no chão, ao lado da cama pra se recuperar da foda. Luana ficou deitada sobre a cama. Então que Adriano entrou no quarto. Não agüentei e entrei também, sentando ao lado dos garotos que descansavam. Adriano subiu na cama de quatro e encarou Luana por cima, que ainda limpava a porra da cara com um dos meus travesseiros. Sem hesitar, Adriano começou a mamar nos peitinhos de Luana que já tirava o pau pra fora da calça dele. Ele se ajoelhou na cama e Luana chupou aquele pau. Que puta!!! ela tava dando pro terceiro cara esta noite. Enquanto que os meninos, atirados no chão tentavam se recuperar da foda. Fiquei olhando, e bebendo o copo de vinho que tinha na mão.


Leandro ao meu lado assistia também mexendo no pau, ainda meio mole, batendo uma punheta de leve. Mesmo molinho, era grande. Fiquei olhando ele bater aquela punhetinha gostosa e sem dizer nada peguei no seu pau, continuando pra ele aquele movimento delicado. Com minha mão, Leandro rapidamente endureceu seu pau.


Em cima da cama, Adriano montava em cima de Luana que estava com as pernas abertas. Com a mão Luana, guiou o pau de Adriano até a entrada da sua xota e deixou Adriano estocar, metendo de uma vez só. Que gostoso ver ele comendo minha amiga. Luana gritava novamente e logo, Adriano gozou em cima de sua barriguinha.Eu tava morrendo de tesão e ainda com a mão no pau enorme de Leandro, levei minha boca até ele. Chupei gostoso o pau de Leandro, que permanecia sentado no chão. Que pau enorme!! Eu abocanhava aquela vara que mal cabia em minha boca. Leandro gemia e empurrava minha cara no pau dele. Chupei até fazer Leandro gozar na minha cara, que ficou toda lambuzada.


Enquanto deixava Leandro ali, se recuperando da Segunda gozada, subi em cima da cama, pois queria também curtir aquela garota gostosa. Chupei seus peitinhos e fui baixando vagarosamente até sua barriguinha lambuzada com a porra de Adriano. Lambi toda aquela porra. Sérgio estava de pau duro também sentado no chão. Convidei-o para tirar as calças e vir comer aquela garota também. Sérgio tirou as calças e ofereceu seu pau para a Luana chupar, que meteu na boca rapidamente. Enquanto chupava o pau dele, eu aproveitava pra meter meus dedos na xotinha dela. Agora Luana estava dando para o quarto e último cara da festa, e dava pra mim também.


Eu estava com as calças baixadas até a metade de minhas coxas, com a xota apontada para Marcos que já estava recuperando-se do boquete feito por Luana e pronto pra foder de novo. "Vem cá!!!", eu disse. Marcos veio até mim e começou a chupar minha boceta, enquanto que eu permanecia chupando as tetas de Luana e enterrando meus dedos na boceta dela.


Deitei-me em cima de Luana, que ainda estava chupando Sérgio e passei a chupá-lo também. Mamei gostoso aquele pau, dividindo com Luana. Marcos subiu por cima de nós duas e preparou-se pra comer minha xota. No chão, Leandro batia uma punheta, assistindo tudo aquilo.
Adriano voltou para a cama e agarrou Luana, novamente começou a comê-la. Agora, Luana dava para para um de chupava o outro. Do lado dela, eu era fodida por Marcos.


Deitamos as duas lado a lado e nos beijamos, enquanto os garotos iam ficando de joelhos em volta dos nossos rostos, batendo punheta até que pudessem gozar na gente. Leandro que estava no chão também se juntou aos garotos. Agora estavam os quatro com os paus apontados para nossos rostos. Luana e eu enquanto isso trocávamos um delicioso beijo, enquanto batíamos uma siririca uma na outra. Gozei naqueles dedos.


Assim, um garoto de cada vez gozou em cima da gente. A começar por Sérgio, que espirrou sua porra na cara de Luana, respingando em mim. Marcos gozou depois segurando meu queixo e fazendo jorrar aquela porra quente dentro de minha boca. Enquanto isso, Adriano gozava na cara de Luana, que já mamava no seu pau. Por fim, Leandro aproximou-se mais e pediu que eu beijasse Luana novamente. Lambíamos a porra uma da outra quando Leandro aproximou aquele pau de nossas bocas. Gozou de novo, jorrando pouca porra de seu pau. Chupei-o deixando sua porra sobre minha língua. Assim, beijei Luana novamente, dividindo com ela aquele líquido quente.


Ficamos deitados os seis ali, apertados em cima da cama até a nos recuperarmos da sacanagem.
Cara, que grande loucura!!! Naquela noite estávamos alterados pelo vinho. Adorei tudo aquilo mas acho que não faria novamente, pois foi muita perversão. Quatro caras em uma noite só, isto é uma coisa que eu jamais teria imaginado fazer, mas fiz aquela noite. Luana, que deu para os quatro, sente vergonha do que fez e mal pode olhar para os garotos na aula. Quanto a eles, até nos reunimos outras vezes, mas não na minha casa, nem na casa de ninguém. A única coisa que não me sai da cabeça e que ainda me deixa com muito tesão é lembrar do pau enorme do Leandro. Isso é uma coisa que ainda quero ter de novo, numa próxima vez.




Minha ex-aluna Sílvia

contado por Professor


Certa vez, Angélica, minha esposa, encontrou uma foto dentro de uma das pastas de meu notebook. Tratava-se de uma foto tirada voltada para o chão, em que aparecia uma garota ajoelhada, chupando o pau de alguém. Angélica ficou enfurecida ao ver aquela foto em meu computador e logicamente me pediu explicações. Na hora, não sabia o que dizer e bolei uma desculpa que não a convenceu por completo. Disse que havia recebido por e-mail de um conhecido, que era uma imagem idiota, sem significado e blá, blá, blá. Ficamos uns dois dias naquele clima desagradável em casa, devido à minha vacilada, mas agora tudo já voltou ao normal. O que Angélica não sabe é que a menina da foto era Sílvia, uma de minhas ex-alunas, e que o homem da foto era eu. Por sorte, minha esposa não me reconheceu, até mesmo porque de mim apenas meu pau aparecia na foto, e metade dele estava dentro da boca de Sílvia.


Silvia era uma garota linda e adorável. Era uma morena de pele clara, levemente bronzeada, tinha os cabelos compridos, lisos e negros. Seios médios e bundinha muito gostosa. Seu rosto era muito bonito. Olhos castanhos que chamavam muito a atenção. Ainda quando minha aluna, costumava dizer em clima de brincadeira, pra ela e para seus colegas de turma, que ela era minha namoradinha. Lógico que não era verdade, apenas era uma forma carinhosa de demonstrar meu carinho especial por ela. Nunca esqueço do dia em que estávamos conversando na sala de aula, num final de manhã, eu, sentado em minha cadeira, e mais três alunas em minha volta, sentadas também em forma de círculo. Uma delas era Sílvia, sentada logo ao meu lado. Naquele dia Silvia usava calça Jeans e uma blusinha branca de gola e botões. Era uma blusinha um pouco transparente, onde podia-se ver o seu sutiã também branco e de rendinhas. Fazia calor naquela manhã e sua blusinha estava com os dois primeiros botões abertos, que deixavam-na com um grande decote. Aquilo me deixou tarado. Já em casa, fui obrigado a masturbar-me imaginando aquela garota gostosa.


Um ano depois, Sílvia já havia se formado e agora estava com 20 anos de idade. Mas desde aqueles tempos já trocávamos alguns e-mails. Certa vez, encontrei Sílvia em um parque, num final de Sábado. Sentamos num lugar um pouco afastado das poucas pessoas que ainda haviam por lá. Ficamos juntos aquele dia. Continuamos trocando e-mails, só que desta vez mais apaixonados e ousados. Até que passei a freqüentar a casa de Sílvia algumas vezes, sempre pela manhã. Depois que seus pais saiam para o trabalho, Sílvia me ligava e eu ia até a casa dela. Naquelas manhãs, trepávamos em todos os cantos da casa dela.


Certa vez, em seu quarto, Sílvia ofereceu-me sua câmera digital e pediu que eu tirasse algumas fotos sensuais dela. Sílvia passou a posar pra mim em seu quarto, enquanto eu a fotografava. Tirou sua roupa, ficando somente de calcinha. Fotografei-a. Deitou-se na cama, abriu suas pernas e sorriu. Fotografei-a. Puxou sua calcinha para o lado. Aproximei de sua boceta e a fotografei naquela posição. Tirei sua calcinha, Sílvia agarrou um dos ursinhos de pelúcia em sua cama e o abraçou. Deitou de lado e cruzou suas pernas, aproximei-me de sua linda bundinha, de modo que pudesse ver sua boceta espremida e seu cuzinho entre as pernas cruzadas. Sílvia olhou para a câmera e sorriu. Fotografei-a. Ficou de quatro na cama, abrindo bem as pernas, com a mão abriu bem sua boceta e olhou para a câmera. Fotografei. Continuei a fotografá-la enquanto passava a mão em meu pau, ainda sob a calça. Sílvia percebeu o quanto eu estava com tesão e se aproximou, ajoelhando-se na minha frente. Começou a abrir o zíper e tirou meu pau pra fora. Fotografei todos aqueles momentos. Sílvia beijou a cabeça de meu pau, extremamente duro e o engoliu. Mamou gostoso por algum tempo até eu gozar no seu lindo rosto. Naquela noite abri meu e-mail e lá estava a foto de Silvia, a foto que dias depois viria a me causar problemas em casa com minha esposa.


Meses depois Sílvia me mandou outra mensagem. Dizendo, entre outras coisas, que estava namorando um rapaz. Depois disto, não nos falamos por algum tempo. Um dia, escrevi pra ela, perguntando como estava o namoro. Ela me respondeu que estava bem. Respondi assanhadamente que me sentia abandonado. Na outra manhã Sílvia me ligara, me convidando para visitá-la novamente.


Cheguei na casa de Sílvia naquela mesma manhã e Sílvia já me esperava com uma longa camiseta e, por baixo, apenas uma calcinha. Sílvia me pegou pela mão e me levou até o sofá da sala. Sentamos lado a lado e Sílvia me beijou, já abrindo suas pernas para que eu pudesse acariciar aquela linda bocetinha sobre a calcinha. Sílvia logo se ajoelhou, abriu minha calça e tirou meu pau pra fora já pulsando. Começou a me chupar. Sílvia chupava como ninguém. Que menina. Segurei-a pela nuca e puxava-a depravadamente contra meu caralho.


Levantei-me e a coloquei novamente no sofá, sentada. Sílvia empurrou seu quadril para a frente me ofereceu sua bocetinha. Agora eu me ajoelhei no chão para desfrutar aquela linda xana de pelinhos negros. Sílvia puxou sua calcinha para o lado. "Vem cá sôr". Comecei a chupar aquela bocetinha perfumada. Sílvia, com as pernas abertas, gemia e puxava aquela calcinha com força, quase a rasgando.


Ainda ajoelhado, ergui um pouco mais meu corpo de forma que meu pau ficasse na altura de sua bocetinha. "Quer que eu te coma, querida?" "Come minha bocetinha, sorzinho, ela tá pegando fogo!" Sílvia permanecia de pernas abertas, segurei meu pau e comecei a bater de leve com a cabecinha na sua boceta. Sílvia adorava aquilo. "Bate com força sôr". Passei a bater com mais violência até que o som daquelas pancadas se espalhassem pela sala. Segurei-a pelas coxas e enfiei meu pau em Sílvia. Ela gemeu gostoso. Sílvia gemia de uma forma tão sensual, que ouvi-la quase me fazia gozar. Sílvia continuava a puxar sua calcinha para o lado enquanto meu pau entrava e saía de sua boceta. "Mete sorzinho, fode tua aluna!"


Pus Sílvia de quatro no sofá e passei a comer sua boceta vendo aquela bundinha empinada. Sílvia gemia com a cara espremida no encosto do sofá. Pediu que batesse em sua bunda e comecei a dar palmadas com a mão aberta naquelas nádegas, que ficavam vermelhas e com as marcas de meus dedos bem definidos, tamanha a força com que batia. Sílvia adorava apanhar sempre que trepava naquela posição.


Pedi que Sílvia sentasse no meu pau pra comer sua bundinha. Sílvia levantou-se e deu lugar pra eu sentar-me no sofá. Agora ela vinha por cima de mim, de costas de forma que eu pudesse continuar a ver aquela linda bundinha, agora sendo penetrada por meu pau. Peguei-a pela cintura e Sílvia começou a cavalgar sobre meu caralho, que sumia dentro de seu rabo. Eu metia com força e Sílvia adorava. Gemia alto e gritava na sala de sua casa. Sílvia cavalgava mais rápido enquanto enclinava-se para frente pra tentar ver meu pau entrando em seu rabo. Vi que seu rosto estava desfigurado, tamanho o prazer que estava sentindo. Colocou sua mão no clitóris e passou a fazer movimentos frenéticos ao mesmo tempo em que dava seu cuzinho. Gritou mais alto quando gozou. Continuei a estocar meu pau em seu rabo enquanto via que Sílvia, de olhos fechados, refazia-se de seu orgasmo. "Goza professor, goza dentro de mim, deixa eu sentir sua porra no meu cuzinho!". Agarrei-a com mais força pela cintura e metia agora com mais violência. Sílvia não abria seus olhos. Gozei dentro do cu daquela garota, enquanto gritava como um urso. Sílvia sem tirar meu pau de seu cu, deitou-se por cima de mim. Abracei-a e fiquei beijando seu pescoço. Ficamos ali um tempo, nos recompondo da trepada.


Levantei-me e vesti minha roupa. Ainda ficamos ali no sofá, nos beijando e trocando carícias. Voltei pra casa e tomei um banho. Estava pronto para mais um dia de trabalho.



Levei a aluna Amanda pra minha casa

contado por Professor


Amanda era uma linda garota, mas tinha péssimas atitudes em aula, muito indisciplinada e às vezes arrogante. Tinha 19 anos, seu corpo era muito sexy. Amanda era uma morena clara, de cabelos compridos lisos e castanhos. Bem magrinha, seios pequenos, mas tinha uma bundinha maravilhosa, redonda, muito bem contornada. Seu rosto era lindo, muito bem cuidado, de forma que aparentava ter menos idade que tinha. As roupas que usava sempre realçavam ainda mais suas curvinhas de garotinha teen. Como sempre, eu ficava imaginando como Amanda deveria ser nua. Como deveriam ser os biquinhos de seus seios. Acho que eles eram pequeninos e rosados. E sua bocetinha? Como será que era? Para uma garota como Amanda, com aquele ar de safada que tinha, sua bocetinha deveria ser bem raspadinha, para realçar seu jeitinho teen. Os lábios vaginais deveriam ser pequenos também.


