dailymotion-domain-verification-bf8367051eadca91-dmebea1o8ssgrxz1l Jacir Holowate: 21 de Abril de 2010 stat counters

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

pergunta de leitora

Quais as Complicações apos Perda da virgindade?

Minha namorada perdeu a virgindade a pouco tempo comigo. E poucos dias depois de nossa primeira vez, ela teve alguns problemas como dores próximo a região pélvica e agora estão nascendo alguns caroços bem próximo a vagina. não sei do que se trata, será que é normal isso acontecer logo apos a perda da vigindade? Eu não possuo nenhum tipo de DST então o que será isso?Será que ela tem algum problema??

Quais as Complicações apos Perda da virgindade?

na verdade nenhuma
se tiver usado preservativo, pode ter sido alguma reacao alergica
mas a dor proximo a regiao pelvica como vc disse
deve ser pelo rompimento do himem
sugiro q ela va ao ginecologista
provavelmente ele ira receita-la uma pomada

Perda da virgindade: é normal sentir dor por quanto tempo?

Não é bem assim.
A dor da perda da virgindade é só no momento da penetração e, além disso, nem todas as mulheres sentem; geralmente não dói depois, principalmente se já faz uma semana que você teve relação.
Essa dor que você sente quando tem vontade de fazer xixi pode ser o início de uma cistite, que é muito comum ocorrer em algumas mulheres quando perdem a virgindade; os ginecologistas até chamam de "cistite nupcial", que é uma inflamação da parede do útero em decorrência do atrito com o pênis. Tembém pode ser uretrite - inflamação do canal da uretra decorrente do atrito no momento da penetração. São problemas simples, mas que requerem tratamento adequado.
Assim, se a dor persistir, é bom você procurar um ginecologista.


Cada mulher reage de um jeito.....isso é normal, umas são mais sensiveis outras não..........
Procere esperar a dor passar...para ter a proxima relação.....
E essa dor quando vc vai fazer xixi é um tipo de ardencia???
Se estiver ardendo é pouco cortou um pouco os labios e é normal ter isso .

pergunta de leitora

Perda da virgindade: é normal sentir dor por quanto tempo?

Perdi a virgindade há mais ou menos uma semana. No dia segunte, doeu muito quando senti vontade de fazer xixi. Hoje, a dor diminuiu , mas ainda a sinto. Isso é normal? Li em alguns sites que a sicatrização do tecido varia de mulher para mulher, mas não sei se isso tem alguma coisa a ver com a dor que sinto.

desde já, fico grata pela resposta!!! obrigada jacir

Existe algum lubrificante anestésico vaginal que possa amenizar a dor da perda da virgindade?

pra vc conseguir uma lubrificaçao boa vc deverá estar relaxada e bem exitada, tente fazer uma preliminar muito boa e esquece tudo e se entregue ao momento, se a dor aparecer coloque um gel lubrificante que chama KYgel, compra em qualquer farmacia e é um ótimo ajudante nesses casos!!!! e outra a camisinha é lubrificada tb e pode ajudar ok? espero que tenha uma noite maravilhosa e inesquecivel com seu amor!!

pergunta de leitora

Existe algum lubrificante anestésico vaginal que possa amenizar a dor da perda da virgindade?

Oi Jacir! preciso muito da ajuda sua!! É o seguinte: Namoro há bastante tempo com um rapaz que eu amo muito e tenho certeza q ele tbm me ama. Só que existe um probleminha não consigo perder a virgindade, sinto dor, desconforto e fico muito nervosa comigo mesma. Será q vcs podem me indicar por favor, algum lubrificante bem eficiente e de preferência anestésico? Obrigada!!!!

Perda de virgindade masculina causa dor?

Parceiro... se ainda não rompeu , ele vai romper. Nao tem jeito..pode ser por meio da masturbação , oral , vaginal ou anal.
Nao se preocupe , pois o sangramente nao dá nem 4 gotas direito.

pergunta de leitor

Perda de virgindade masculina causa dor?

Bom, tenho 19 anos, e tive minha primeira relação sexual.
E não teve o rompimento daquela pelezinha.
Fiz a penetração nela, ela perdeu a virgindade só que a pelezinha do meu pênis não rompeu!
No sexo oral que minha namorada fez em mim senti muitas dores no meu pênis em função dela fazer o movimento da masturbação só que para parar de senti dores eu puxava a pela pra cima, cobrindo o pênis!

O que isso quer dizer? Na próxima relação vai romper? Irá sangra? Sentirei dor?

Mulher sente dor na perda da virgindade? isso é verdade?

Realmente é verdade sim, mas há uma grande variação de pessoa pra pessoa. Qto mais a menina estiver nervosa e "travada" por causa disso, maior tende a ser a dor, tudo isso porque a preocupação é tanta, que qualquer prazer que ela poderia estar sentindo fica em segundo plano.
Se vc perguntar para a maioria das mulheres como foi a primeira vez delas, posso te garantir que algumas podem dizem que foi tudo lindo. Com certeza, lindo pode até ser, mas chegar ao orgasmo, ter prazer de verdade, realmente é muito díficil.
Há dor sim, não é algo que passe desapercebido, porém não mata ninguém, é apenas desagradável. Principalmente para aquela garota que sonha em ter uma noite muito prazerosa, pode ser decepcionante.
Qto ao sangramento, pode até ser que não sangre (e isso não quer dizer q a menina não é virgem), ou sangre muito pouco, horas depois, ou até no outro dia. Não podemos desconsiderar que há casos de sangramentos maiores, mas é tudo normal, e não tem como saber antes.
E ainda tem mais, não é só a primeira vez que ela pode sentir algo, ainda pode sentir na segunda, terceira...é normal, o corpo está se adaptando ainda.
Apesar de tudo isso, vale a pena vcs conversarem e terem a primeira noite de vcs, até vcs mesmos irem se moldando a essa nova experiência, com o tempo tudo vai ficando muito melhor, (Muito mesmo!) Ela vai mudar essa idéia de "horrível" daqui um tempinho.
Claro!!! Não esqueçam da camisinha, pra depois não ter que vim até aqui perguntar se a sua namorada pode engravidar na primeira vez...PODE!!!!



isso depende muito!
conheço garotas que sentiram dor nao apenas na primeira, mas varias vezes! e conheço outra que nao sentiram nada!
o segredo é estar relaxada, se entregar e estar excitada!
pode ser que doa, pode ser que nao... mas ela só vai saber no dia que ela tentar! e mesmo se doer, é uma dor passageira... na proxima tentativa ja vai ser bem mais facil e mais gostoso!

pergunta de leitor

Mulher sente dor na perda da virgindade?

minha namorada axa q na perda da sua virgindade vai doer,
e sangra, e q vai ser horrivel... assim ela tem medo...
isso eh verdade?

Porquê a dor no parto?