Na sala de aula Amanda quase nunca mantinha uma postura correta. Como já disse, era arrogante, as vezes debochada, mas era muito gostosa. E apesar de seu temperamento, eu adorava aquela garota, pois era muito gostosa. As vezes Amanda usava calças de lycra que deixavam o contorno de sua bocetinha muito bem definido. Havia vezes que ela virava-se de lado na sua cadeira e deitava suas costas no colo da colega do lado. Eu ia até ao seu lado e a advertia quanto à sua má postura, mas na verdade ia até lá para poder ver de perto aquela menina deitada no colo de sua coleguinha. Chegava ao seu lado de forma que ela ficasse com as pernas viradas de em minha direção, até que eu pudesse ver aquela bocetinha que deveria ser muito deliciosa. Ficava de pau duro na hora. Amanda deveria saber que eu tinha uma tara por ela, tanto que gostava de provocar, abrindo um pouco mais suas pernas para eu poder ver melhor aquela xota maravilhosa sob a calça colada.


Certa vez, Amanda veio até minha mesa. Eu estava sentado com os antebraços apoiados na mesa de forma que meu cotovelo esquerdo ficasse para fora da mesa, dobrado. Amanda dirigiu-se a mim para perguntar alguma coisa. Chegou ao meu lado e encostou no meu braço de maneira que sua bocetinha encaixasse exatamente no meu cotovelo que estava dobrado para fora da mesa. Fiquei de pau duro imediatamente e ligeiramente desconcertado com a situação. Mas não tirei o braço. Amanda percebeu que eu havia gostado e movimentou disfarçadamente o quadril num rebolado quase que imperceptível aos demais que estavam na sala. Ficamos alguns segundos naquela posição até que tirei o braço do lugar. Amanda voltou para sua cadeira, com um ar de vitória por ter conseguido me seduzir de forma tão inusitada. Naquele dia, masturbei-me imaginando estar trepando selvagemente com aquela garotinha maravilhosa em uma sala de aula.


Os dias passavam-se e minha tara por Amanda ficava cada vez maior. Um dia, decidi fazer alguma coisa. Disse a Amanda que gostaria de falar com ela antes que fosse embora. Amanda usava uma calça jeans de cintura baixa e boca de sino. Usava também uma blusinha preta, que deixava uma linda silhueta em seus seios, apesar de pequeninhos. Aqueles seios pequenos cominavam com Amanda, que era uma garotinha perfeita. A baixa cintura da calça deixava boa parte de sua barriguinha à mostra e expunha seu piercing de umbigo. A calça apertava suas coxas, que permitia ver o lindo formato que tinham. Eu estava tarado por minha aluna e estava decidido em seduzi-la naquele dia.


Depois da aula, Amanda foi até minha sala, naquela hora eu já estava a esperando. Convidei-a a entrar e pedi que sentasse. Sentei e falei sobre seu rendimento, sua postura e o quanto ela estava se prejudicando com aquilo. Disse à ela o quanto eu gostava dela e o quanto eu ficava chateado ao vê-la prejudicando a si mesmo. Conversamos mais sobre o assunto por mais um tempo. Novamente disse que eu tinha muito carinho por ela. Ela respondeu com um leve sorriso. Talvez tivesse lembrado da cena do cotovelo na sala de aula. Amanda, assim como eu, havia adorado aquele joguinho de sedução. Disse que também gostava muito de mim, por ser o único professor que a compreendesse. Finalizamos a conversa. Levantei-me e disse que já era tarde e a ofereci carona. Peguei-a pela mão e dei-lhe um longo abraço. Amanda correspondeu ao carinho. A razão me dizia que não podia estender mais aquele abraço, mas não queria soltá-la, nem Amanda. Uma de suas mãos que estava em minhas costas subiu até minha nuca. Senti que aquela era a hora, então beijei a boca de Amanda ali mesmo, em minha sala. Nos beijamos por um tempo e nossas mão começaram a explorar com mais intensidade nossos corpos. Levei minha mão até sua bundinha e a acariciei delicadamente. Amanda, com as duas mãos, agarrou a minha, com força. Tentei afastá-la, mas não paramos de nos beijar. Então repeti que precisava levá-la pra casa. Mentira, queria levá-la logo para o carro e começar a sacanagem.


Fomos até o estacionamento e chegamos ao meu carro. Abri a porta para que ela entrasse. Amanda curvou-se para sentar no banco do carona, nesse movimento ainda pude apreciar aquela bundinha perfeita de curvinhas redondas. Ainda não acreditava que logo eu estaria comendo aquela ninfeta gostosa. Entrei no carro e puxei Amanda para beijá-la. Beijei-a como se fosse se namorado. Ela me segurava pela cabeça com as duas mãos, fitava-me com os olhos e me puxava para beijar minha boca. Levantei sua blusa e chupei seus peitinhos de ninfeta. Mamei gostoso os seios pequeninhos de Amanda que tentava com dificuldade colocar sua mão em meu pau ainda sobre a calça. Tirei minha calça e Amanda abocanhou meu pau duro. Chupou deliciosamente meu pau. Deixei que aquela putinha me chupasse ali, ainda no estacionamento da escola.


Convidei-a para ir até minha casa casa, queria comê-la como eu a imaginava quando me masturbava. Queria comê-la na cama onde eu e minha esposa dormíamos. Angélica, minha esposa, não estava naquele dia, do serviço, saiu direto para casa de sua mãe, que precisava de cuidados. Chegamos em casa. Paramos na garagem de casa e Amanda voltou a me chupar ainda dentro do carro. Eu estava sentado com minhas calças até a metade das coxas. Amanda curvada, segurava meu pau duríssimo e engolia como uma puta profissional. Eu delirava ao sentir aquela linda boquinha deslizar sobre meu caralho. Amanda chupava com os olhinhos fechados e gemia baixinho. Estiquei meu braço até alcançar sua bunda, ainda de calças. Tentei colocar minha mão por dentro de suas calças e mas tive dificuldades, pois estavam muito apertadas. Amanda, ao mesmo tempo em que segurava meu pau, com a outra mão abria a sua calça para mim. Coloquei minha mão por dentro de sua calça e com o dedo médio encontrei o seu cuzinho. Ela gemeu quando enfiei meu dedo em seu rabo. Amanda não parou de me chupar e ao mesmo tempo fazia movimentos com sua bundinha. Puxei-a pelos cabelos e beijei aquela menina apaixonadamente, sem tirar o dedo de seu cú. Convidei-a para subir até o quarto. Fomos nos beijando. Subimos as escadas e ela ainda não tinha largado o meu pau, enquanto eu acariciava e apertava aquela bundinha gostosa. Agora, com as luzes acesas, eu podia ver sua calcinha rosinha de algodão. Sempre achei que calcinhas de algodão eram coisa de meninas safadas que queriam passar por garotinhas certinhas. Pra mim, isso era pura safadeza e eu adorava isso. Levei-a para o quarto onde eu dormia todos os dias com Angélica. Sabia que esta noite minha esposa não viria, então eu estava livre pra transar com minha aluna. Amanda, num gesto violento, me empurrou para a cama e tirou sua blusinha deixando seus seios à mostra. Rapidamente tirou sua calça que já estava descendo pelas coxas e sua calcinha que já estava fora do lugar. Amanda, aquela minha aluna que eu adorava, agora estava nua em minha frente, no meu quarto, querendo foder comigo. Desculpe Angélica, eu te amo, mas vou te trair de novo, com uma ninfeta da escola. Amanda havia tirado violentamente suas roupas e agora subia na cama e vinha em minha direção. Aquele gesto violento fez-me lembrar de seu caráter agressivo em sala de aula, coisa que normalmente me deixava irritado, mas agora eu estava adorando. Queria comer aquela gatinha selvagem e ver todo o seu temperamento explosivo ao me dar aquela bocetinha de ninfeta. Amanda pulou em cima de mim e virou-se para um delicioso meia-nove. Suguei sua bocetinha com toda a vontade. Amanda tinha uma bocetinha minúscula e muito delicada, como de uma virgem. Assim como eu havia imaginado, Amanda não tinha pelinhos, era mesmo uma putinha. Eu a chupava e Amanda gemia alto e gritava em meu quarto, que só interrompia seus gritos para dar novas chupadas no meu pau. Pedi que batesse punheta pra mim e ela batia, perguntava o que eu queria que fizesse e me chamando-me de "sorzinho". Eu adorava ouvir aquilo de minhas alunas, principalmente quando estava comento alguma delas.


Imediatamente disse que queria fodê-la. Então Amanda virou-se e sentou no meu caralho. Meu pau penetrava deliciosamente sua bocetinha, com as mãos eu apertava sua bunda enquanto ela gritava de prazer. Abracei-a com força, sem interromper os movimentos de vai e vem. Abocanhei mais uma vez um de seus peitinhos pequenos. Amanda tinha um lindo corpinho teen e eu queria aproveitar tudo aquilo nesta foda.


Virei Amanda de costas pra e a pus de quatro. Ela gritava alto no quarto. Eu a comia cada vez mais intensamente. Amanda chamava-me por meu nome. Comendo aquela ninfeta de quatro pude ver melhor o contorno de sua bundinha, que eu achava maravilhosa já por dentro das calças. Minha visão era maravilhosa, Amanda de quatro, nua, com a bunda redonda e arrebitada, ainda podia ver meu pau entrando naquela bocetinha jovem. Ao mesmo tempo que ouvia os gritos daquela minha aluna vadia em meu quarto. Jurei que não iria gozar logo.


Virei-a de frente pra mim, queria ver meu pau entrando naquele boceta peladinha. Queria ver seus pequenos peitinhos balançando e seu rostinho desfigurado de tesão. Agora Amanda estava deitada com a barriga pra cima e de perninhas abertas. Meti meu pau na sua bocetinha e continuei a comê-la com movimentos rápidos. Agora Amanda gemia baixinho e de olhos fechados. As vezes em me deitava por cima dela e a beijava apaixonadamente. Amanda segurava minha bunda e em puxava com força, fazendo meu pau entrar mais fundo naquela boceta.


Amanda pediu que fodesse seu cuzinho. Tirei meu pau e levei-o a sua boca e pedi que ela cuspisse nele. Amanda aproveitou para dar mais uma longa chupada. Deixei ela divertir-se com meu pau, que mamava como uma adolescente chupando um picolé. Deitei-me de lado na cama e com o caralho completamente lambuzado pela saliva dela, virei o corpo de Amanda também de lado, de modo que ficasse de costas pra mim. Joguei uma de suas pernas para frente até que pudesse ver seu cuzinho rosado. Lubrifique-o colocando mais saliva na entrada de seu rabinho maravilhoso. Vagarosamente passei a penetrá-la. Percebi que Amanda sentia dor. Mas violentamente continuei empurrando meu caralho pra dentro daquele rabo. Amanda gritava, mas pedia pra não parar. Quando meti por completo a cabeça do pau em seu cuzinho, Amanda parou de gritar e descansou seu rosto sobre o travesseiro, demonstrando um pouco de alívio. Era o travesseiro de Angélica. E minha aluna estava deitada sobre ele dando o cú pra mim sobre nossa cama. Agora eu metia com muito mais vontade minha vara no seu rabo, e via que a vagabundinha metia dois ou três dedos na sua bocetinha.


Tirei meu pau de seu cú e coloquei-a de quatro novamente. Numa única estocada, meu pau duro já estava dentro do rabinho de Amanda novamente. Eu metia meu pau no seu rabo e a segurava com força pela cintura. Amanda batia uma siririca com muita força e aquilo me deixava com mais tesão. Estocava minha vara até que minhas bolas batessem na sua bocetinha. Amanda estava prestes a gozar e passou a gritar mais alto. Minhas estocadas ficavam mais velozes até que vi Amanda gozar em seus dedos, que estavam enterrados na boceta, toda vermelha devido à violência da nossa foda. Rapidamente ela tirou-os de sua xota e esticou o braço pra mim para que eu pudesse chupar seus dedos gozados. Chupei aqueles dedinhos lambuzados com seu gozo, sem tirar o pau que permanecia enterrado em seu cuzinho. Agora eu me preparava para gozar e queria ver aquele rostinho lindo lambuzado com minha porra. Tirei meu pau de seu rabinho e posicionei de frente para o rosto de minha aluna safada. Bati punheta com o pau apontado para seu rosto. Amanda pedia que eu gozasse e fechou os olhos, abrindo sua boca. Gozei. Parte de minha porra jorrou em cima de sua língua, outra parte pousou sobre seu nariz e bochechas. Os lençol ficou todo lambuzado. Bati com meu pau e o esfreguei em todo o rosto de Amanda, que permanecia de olhos fechados. Amanda pegou meu pau e voltou a chupá-lo agora deixando sobre ele a porra que tinha ficado em sua língua. Era mesmo uma linda garotinha, vadia e puta.
Levei-a para o chuveiro e tomamos um banho juntos. Eu e minha jovem aluna. Nos beijamos e voltamos a transar debaixo do chuveiro, onde a comi de pé e de quatro ali mesmo, no box de meu banheiro.


Levei Amanda para casa naquela noite. Antes de sair de meu carro, nos despedimos. Amanda tentou me beijar mas não permiti. Então ela percebeu que tudo estava voltando ao normal. Eu sabia que no outro dia seus colegas de aula já estariam sabendo de tudo. Mas eu não me importava. Quando olhei para o banco do meu lado, vi que ela havia deixado propositadamente a calcinha rosa de algodão que tinha usado. Gostei do presente e vou guardá-la pra mim. Na calcinha rosa havia uma estampa de uma menina superpoderosa. Vi que não havia desenho mais apropriado para aquela calcinha.





Comi uma aluna na sala de vídeo

contado por Professor


Era pra ser um dia de aula normal na escola noturna onde eu lecionava. De todas as turmas que lecionava, uma delas era a minha preferida, aquela em que estudava Bruna, minha aluna predileta. Bruna era linda, tinha 18 anos, muito inteligente e tinha um corpinho simplesmente escultural. Uma tremenda ninfetinha. Morena, cabelos lisos e escuros, pele clara e seios médios. Tinha uma cinturinha muito sexy e uma barriguinha torneada sempre à mostra. Tinha lindas pernas, que se realçavam naquelas calças de cottom que costumava vestir. Pelas roupas que usava, coladas ao corpo, desconfiava que ela freqüentasse uma academia, até mesmo para poder manter aquele belo corpinho. Bruna era do estilo patricinha, mas sem exageros.


Em aula, sempre que ela dirigia a palavra a mim, eu a ouvia atenciosamente, e quando isto ocorria, eu fazia muito esforço pra não perder a concentração e a postura. Sentia muito tesão por aquela garota. Certa vez, uma cena me deixou constrangido frente a turma. Ao ouvi-la, acabei me distraindo de tal maneira que, quando Bruna terminara de falar, me dei por conta que não havia prestado atenção no que dissera. Tive que, muito embaraçado, pedir que repetisse a pergunta. A turma toda percebeu que, apesar de tê-la olhado com toda a atenção, não havia escutado nada que Bruna havia dito.


Bruna sempre usava aquelas calças de cottom apertadas que mostravam todas as suas curvinhas maravilhosas e o contorno de sua linda bocetinha. Sempre pensava o quanto eu queria baixar aquela calça até a metade de suas coxas e ver aquela boceta de perto, sentir seu cheirinho, que deveria ser delicioso. Às vezes, dava pra ver o contorno da calcinha, que guardava aqueles lábios de maneira perfeita. Eu adorava Bruna. Adorava aquela maneira angelical que tinha. Era uma menina certinha. Muitas vezes masturbava-me imaginando aquela doce garota ajoelhada me chupando. Às vezes transava com Angélica, minha esposa, imaginando aquela linda ninfeta no lugar dela. Eu daria tudo pra chupar aquela bocetinha que poluía meus pensamentos até mesmo dentro da sala de aula. Durante as aulas, de vez em quando, discretamente, falava com ela deixando que percebesse o carinho que eu tinha por ela. Bruna demonstrava ficar levemente feliz com meu gesto.


Um dia, levei a turma à sala de vídeo. Era um dia chuvoso e haviam poucos alunos naquele noite. Já estávamos no último período e muitos alunos da escola já haviam ido embora, como era de costume. Na sala estávamos eu e mais quatro alunos, inclusive Bruna. Assistimos a um filme. Sentamos todos ao fundo da sala, que comportava 50 pessoas e tinha poltronas bem confortáveis, distribuídas de maneira semelhante aos cinemas. As luzes estavam apagadas de forma que o único brilho vinha da tela da televisão de 29 polegadas. Aproveitei a ocasião para sentar do lado de Bruna, que sorriu satisfatoriamente ao ver que eu havia escolhido o lugar ao seu lado. Assistíamos assim todos nós ao filme que eu havia levado aquele dia. Mas à medida que se aproximava o término da aula, os alunos iam se levantando, um a um, para ir embora. Por fim, ficamos eu, Bruna e outro colega seu, até que este se levantou para sair. Bruna levantou-se também e arrumava seu material para sair, para acompanhar seu colega que já a esperava na porta da sala. Levantei-me da poltrona, acendi as luzes e brinquei com os dois ao dizer que não haviam gostado do filme. Desliguei a televisão e o vídeo e fui até minha mesa. Bruna já estava saindo quando volta e me pede ajuda para compreender uma cena do filme. Calmamente comentei sobre o mesmo quando vi que Bruna interessava-se sobre o assunto. Seu colega então pede licença e despede-se da garota, saindo da sala de aula. Ficamos eu e Bruna conversando sozinhos na sala de vídeo aquela hora da noite. Aproveitei para brincar com ela, chamando-a de meu amor. Bruna sorriu. Claro que ela sabia o quanto eu gostava dela e sabia que ela pensava o mesmo ao meu respeito. Ao continuar a conversa, agora de forma mais descolada, fiz-lhe outros elogios e ela retribuiu-me com outros. Ríamos. Carinhosamente, passei uma de minhas mãos sobre suas costas. Bruna aproximou-se e me beijou levemente na boca. Abracei-a com mais firmeza e beijei minha aluna novamente, desta vez com mais volúpia.


Minhas pernas tremeram e meu coração bateu mais rápido, surpreso ao sentir que Bruna colocava sua mão sobre minha calça, apalpando meu pau que já estava duro de tesão. Era o que eu queria. Pus minha mão sobre a bocetinha dela, também sobre sua calça. Bruna vestia uma apertada calça de cottom preta, calçava tênis e usava uma blusinha apertada sobre seu corpo, como de costume. Bruna começou a abrir o cinto de minha calça, enquanto me beijava. Eu estava apavorado por estar fazendo aquilo com minha aluna dentro da escola que trabalhava. Mas estava com muito tesão e meu pau já estava pulsando por dentro da cueca. Bruna abriu minha calça, ajoelhou-se e beijou meu pau, enquanto olhava em meus olhos. Aquela menina doce e gostosinha, começava a me chupar.


"Quer aumentar sua nota, Bruninha?" "Quero sôr, o que é que eu tenho que fazer?". Claro que Bruna não precisava disto para aumentar sua nota pois era uma excelente aluna, mas entrou no clima da sacanagem, engolindo ainda mais meu pau e tirando de sua boca lentamente, numa tremenda chupada, sem deixar de me olhar fixamente nos olhos, aquilo novamente amoleceu minhas pernas. Bruna fazia uma cara de safada, e demonstrava estar muito satisfeita com aquilo. Segurava meu pau inclinando-o para cima com muita delicadeza para chupar minhas bolas. Eu não tirava minha mão de sua nuca enquanto que, com a outra, tentava me apoiar com muito esforço na mesa pra não perder o equilíbrio e cair no chão.


Levantei Bruna e a apoiei sobre a mesa. Bruna ficou de pé, de frente pra mim e com o corpo inteiro levemente inclinado para trás. "Te ajoelha sôr, e tira minha calça". Ajoelhado, aproximei meu rosto de sua boceta ainda vestida e coloquei minhas mãos sobre o elástico de sua calça. Baixava sua calça vagarosamente, onde pude ver aparecer gradualmente sua calcinha branca. Bruna era uma tremenda gatinha e dentro e, poucos instantes estaria comendo aquela ninfeta. Vi que sua calcinha já estava molhada. "Chupa minha boceta sor, chupa a boceta da sua aluna querida". Obedeci, e lentamente encostei minha boca nos lábios de sua boceta, ainda por cima da calcinha, sentindo o cheirinho de sua boceta, misturado com o perfume de sua calcinha. Puxei a calcinha para o lado e sem tirá-la comecei a chupar seu clitóris. Agora era Bruna quem perdia o equilíbrio, e passou a gemer alto na sala de vídeo. A porta estava fechada e o prédio estava vazio. Continuei sugando aquela bocetinha. Bruna tinha uma boceta pequeninha, seus lábios eram muito delicados e bem vermelhos, seus pêlos pubianos eram muito pequenos. Era simplesmente perfeita a xoxota de Bruna. Tentei parar de chupá-la e me levantar, mas Bruna pôs uma das mãos em minha cabeça e a empurrou em direção a sua xota molhada. Queria que eu a chupasse mais. "Não pára agora". Meti minha língua dentro de sua bocetinha apertada, agora com mais violência. Eu empurrava meu rosto para que minha língua entrasse o possível na boceta daquela aluna deliciosa. Bruna gemia mais alto agora, de maneira quase selvagem. Segurei-a pela bunda e continuava a enfiar minha língua em sua boceta enquanto ela me segurava pela nuca e empurrava minha cabeça em direção à sua xota. Eu estava vendo minha aluna, aquela doce menina virar uma puta safada. Bruna agarrou-me pelos cabelos da nuca e me puxou para cima. Nos beijamos. Eu abraçava e beijava com fervor seus lábios e apertava-a contra meu peito. Bruna rapidamente, com as mãos tirou seus tênis, jogando-os para o lado. Fez o mesmo com suas calças, que tirando-a simultaneamente com a calcinha. Estava tão tarada que não sentia medo em fazer aquilo dentro da escola. Lembrei-me disso e senti um calafrio pelo corpo. O que eu estava fazendo? Mas eu estava fora de controle com aquela menina maravilhosa, doce e puta, nua da cintura pra baixo. Peguei em seus seios, por cima da camiseta e acariciei-os enquanto ela pegava meu pau e encostava-se na mesa. Ela, com a outra mão, rapidamente levantava sua blusinha branca de forma que eu agora pudesse ver seus seios médios durinhos, com os biquinhos rosados, já enrijecidos pelo toque de minhas mãos. Lindos. Bruna colocou suas coxas sobre a mesa e curvou sua bocetinha para frente, como se a oferecesse para meu caralho. Com a mão, Bruna segurava meu pau e fazia-o apontar para sua boceta. Aproximou-o e, com o pau a um centímetro da entrada de sua xota e bateu uma punheta para mim. Era mesmo uma putinha safada. Meti de uma só vez. Bruna deu um grito de prazer. Comecei a comê-la de frente. Metia com muita vontade enquanto Bruna acompanhava meu movimento com suas mãos em minha bunda. Fodia minha aluna gostosa na sala de vídeo da escola. O cheiro de sua boceta já espalhava pela sala toda. Senti que meu rosto ficava quente pelo esforço que fazia e Bruna não parava de me olhar fixamente nos olhos. Como ela era linda. E agora ela estava ali, aquela linda ninfeta, fodendo violentamente comigo. Ela fodia puxando-me pela cintura contra seu corpo. Enquanto gemia, chamava-me de professor. Sua boceta estava totalmente lambuzada e meu pau, extremamente duro, fodia com violência aquela garota maravilhosa. Bruna olhava para meu pau entrando em sua boceta e me puxava com mais força. Nossos movimentos aumentavam e ela estava adorando aquela foda. Bruna me segurou com força me puxava agora com muita força. Gozou freneticamente e me abraçou com muita vontade. Beijei mais uma vez aquela minha aluna que vinha sonhando há tempos e que agora estava com meu pau dentro da sua pequena bocetinha.


Bruna afastou-me e novamente se ajoelhou no chão, agarrando meu pau e socando em sua boca. Com ele na garganta, bateu uma punheta com força. Assim, gozei logo. Por mais que tentasse me segurar, sentir a boca daquela cadelinha me fez gozar como nunca tinha gozado. A porra se espalhou por seu rosto, mas ela continuou me masturbando e assim foi, até deixar meu pau novamente duro como uma estaca. Com aquela punheta maravilhosa, quase me preocupei com o fato de estarmos na sala de vídeo, correndo o risco de sermos vistos por qualquer um.


Bruna carinhosamente me empurrou para trás e se levantou. De pé, virou-se e pediu para comê-la por trás. Fiquei perplexo com que ouvi, pois já havia me imaginado comendo aquela ninfeta mas nunca fodendo seu cuzinho. Bruna sorriu e debruçou-se sobre a mesa larga e gelada. Peguei-a pela bundinha e acariciei-a, enquanto ela virava levemente seu rosto para trás e me olhava com um sorriso safado. Baixei e lambi seu cuzinho apertado. Minha língua circulava em torno daquele cuzinho e vez em quando forçava-a para entrar no seu ânus. Bruna delirava com minha língua entrando no seu rabinho. Antes de erguer-me deixei uma boa quantidade de saliva na entrada de seu cú apertado. Cuspi na palma de minha mão e lubrifiquei meu pau. Peguei-a mais uma vez pela cintura e vagarosamente fui penetrando minha aluna. Percebi que Bruna sentia dor, mas agüentou mordendo levemente o canto de seu lábio. Gemia muito baixo, de olhos fechados, apertando de vez em quando suas pálpebras. Meti meu pau no cú de Bruna e aos poucos comecei um movimento de vai e vem, ainda segurando-a pela cintura. Estava comendo o cú de minha aluna em uma sala da escola. Bruna gemia agora de satisfação, com suas mãos em sua bunda, arregaçando-a para eu comê-la. Eu estava quase gozando e ela percebeu isso, pois viu que eu a fodia mais rápido agora. Pediu que eu gozasse dentro dela. meti com violência até que não agüentei, gozando dentro daquele cuzinho maravilhoso.


Nossos corpos voltavam ao ritmo normal. Bruna vestia-se enquanto eu fazia o mesmo. Pegamos nossas coisas e preparamo-nos para sair da sala. Antes de sair, abracei Bruna e dei mais um beijo em sua boca. Despedimo-nos e nos separamos ali mesmo.