Ultrapassados estão os tempos em que se considerava como preocupação fundamental durante o parto a sobrevivência
da mulher e do bebé. Hoje, encontrando-se os índices de mortalidade e complicações de parto bastante reduzidos, a
principal preocupação ressaltada pela maioria das grávidas é relativa à quantidade de dor que irão sentir.A dor não é mais
que um sinal transmitido pelo corpo, mostrando que algo de diferente ocorre. Das inúmeras tipologias possíveis, a dor
no parto é considerada como única, já que é intermitente e de intensidade gradual, com momentos de calmia nos
interregnos entre as contracções. Varia de mulher para mulher, e mesmo de uma gestação para outra, segundo diversos
factores físicos, funcionais e emocionais. A dor no parto resulta especialmente do facto de o útero ser um músculo.
Tal como qualquer pessoa, por um esforço intenso e continuado sobre um músculo pode sofrer uma luxação que resulta
em dor, também o útero se ressente aquando das contracções rítmicas desencadeadas no processo de parto (que visam
a expulsão do bebé). E, da mesma forma que quanto mais se pensa na dor, maior parece ser a sua intensidade e
durabilidade (como acontece com uma simples enxaqueca), também a tensão e o medo sentido no parto irão influenciala.
Trata-se do triângulo Medo-Tensão-Dor, ou seja, quanto maior o receio sentindo face ao parto, maior será a tensão
muscular e consequentemente maior a dor sentida. Como coadjuvante surge a presença da Adrenalina (substancia
segregada pelo corpo nos momentos em que o cérebro transmite informações de medo ou receio) reagindo o corpo com
a contracção muscular, o que no parto resulta consequentemente num maior índice de dor. O segredo para um
decréscimo da dor sentida parece então residir na capacidade em quebrar este triângulo… de que forma?
Promovendo o relaxamento e o sentimento de segurança no momento do parto.
Tal como referido, no trabalho de parto coexistem vários processos físicos e psicológicos com influência na dor sentida.
Em termos físicos, decorrem as contracções uterinas, a tensão provocada por estas mesmas contracções, a pressão do
bebé na bexiga, o alargamento do canal de parto, entre outras. São processos naturais e cujo resultado - a dor -
mostram à mulher não só o inicio o trabalho de parto, mas também que o seu bebé está pronto para nascer. A nível
psicológico verifica-se que o medo e/ou ansiedade face ao momento, influenciam de forma determinante a quantidade e
tipo de dor sentida, assim como a vontade, capacidade e força para a enfrentar. Em termos sociais é comum a
transmissão cultural do receio face ao parto e à dor, pelo que se torna uma associação natural à gravidez. Há que
descondicionar, em termos psicológicos esta visão, e encarar a dor no parto como um factor necessário e que de alguma
forma torna o momento mais interessante, já que o Homem é um “animal de desafios”.
Ainda que ae tente evitar a dor, Ainda que se tente evitar a dor a questão deveria residir no minimiza-la, e não na sua
total abolição já que a sua função é útil e natural. Conhecem-se presentemente várias técnicas ao serviço da promoção do
bem-estar da mulher durante o trabalho de parto, as quais poderão subdividir-se em três grandes grupos: técnicas
naturais, auxiliares, e medicamentosas.
- Técnicas naturais:
- Técnicas pré-parto: residem habitualmente no exercício regular e razoável por forma a preparar o corpo para o
momento de parto, aumentando igualmente a resistência (bastante benéfico em trabalhos de parto demorados). A
participação em classes de preparação para o parto surge actualmente como um dos métodos mais procurados pelas
futuras parturientes, promovendo o conhecimento e consequentemente uma maior competência.
- Relaxamento: permite a descontracção do corpo, pelo que o trabalho de parto será facilitado, resultando menores
índices de dor. Respiração: permite não só acalmar a mulher, como a oxigenação dos tecidos, o que liberta parte da tensão e
consequentemente restringe a dor.
- Visualização: promove o relaxamento e diminui tensão. Consta da capacidade da mulher em visualizar algo que a
descontraia, de forma continuada, pelo que o treino nesta técnica é recomendado.
- Verbalização: vocalizar palavras, sons, canções ou mesmo gritar, ajuda a mulher não só a distrair-se como a libertar a
tensão.
- Técnicas no parto: dentro das possibilidades inerentes ao espaço físico onde decorre o parto, a mulher deverá
procurar o ambiente com o qual se sinta mais confortável (nomeadamente quanto à música, luz, objectos ou
companhia).
- Técnicas auxiliares:
- Água: não só para o trabalho de parto, como para o próprio momento de nascimento. A água é relaxante, liberta a
tensão física e possibilita à gestante uma maior liberdade de movimentos.
- Homeopatia, Yoga, Massagem, Hipnose, Acupunctura: são técnicas que quando praticadas previamente à gravidez
poderão ser benéficas na supressão da dor durante o trabalho de parto.
- Técnicas medicamentosas:
- Analgésicos: não interferem directamente nas contracções e dor sentida. Como efeitos negativos surgem as náuseas e
tonturas, e o facto de o bebé poder ser afectado (aquando de uma administração por via intra-venosa).
- Tranquilizantes: ajudam apenas a acalmar e relaxar, pelo que não diminuem propriamente a dor.
- Anestesia: de vários tipos, nomeadamente local, regional ou geral. A mais comummente utilizada é a conhecida
Epidural.
-
Existem diversas outras técnicas, algumas das quais desenvolvidas e aplicadas culturalmente (com especial distinção
para a cultura oriental). Porém, outra que é também na sua essência é uma técnica (mais psicológica que física), mas
muitas vezes esquecida, é a consciência pessoal de que por ser mulher, o corpo está preparado para reproduzir, para
ter filhos. Trata-se do conhecimento de aspectos fisiológicos tão simples como a noção de que o corpo está determinado
biologicamente para procriar. Se não veja-se que se artificialmente são induzidas drogas durante o parto com vista à
supressão da dor, também o organismo humano produz um tipo de “droga”, a Endomorfina, um
analgésico natural, libertado com vista à redução da dor. Assim, a mulher terá mais capacidade para lidar com a dor no
parto do que se poderia julgar à partida. Basta muitas vezes acreditar.
- E quanto a todas as outras técnicas discutidas? Muitas delas visam a abstracção à dor… Mas, teoricamente as
sensações de dor e alivio podem ser moduladas, já que os nervos sensoriais que conduzem as sensações de prazer,
fazem-no mais rapidamente que a condução da informação de dor. Assim, algum treino prévio, força de vontade e desejo
em vivenciar cada momento do nascimento do filho, capacita toda a mulher de uma força de vontade suprema que lhe
possibilitará ultrapassar as barreiras impostas. O grande segredo reside então no conhecimento que cada mulher tem
de si mesma e da forma como lida com a dor. Não se trata de coragem, como muitas vezes se apelida, mas sim de
conhecer os limites. Em ultima instancia, o importante é conseguir acarinhar o bebé após o parto, pelo que há que
guardar alguma energia para esse momento, pelo que a mulher não se deve desgastar em demasia. Há que
reconhecer os limites pessoais de dor, mas nunca esquecer que as formas medicamentosas poderão impossibilitar a
vivência consciente de cada segundo.

Parto

Parto: vaginal ou cesariana

Sabe-se, atualmente, que mediante uma série de sinais complexos, mãe e criança realizam um compromisso que coloca um fim à duração da gravidez. Neste contexto, os tipos de parto são vivenciados de maneira diversa por cada mulher, pois têm relação com sua história de vida, tipo de personalidade, momento da gravidez e história do casal.

Há mulheres que se sentem seguras para optar pelo parto vaginal espontâneo, com o mínimo de anestesia, cooperando ativamente no processo do nascimento de seu bebê. Geralmente, são gestantes que participaram de treinamento da respiração e relaxamento para controlar as contrações uterinas, em cursos psicoprofiláticos.

Se o parto transcorre sem complicações, a mulher vivencia uma das experiências mais profundas e plenas de sua vida e o vínculo com o bebê se consolida mais facilmente, além de que o nascimento é sentido como uma transição natural da criança, dentro do útero para os braços maternos. Mas, se ao contrário, for vivenciado como doloroso e traumático, a mãe pode se ressentir pelo fato do filho tê-la feito sofrer tanto, o que pode gerar emoções de hostilidade e rejeição em relação a ele.

Durante as contrações uterinas, o bebê encontra-se adormecido, portanto não sente dor. Ele só desperta no momento das contrações finais quando se prenuncia sua expulsão. Estas contrações realizam uma espécie de massagem cutânea na criança e que levam ao amadurecimento final do aparelho respiratório, necessário para o funcionamento na vida aérea, bem como um melhor desempenho de funções como percepção, capacidade de reagir a estímulos ambientais e maior vivacidade, pois eleva o nível de excitabilidade neural, facilitando o desenvolvimento motor e a capacidade de orientação espacial.