minha professora

contado Por Lara

Eu me chamo Lara, moro no RS, sou uma senhora casada Bi, tenho 1,60m branquinha, olhos azuis, cabelos curtos e loiros, seios pequenos, coxas bem grossas, de corpo bem feito, cheinha, muito carinhosa... Tenho marido e um relacionamento com uma amiga há vários anos... Mas gosto de dar meus pulinhos de vez em quando... Gosto muito de navegar pela net, na salinha da UOL - Lésbicas e Afins, e também gosto de procurar por amigas virtuais no GUIA DO SEXO e no PARIGUAL. Lá li o perfil de uma mulher a qual fiquei, muito interessada, escrevi para ela e veio a resposta... Dizendo querer muito ter uma aventura sexual com uma mulher bem experiente... Que esse era um desejo o qual ela nutria há muito tempo... Ela casada, professora universitária 33 anos... Enviou-me umas fotos... Bem magrinha... Um tesão de mulher, rosto muito bem feito, olhar provocante, seios médios e ao eu observá-los achei muito apetitosos... Começamos a conversar pelo ICQ, depois por telefone... E foi brotando um desejo intenso de nos conhecer pessoalmente... Quanto mais eu entrava em contato com ela mais meu tesão ia aumentando... Só de ouvir sua voz... Receber suas msg ficava toda molhada... Ao imaginá-la nua em meus braços... Então marcamos e fui ao seu encontro... Não via a hora de encontrá-la de poder tê-la em meus braços... De poder sentir seu corpo contra o meu... Fui de ônibus, pois não estava a fim de pegar estrada... e lá recostada na poltrona do ônibus ficava a imaginar como seria nosso encontro... Cheguei por volta das 8:00 da manhã... Lá estava ela a me esperar... O que se apresentou a mim foi uma linda mulher, 1,60 com salto, + - 50 Kg, cabelos pretos e ondulados, olhos pretos e profundos, pele branca, mas um pouco menos que a minha. Seios empinadinhos num lindo soutien meia taça, lindamente vestida num jeans e camisa branca, sandália pretas de salto alto... Cumprimentou-me com aquela sua voz linda e sensual... Deu um arrepio ao ouvi-la falar... Deu um tesão incrível... Fomos tomar um café e conversar um pouco num lugar bem discreto... Depois de por o assunto em dia... Pegamos seu carro e fomos a um motel... Previamente selecionado por ela... Mal me continha durante o caminho até o motel, fui passando minhas mãos em suas coxas... E em seus seios... Fazendo-a se arrepiar... Mal me contive até entrar no quarto... À vontade que eu tinha era de agarrá-la lá mesmo... Que mulher tão deliciosa! Para minha alegria, ela correspondia fogosamente aos meus carinhos... Beijando-me de volta a cada beijo que lhe dava. Abraçamo-nos e trocamos carícias com as mãos, depois esfregamos nossos seios uma contra a outra, nos beijando sem parar. Minha xana ficou roçando nela... Senti-me toda encharcada e percebi que a dela também estava... Beijei-lhe a boca, depois o queixo... Fui descendo do pescoço até o colo, sempre beijando delicadamente, chupando e lambendo bem de levezinho. Acariciei aqueles biquinhos escurinhos... Tão apetitosos, lambi e chupei com gosto... Hummm, que delícia.. Que gosto bom... Ela chegou ao clímax e gemia... Gemia... Um gemido tão gostoso de ouvir que me deixava louquinha... Eu não queria parar, e sabia muito bem que ela também não queria que eu parasse, queria mais... E muito mais... Ah! Que gata deliciosa... Que mulher incrível... Enquanto massageava-lhe os seios... Fui lambendo o seu umbiguinho... Enfiando a língua no buraquinho... Ela gemia... Contorcia-se... Parecia uma cobra... Fui descendo até chegar em sua xaninha... Ah!... Que perfume delicioso... Que cheiro inebriante...Impregnava-me a narina... Fiquei louca de tesão!.... Ai, que xaninha linda ela tinha, com aqueles pelinhos delicadamente aparados... Os lábios maiores e o grelinho estavam inchados de tanto tesão.... Estava pronta para ser atacada... Mas resolvi adiar a investida... Para deixa-la mais no ponto ainda... Dei uns beijinhos sobre os pelinhos, depois fui beijando e lambendo a virilha e a parte interna das coxas, um lado de cada vez, e me afastando. Ela gemia...Gemia... Contorcia-se... Gemia de novo... Ai que delícia, ver aquela gata no cio... Deitei-a de bruços... Peguei sua perna... Seu pé e comecei a lamber e a beijar... massageando-lhe os dedos com minha língua, e depois lambi a barriga-da-perna e dobra atrás do joelho. Pois sei que o quanto é gostoso o carinho feito aí... Lambi e fui mordiscando com gosto... Ela se contorcia, gemia de prazer... Ah! Que gata gostosa... Linda... Fiz o mesmo com a outra perna... Proporcionando-lhe ainda mais prazer... Ela ficou o tempo todo de olhos fechados... Gemendo... Gemendo... Um gemido delicioso que me levava à loucura... Pedi que deitasse de costas... Levantei um pouco suas pernas... O que se apresentou foi aquela xaninha toda exposta, inchada, pulsante, as paredes completamente lambuzadas, o moranguinho vermelho, já pedindo para ser chupado pela minha língua... Então... Dei um beijinho carinhoso... E fui lambendo dos dois lados da abertura, passando com língua os grandes lábios e subindo devagarzinho...Quando passei a língua Pelos lábios menores já bem molhados em direção ao grelinho, já bem intumescido e vermelho, senti que ela começava a se contrair com o orgasmo iminente... Afastei delicadamente os lábios menores com meus dedos... E com minha boca abocanhei o precioso moranguinho... Ela tremia toda... Gemia... Gemia.... Eu não queria interromper o gozo dela, e fui chupando, e lambendo o grelinho com a ponta da língua cada vez mais rápido. Ela se contraia em espasmos violentos, e o meu tesão aumentava cada vez mais com a dela. Ah!... Passei dois dedos nos lábios menores totalmente encharcados, lubrifiquei-os e penetrei delicadamente no seu buraquinho. Virei os dedos para cima e com a polpa deles fui massageando a parte superior da xana, bem debaixo do grelinho que eu continuava a chupar e lamber... Fiquei um bom tempo fazendo isso e ela gozando várias vezes... E eu toda excitada... No auge... E ela pedindo mais...Mais... Ai, não pára não, não pára... Continua me chupando... Chupa mais... E seu gozo veio intenso... Eu não agüentava mais!... Minha própria xana estava respingando de desejo... Desejo que ela fizesse o mesmo comigo. Subi pelo seu corpo sempre beijando e lambendo... Do ventre até os seios. Deitei-me sobre aquele lindo corpo e nos beijamos longamente de novo começando nossos carinhos tudo de novo... Estávamos completamente nuas... Uma sobre a outra... Coloquei sua perna entre minhas pernas e comecei a esfregar meu grelinho em sua perna... Ai, eu a abraçava forte e a beijava, enquanto as mãos dela percorriam minhas costas e desciam até minha bunda, onde ficou me acariciando... Ai que delícia... Foi a minha vez de gozar... Rolamos várias vezes na cama com um gozo sem igual... Eu em baixo e ela em cima... Com nossas xanas completamente molhadas... Nosso corpo num espasmo incrível e alucinante... Ah! Que momento tão delicioso valeu tudo que fiz para encontrá-la...Dei-lhe outro beijo molhado e daí foi a sua vez de me chupar... E não é que minha professorinha me surpreendeu... Mamou meus seios com muita categoria... Enquanto eu me derretia de prazer... Um prazer tão intenso que parecia que eu ia desmaiar.... Gozei... Um gozo super delicioso... Eu estava enlouquecida de tesão.... Queria que me chupasse... O que ela fez com uma maestria de fazer inveja... Sugou-me com avidez... Levou-me a loucura... Contorci-me toda... E o gozo veio intenso... Arrasador... Meu corpo estremeceu... Desfaleci de prazer... Fiquei molinha, molinha... E... Meu Deus o que essa mulher que se dizia inexperiente tava fazendo comigo? Acho que eu nunca havia gozado com tanta intensidade... Ainda assim num primeiro encontro... Com alguém que eu mal havia conhecido... Percebi que ela era uma gata especial... E como chupava bem a danadinha... Apesar de toda a minha experiência...Ela deu um show... Ficamos abraçadas... Bem juntinhas... Por um bom tempo...Fomos à banheira de hidro... Demos um tempinho...Até que recomeçamos novamente... Pois afinal precisávamos aproveitar bem o dia... E prazer nunca é demais... Depois desse vieram outros encontros, no qual a comi com chocolate... Mas esse eu conto depois.........




Minha professora e eu

contado Por K...



Eu me chamo K... tenho 21 anos, sou morena carioca, cabelos negros até os seios, olhos castanhos escuros, com um corpo padrão. Há mais ou menos 2 anos perdi meus pais em um acidente de carro e tive que aprender a me virar sozinha. Arrumei um emprego, saí arranjei outro, até que resolvi começar a minha tão sonhada faculdade de Letras. No primeiro dia de áula eu já estava muito empolgada, queria conhecer os alunos, os professores, o local, enfim... mal sabia eu o que me esperava! Na entrada da facul encontrei uma amiga afastada, a S... que por coincidência estava na mesma sala que a minha. (Ela é casada com uma menina já há uns 3 anos. Menina a qual eu apresentei nas nossas épocas de balada.) Bom, começamos a conversar quando de repente avisto uma mulher simplesmente MARAVILHOSA! Cabelos alourados, olhos castanhos quase mel, boca carnuda, seios médio e belos, corpo escultural e o melhor de tudo: madura. Eu não conseguia tirar os olhos dela. Ela estava conversando com uns rapazes na entrada, quando ela me olhou , deu um sorriso e disse: "oi!" Eu, então, respondi com uma piscadinha e dizendo:"tudo bem?" Ela começou a me seguir com os olhos e a S.. disse: "Q gata! E deu sinal verde para você." eu respondo:"É?! Nem percebi!" e começamos a rir. No fim da aula ficamos conversando com algumas pessoas. Sabe, conhecendo a galera. Quando percebi que estava atrasada para o meu curso de inglês me despedi do pessoal e saí correndo da sala. Neste momento dou esbarrão nela, a mulher "maravilhosa" e derrubo todo o seu material. Eu não havia percebido em quem tivera esbarrado e comecei a me desculpar ineterruptamente:"Ai, caramba! Me desculpe é que eu tô meio atrasada, mas olha, já cato tudinho para você...(já com o material nas mãos)" ela então sorri e diz: "Calma, menina! Tá tudo bem! Neste momento eu percebo que é ela e digo:"Você!"(derrubo todo o material de novo) ela começa a rir e eu volto a cata-lo. Ela se agaixa e tentando se recompor diz:"Pode deixar que eu cato tudo."(segura minha mão) Por um instante ficamos alí nos encarando, quando eu tenho enfim uma reação.. "Me chamo K..." ela olha, e diz:"T.." eu - "é um prazer te conhecer T..., mesmo que em circustâncias tãpo.. atrapalhadas" ela sorri e diz.. "o prazer é todo meu! Ficamos paradas por mais uns segundos quando o meu bip começa a tocar e eu digo: Deus, meu curso!!! ela - "vai lá! Eu cato. Eu - "Ai desculpe mais uma vez! Te devo essa, tchau!" Saio andando o mais rápido que posso, ela então sorrindo diz:"K...(eu olho) Vou cobrar a dívida." Se vira e vai em bora. Fui para o curso pensando naquela gata. Fui para casa, e ainda pensava nela. No dia seguinte, quando cheguei na facul, a procurei mas não a encontrei, então fui para a sala. Os meninos não paravam de comentar sobre uma tal professora de Português que era a maior gata. S... ficou muito interessada, eu não estava tão ligada assim, já que não tirava aquela gata maravilhosa da cabeça. Enfim, a tal professora chega cumprimentando todos com um sorriso híper simpático. Advinha quem era a tal... a própria,T... a gata maravilhosa que encantara. Ela estava linda! Provocante com um jeans cinza e uma blusinha que deixara a mostra um extravagante decote. Cabelos presos com somente uma mecha solta no rosto e salto alto. Eu sequer acreditei! Ela? mas como? Ela logo me avistou e me cumprimentou com uma piscadinha de "bom dia." Eu fiquei rubra, ela sorriu. No final da aula resolvi ir falar com ela... "´Q mundo pequeno!" Ela se vira e diz:"Parece que o destino insiste em nos unir." eu - "É o que parece. Mas, me passaram a informação errada..." ela estranha e diz.."Q informação?" eu - "Disseram q a nova professora de Pot. era gata.." ela revela um semblante ofendido, eu continuo.. "mas não disseram que era tão gata assim." Ela abre um imenso sorriso e diz: "Isso é assédio, sabia? Eu posso te processar por isso" eu não respondo, apenas sorrio. Ela continua.."Mas não vou se você prometer sair comigo hj." Eu dou uma risadinha maldosa e digo:"Não precisa falar duas vezes." Combinamos o horário e local. Uma boate famosa em copacabana, me ofereci para busca-la mas ela preferiu me encontrar lá. Fui, a encontrei, sentamos conversamos um pouco, bebemos um pouco, quando começou a tocar uma música e ela me puxou para dançar. Dançamos e alí o clima começou a esquentar. Eu pus minha mão em sua cintura e a puxei para mim. Ela então foi logo levando até suas nádegas eu apertei suavemente, ela então me deu um caloroso beijo, eu correspondi a altura. Beijei seu pescoço, mordi suavemente e pude perceber que aquilo a deixa-ra excitada. Ela, então me pegou pela mão e foi me levando para um canto mais reservado da boate. Encostou na parede e me puxou para ela. Nos beijamos ardentemente. Ela abriu as pernas e entrelaçou a esquerda na minha cintura. Enquanto mordia e lambia seu pescoço, fui levantando seu vestido, de forma a tentar encontrar seu sexo - ela gemia e inclinava sua cabeça para trás - quando enfim a toco, ela diz:"Não!" Eu fico sem intender nada ela diz:"Vamos terminar isso em um outro local, me segue." Saimos dalí, ela em seu carro eu no meu. Paramos em um alto edifício ela abre a gragem e nós entramos. Era seu apartamento. Ela abre a porta do AP e me convida a entrar, já oferecendo algo para beber. Ela fecha a porta e eu logo a pego pela cintura e lhe dou um beijo, ela se vira e vem me puxando pela camisa para o quarto, me empurra eu caio na cama ela então sobrepoem-se em mim e retira minha blusa me beijando, desce as alças do vestido, pega minhas mãos e leva até seus seios, eu viro o jogo. A jogo na cama e abrindo suas pernas procuro seus seios com a boca. Me encaicho entrntre suas pernas, desço mais o seu vestido , seguro com uma mão seu seio direito e com a outra acaricio enquanto passo minha lígua no bico já enrijecido de prazer - ela geme - dou suaves mordidas - ela entrelaça suas pernas na minha cintura - vou para o seio direito e repito o processo. Desço com minha boca por sua barriga, pondo minha língua em seu umbigo - ela se contorçe de prazer - desço mais um pouco e retiro por completo seu vestido, que revela uma linda calcinha preta de renda, vou até sua virilha (castigando-a um pouco), subo por sua coxa - ela acaricia os seios e geme compulsivamente - desço mais um pouco, passo pelos grandes lábio com a ponta da língua, dou uma chupadinha, vou aos pequenos lábio e repitoo mesmo processo, ela tenta empurrar minha cabeça, euseguro suas mãos, e continuo a passar minha língua pelo local, deixando que encoste, as vezes no clitóris só para castigar - ela geme pedindo mais - vou até sua vagina e ponho o mais fundo que posso minha lingua - ela movimenta-se de forma intensa e sensual - vou até seu anos e dou pinceladas com a língua. Subo bem devagar afasto com carinho os grandes lábios e começo a rossar com a pontinha da língua seu clitóris, bem lentamente, de cima para baixo de um lado para o outro - ela já está grintando de tanto prazer - eu então ponho minha boca em forma de "o" e abocanho seu clitóris de forma suave - ela libera um sorriso malicioso e movimenta seu corpo de forma sensual gemendo cada vez mais alto. Eu, por minha vez, continuo até ela atingir o clímax. Beijo, chupo, dou suaves mordidas.. minha língua faz festa entre suas pernas, ele geme implorando para que eu continue - todo este processo resulta em "múltiplos orgasmos". Não satisfeita ela se sobrepõe em mim e me faz ver estrelas com um oral daqueles. Une seu sexo ao meu rossando, gemendo ferozmente. - nossos gemidos se misturam e chegamos ao clímax juntas. Cansadas, ela desfalece em meu peito e eu tentando me recompor, afago seus cabelos. Dormimos juntas, abraçadas. No dia seguinte acordamos atrasadas para a faculdade. Eu a beijo, ponho uma roupa, nos despedimos prometendo nos encontrarmos mais vezes para este programinha gostoso. Saio correndo para casa enquanto ela toma seu banho. Nos encontramos na faculdade.






liçao de casa: metendo na colegial

Liguei para minha amiga Márcia, que além de amiga também somos amantes ocasionais transando sem compromisso algum. Perguntei se ela ainda queria que eu fosse ver seu computador que estava com problemas, e que havia prometido há dias concertá-lo. Eu sabia que Márcia estaria trabalhando no sábado à tarde, porém o alvo era sua irmã caçula que a tempo estava de olho. Márcia ligou para a irmã avisando que eu iria dar uma olhada “no computador” e sendo assim deveria permanecer em casa.