Para facilitar a saída do bebê e evitar lacerações e roturas do assoalho pélvico, o obstetra efetua a episiotomia, que é um corte de aproximadamente 4 cm feito no períneo, com anestesia local ou peridural. Emocionalmente, a episiotomia pode ser percebida com grande desconforto nos primeiros dias do pós-parto e, por algum tempo, pode gerar temor de abrir os pontos, quando do reinício das relações sexuais, mesmo que a cicatrização já esteja completa.

Com o parto vaginal, a criança é colocada sobre o ventre materno, estabelecendo um continuamento entre a vida intra-uterina e aérea, pois o bebê, escutando o batimento cardíaco e a voz materna, como também, sentindo seu cheiro e calor, reconhece e mantém os referenciais adquiridos na vida pré-natal. Isto o reassegura e acalma.

Quando a dor se aproxima, as parturientes apresentam maior ou menor capacidade para controlá-la,, pois a história de cada uma entra em jogo. Assim, enquanto que uma se surpreende e esgota todos os seus recursos, a outra enfrentará sem maiores dificuldades. Mas, para grande parte das mulheres, a dor ainda simboliza o parto. Desta forma, quando por algum motivo médico têm que fazer cesariana, sentem-se frustradas, menos mães, por não terem passado por essa experiência ancestral, que é a de sentir as dores do parto normal.

O modo como a parturiente suporta a dor, aceita ou não sofrer tem um sentido que pode ser cultural ou por questões relacionadas a conflitos com sua própria mãe. O importante é que ela saiba que pode recorrer à anestesia peridural durante o trabalho do parto, se a dor lhe parecer insuportável.

Um fator de grande interesse é em relação à duração do trabalho de parto. Enquanto algumas mulheres dão à luz em pouquíssimas horas, outras levam muito mais tempo, sentindo contrações muito dolorosas. Esta lentidão em dar à luz, poderia ser compreendida como a presença de desejos ambivalentes tanto na parturiente quanto no feto. Assim, a futura mamãe poderia estar sentindo uma profunda angústia ante a decisão de manter o filho dentro de seu útero ou de colocá-lo no mundo, renunciando a tê-lo só para si.

No feto também há algo que poderia ser relacionado como o desejo de permanecer na segurança e proteção do útero materno ou ter que enfrentar o mundo desconhecido e, portanto, temido. Trata-se de uma decisão de vida ou de morte. Muitas vezes há necessidade da intervenção médica, para que o nascimento ocorra, principalmente se é constatada a existência de sofrimento fetal.

Alguns obstetras optam por induzir o parto por razões várias. Enquanto que para muitas mulheres é percebido como uma grande violência, para outras, esperar mais tempo é uma violência maior. De qualquer maneira e apesar de ser realizado em condições fisiológicas ideais, o parto induzido é experienciado de forma menos gratificante que o parto espontâneo, pois pelo fato de ser um desencadeamento artificial, demanda mais tempo e sofrimento da parturiente, sem contar que é uma violência para o bebê, pois será retirado do útero antes do tempo. Mas algumas vezes este procedimento é necessário, principalmente se já passou do prazo previsto para o nascimento e o bebê corre o risco de entrar em sofrimento.

O parto sob peridural é uma técnica mais recente e a mais utilizada pelos obstetras, pois anestesia apenas a metade inferior do corpo da mulher. Desta feita, a parturiente pode experienciar um parto sem dor, mantendo-se consciente, participativa e, principalmente, presenciar o nascimento do filho.

Muitas mulheres, entretanto, reclamam da sensação de estranheza por sentir apenas a parte superior do corpo, impedindo-as de movimentar as pernas e de caminhar. Pode surgir, também, o temor de ficar paralítica, uma vez que a agulha é introduzida na espinha.

A desvantagem da peridural e da raquidiana é dificultar a realização da força de expulsão, o que pode ser necessário o uso do fórceps. Isto não ocorre com a anestesia local, realizada na área perineal, mas traz a desvantagem de não aliviar a percepção das contrações finais do trabalho do parto e da expulsão.

Em alguns casos, faz-se necessária a anestesia geral e que leva a parturiente à perda da consciência e, conseqüentemente, ao contato com o bebê logo após a saída do útero e que não lhe permite escutar suas primeiras manifestações na vida aérea.

O maior problema causado por esta anestesia é que o remédio atravessa a barreira placentária produzindo graus variados de depressão fetal. Também se verificou que é mais freqüente a sensação de indiferença materna diante do filho, após a retomada da consciência.

Finalmente temos o parto cesáreo, cuja vivência também é percebida diferentemente entre as parturientes.

Na obstetrícia moderna, a cesariana é indicada e necessária, principalmente se há possibilidade de complicações para mãe e ou para a criança. De qualquer forma, para o feto, a cesariana sempre representa uma forma de violência contra si mesmo. Se realizada sob anestesia geral, há uma quebra intrapsíquica entre a mãe e a criança, o que dificulta o fortalecimento do vínculo entre elas. Quando é possível aplicar a anestesia peridural, que suprime a dor mas conserva a consciência, a mãe pode acolher o bebê no seu primeiro contato com o mundo externo, o que facilita a consolidação da relação vincular.

Há mulheres que insistem na cesárea programada, por temerem que o parto normal deixe a vagina larga ou frouxa prejudicando sua sexualidade. Na verdade, a vagina é suficientemente elástica para dar passagem ao bebê, sem alterar suas dimensões de modo permanente, como também com a episiotomia não ocorre a rotura do períneo.

O impacto de um parto desencadeado de maneira espontânea, sem controle, é outro temor que motiva a atitude materna à extrema passividade que é propiciada pela cesariana, em que o bebê é retirado dela sem sua participação. Essa atitude diante do parto vaginal, principalmente em relação às dores, tem paralelo com a dificuldade de assumir a função maternal de não dar conta do trabalho do parto, como se ainda fosse uma criancinha que precisasse ser poupada.

Para o bebê, a cesárea programada, num momento em que não houve o início do trabalho do parto e quando nada o havia preparado para uma rápida transição para a vida aérea, é percebida como tendo sido arrancado violentamente de seu meio sem que ele e sua mãe tivessem manifestado um sinal biológico ou desejo.

Há de se repensar a cesariana, a pedido ou necessidade, no sentido de humanizar o nascimento do bebê por esta via, para que lhe seja menos traumático e violento, bem como não prejudicar o vínculo que une os pais e ele. Assim, a mãe deve permanecer em comunicação interna com seu filho, dando-lhe sustentação e compreensão do que irá ocorrer. A grande dificuldade é que, neste momento, a mãe também está com muito medo da anestesia, da cirurgia, e o que consegue transmitir para o bebê é um intenso desgaste emocional, o que o fragiliza ainda mais. Em geral, os bebês de cesárea nascem hipotérmicos e tensos.

Para amenizar o sofrimento e o sentimento profundo de ameaça contra sua vida, o bebê deveria ser colocado imediatamente em contato com a mãe, ao sair do útero, para que pudesse manter os referenciais maternos tão conhecidos e amados. Quando isso não for possível, seria ideal o pai acompanhar a equipe nos cuidados de seu filho, falando com ele, uma vez que reconhece sua voz e se reassegura.

Concluindo, se houvesse uma preparação psicológica da gestante, principalmente no terceiro trimestre quando a aproximação do parto é real, a futura mamãe poderia vivenciar e participar mais ativamente deste processo tão emocionalmente intenso, quanto é o nascimento de seu filho, assim como, possibilitar uma tomada de decisão em relação ao tipo de parto com maior consciência e compreensão do que é mais adequado para si e para seu bebê.