Ao chegar foi recebido pela ninfetinha que vestia um short minúsculo e uma blusinha que deixava exposta sua linda barriguinha. Meu pau disparou quando vi Juliana desse jeito e seu olhar entregou o quanto ela estava contente com minha visita. Ela me levou até o computador e disse que iria me deixar a sós pois estaria estudando em seu quarto. Havia trazido uma cópia de um filme pornô porém escrevi no dvd “documentário”. Pedi a ela que entregasse a sua irmã quando chegasse porque o dvd era para um trabalho de faculdade. Juliana sabia que sua irmã transava comigo, e durante algumas festas, ela sempre ficava de olho na gente como que cobiçando estar no lugar de sua irmã. Justamente por isso, resolvi consertar um computador no sábado a tarde e testar minha teoria.


Juliana muito curiosa pegou o dvd e foi para seu quarto “estudar”. Tentei resolver o problema do computador e deixar o tempo correr. Eu já estava super tarado com meu pau a mil quase rasgando minha bermuda. Depois de algum tempo, fui até a porta do seu quarto nas pontas dos pés, para não fazer barulho e pelo buraco da fechadura dava para ver que a televisão estava ligada, mas não tinha som, deduzi então que a gostosinha estava vendo o filme pornô que eu havia trazido para sua irmã. Não tinha certeza se minha investida daria certo, e como Juliana tem apenas 17 anos não queria arriscar nada. Não agüentando de tanto tesão fui para o banheiro bater uma punheta, pois já estava quase gozando só de imaginar! Será que ela também estava se masturbando? Esfriei a cabeça e voltei para o corredor, quando escutei um barulho ela estava, no banheiro gozando ou se limpando. Eu tinha minhas dúvidas com relação a ela pois Márcia dizia que a irmã ainda era virgem e fiquei pensando em como eu iria abordá-la e descobrir isso. Escutei um barulho de porta e voltei correndo para a sala do computador. Para minha surpresa ela veio até a mim, eu estava sentada na cadeira, ela me abraçou por traz e disse! Se você não fosse o ficante da minha irmã, eu namoraria você! Eu levei um susto e perguntei! Porque esta me falando isso? Ela, por nada! Perguntou se já havia concertado e respondi que precisava de mais uma hora. Então Juliana disse que estava cansada de tanto “estudar” e que iria se deitar um pouco para descansar, e que quando acabasse, caso a Márcia não houvesse chegado deveria eu acordá-la.


Ela saiu e meu pau disparou na hora. A putinha estava louquinha para foder e sabia que a irmã só chegaria a noite. Mesmo assim fiquei uma meia hora com o computador até conseguir consertá-lo. Fui até o quarto de Juliana onde a porta estava aberta e a luz apagada. Eu devagarzinho fui entrando sem fazer barulho ela já estava dormindo ou fingindo. Para minha excitação ela estava de bumbum pra cima e destapado com uma tanguinha vermelha toda enfiada no rabinho, e que rabinho! Cheguei bem pertinho e fiquei contemplando aquele monumento, abaixei e cheguei com o rosto bem perto do bumbum e percebi um perfume que quase me fez gozar ali mesmo. Com muito cuidado coloquei a boca bem devagar naquele carne quente e macia, que delicia! Fui beijando as nádegas bem devagar para não acordá-la, bem de leve toquei com a mão aquela carne, eu já estava a ponto de fazer qualquer coisa para possuí-la. Meu corpo tremia diante de tanta beleza e completamente alucinado por estar pela segunda vez no dia diante de uma transa surpreendente. Com muito jeito fui me aproximando daquela gatinha que estava ali ao meu alcance. Com muito cuidado fui levantando sua camiseta, aquele perfume estava me seduzindo me deixando completamente hipnotizado, alucinado sei lá, muito doido. Eu fiquei obcecado por essa deusa grega. Aquela calcinha de renda vermelha que combinava com sua pele bronzeada é justamente meu prato preferido. Eu já me encontrava colado ao seu corpo, e perdido em meus pensamentos fiquei em dúvida se ela esta acordada ou não. Era impossível alguém sentir os toques e não reagir, mas mesmo que estivesse fingindo iria adorar por ela estar representando para mim. Comecei a beijar seu pescoço e descendo sua coluna em direção a cintura bem pertinho da calcinha quando senti uma reação um leve tremor! Ai percebi que ela estava acordada e me dava consentimento de continuar as caricias. Num movimento mais rápido tirei sua camiseta onde toquei em seus seios que estavam enrijecidos com minhas caricias, lindos e durinhos, mas continuei com carinhos em suas costas, agora com mais vontade percorria com minha língua do cangote ao canal que vai dar bem próximo do rabinho. Seu corpo se arrepia inteiramente, e quando minha lingua atinge seu cuzinho, ela resolve arrebitar aquele bumbum de ouro, e que ouro!

Então já estava na hora de tirar aquela calcinha, eu estava quase gozando só de tocar nela, mas precisava me controlar, para não penetrá-la logo, pois eu queria muito mais aquela tarde, muito mais! Eu só escutava seus gemidos que eram reprimidos no travesseiro, De repente ela me chama de meu amor, faça tudo que você quiser comigo sou toda sua, todinha sua, me faça de sua mulher. Tudo que você faz com minha irmã quero experimentar! Ela estava completamente louca de prazer. Sentei em cima do bumbum ainda de cueca com as pernas aberta para não machucá-la e poder roçar com meu pau já completamente duro que nem pedra num leve vai e vem só para vê-la implorar para penetrá-la. Mas eu queria mais muito mais, queria vê-la gozar na minha boca, ela já estava tendo espasmo acho que estava gozando, nisso ela gritou feito louca, já não falava coisa com coisa! Como eu adoro quando sinto que estou proporcionando tanto prazer a uma fêmea. Continuei com as caricias, eu ainda não havia tocado em sua boceta, e agora era hora de tirar sua calcinha, totalmente enfiada em seu rego. Deu para ver que a calcinha estava enterrada em sua bocetinha completamente molhadinha, e então tive a certeza que ela estava mesmo gozando e muito! Aquele bumbum me deixava louco eu beijava, dava mordidelas, dava chupões agora eu já penetrava minha língua entre suas pernas, com muito gosto ela estava completamente molhada... Mandei que ela abrisse um pouquinho suas pernas, sua bocetinha estava totalmente molhada com liquido vaginais, imagina que delicia. Coloquei travesseiros em baixo para que ficasse com o bumbum arrebitado e deitei entre suas pernas para ficar mais a vontade. Com leves toques fui me aproximando da sua bocetinha, e com a ponta da língua fui provocando reações em cadeia que todo o seu corpo respondia. Fui bem devagarzinho penetrando minha língua em sua bocetinha deliciosa, enquanto eu penetrava sua grutinha de prazer comecei bem de leve a tocar seu anelzinho com a ponta do meu dedo, ela estava gozando novamente, e muito, então resolvi não maltratá-la tanto. Comecei a sugar seu clitóris com força e ela se contorcia rebolando e pedindo mais. Pediu que fizesse com jeito pois era virgem e que nunca nenhum garoto havia tocado nela desse jeito. Fiquei louco de tesão. Era a primeira vez que Juliana era penetrada por uma língua. Comecei beijar seu anelzinho e com um dedo fiz um vai e vem bem gostoso em sua bocetinha virgem. Tudo tinha que ser bem feito para que além de ser especial sua primeira vez, Juliana pudesse curtir e gozar se fosse possível, caso conseguisse quebrar seu nervosismo. Voltei a sugar sua grutinha e com um dedo comecei enfiando em seu cuzinho que agora estava introduzindo bem devagar em movimentos cadenciado com minha chupada em seu bocetinha toda encharcada de tanto prazer. Ela já estava de quatro, e eu por baixo fodendo sua bucetinha com a língua. Quase fiquei sem respiração quando ela começou a gozar. Seu corpo tremia feito vara verde quando ela sentou em minha cara fazendo pressão para baixo acho que pensou que estivesse em cima de um pau. Encaixou sua boceta em meu nariz e ficou rebolando alternando para minha língua liberando seu primeiro gozo na boca de um homem. Ela caiu desmaiada na cama, e eu com o rosto todo melado de seu gozo. Fui devagarzinho passando a mão em sua barriguinha subindo para aqueles par de seios que agora era só meu. Com muito carinho aproximei de um deles, e com a ponta da língua comecei a passar nos biquinhos para provocá-la. Ela me puxou e me beijou demoradamente um beijo molhado e delicioso. Beijei sua orelha e dizendo bem baixinho que aquilo era só o começo. Deitei-me do lado oposto da cama, e Juliana colocou seus pés sobre minha barriga e foi descendo e apertou quando estava bem em cima de meu pau quase estourando a cueca. Ela foi manejando os pés com carinho até alcançar meu cacete por cima da cueca, que estava duro feito uma barra de ferro. Juliana pediu para colocá-lo na boca e perguntou se eu ensinaria a ela como fazer. Ela aproximou-se dele com muito carinho e tirou minha cueca, e para minha surpresa colocou ele todinho dentro da boca bem devagar onde quase explodi dentro daquela boca maravilhosa. Segurando com a uma mão ele e a outra procurando meu minhas bolas, fiquei espantado com aquele gesto, mas logo relaxei porque estava muito bom, pra quem nunca havia transado antes mas que com certeza o filme que levei deve tê-a instruído muito bem. Eela começou a subir e descer no meu pau sugando como se estivesse chupando um picolé. Não conseguindo me conter gozei muito muito na sua boca. Segurei sua cabeça para ela não rejeitar meu leite, e mesmo assustada tomou tudo direitinho. Num gesto de carinho deitou-se em cima de mim, e ficou passando a mão em meu cabelo me beijando na boca com muita fome de desejo. Não demorou muito eu já estava quase pronto de novo. Fomos para o banheiro onde ela quis me dar banho e achei ótima a idéia. Ela começou a ensaboar o meu brinquedo que já estava em riste novamente. Ela estou me masturbou deliciosamente, abaixou-se e engoliu todo meu pau novamente, me deixando louco novamente. Puxei-a pelos cabelos e beijei-a com muita sede. Sentei-me na tampa do vaso e puxei-a para perto de mim colocando uma perna sua em cima da minha para que ela ficasse com as pernas abertas e deixasse sua bocetinha livre para eu poder chupá-la de novo. Ela também já estava quase gozando, implorando (adoro quando elas imploram) para ser fodida de jeito. Como eu já estava sentado no vaso, decidi que seria ali mesmo. Abaixei sua perna e disse para ela sentar em cima de mim. Ela como uma aluna muito aplicada, foi descendo bem devagar e fui colocando meu pau na portinha da sua bocetinha que já estava toda meladinha. Foi entrando bem devagar dentro daquela gruta com meu pau latejando, pulsando gostoso dentro dela. Juliana já estava gozando feito uma louca só de enfiar a cabeça. Então para ajudar um pouquinho, forcei e entrou tudo de uma vez. Ela deu um gritinho rouco e me apertava, arranhava minhas costas parecia que estava em transe. Então comecei a dar estocadas para ela gozar mais, teve orgasmos múltiplos, me beijava alucinada me pedindo para não parar de fodê-la. Ela começou a fazer movimentos subindo e descendo, eu segurei ela, tirei de cima de mim, e coloquei ela de costas com uma perna apoiada em cima do vaso penetrando-a por trás onde dava para pegar em seus peitinhos e forçá-la para trás em movimentos cadenciados. Começamos a nos movimentar com fortes estocadas onde eu também estava gozando pela primeira vez dentro dela inundando a camisinha. Fomos para a cama então eu disse que agora eu queria comer seu rabinho e ela não questionou. Perguntou-me se doeria, disse que faria bem devagarzinho para não machucá-la. Ela concordou, fui até o banheiro e peguei o óleo de amêndoa para facilitar a penetração. Fizemos um 69 para esquentarmos novamente. Eu não me cansava de chupar aquela bocetinha. Era muito saborosa e ao mesmo tempo ia brincando com seu rabinho. Lubrifiquei seu rabinho com o óleo de amêndoa sem pressa enquanto pedia que massageasse seu grelinho. Juliana em puro delírio me diz: “minha irmã deve ser muito feliz em ser fudida assim por um macho tão gostoso. Fode meu rabinho vai?” Ela estava louquinha de tesão e meu pau já recuperado estava prestes a detonar as preguinhas de um cuzinho virgem. Coloquei ela com as pernas no meu ombro e bem devagar fui colocando meu cacete. Ela ficou quietinha e fui forçando a entrada e olhando para seu rosto sentindo sua reação. Ela estava parada e deveria estar doendo, então comecei a dedilhar sua bocetinha, ela gostou, começou a rebolar e forçar a entrada. Entrou a cabeça e fui metendo lentamente até os ovos encostarem nela. Ela gritou, então fui masturbando-a ,e ao mesmo tempo fui tirando e colocando sempre no mesmo ritmo para provocar prazer e não dor. Juliana começou a relaxar e passou a se movimentar agora mais frenética e mais uma vez foi uma loucura. Ela rebolava e falava palavras desconexas , sem sentido, eu já sabia o que estava acontecendo ela estava novamente gozando. Tirou as pernas de cima do meu ombro e colocou em volta da minha cintura e me forçava nos movimentos de penetração. Eu tirava meu pau até a portinha e colocava de novo ate o fundo, forçava as vezes, outra devagar outra forçava, virei ela colocando ela de quatro subi em cima e fodi ela com força segurando pela cintura dando fortes estocadas,e a cada estocadas era um gemido de prazer. Puxava seus cabelos para estocar a vontade com seu corpo colado ao meu. Levou umas palmadas e pela primeira vez apanhou no bumbum com um pau atolado no rabinho. Fomos assim até eu não agüentar mais e gozar feito louco enchendo aquele cuzinho de porra. Gozei e fiquei montado em cima até o pau amolecer e sair sozinho de dentro dela. Mesmo com a bucetinha e o rabinho ardendo da trepada inaugural, Juliana não só repetiu a dose como já estava mais a vontade provocando nela orgasmos mais intensos. A tarde passou e infelizmente precisei ir embora pois minha amiga chegaria a qualquer instante e não queria que desconfiasse de nada. Despedi-me com o um beijo molhado e também com uma última enfiada de dedos em sua bocetinha que saíram completamente lambuzados. Acabei saindo de pau duro e chupando os dedos literalmente.





Dei para o meu aluno


contado por Renata



VOU LHE CONTAR O QUE ACONTECEU COMIGO!! ME CHAMO RENATA TENHO 25 ANOS E SOU PROFESSORA DE MATEMATICA! DESDE QUE ENTREI NESSA ESCOLA PRA DAR AULA, PERCEBIA QUE TODOS OS ALUNOS ME "COMIAM" COM OS OLHOS, PELO FATO DE TER UM ROSTO BONITO E SER MUITO GOSTOSA!! PASSADOS DOIS ANOS QUE EU ENTREI NESSA ESCOLA TEM UM ALUNO QUE ME CHAMA ATENÇÃO: SEU NOME É LUIS TEM 19 ANOS. ELE É LOIRO, OLHOS CLAROS, MAIS OU MENOS 1,65 METROS, MAGRO. SEMPRE QUE QUANDO PEDIA AOS ALUNOS PARA FAZ EXERCICIOS NO QUADRO, SEMPRE PEDIA A ELE PARA FAZER! CERTO DIA, DURANTE UMA AULA PRECEBI QUE ELE ESTAVA OLHANDO MUITO PARA MIM, ENTÃO LHE PEDI PARA IR ATÉ O QUADRO PARA FAZER UM EXERCICIO, REPAREI EM SUA BERMUDA QUE SUA PICA ESTAVA DURA QUE NEM UMA PEDRA! DEPOIS DA AULA CHEGUEI ATÉ A ELE E PERGUNTEI SE O PAU DELE FICOU DURO POR MINHA CAUSA, E ELE RESPONDEU QUE SIM!! ENTAO CHEGUEI AO LADO DELE E FALEI QUE IRIA FAZER UMA SURPRESA À TARDE NA ESCOLA PARA ELE, E NÓS MARCAMOS UM HORARIO EM QUE ELE E EU ESTÁVAMOS LIVRES! FOMOS ATE UMA SALA QUE NÃO ESTAVA SENDO USADA E EU FALEI PARA ELE SE SENTAR QUE EU IRIA DAR UMA AULA PARTICULAR PARA ELE; LOGO ELE DESANIMOU!! MAS MAL SABIA O QUE ESTAVA POR VIR. CHEGUEI E COMECEI A DAR A AULA, QUANDO ESCREVIA NO QUADRO DAVA UMAS REBOLADINHAS QUE DAVA PARA APARECER UMA PARTE DA MINHA BUNDA. QUANDO VIREI PERCEBI QUE SUA PICA ESTAVA DURA DENOVO. CHEGUEI DO LADO DELE E DISSE:
- DESSE JEITO NAO VAI DAR NÉ?
E ELE FALOU:
- É PORQUE EU SINTO MUITO TESAO EM VOCÊ! EU CONTINUEI A PASSAR A MATÉRIA E ELE ACARICIAVA SEU PÊNIS. MINHA XOXOTA JÁ ESTAVA ENSOPADINHA DE TESÃO E MEUS MAMILOS PARECIAM QUE IAM FURAR A CAMISA COLADINHA QUE EU VESTIA, ENTAO EU VIREI E DISSE:
- MENINO AGORA VOCÊ VAI TER UMA AULA QUE NUNCA TEVE ANTES!
ELE FICOU SURPRESO!
- COMO????
ENTÃO EU COMECEI A FAZER UM STRIP PRA ELE E ELE COMECOU A FICAR LOUCO.. TIREI TODA A ROUPA, FIQUEI SÓ DE CALCINHA E SUTIÃ E COMECEI A TIRAR A CAMISA DO MENINO! PEGUEI A MÃO DELE E A COLOQUEI EM MEUS PEITOS QUE POR SINAL SÃO BEM GRANDES, O MENINO FICOU LOUCO. NÃO PARAVA DE CHUPÁ-LO, PARECIA ATÉ UM BEBEZINHO MAMANDO! TIREI SUA BERMUDA E LOGO SUA PICA DURINHA QUE NEM PEDRA JÁ SAÍA DE SUA CUECA!! COMECEI A CHUPÁ-LA E LOGO O MENINO GOZOU, RAPIDAMENTE SENTI SEUS JATOS DE PORRA EM MINHA GARGANTA. LOGO, ELE TIROU MINHA CALCINHA E COMECOU A LAMBER MINHA XOTINHA TODA ENSOPADA. EU GEMIA DE TANTO PRAZER. COM UM DEDO ENFIAVA EM MEU BURAQUINHO APERTADINHO.. ELE NAO AGÜENTOU E COMECOU A METER EM MINHA BOCETA COM SUA PICA DELICIOSA!! GEMIA DE TANTO PRAZER QUANDO ELE ANUNCIOU QUE IA GOZAR, GAZAMOS QUASE AO MESMO TEMPO.. DEPOIS EU FALEI PARA ELE QUE QUERIA SER ENRABADA, LOGO ELE TOPOU!! EU JÁ ESTAVA PREPARADA E TROUXE UM CREME PARA FACILITAR A PENETRACAO ELE ENTUPIU MEU CUZINHO DE CREME E ENCOSTOU A CABECINHA NO MEU BURAQUINHO ... ELE FORÇAVA A ENTRADA POR SER O PRIMEIRO HOMEM A ME ENRABAR E EU REBOLAVA PARA FACILITAR A PENETRAÇÃO... DEPOIS NÓS NOS LIMPAMOS E SAÍMOS. DEPOIS DISSO TIVEMOS VÁRIOS ENCONTROS, INCLUSIVE COM MAIS RAPAZES DE SUA IDADE.. MAS ISSO RELATAREI DEPOIS!!





Acampamento com as aluninhas

contato Por Prof.


Sempre tive muitas transas, mas não uma como essas. Sou professor, como já contei a todos e sempre fui abençoado com aluninhas que me trataram bem, vocês entendem né! Hehe! Certo dia iria rolar no colégio que trabalho um acampamento para os alunos do 2º ano do 2º grau. Eu não dava aula para eles, pois minha opção era para os alunos de 1º e 3º, onde eu dominava mais a matéria e me sentia melhor. O acampamento era numa localidade distante e seria de sexta a domingo, tudo organizado pela professora de Biologia da escola uma gatinha. Morena e com o sorriso que iluminava suas aulas, que ver quando ela balançava a bundinha passando matéria no quadro, era uma loucura, os alunos deliravam e eu quando podia dava uma espiadinha para conferir o pacote. E foi essa professora que me convidou para fazer parte dessa excursão. Fiquei muito feliz por ser lembrado e com um tesão também, só imaginado essa na madruga, quem sabe né! A sexta foi tumultuada, bagagem para lá, bagagem para cá! Coloca no ônibus tudo, o maior stress! Saímos era perto das 3 da tarde! Ao entrar no ônibus que iria levar toda a galera, reparei que todos me olharam surpresos, pois como não dava aula para eles não fazia parte daquela galera! Sentei-me numa das poltronas da frente e botei o mp3 no ouvido. E que senta ao meu lado? a professorinha. Hum como tava gata àquela mulher. Puxei conversa e fomos conversando até o local do acampamento. Ela me contou um pouco da sua vida. Que teve um namorado, que quase casaram, mas, que ela foi trocada por outra. Eu lamentei e mudamos de assuntos. Chegamos no local do acampamento quase era perto de escurecer. Organizei minhas coisas e montei minha barraca em pouco tempo, pois já acampava a bastante tempo. O resto do pessoal apanhou para montar suas coisas. Como esse povo que nunca viveu no mato apanha para montar uma barraca. Arrumei minhas coisas e fui ao socorro dos outros, todos enrolados, principalmente as meninas. A turma não era grande, umas 16 meninas e 12 meninos, entre 16 e 18 anos. Uma galera que depois fui conhecendo. Arrumamos tudo e fomos direto fazer a janta para todos, enquanto os alunos tomavam banho num riozinho que tinha perto do acampamento, o meninos de shorts e as meninas de biquínis, reparei no corpinho de cada uma, tinha umas que mal tinham bundinhas, mas muitas tinha o corpo formado. Fiquei louco de tesão. Quando a janta estava pronta chamamos todos para jantar e eu a professora que se chamava Liliana, fomos tomar nosso banho. Botei meu short e fui para o rio, a água estava fria, mas como era final de inverno tava um calor gostoso. Eu a me banhar e de repente aparece Liliana em seu biquininho, como é gostosa! Ela entrou na água de ponta de pé dizendo que iria desistir pois estava muito quente. Sem pensar dei um puxão nela e ela caiu se molhando toda. Pensei “agora levo um esporro” mas ela começou a rir e começou a me molhar para se vingar. A avancei nela para ela para, a peguei pelos braços e a puxei contra meu corpo. Colei ela no meu corpo. E pude sentir sua bucetinha por cima daquele biquininho. Acho que ela também sentiu porque ficou parada e não fez nadinha. Olhei em seus olhos que eram verde e dei um beijo em sua boca. Ela respondeu botando sua língua na minha boca. Como ela beijava gostoso. De repente, acho que caiu a ficha naquela cabecinha e ela saiu correndo e foi se secar e me deixou lá, sem movimento, com o pau duro. Fazer o que? Sai da água e fui trocar de roupa. E fui jantar ela estava lá linda e de vez enquanto me olhava com o canto dos olhos. Após o jantar organizei com os meninos uma fogueira e fomos cantar, tocar violão e contar histórias. Lá pela meia noite fomos todos dormir. Eu fui o ultimo, fiquei cuidando dos meninos para não fugirem para a barraca dos meninos e a Liliana cuidando das meninas. Quando vi que estava tudo em silêncio fui deitar. Mas tive uma surpresa muito boa naquela noite. Quando abri a barraca vi uma silhueta feminina deitada em minha cama, achei que era Liliana. Mas não era. Era Cibele, uma loirinha, tipo ninfetinha. Perguntei o que ela estava fazendo ali. Ela disse que estava sem sono e perguntou se podia ficar ali comigo até dar sono. Eu que não ou bobo disse que sim. Deitei no colchão e puxei conversa com ela e ela foi se achegando perto de mim, e eu me afastando e ela cada vez mais perto. Ela me olhou e disse, pois sim vc vai me comer ou não? Que pergunta era aquela? Olhei-a nos olhos claros como seus cabelos e a beijei. Puxei ela perto do meu corpo e pude se o que me esperava. Ela pegava fogo. Passei a mão na sua bundinha que era redondinha. Beijei seu pescoço, muito cheiroso e fui tirando sua blusinha para ver seus peitinhos. Que eram bem grandinhos. Mamei muito e ela gemia, eu mandava ela fazer silêncio que podiam ouvir. Tirei minha camiseta para sentir seus peitinhos no meu. Depois com um golpe de mestre arranquei seu shortinho, ela ficou só de calcinha. Passei minha mão em sua rachinha que estava molhadinha. Ela nesse momento pirou de tesão e arrancou minha bermuda e minha cueca, deixando de fora meu pau de 19 x 5, que ela abocanhou com maestria. Interessante que ela sabia o que fazia. Perguntei se ela já tinha chupado muito, ela disse que desde os 14 transava, mas que o meu era o maior que ela já tinha visto e provado. Ela chupava e babava, chupava muito. E que boca quentinha. Passava a língua desde as minhas bolas, até a cabeça e repetiu durante uns 10 minutos. Eu já não agüentava mais de tanto tesão. A deitei na cama e tirei sua calcinha, e a lambi muito. Sua bucetinha escorria um mel bem docinho. Eu lambia e mordia e ela gemia. Dei uma parada e juntei meu corpo ao dela. Coloquei meu pau no meio de suas pernas e fique passando em sua bucetinha. Ela foi a loucura e pediu que a penetra-se, coloquei uma camisinha, levantei sua perna, ela de frente para mim, pois como vocês sabem, barraca é um lugar pequeno para transar. Coloquei meu pau no meio de sua grutinha e ela fez o resto. Foi se esfregando em meu pau e colocando ele pra dentro de sua bucetinha, apertadinha e quentinha e eu não largava sua perna, para deixá-la bem aberta para me receber. Ela começou a balançar seu corpo, fazendo um vai e vem gostoso! Ela gemia baixinho e eu beijava sua boquinha para ninguém escutar os gemidos. Ela anunciou que iria gozar dae eu virei-a de costa e coloquei o pau no meio de sua bundinha que ela prontamente levantou e forçou para trás. Fui forçando meu pau no seu cuzinho que era muito apertado. E ela quase chorando dizia que não ia entra. Desisti dessa penetração. Coloquei de volta na sua bucetinha, fiquei fundo meu pau e ela quase que imediatamente gozou. Anunciei que iria gozar, tirei meu pau e gozei na polpa de sua bunda, deixando ela toda melecada! Caímos exaustos ela tinha um sorriso de orelha a orelha. Perguntei porque ela tava sorrindo, ela me contou que tinha ganhado uma aposta com as amigas da sua barraca. Que jogaram que ela não tinha coragem de dar para mim. Fiquei abismado com aquilo e não sabia onde me meter. Ela disse que eu não me preocupar, pois fui eleito o cara mais gostoso do acampamento e com certeza elas não iriam falar para ninguém, pois com certeza até o final do acampamento iria dar para mim de novo e dessa vez me daria o cuzinho. Fiquei feliz e muito preocupado também. Ela se limpou e me deu beijo e na penumbra da noite voltou para a barraca das amigas. O dia amanheceu e logo de manhã começou os eventos que Liliana tinha preparado para o acampamento. Eu como não entendia nada de biologia decidi dar uma volta para entender o acontecido da noite anterior. Embreei-me na mata que não era tão fechada, mas que era muito bonita, cheia de flores e de pássaros cantando. De repente vi um barulho atrás de mim e achei que era um bicho. Era Cibele que disse, “Ficou Assustado professor”, balancei a cabeça fazendo que não, ela sorriu e disse: “vim avisar que se você quiser me comer de novo me encontre aqui no começo da noite, após o banho”. Fiquei louco de novo, só de pensar em meter naquela coisinha linda outra vez já me deixou em ponto de bala. Voltamos para o acampamento e fomos almoçar. Foi uma tortura, Cibele me encarava descaradamente, cochichava algo no ouvido de suas colegas de barraca que riam e olhavam para mim. Após o almoço deitei embaixo de uma sobra para dar uma descansada. Nisso Liliana veio falar comigo, pois iria haver uma caminhada ecológica a tarde e que alguém deveria ficar no acampamento para cuidar das coisas. Ela pediu para eu ficar com tanto charme que não pude dizer que não. Lá pelas 16 horas a galera se reuniu no meio do acampamento para sair para a caminhada, que duraria umas duas horas. Após muitas fotos e muita algazarra, partiram para a caminhada e eu fiquei lá sozinho. Coloquei uma água para ferver para fazer um chimarrão. E esperei a galera voltar. Mas o convite não saia da minha cabeça, o que fazer? Lá pelas 18 horas o povo começou a chegar. Todos muito cansados, fui fazer café para a galera. Em seguida avisei a Liliana que iria buscar lenha para a fogueira que iríamos fazer a noite. Ela disse para eu tomar cuidado e mandou levar alguém para ajudar. Instantaneamente Cibele, se propôs. Eu peguei a lanterna e fui buscar lenha cibele na frente e eu atrás dela. Entramos na mata, finalzinho de tarde, ainda não estava escura, mas já não estava tão claro. Já lá pelo meio da mata cibele se virou e pegou no meu pau. Fiquei sem movimento. Rapidamente ela começou a me chupar. Encostei em uma arvore e deixei ela chupar gostoso. É nesse momento que vejo a luz de uma lanterna vindo em nossa direção. Me assustei, tentei colocar de volta a bermuda. Cibele olhou para mim e sorriu e continuou a me chupar. Para minha surpresa era as duas amigas que dividiam a barraca com Cibele, Nane e Sabrina. Sabrina me olhou e sorriu, dizendo: “viemos ajudar a buscar lenha”, nisso se ajoelhou e começou também a me chupar, sendo seguida por Nane. Que coisa louca é ser chupado por três meninas lindas. É coisa que não acontece todos os dias. Eu sentia o maior prazer que já havia sentido. Nisso Sabrina e Nane, se levantam e começam a me beijar gostoso, imediatamente levantei suas blusas e cai de boca em seus peitinhos. De Nane era pequeno, cabia na boca quase todo. Já o de Sabrina era maior. Apertava, chupava e deixava ela toda arrepiada. Levantei a saia de Sabrina que estava de mini saía e sem calcinha e encostei ela na arvore. Abaixei sua calcinha e sem pedir licença coloquei todo o meu mastro em sua boceta. Ela se assustou com o acontecido, mas logo após relaxou. Eu dava entocadas rápidas e ela suspirava fundo. Olhei para o lado e Nane chupava Cibele. Tirei de dentro de Sabrina e arranquei a calça de Nane dizendo que ela era a próxima. Ela se assustou e disse que não, que eu não iria comê-la pois, ela só tinha dado para o namorado poucas vezes e eu com o meu pauzão iria arrombá-la. Eu disse a ela que iria devagar e que ela iria gostar. Suas amigas a incentivaram e ela sob pressão e meio receosa. Coloquei-a de 4 no chão mesmo, e fui colocando a cabeça do meu pau na entrada de sua bucetinha, que era realmente muito apertada. Coloquei um pouquinho e ela deu um suspiro e fui colocando o resto e ela empurrava a buceta para trás para entrar melhor. Acho que não havia comido bucetinha tão apertada como aquela, mesmo virgem. Ela quis reclamar de dor e eu coloquei tudo de uma só vez. Ela disse para tirar que estava doendo, que não ia agüentar muito com essa dor. A segurei pelo quadril e continuei socando fundo e ela quase chorando. Falei para Cibele esfregar a xotinha na cara dela para fazer ela ficar quieta. Cibele fez isso prontamente. Soquei fundo naquela buceta novinha. Ela deve ter gozado umas 5 vezes. Anunciei que iria gozar. Sabrina arrancou meu pau da buceta da amiga e recebeu todo o meu leite em sua boca. Acho que nunca gozei tanto, o gozo derramava pelos cantos da boca dela. Nos recompomos depois daquilo e pegamos a lenha para a fogueira. Esse conto é difícil de acreditar mas é tudo verdade. E vcs não vem nem acreditar que comi na madrugada. Mas isso depois eu conto. Se vcs gostaram desse conto leiam os meus outros.