Homens, é dificil segurar a ejaculação na hora H para satisfazer sua parceira?

Na maioria dos casos, os tratamentos são centrados em gradualmente treinar e melhorar a habituação mental para o sexo e o desenvolvimento físico de controle de estímulos. Em casos clínicos, vários medicamentos estão sendo usados para ajudar a diminuir a velocidade da ejaculação.
Antidepressivos também tem sido utilizados por muitos homens com EP, e são considerados o tratamento mais efetivo atualmente disponível para esse distúrbio.
Cremes anestésicos locais (como lidocaína) tem se mostrado muito efetivos em testes clínicos e têm sido usados como tratamento para a EP. Seu uso é limitado pelo seu próprio efeito anestésico, que reduz a sensação no pênis e na vagina feminina.
Muitos terapeutas sexuais prescrevem uma série de exercícios para que os homens possam adquirir o controle da ejaculação. O exercício mais comum é o da técnica do "começa-e-pára". O objetivo desta técnica é fazer com que o homem se torne acostumado a manter a ereção por um período prolongado de tempo enquanto gradualmente vai aumentando sua tolerância. Para fazer este exercício, o homem obtém a ereção através de estimulação própria, ou masturbação. Após atingir a ereção, ele pára de se estimular até ele começar a perder sua ereção; neste ponto, ele inicia a se estimular novamente. Gradualmente, depois de um período de várias semanas, ele se tornará hábil de se estimular por períodos maiores de tempo, até atingir o controle da ejaculação. Para que esta técnica tenha sucesso, o homem deve evitar sentimentos desencorajadores caso ele ejacule rapidamente; ao invés disso, ele deve usar suas respostas sexuais para aprender como variar a técnica de um modo que traga mais benefícios a ele.
A parceira do homem tem um papel importante em torná-lo capaz de superar o problema da ejaculação precoce. Sem um suporte emocional, o homem é menos propenso a atingir um nível de relaxamento necessário para sua satisfação sexual. Ambos os parceiros devem comunicar seus sentimentos abertamente e com sensibilidade. O homem deve aprender a satisfazer sua parceira, oralmente ou de outras formas, enquanto o casal trabalha para superar o problema da EP.

pergunta de leitora

Homens, é dificil segurar a ejaculação na hora H para satisfazer sua parceira?

O meu namorado tem ejaculação precoce!
Agente nem muda de posição, pois logo ele goza!
Conforme a intensidade dos meus gemidos, e da forma do vai e vem ele goza! E rapidinho!
Ele diz que a culpa é minha, e que eu quero acabar com ele!
Será que melhoraria se eu não fizesse oral nele antes de tudo?
Por que isso acontece? Será que é desculpa isso de dizer que a culpa é minha pq sou muito boa(de acordo com oque ele diz)?
Ele fica bravo pq não gozo rapido, como ele! Ele quer q eu goze com ele junto, toda vez!Pode?
È dificil segurar a ejaculação? Pq?

25 perguntas sobre ejaculação precoce que você tem vergonha de fazer

Pressa e prazer dificilmente dividem o mesmo lençol. Que o digam os 30% de homens do mundo inteiro que sofrem de ejaculação precoce. De olho neles, a indústria farmacêutica acena com mais uma pílula mágica: a dapoxetina, que está em fase final de avaliação pela FDA (agência que regula drogas e fármacos nos EUA). Se aprovada, essa nova droga, que é um antidepressivo de efeito de curto prazo (pode ser usado três horas antes da relação) poderá se transformar num blockbuster comparável ao Viagra --já que ainda não existe nenhum medicamento exclusivo para a ejaculação precoce.

"A ejaculação precoce é um problema de saúde pública", afirma a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do Estudo da Vida Sexual do Brasileiro, realizado no ano passado pelo Projeto Sexualidade (ProSex), da USP. Na pesquisa, 25,8% dos brasileiros admitiram sofrer de ejaculação precoce. "Isso acaba com a auto-estima do homem e pode se transformar num problema de ereção".

A seguir, o Equilíbrio responde 25 questões depois de consultar urologistas, psicoterapeutas, ginecologistas e sexólogos.

1 - O que é ejaculação precoce?
É quando o homem chega ao ápice da relação --antes, durante ou logo após a penetração-- com o mínimo de estímulo sexual e sem ter desejado. Esse descontrole deve ser persistente, repetitivo e causar sofrimento acentuado ou dificuldade interpessoal. A disfunção sexual é descrita dessa forma no DSM 4, o manual de diagnósticos da Associação Psiquiátrica Americana.

2 - É possível estabelecer um tempo mínimo para atingir o orgasmo?
A sigla IELT (intravaginal ejaculation latency time) --que significa o tempo de permanência do pênis dentro na vagina, desde a entrada até a liberação do sêmen-- aparece em muitas pesquisas sobre o tema. Um estudo publicado em julho deste ano no "Journal of Sexual Medicine" chegou a um IELT médio de 5,4 minutos, depois de avaliar durante um mês a vida sexual de 500 casais de cinco países. Outros pesquisadores afirmam que ejacular antes de um minuto após a penetração é o que caracteriza uma ejaculação precoce. Mas em 1,5 minuto a disfunção seria somente "provável".

Após diversos estudos feitos nos anos 60 em um laboratório em San Francisco, no auge da revolução sexual, a dupla de pesquisadores norte-americanos Willian Masters e Virgínia Johnson, pioneiros da terapia sexual, chegou à conclusão que o ejaculador rápido é o homem que não consegue se controlar por um tempo suficiente para satisfazer sua companheira em pelo menos 50% dos atos sexuais. Se a parceira persistentemente não chega ao orgasmo por outras razões, que não a rapidez do processo, o conceito deixa de ser válido. Alguns anos depois, esse percentual foi elevado para 80%. "A contribuição de Masters e Johnson, em relação às teses do cronômetro, é justamente valorizar o potencial e o prazer da mulher. Porém, o tempo que a mulher leva para atingir orgasmo é muito variável. Até por razões de repressão cultural, a resposta sexual feminina foi sempre mais demorada: por volta de 10 a 15 minutos, segundo inúmeras pesquisas", afirma o urologista Moacir Costa no livro "Quando o Sexo É Mais Rápido que o Prazer" (ed. Prestígio, 152 págs., R$ 24,90), lançado nesta semana durante o 30º Congresso Brasileiro de Urologia, em Brasília.

3 - Existe diferença entre ejaculação rápida e precoce?
Não. São duas definições para o mesmo problema. Em 2002, um consenso internacional de disfunções sexuais realizado pela Issir (Sociedade Internacional para o Estudo da Sexualidade e da Impotência), em Paris, mudou a definição de "precoce" para "rápida". A psiquiatra Carmita Abdo, que participou do consenso, afirma que a mudança serviu para deixar a classificação mais objetiva na língua inglesa. "Em português, o termo precoce continua sendo mais apropriado", diz a psiquiatra.

4 - A mulher pode colaborar com o tratamento?
Claro. A intimidade só ajuda nessas horas. Uma mulher compreensiva e disposta a ajudar é fundamental no sucesso do tratamento. Se o ato sexual for encarado mais como uma troca de afeto e menos como uma corrida pelo orgasmo, as chances de melhorar o prazer aumentam. Mulheres competitivas e dominadoras, no entanto, tendem a agravar a situação.

5 - Existe cura para essa disfunção sexual?
Sim. Atualmente, o problema é tratado com psicoterapia, com farmacoterapia ou com uma combinação das duas. Há dois tipos de ejaculador precoce: o primário, que apresenta a disfunção desde o início da vida sexual, e o secundário, aquele que adquiriu o problema depois de ter tido relações satisfatórias por alguns anos. O tratamento medicamentoso nos casos secundários geralmente é mais eficiente que nos primários. Mas os especialistas afirmam que a combinação entre as duas terapias costuma ter mais sucesso.