Trota na faculdade

contado Por Juba

É a primeira vez que publico um conto, na verdade uma história real, que aconteceu comigo no início do ano. Meu nome é Juliana, sou loirinha, gostosa, peitinhos e bunda durinhos. Minha família é de classe média alta pra alta. Meu pai um advogado bem sucedido e minha mãe é daquelas que adora academia e gastar em compras, acho que puxei um pouco a ela nisso. Estou fazendo o 1º período de Direito, uma turma cheia de garotos, cada um mais gostoso que o outrotenho 18 anos, loirinha, Bem, tudo começou com a euforia e excitação do 1º dia de aula na faculdade. Novidades, mil gatos e claro muitas possibilidades de "aprontar", se é que vocês me entendem. Chegando na sala de aula, começo a observar as pessoas, são muitos meninos e meninas, a maioria de classe alta, pois a faculdade é particular e a mensalidade não é lá das mais baratas. Todos muito bonitos e bem arrumados. Logo uma garota sentou do meu lado e começou a puxar papo comigo, meu nome, de onde era, se tinha namorado, essas coisas. Ela tb era muito bonita e tinha um corpo lindo, bem parecido com o meu. Quando começamos a ficar mais a vontade uma com a outra, entram os veteranos na sala, botando o maior terror, que iam fazer e acontecer. Começaram a pintar todos os calouros, e logo um deles, que por sinal era muito gostosinho se aproximou de nós e começou a nos pintar, logo chamou mais três amigos que vieram com suas tintas na mão.

O que já estava pintando a gente primeiro, o Pedro, continuou a me pintar. Conforme ele ia me alisando com a tinta, meus peitinhos iam ficando durinhos (eu não gosto de sutiã, e como estava calor, eu usava uma blusinha branca e uma mini saia jeans com sandálias Anabela altas, tava tb com uma micro calcinha branca, toda enfiadinha e a esta altura toda molhada), teve uma hora que fiquei toda arrepiada e ele notou o estado em que estava me deixando, quando olhei para os lados a outra garota, a Letícia, tb estava gostando e os amigos do Pedro tb perceberam. Eles se entreolharam e deram um sorrisinho. Como era muita gente dentro da sala, eles combinaram entre eles de nos levarem sem ninguém perceber para um trote particular. Sem perceber o que estava acontecendo, no meio dos outros calouros fomos caminhando pelos corredores da faculdade sempre vigiadas de perto pelos "nossos veteranos". Até que quando chegamos ao portão da faculdade, nos separamos do resto do grupo que estava sendo levado até um bar. Fomos parar na república em que eles moravam, era ali perto e fomos a pé mesmo. Quando chegamos lá, eles falaram pra não ficarmos nervosas, que não ia acontecer nada de ruim (realmente não mentiram...rs) e mandaram que tirássemos as nossas roupas para que pudessem acabar de nos pintar. Assim fizemos. Como não podíamos "desobedecer" nossos veteranos, fizemos o que mandaram e logo eles tb estavam nus com seus potes de tinta na mão e seus "pincéis" em posição. Dois deles vieram nos pintar, enquanto os outros dois foram até a cozinha pegar umas cervejas. O Pedro veio me pintar e logo colocou a mão em meus seios, agora livres da blusa, estremeci toda e deu um gemido baixinho em seu ouvido, Letícia tb estava sendo acariciada e perdendo o controle de uma vez pediu que Júlio chupasse sua bucetinha que já escorria de tão molhada. Pedro, com a cena ao lado tb caiu de boca na minha bucetinha e não agüentei e na mesma hora gozei na sua boca. Não resisti e como uma putinha que sou pedi pra que ele metesse aquele pau delicioso na minha bucetinha e rebolei até não agüentar e gozar de novo. A essa altura Letícia já estava levando um pau na buceta e tava chupando os outros dois que \"sobravam\". Pedi um pra mim e tb caí de boca. No fim foi uma verdadeira suruba, metemos até às 22h, com direito a dupla penetrações e a língua da Letícia... (que é uma delícia). Voltamos pra faculdade, peguei meu carro e fui pra casa como se nada tivesse acontecido. Depois disso eu e Letícia ficamos super amigas, e agora saímos juntas para as baladas sempre com segundas intenções.... Um beijo e espero que tenham gostado, sei que é um pouco grande, mas queria que soubessem com detalhes dessa minha aventura real e deliciosa. Depois conto outras igualmente deliciosas...





No banheiro da escola


contado por Aline


Vou escrever um conto sobre um lance que rolou comigo no ano passado, no banheiro da escola! Acho até que foi a maior loucura que já fiz! Vamos lá:
Eu tava ficando há um tempo com uma menina da escola, era uma colega de classe...seu nome é Andressa! Tinha minha altura, cabelo castanho claro, olhos verdes, seios médios e uma bundinha que me tirava do sério.
Já tinha uns dois meses que a gente tava ficando, mas nada de sexo! Eu quase perdia o controle com ela quando ela pedia pra parar por ali, que ela tinha que ir...a gente no maior amasso e quando começava a incendiar ela pedia pra parar! Ela dizia que tinha medo, e tal... mas eu mantinha sempre a paciência e esperava... Até que um dia, nós estávamos na escola, na hora do intervalo e a gente resolve ir ao banheiro.
Chegando lá nós fomos para o último sanitário que ficava bem lá no fundão. Trancamos a portinha e começamos a nos beijar... Nós beijávamos feito duas loucas, sem limites... a gente se pegava de tal forma que toda hora nossos movimentos batiam na porta, fazendo barulho, mas nada interrompia, nada nos atrapalhava! O tesão era maior que qualquer barreira que nos impedisse de fazer aquilo! Ela beijava minha boka, eu mordia seu pescoço... ela chupava minha língua... e eu dizia no ouvidinho dela: “eu quero vc todinha...!” e a gente ali, se beijando, se pegando... fazendo tudo em pé mesmo! Daí ela enfiou suas mãos por baixo da calça do meu uniforme e da minha calcinha e tocou de leve a minha xaninha (que à essa altura já estava completamente molhada de tanto tesão...!).
Não resisti e dei um gemido! E ela abafou esse gemido com um beijo de língua que me fez sentir um tesão maior ainda (a gente não podia fazer muito barulho porque toda hora entravam meninas para usar o banheiro, conversar, se arrumar...) e disse a ela que dessa vez nós iríamos até o final! E ela, já louca de tesão, disse que sim! Então levei minha mão por debaixo da sua camiseta do uniforme e puxei seu sutiã para baixo, deixando para fora seus seios... eu os pegava, os apertava... e ela mordendo meu pescoço, disse que não tava mais agüentando e eu desci... beijei sua barriguinha, lambi seu umbigo (ela havia me dito que aquilo lhe dava o maior tesão) e finalmente desci aquela calça! Ela estava usando uma cuequinha masculina com o escrito no elástico: “Come on Baby, Light my Fire”!!!
Nós rimos um pouco e continuamos... olhei pra ela intensamente e ela sacudiu a cabeça dizendo que sim, então, desci lentamente sua cuequinha até seus pés. Com os dedos, afastei seus grandes lábios e com a língua fiz ela sentir muito prazer...! Ela colocou um pé em cima da privada pra facilitar o meu 'trabalho' enquanto eu a lambia todinha, chupava... passava o meu piercing no seu clitóris e só o sentia pulsar cada vez mais forte... metia a língua num vai-e-vêm que fiz ela ter orgasmos múltiplos... ela gozou várias vezes na minha boca e eu lambi todo o seu mel. Depois, ela me puxou pela camiseta e me beijou daquele jeito! Enfiou sua língua na minha boca parecendo querer sentir todo o seu próprio gosto... e sentiu! Álias, nós ali sentimos muito prazer, muito tesão... e quando acabamos, nos arrumamos e nos beijamos por um bom tempo, até tocar o sinal.
Assim que tocou o sinal, saímos do banheiro, pegamos nossas coisas e fomos para a aula. O dia terminou e a gente se encontrou mais tarde pra compensar os dois meses perdidos e repetir a dose, só que dessa vez no quarto, claro!



Doidinha pra dar pro meu amigo do colegio


contado por Renata


Oi, me chamo Renata, tenho 18 anos, sou morena clara, cabelos negros, olhos castanhos e um corpo escultural. Não sou muito alta, mas meus amigos me dizem que sou uma delicia. Tenho seios médios e redondinhos, pernas grossas e uma bunda de arrasar, de deixar qualquer garota com inveja. Minhas horas de academia se refletem no meu popozão. Minha bunda é enorme, empinada e muito bem definida, combinam com minhas pernas grossas. Adoro usar essas calças de lycra de ginástica bem apertadas que realçam minhas pernas e minha bunda, geralmente uso com aquelas calcinha minúsculas socadas no meu reguinho.
Quando meus amigos passam a mão em minha bunda eu finjo que nem percebo, sempre que algum garoto me beija eu empino bem a bunda e deixo ele passar a mão à vontade.
A historia que vou contar aconteceu há alguns dias, eu estava muito a fim de um amigo meu do colégio, o Rafael, ele era alto, magro, cabelos pretos, olhos verdes, pele cor de mel e muito, mas muito gostoso mesmo. Era uma terça-feira e sortearam as duplas pro trabalho de química que ia ser feito no dia seguinte, pra minha sorte eu fui com ele. No dia seguinte eu estava decidida a conquistar ele. Vesti uma calcinha preta minúscula bem socada no reguinho, uma calça de lycra laranja bem apertada (a mais apertada que eu tenho!) e um top preto. Logo que cheguei na escola atraí muitos olhares com minha bundona com aquela calcinha, eu andava rebolando e ria da cara dos garotos que praticamente me comiam com os olhos. Esperei até a aula de química, primeiro iríamos fazer um trabalho, depois ver um filme sobre o assunto, quando finalmente a hora chegou eu me sentei com Rafa. Sentei-me ao seu lado e fiquei roçando meus peitos em seu braço e pegando em sua perna, notei que ele tava excitado pelo volume em sua calça, então comecei a provocar ele, pus a sua mão sobre uma de minhas pernas e comecei a perguntar se ele já tinha passado a mão em minha bunda como os outros garotos faziam, ele sem jeito disse que sim. Eu disse à ele que o achava muito gostoso e peguei em seu pau por cima da calça, o pau dele tava duro feito uma rocha e não era pequeno não....
Nisso a professora nos mandou ir para o auditório ver o filme, o auditório não era muito grande, nossa turma que era pequena, eu peguei Rafa pela mão e o levei até o fundo, sentei ao seu lado e mais ninguém sentou por perto, foi só a luz apagar que eu comecei a me esfregar nele e a beijar ele na boca, eu chupava a língua dele enquanto ele enchia as suas mão com minha bunda, eu deitada em cima dele sentia seu pau cutucando minha xaninha apertada pela calça. Depois de muito nos beijarmos, muita esfregação e sem prestar a mínima atenção no filme, eu fui descendo até seu pau e abaixei sua calça. Comecei chupando só a cabecinha de seu pau, olhava pra ele com a maior cara de safada com a cabecinha de seu pau na minha boca. Daí fui lambendo as laterais e batendo a cabecinha na minha língua, quando vi já estava chupando feito um pirulito, chupava com gosto, era grande, enfiava ele todinho na minha boca e encostava na garganta. O pau dele era muito gostoso, chupei sem parar até que ele gozou na minha boca. Engoli seu gozo e limpei seu pau com a minha língua.
Deitei-me novamente em seu colo só que de costas, sentia seu pau grande encaixando na minha bunda enorme, dei umas reboladas e ele logo me puxou para contra ele me beijando na boca, ele punha a mão por cima da minha calça na região da minha bocetinha e massageava gostoso enquanto me beijava e esfregava o pau na minha bunda, aquilo tava muito gostoso, todos vendo o filme. e eu e Rafa na maior putaria, como vimos que o filme tava acabando, Rafa subiu sua calça e a gente só ficou se beijando, Rafa me chamou pra ir ate sua casa depois da aula eu aceitei na hora, pois tava doidinha pra dar pra ele.
O filme acabou e a aula também, o ônibus até a casa de Rafa tava lotado, fomos em pé e eu grudei minha bunda em Rafa, ficava esfregando minha bunda no pau dele cada vez que o ônibus freava ou arrancava.
Chegando lá ele trancou a porta de seu quarto e a gente começou a se beijar loucamente, ele não tirava a mão da minha bunda e eu tirei sua camiseta e ele abaixou meu top. Começou a beijar e lamber meus peitinhos, depois de mamar neles ele tirou minha calça e minha calcinha e caiu de boca na minha bocetinha, ele chupou e lambeu gostoso enquanto eu gemia sem parar, logo que eu gozei ele disse que queria me comer, me pôs em pé, de costas pra ele, e meteu na minha xaninha. Eu, de costas, esfregava minha bundona na barriga sarada dele enquanto ele metia bem gostoso na minha bocetinha por trás. Eu rebolava, com uma mão massageava meu grelinho com a outra me agarrava a ele beijando sua boca. Ele ia metendo com mais força e eu gemendo com sua pica na minha xana e sua língua na minha boca. Rebolei até nós gozarmos juntos na minha xaninha. Então ele me pôs de joelhos na sua cama e enfiou a cara no meio da minha bunda. Eu abri bem a bunda e ele chupou gostoso meu cuzinho. Minha bunda parecia que ia engolir ele, que lambia e chupava meu cuzinho. Eu rebolava minha bundona na sua cara e ele chupava meu reguinho, então, ele disse:
- agora que já tá lubrificado eu tô doido pra meter!!!
Mais do que nunca e empinei a bunda, doidinha pra sentir aquela pica grande dentro da minha bunda escultural, ele me segurou na frente, pegando em meus peitos e começou a meter gostoso no meu cuzinho. Eu rebolava como se estivesse dançando funk e ele metia com toda a força enquanto eu gemia sem parar. Antes dele gozar eu fiz ele sentar na cama abri bem minha bunda e sentei no seu colo de costas pra ele. Fechei as pernas e pulava com seu pau no meu cuzinho. Ele e eu gemíamos juntos, de tanto eu pular e rebolar batendo com minha bunda em suas pernas ele logo gozou na minha bunda.
Eu montei em seu pau agora de frente, enfiei ele na minha xaninha e cavalguei em cima dele gemendo bem alto. Ele pegava em minha pernas e eu cavalgava sem parar até que gozamos juntos. Deitei em cima dele sem tirar seu pau de dentro de mim e o beijei na boca. Depois dessa tomei um banho e fui pra casa, transamos muitas outras vezes em lugares bem diferentes, mas isso eu conto outro dia..... chau.....



Com minha amiguinha na escola

contado por Mayara


Ooiiii!!!!! Me chamo Mayara. Vou narrar uma historia que aconteceu comigo quando eu tinha 18 anos, uma das minhas primeiras experiências lésbicas, eu era de média altura, cabelos castanhos lisos, magra, seios bem grandes e definidos, coxas grossas, uma bunda enorme definida e empinada e minha xaninha era bem lisinha gordinha e rosada. Sempre que usava roupas justas meu biscoitinho ficava bem delineado. Vamos ao que interessa, eu tava no Terceiro Ano do Ensino Médio e tinha uma amiga chamada Camila. Camila tinha cabelos pretos lisos, olhos azuis, era alta e magra com corpo de modelo, seios médios e definidos, pernas finas e roliças e bundinha empinada, definida e torneada. Nós éramos amigas desde a sétima série, mas foi na oitava que eu passei a sentir uma puta tara por ela. Altas vezes me divertia no chuveirinho pensando nela quando ela dormia aqui em casa comigo, às vezes, na minha cama, juntinho comigo, só de camiseta e calcinha daquelas bem pequenininhas e enfiadinha no bumbum. O problema é que ela nunca tinha demonstrado interesse em mim sexualmente até que um dia ela me surpreendeu.


Estávamos lá como sempre eu e ela no recreio rejeitando cantadas de vários garotos quando fomos conversar num lugar onde ninguém passava, ao lado da diretoria, eu estava com um shortinho de lycra desses de ginástica azul bem coladinho e curtinho e sem calcinha e camiseta do colégio, com top por baixo. Camila tava com uma calça de lycra preta dessas de ginástica bem apertadinha com uma calcinha enfiadinha no seu popô e camiseta do colégio com sutianzinho tipo meia-taça por baixo. Quando chegamos neste lugar ela sentou no banco e eu sentei no colo dela. Perguntei por que ela rejeitava as cantadas de tantos garotos gatos e ela, meio sem jeito, me disse que não se sentia atraída por meninos, quando ouvi isso fiquei muito feliz. Não resisti e a abracei e a beijei de leve na boca, como estava sentada em seu colo ela alisava minhas pernas e me deu outro beijo, desta vez de língua. E que beijo!!! A lingüinha dela era quente e gostosa, ela alisava minhas pernas e pegava em meus peitos e eu apenas sentia sua língua se entrelaçando na minha, depois deste longo beijo pedi a ela para irmos até o banheiro pois ali onde estávamos alguém podia nos ver. Fomos até lá e trancamos a porta. Enfim sós, nos beijamos loucamente. Enquanto nossas línguas se entrelaçavam, eu pegava em sua bundinha, ela me escorou na parede e me encoxou, e eu pude sentir sua perninha encostando em minha bucetinha. Não conseguíamos parar de nos beijar. Tirei minha blusa, fiquei só de top e ela pegava em meus peitos, me beijando enquanto eu tocava sua xaninha de leve por cima da calça. Tirei sua blusa e seu sutian e comecei e beijar e chupar seu peitos médios, rosados e pontudos, bem redondinhos como duas pêras. Chupei e lambi seus peitos até que ela foi descendo até meu xortinho. Começou a apalpar e massagear minha xaninha por cima do xortinho. Logo me perguntou se eu estava sem calcinha eu fiz que sim com a cabeça, e ela tirou meu xortinho com a boca e começou a beijar minha xaninha. Não demorou muito e ela já estava me chupando gostoso como uma devassa. Eu gemia e ouvia o sinal do recreio tocar. Ela não parava de chupar e eu também não queria assistir a aula então relaxei e gemi alto enquanto ela me chupava o grelo e eu gozei na sua boquinha.


Toda melada, fui tirando a calça de Camila. Tirei sua calcinha. Sua xaninha era lisinha, rosadinha e bem apertadinha pelo visto. Deitei-a no chão, abri minhas pernas e encaixei nas dela e comecei a ralar minha xana melada na dela. Eu e ela gemíamos muito de tesão e esfregávamos nossas xaninhas uma na outra. Logo eu já estava gozando de novo e ela também.


Após ela gozar, eu a deixei como estava, deitada no chão e me debrucei em cima dela virada para sua xaninha, enfiei minha bucetinha na sua cara e começamos a fazer um 69 mais que gostoso. Eu me acabava na sua xaninha gostosa, chupava, lambia, beijava, mordia, cuspia, fazia de tudo, enfiava minha cara com tudo, doida pra dar mais prazer à Camila. Nem sabia o que ela fazia na minha xaninha mas era muito bom, eu só gemia e enfiava minha cara em sua xaninha deixando ela louca.


Logo gozamos juntas e eu lambuzei minha cara com o caldinho gostoso da bucetinha de Camila. Então Camila me fez ficar de bruços na pia do banheiro e começou esfregando sua xaninha em minha bunda por trás e pegando em meus peitinhos. Logo foi descendo e começou a beijar minha bunda e lamber e chupar meu cuzinho. A carinha de Camila sumia na minha bundona enorme e eu massageava minha xaninha louca de tesão, depois de muito chupar meu cuzinho nos deitamos no chão e começamos e nos beijar na boca de língua loucamente enquanto uma massageava a bucetinha da outra, ficamos assim até a aula acabar e depois fomos para casa.....




Minha aluna virgem

contado por Tami


Bem, sou uma mulher bonita, sou professora de Matemática, num colégio no interior do Rio Grande do Sul. Sou bissexual.


Tudo aconteceu a dois anos atrás, como em toda classe sempre tem akeles alunos com notas ruins, a diretora do colégio, pra ajudá-los, montou uma classe de reforço na qual no período contrário às minhas aulas eu dava uma ajuda pros alunos que quissesem.


Tinha duas gurias de 18 anos que sempre íam, pois estavam quase pra repetir. Eram muito gostosas. Sempre ficavam de cochicho nas aulas. Sugeri que, se elas quisesem, eu daria aulas pra elas na minha casa. Elas aceitaram, então, uma vez por semana elas iam, e eu repassava a matéria com elas.


Um certo dia elas apareceram sem avisar, e pedi pra que esperrasem pois estava no banho. Saí do banheiro e surpreendi as duas se beijando. Fiquei parada olhando aquela cena linda fiquei bem excitada, então uma delas viu e disse pra que eu não contasse pra minguém, que elas se gostavam e que seus pais não iriam aceitar. Eu disse que as entendia e que guardaria seu segredo.


Elas disseram que ainda fazia pouco tempo que elas começaram e que nunca haviam transado por não ter onde, então me excitei muito por saber que ainda eram virgens. Perguntei o que elas achavam de mim. Uma delas disse que eu era gostosa, a outra ficou envergonhada e concordou, então sugeria que elas podiam usar minha casa pra se encontrarem. Elas me abraçaram e agradeçeram.


Sempre elas íam lá em casa namorar. Teve um dia que Rachel se atrasou e Priscila chegou sem ela, ficamos conversando e me aproximei dela coloquei minha mão na sua coxa e disse que ela era muito gostosa. Ela deu um sorriso bem safado pra mim, e desabotoou ua blusa e disse:
- Professora, VOCÊ quer chupar meus seios?


Eu respondi que sim e ataquei akeles peitinhos com vontade, mamei neles. Ela gemia sem parar, então ela quis experimentar os meus e a danadinha mamou com força. Fiquei molhada, então lambi um dedo e coloquei dentro do seu short. Senti que não entrava e perguntei se ela era virgem e ela disse que sim. Então tirei akele short que começei a lamber aquela bucetinha que nem pêlos tinha. Ela se contorcia e gemia. Chupei seu grelo e mamei nele muito tempo. Era uma delicia akela buceta virgem então começei a enfiar meu dedo devagar em sua buceta. Ela dizia que doía um pouco e falei que era assim mesmo. Que a primeira vez sempre dói. Quando consegui enfiar meu dedo ela gemeu alto.


Não agüentei e começei a fodê-la com a língua. Pedi pra ela se levantar um pouco e deitei no sofá e falei pra ela sentar em meu rosto. Quando ela colocou sua bucetinha na minha cara voltei a fodê-la com a língua. Minha língua entrava fundo nakela xana molhada. Virei ela de costas e chupei seu ânus com vontade queria comer akela menina toda, ela disse que queria experimentar minha buceta pra saber que gosto tinha.


Abri as pernas e coloquei seu rosto lá. Ela foi devagar, passando a língua com carinho. Mandei ela mamar e foi uma delicia akela boquinha me chupando. Mandei ela enfiar seus dedinhos dentro de mim e ela enfiou. Já estava gostando e sabendo o que fazer. Fizemos um 69 incrível. Passava minha língua da sua buceta até seu anus. Fiz ela gozar muito depois nos beijamos e nos vestimos. Perguntei se ela havia gostado ela disse que foi incrível. Então perguntei se ela iria contar pra sua namoradinha. Ela disse que não, que queria fazer isso comigo todo dia...... Ela terminou o namoro, e nós estamos transando sempre agora.