6 - É possível tratar a ejaculação precoce com antidepressivos?
Antidepressivos em baixas doses são muito utilizados para tratar esse tipo de disfunção. Segundo o urologista Abraham Morgentaler, a idéia original dessa indicação surgiu depois de analisar um efeito adverso bem conhecido dos antidepressivos: retardar o orgasmo. "Alguém inteligente teve a boa idéia de usar isso para quem tinha orgasmo rápido demais", afirma Morgentaler. Atualmente, são utilizados principalmente os antidepressivos do tipo ISRS (inibidores seletivos de recaptação de serotonina), que apresentam menos efeitos adversos. Segundo a psiquiatra Carmita Abdo, os antidepressivos baixam a ansiedade, condensam as secreções e diminuem excitabilidade. É recomendado o uso combinado com a psicoterapia. O medicamento também contribui para que o paciente crie um vínculo maior com a terapia.

7 - Tomar remédios contra disfunção erétil, como Viagra, tem algum efeito?
Alguns médicos recorrem a esse tipo de medicação como parte do tratamento, principalmente nos chamados pacientes secundários --que passaram a gozar rápido depois de terem experimentado uma vida sexual estável. O mecanismo de ação dessa categoria de medicação (inibidores da enzimafosfodiesterase 5, PDE5) ajuda a relaxar as células musculares lisas e aumentar o fluxo sangüíneo para o pênis. E esse tipo de remédio diminui bastante o intervalo entre uma ereção e segunda --o chamado período refratário. Isso ajudaria a inverter o efeito "bola de neve": uma relação insatisfatória baixa a auto-estima e a confiança do homem, aumentando a ansiedade e a chance de fracasso na próxima relação. "O remédio pode reverter esse ciclo vicioso. pois age diretamente na auto-estima do homem", afirma o urologista Joaquim Claro, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

8 - Qual a origem do problema?
As causas fisiológicas são extremamente raras e controversas, principalmente quando se fala em hipersensibilidade da glande ou alto reflexo ejaculatório. Portanto os fatores emocionais e de condicionamento é que são realmente considerados pelos especialistas. "É como aprender a chutar com a esquerda e a direita", afirma a ginecologista e terapeuta sexual Jaqueline Brendler, presidente da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana. Ela afirma que, durante o "aprendizado sexual", o homem pode acabar se condicionado a gozar rápido. A iniciação sexual também é alvo de discussão. Muitos homens têm suas primeiras transas com prostitutas (que muitas vezes aceleram o ritmo da relação para acabar logo) ou em situações periclitantes (dentro de um carro, na casa dos pais da namorada). "Antigamente, gozar rápido era sinal de virilidade. De meio século para cá, a partir do momento em que a mulher passou a ter seu papel na relação, esse conceito começou a mudar. Os homens passaram a ter de acompanhar o ritmo da parceira e se tornaram mais frágeis, vulneráveis", afirma a psiquiatra Carmita Abdo.

"Existem teorias ainda hipotéticas que apontam para predisposição genética e um distúrbio no receptor 5-HTT [responsável pela reabsorção da molécula de serotonina pelos neurônios]", afirma a psiquiatra. Muitos especialistas acreditam que, além de demonstrar pressa nas preliminares e antecipar a penetração, os "rapidinhos" também apresentam um grau de ansiedade elevado em outros setores da vida. E essa ansiedade é retroalimentada pela ejaculação precoce.

9 - Pensar na conta do banco ou no enterro do cachorro ajuda a retardar a ejaculação?
Não. Para poder desenvolver o autocontrole, o homem tem de se concentrar no sexo e no que está acontecendo com o seu corpo. Identificar os estágios do próprio tesão é o primeiro passo para poder controlar a ejaculação. "Tenho pacientes que falam para a mulher se mexer o mínimo possível e pensam em outra coisa. Mas isso cria uma ansiedade ainda maior para a relação", afirma o urologista Celso Marzano, diretor do Isexp (Instituo Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática). Segundo ele, o tratamento da terapia sexual exercita o autorelaxamento para que seja possível conhecer a própria resposta sexual.

10 - Uma ducha fria antes funciona?
Pode servir como forma de relaxamento, mas não tem efeito direto sobre o problema.

11 - Vale tomar um drinque para relaxar?
A questão é delicada. Como o álcool é depressor do sistema nervoso central, é preciso mais estímulos para chegar ao orgasmo, mas uma dose a mais pode comprometer a ereção e arruinar a noite. Além disso, muitos ejaculadores precoces acabam dependentes do álcool para ter relações sexuais.

12 - Qual o efeito de drogas como maconha ou cocaína?
Como o álcool, elas agem no sistema nervoso central, diminuindo a percepção erótica, e podem retardar a ejaculação nas primeiras vezes. Um erro na dosagem também pode causar a perda da ereção. Além disso, o uso abusivo dessas drogas, principalmente da cocaína, pode levar a uma disfunção erétil, além de causar outros problemas emocionais, físicos e sociais.

13 - A aplicação de gel anestésico no pênis tem efeito?
Não. Nenhum estudo científico com esses produtos mostrou resultado. Além disso, o gel pode inibir o prazer da mulher pela anestesia do clitóris.

14 - Anéis penianos vendidos em sex shops podem ser usados para retardar a ejaculação?
Esse tipo de recurso é altamente desaconselhado pelos especialistas. "Tem muita gente que se machuca com isso. É um perigo. Pode causar edema por vasoconstrição, levar a estreitamento da uretra e causar gangrena do pênis. Deveria ser proibido", afirma o urologista Joaquim Claro, da Unifesp.

15 - Existe algum treino físico para melhorar o controle sobre a ejaculação?
A técnica mais famosa é a chamada "start-stop" (começa-pára). O homem deve se masturbar e interromper os movimentos quando perceber que está prestes a gozar. Deve ficar parado até que sensação premonitória da ejaculação desapareça e depois reiniciar os movimentos. Dessa forma, o homem passa a reconhecer os sinais que antecedem o gozo. Também pode ser feito com a ajuda da parceira. Muitos ejaculadores precoces, no entanto, têm um bom controle no momento da masturbação, mas, na hora da penetração, perdem a cabeça.

Algumas posições da ioga também são úteis. Exercícios de respiração ajudam no relaxamento e no controle emocional, diminuindo os batimentos cardíacos. Há uma exercício próprio para treinar esse tipo de controle chamado "mulabanda", que consiste na contração e relaxamento dos esfíncters. É preciso fazer uma pressão como se a pessoa precisasse muito ir ao banheiro. Isso fortalece os músculos que fecham o ânus e a uretra, importantes no controle da ejaculação.

16 - Segurar a vontade de urinar e controlar o jato de urina pode ajudar?
Saber controlar o jato de urina ajuda a fortalecer a musculatura envolvida no ato sexual, mas não resolve o problema e transar com a bexiga cheia gera apenas desconforto. "Na índia, há uma infinidade de técnicas. Uma delas é entrecortar o jato de urina várias vezes", afirma o professor de ioga e biólogo Anderson Allegro.

17 - Jovens ejaculam mais rápido?
Por conta da falta de experiência, é normal que pessoas mais novas tenham menos controle desenvolvido, um nível maior de ansiedade em relação ao ato e a confiança reduzida quanto ao desempenho sexual. Quando o comportamento se prolonga por dois ou três anos com prática regular (de duas ou três vezes por mês) sem haver melhora na performance, é aconselhável uma avaliação terapêutica.

18 - Existe diferença entre orgasmo e ejaculação para o homem?
Fisiologicamente os dois devem coincidir, mas existem casos em que a ejaculação precede orgasmo e vice-versa. Não são sinônimos: orgasmo é o prazer máximo do ato sexual e ejaculação é a saída de sêmen pela uretra peniana.

19 - Existe alguma posição sexual que favoreça ou não o controle da ejaculação?
Não há uma regra, mas facilita se a relação começar pela posição que seja menos excitante para o homem. Muitos especialistas defendem que a posição "papai mamãe" (o homem sobre a mulher) é a pior para os "rapidinhos" por dois motivos: possibilita contato maior dos corpos e é a posição mais comum, a que o homem já está mais habituado. A necessidade de mudar o "script" também é fundamental no trabalho de descondicionamento sexual. A mulher por cima, deixando os movimentos somente com o parceiro, é uma das primeiras indicadas nas terapias sexuais.

20 - É possível fazer uma cirurgia para diminuir a sensibilidade do pênis?
Essa prática é totalmente condenada pela Sociedade Brasileira de Urologia. Não existe nenhuma comprovação científica dos resultados desse tipo de cirurgia. Chamada de neurotomia, consiste na secção e/ ou cauterização dos nervos penianos. O objetivo é reduzir a sensibilidade da glande como forma de controle da ejaculação, mas pode levar a um quadro parcial ou definitivo de falhas de ereção, dependendo da extensão da lesão nervosa.

21 - Injeções no pênis para melhorar a ereção são recomendadas?
Não. Algumas clínicas vendem a idéia falsa de que injeções de substâncias como a protaglandina e papaverina, aplicadas diretamente no pênis, podem resolver o problema da ejaculação rápida. "Não confie em nenhuma dessas soluções rápidas e milagrosas", afirma o urologista Moacir Costa.

22 - A ejaculação representa o fim da relação sexual?
"Para os inteligentes, não", afirma a ginecologista Jaqueline Brendler. "Mesmo depois da ejaculação, se o movimento sexual continuar, a mulher pode chegar ao orgasmo em questões de segundos."

23 - O uso de preservativos ajuda ou atrapalha?
É relativo. Alguns ejaculadores precoces acreditam que a camisinha diminui a sensibilidade e, dessa forma, dá mais chances de segurar os impulsos --há quem use dois preservativos. Outros acham que a parada para a colocação do preservativo é o que atrapalha. Na pesquisa com 500 casais citada na primeira pergunta, o uso ou não de preservativos não teve influência nos resultados do tempo de permanência intravaginal sem ejacular.

24 - Existe relação entre diabetes e ejaculação precoce?
Não. Após muitos anos de doença sem tratamento adequado, diabéticos podem apresentar comprometimento da enervação peniana, que interfere no mecanismo de ereção.

25 - Se masturbar antes de sair com a garota resolve?
Essa técnica é muito difundida entre os "rapidinhos", principalmente entre os mais jovens --já virou até cena de filme de Hollywood, na comédia "Quem vai ficar com Mary?", dos irmãos Farrelly. A idéia de acalmar os ânimos antes do encontro pode ter algum sucesso momentaneamente, mas pode levar para um agravamento do quadro. Deve ser encarada somente como paliativo.

Sexo prolongado: 11 dicas para ignorar o orgasmo e fazer amor por horas

Uma leitora reclama que seu parceiro não aguenta muito tempo de penetração. Um leitor escreve relatando que, se está muito excitado, não consegue segurar a ejaculação e depois, enfraquecido, prolonga o sexo como dá. Ambos se surpreendem com a idéia do homem não ejacular e guardar energia para a próxima noite. Foi por isso que resolvi reunir algumas sugestões para ajudar a mudar esse cenário. Não quero, contudo, criticar a famosa rapidinha ou o sexo cotidiano de 1 hora, apenas descrever outra possibilidade.

Antes, alguns esclarecimentos. Quando falo “sexo prolongado”, tenho em mente um casal que fica mais de 3 horas transando – com breves interrupções para carinho, conversa, hidratação e alimentação – sem contar preliminares como jantar e dança. Nada demais, mas recentemente descobri que não é uma experiência presente em todas as camas.

Por “ignorar o orgasmo”, me refiro a transar sem dar nenhuma importância ao orgasmo e continuar mesmo depois de gozar. Como isso é raridade no universo masculino (mesmo para quem consegue, a potência é bastante reduzida na segunda vez), recomenda-se que o homem evite ejacular, enquanto as mulheres ficam liberadas para gozar o quanto quiserem.

Ao montar a lista, evitei dicas óbvias como “façam alguma atividade física” (claro, é muito melhor se ambos praticam algum esporte, dança, ioga ou arte marcial), “alternem lugares e posições sexuais” (maravilhoso se usarem a bancada do escritório, a mesa da cozinha, a escada do prédio, de quatro, de ladinho, em pé) ou “usem várias camisinhas” (espero que meus leitores já sejam mestres na arte de espalhar camisinhas pelo chão).

Muitas sugestões são direcionadas aos homens pois nunca encontrei uma mulher que não estivesse pronta para mais de 3 horas de sexo irrestrito. Além das dicas que se aplicam a ambos, deixei uma sugestão de jogo para as meninas que desejam enlouquecer a mente de seus parceiros. Dividi em “Antes” e “Durante”. Para “Depois” indico uma promoção perfeita para quem, como eu, deseja trocar o apê por um bangalô.

Por fim, não confundam: nada disso é sexo tântrico. Tantra é outra coisa.

ANTES…

1. Não ejacule por 2 ou 3 dias

Duas constatações do homem que observa seu funcionamento sexual: a ejaculação desperdiça energia vital, diminui a qualidade da ereção e o desejo de atravessar e penetrar sua mulher. Se você respeita sua mulher, fique 3 dias sem ejacular antes de encontrá-la. Naquele fim de semana em que vocês não se desgrudam, deixe para ejacular apenas no fim do domingo, ou melhor, não ejacule e inicie a semana com 100% de vigor. Ejacular deve ser um ato consciente e não uma necessidade. Para aguentar mais de 3 horas de sexo, direcione a energia acumulada e mantenha potência total até levar sua mulher à exaustão. Ainda assim, você tem a liberdade de não ejacular, o que muitas vezes acontece simplesmente porque ela, depois de gozar várias vezes, acaba dormindo.

2. Sente-se imóvel em silêncio

Para não reagir ao impulso de gozar e aprender a ficar presente, sem cair em pensamentos e emoções autocentradas que tensionam nosso corpo (o que só aumenta nossa necessidade de ejacular para liberar o stress), existe o milenar método da meditação. É bastante simples: sente-se e fique imóvel em silêncio por uns 15 minutos. Observe como nossa mente é arrastada por vários pensamentos e como a energia de nosso corpo oscila. Com a prática, você treina liberdade frente aos impulsos, estabiliza a energia e intensifica sua presença no mundo, algo que aprofundará o prazer na cama.

3. Aja como se já estivesse na cama

O melhor jeito de fazer sexo sem fim é não colocar um começo. Antes do beijo, longe da cama, eles se movem como se já estivessem deitados transpirando a noite. Ou seja, fazem amor com todas as coisas ao redor, deliciam-se com o vinho, piscam de prazer. Ele toca nas coisas como se estivesse tocando nela: com firmeza e delicadeza, sabendo o que está fazendo e para onde vai, mas sem pressa alguma de chegar. Ela abre o sorriso como se estivesse tirando a saia. Então, quando ele começa a penetrá-la, ambos tem a certeza de que aquilo já estava acontecendo. Aí o difícil é descobrir como terminar aquilo que nunca começou.

4. Se não estiver disposta(o), nem comece

Não temos a obrigação de finalizar uma noite quase perfeita com sexo. Se chegamos cansados, é melhor dormir do que fazer um sexo displicente, sem vigor, apático. Se a mulher está animada, o homem pode tomar um banho gelado para ficar no ponto (acredite, fazemos isso). Se é o homem que está pronto, a mulher pode se deixar levar até ficar excitada e pedir pela penetração. No entanto, nem sempre isso acontece naturalmente – e se há esforço, é melhor deixar para depois. O ponto é não aceitar nada menos do que um sexo vigoroso, atento, com total presença de ambos.

DURANTE…

5. Respire profundamente e absorva o outro

Enquanto algumas mulheres fazem uma respiração pulmonar, superficial, agitada durante o sexo, muitos homens não sabem que soltar a barriga é um dos melhores modos de prorrogar a ejaculação. Sem vergonha, ambos podem perder a pose e respirar profundamente pelo abdômen durante o sexo. A contração usual da barriga deve ser transferida para os músculos pélvicos. Em vez de reter, meter. Aceitação sem filtros, a respiração é nosso grande convite ao outro e à vida: “Traga o que quiser, venha como vier: eu vou te abocanhar, engolfar e absorver tudo até te devolver, completamente transformada, a si mesma”.

6. Não tente controlar o orgasmo

Com a prática da respiração consciente, descobrimos que podemos nos movimentar freneticamente como animais e, ao mesmo tempo, respirar lentamente como deuses. Tal estabilidade gera o destemor que precisamos para chamar o mais intenso prazer. Avançar até o orgasmo em vez de evitá-lo. Para não ejacular, não fique se controlando. Quando você coloca um limite, todos os estímulos se tornam perturbadores e o empurram ao orgasmo. Nas preliminares, faça o teste das cócegas: se uma leve carícia, na axila ou na cintura, o fizer tremer como uma criança, respire e aprofunde sua entrega sensorial. O mesmo vale para as mulheres.

O caminho é inverso: vá até o fim, relaxe, se solte, permita que o prazer aumente em vez de impedi-lo e travá-lo. Para homens: quando sentir que for gozar, pare um pouco, troque de posição e continue até adquirir confiança para ultrapassar o ponto no qual você estava acostumado a se desesperar. Para mulheres: veja se gosta de segurar por muito tempo ou, se isso a distanciar do orgasmo, goze várias vezes enquanto ele treina não ejacular.

Para o casal, eis o processo rumo a níveis mais profundos de prazer: onde antes tremíamos em uma experiência de pico, agora repousamos em um céu de gozo sem origem, fim, eu, outro, dentro ou fora. O pico do prazer, se quiser ser considerado orgasmo, terá de ser cada vez mais arrebatador para conseguir nos fazer cair, desfalecer, estremecer.

7. Proponha o jogo da ereção constante

Se hoje gozamos facilmente, é porque ainda não entendemos o jogo. Caso contrário, não trocaríamos horas de prazer revitalizador por horas de cansaço sonolento. Faríamos de tudo para evitar que o orgasmo acabe com a brincadeira. Pois bem, para reconhecer um jogo, invente e simule-o até perceber que ele sempre esteve ali. Quando seu marido chegar em casa, diga que você não o deixará descansar por 3 horas seguidas. Então use mãos, peitos, lábios e pés para sustentar a ereção dele nos intervalos entre uma penetração e outra. A idéia é que ele não caia por nem um minuto.

Depois de meia hora, se você der sorte, ele terá ultrapassado vários picos de prazer e estará em uma condição livre, imperturbável. Nada no mundo consegue chacoalhar um homem assim – presente, lúcido, desperto. Acredite, você vai ter de implorar para ele gozar. Talvez você se coloque de joelhos, não por prazer, mas por cansaço: para fazê-lo parar. ;-)

8. Abuse do K-Y

Quando o casal descobre a diversão escondida logo depois das primeiras tentativas que o orgasmo faz para nos tirar do jogo, ou quando explora a diversão escondida logo atrás, entra em cena o famoso K-Y. Já que a lubrificação natural não dá conta de 5 horas de penetração, algum homem bom de cama sentiu necessidade de inventar uma substância parecida com as secreções de prazer que soltamos naturalmente. Tenho certeza que o primeiro slogan do produto foi: “K-Y: porque a lubrificação acaba, mas o amor não” (isso é uma brincadeira, mas ficaria feliz se essa frase fosse utilizada em uma campanha). Falando nisso, deixei um link abaixo para você aprender a usar seu K-Y de outro modo.

9. Faça intervalos

Junto com a diversão, podem surgir alguns problemas. Eu mesmo já passei mal, vi cores no escuro do quarto, alucinei e quase desmaiei durante uma noite dessas. Como nossa mente não é estável, brincar com a energia sexual nem sempre é saudável. Para evitar ocorrências do tipo, recomendo intervalos regulares para tomar água e comer frutas ou castanhas. Algo leve. Você pode tentar aproveitar o tempo para ficar um pouco longe dela, mas não vai adiantar: “Amor, traz chocolate?”.

10. Saiba brochar

Todo mês, em qualquer banca de revistas, temos acesso a 181 técnicas (sempre inéditas!) para produzir super orgasmos múltiplos de 10 minutos em sua mulher. Desconfio que isso vem trazendo um pouco de ansiedade para nossa mente masculina. Nada que não seja simples de superar. Lembre-se que não temos responsabilidade alguma sobre o prazer das mulheres. Não há problema algum em falhar por completo. Desculpas e justificativas são desnecessárias.

Anote aí sua frase de redenção: o orgasmo é a coisa mais brochante do mundo! Demorou para abrir a camisinha, a boca dela não colaborou, o cansaço se impôs, a mente ficou confusa… Tudo isso pode ser rapidamente revertido, mas é muito difícil se levantar depois de ejacular. Para se recuperar de uma brochada, basta reconhecê-la e não tentar se livrar da situação desconfortável. Jogue a camisinha no chão, desista de tentar, aceite a derrota e sorria. Se não fizer isso, aí sim cairá em uma brochada clássica irremediável. Se, ao contrário, rir e se soltar, de repente suas mãos estarão passeando no corpo dela e a situação toda se levantará de novo.

11. Durante o prazer intenso, foque o outro

É muito comum encontrarmos mulheres e homens que, para gozar, se concentram em suas próprias sensações e até fecham os olhos, enclausurados, contraídos, como adolescentes em seus primeiros orgasmos. Para evitar que o sexo se transforme em uma masturbação a dois, o caminho é o inverso. Quando estiver se perdendo dentro de si mesmo, direcione seu olhar ao outro, ofereça seu prazer, mergulhe, solte, arranhe seu homem, enfie, enterre, meta com mais força em sua mulher. Só gozamos quando estamos distraídos acompanhando nossas sensações.

Diante de nossa experiência sensorial e subjetiva, temos duas opções: reprimir e controlar ou ceder e gozar. Ambas acabam com o prazer. A verdadeira saída da prisão adolescente está diante de nossos olhos: a experiência sensorial e subjetiva do outro. Ficamos presentes e abertos ao prazer na medida em que adentramos nosso parceiro e nos liberamos do autocentramento. É possível respirar o outro para dentro, fazer sua energia circular em nosso corpo e, simultaneamente, penetrar o outro e sentir por dentro e para além dele. Em uma posição, estremecemos e enlouquecemos (choramos e sorrimos) quando somos possuídos. Em outra, avançamos furiosos quando atravessamos e rendemos o outro.

A fúria mansa masculina e a doce loucura feminina nos levam para além do orgasmo. É esse o verdadeiro prazer (inseparável do que chamamos de amor): ficar presente, sentindo tudo, completamente aberto. Se o homem se abre para as sensações da mulher, a ereção não oscila. Se a mulher se abre para a potência que vem dele, ela se sente penetrada para além do corpo. Só esse gozo é capaz de realmente satisfazê-la.

DEPOIS… Promoção “K-Y® leva você ao paraíso”

Você, mulher, pode comprar um K-Y Warming e deixar na gaveta dele com um bilhetinho: “Normalmente eu não preciso, mas depois de 3 horas talvez isso seja interessante”.

Você, homem, pode enganá-la: comprar um K-Y para massagem, prometer uma hora inteira de massagem e interrompê-la quando a região glútea estiver plenamente lubrificada, if you know what I mean…

Depois da diversão, pegue a embalagem do K-Y e use-a para concorrer a uma viagem ao Tahiti!

O prêmio: uma semana no Tahiti com todas as despesas pagas (passagem, translados, hospedagem e alimentação).

Como participar: basta comprar qualquer um ou mais itens da linha KY®, acessar www.melevaaoparaiso.com.br, informar os 6 último dígitos do código de barras e o número do lote do produto comprado. Ah, guarde a embalagem pois, se vencer, será necessário apresentá-la.

O site é destinado às mulheres, mas homens também podem participar e (quem sabe) surpreender suas parceiras com uma viagem. Eu já estou concorrendo.

Na área “Crie um convite”, dá para jogar dados eróticos e enviar a ação desejada para seu parceiro. As opções são meio caretas, mas fiz minha parte: enviei “Mordiscar” / “Peito” convidando para continuar a brincadeira com os dados que tenho na gaveta do quarto. Achava boba essa brincadeira até o dia em que encontrei dados com verbos e partes do corpo mais interessantes. ;-)

Se você ganhar, faça-me um favor: tire uma foto de casal em um bangalô (sou fascinado por bangalôs e também por casais felizes) e envie para eu atualizar esse post. Obrigado

ADOLESCENTE E A SEXUALIDADE

O desafio de falar sobre sexualidade num ambiente onde predominam os dogmatismos e, em muitos casos, o tema é tabu, fez parte do desafio de ateliê promovido pela Pastoral Juvenil do Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI) sobre Responsabilidade Sexual e HIV/Aids.

O tema não ocupa um lugar marcante na escala de prioridade de autoridades civis e eclesiásticas da Colômbia. A busca de uma linguagem comum que tivesse impacto, mas não afetasse a sensibilidade dos jovens comprometidos com suas igrejas, significou um grande esforço por parte de seus organizadores.

A experiência de tocar o interior dos jovens com a garantia da confidencialidade e o respeito pelos diferentes pontos de vista marcou um intercâmbio fraterno de opiniões e inquietudes, edificante, que motivou o desejo de prosseguir com o processo.

A Pastoral Juvenil do CLAI, sob a coordenação nacional de Nelson Celis Angel, elaborou plano de atividades concretas que darão continuidade ao tema tão sensível.

O ateliê, que teve lugar na Igreja Menonita de Teusaquillo, Bogotá, cumpriu o objetivo proposto de promover atitudes de liderança e compromisso frente à responsabilidade sexual e o HIV/Aids, bem como a capacitação necessária para o apoio a pessoas que convivem com o vírus.

Entre os temas abordados estiveram: Direitos sexuais e reprodutivos, Educação para a sexualidade Prevenção do HIV/AIDS e determinantes sociais O papel das comunidades baseadas na fé e HIV: mobilização no contexto global, regional e local.



.Barack Obama é o Anti-Cristo?
A imprensa internacional chegou a afirmar que Barack Obama não estaria tomando posse da presidência Leia mais...


Barack Obama é o Anti-Cristo?


A imprensa internacional chegou a afirmar que Barack Obama não estaria tomando posse da presidência dos Estados Unidos, mas assumindo a presidência do mundo, e o que passou a se ver é uma verdadeira idolatria, segundo fontes leigas.
Isso porque foram colocadas nele a esperança de uma “Nova Era”, como se ele pudesse tomar medidas para conter a crise econômica mundial, bem como resolver o conflito no Oriente Médio entre árabes e israelenses, já que sua ascendência, incluindo o seu nome mulçumano, possibilitariam que a imagem norte-americana do “grande Satã” pudesse ser transformada em um aliado que fará pressão para que Israel negocie a paz abrindo mão dos territórios, ocupados militarmente, para ser criado definitivamente o Estado Palestino com a futura divisão da cidade de Jerusalém.

Assessores políticos de Barack Obama, anti-israelitas declarados, Zbigniew Brzezinski e Robert Malley, abriram negociações com a Síria e com o Irã, durante a campanha política pré-eleições, segundo o artigo publicado no “Jerusalem Post” – Coluna UM, por Caroline Glick, no último mês de dezembro. O artigo alerta aos israelenses sobre os perigos que a eleição de Barack Obama irá trazer a Israel e aos judeus de todo o mundo, mencionando também informações do “The Washington Post” nessa mesma direção.

No discurso de posse, Barack Obama mencionou por três vezes a intensão de aproximação com o mundo islâmico, o que o tornaria conhecido como o “príncipe da paz” para o mundo, bem como o “salvador do mundo”, ao diminuir os efeitos da crise econômica global ao criar mecanismos de controle do déficit norte-americano e diminuir as perdas nas bolsas de valores em todo o mundo.

Alguns mais atentos não vão entrar nessa euforia mundial, enquanto outros vão desconfiar das propagandas de um “Cristo de uma nova era”, que biblicamente conhecemos como a pessoa do anti-Cristo.

Será Barack Obama o anti-Cristo? Não, apesar de haver pontos coincidentes.

O anti-Cristo descrito nas profecias é um homem que “virá caladamente e tomará o reino com intrigas” (Daniel 11.21). Ou seja, tem uma identidade camuflada, apesar de ser um grande líder mundial.

Ele também fará parte da aliança árabe-israelense que determinará a troca de terras ocupadas militarmente por Israel por “paz e segurança” por um período de sete anos (Daniel 9.27), após as resoluções de uma Conferência Internacional com os estrangeiros tirando os bens de Israel e lançando sortes sobre Jerusalém (Obadias 11 a 14), para dividi-la entre o Estado de Israel e o futuro Estado Palestino.

O anti-Cristo será o mediador do plano de paz, mas não a figura principal, vindo caladamente, pois somente na metade da aliança de sete anos é que se manifestará rompendo o acordo e tomando o reino com intrigas (Daniel 9.27), exigindo adoração e culto de todas as nações e destruindo o seu próprio povo israelense (Isaías 14.20) que vai recusar essa adoração por esperar o verdadeiro Messias (Daniel 11.32 a 34 Zacarias 12.10 Lucas 21. 12 a 24).

Assim o anti-Cristo não será descendente mulçulmano, como Barack Obama, mas será um descendente de Israel que se apresentará para ser adorado no futuro Templo reconstruído em Jerusalém (2ª Tessalonicenses 2. 4, Mateus 24.15), que depois perseguirá o seu próprio povo (Apocalipse 12. 1 a 6 e 13 a 18), que reconhecerá o verdadeiro Messias, Jesus, e recusando adorar o falso Cristo.

O anti-Cristo de ascendência judaica, embora vindo caladamente e sem o reconhecimento internacional que se trata de um descendente judeu, não será um norte-americano, mas será o décimo-primeiro rei do Império Romano restaurado (Daniel 7. 23 a 25). Ou seja, um líder europeu que tomará o reino com intriga ao derrubar três outros reis do mesmo reino, como atualmente vemos a Europa estar caminhando para uma Constituição Européia em detrimento das constituições nacionais, após a assinatura do Tratado de Lisboa, e quer definir eleitoralmente o primeiro Presidente do Conselho Europeu em 2009 não com todos os países que estão se unindo economicamente na “Zona do Euro”, mas uma união política, com quatro dentre os dez “dedos de ferro e barros” (Daniel 2.40 a 44) atualmente estarem determinando o futuro da União Européia, a saber, Alemanha, França, Itália e Grã-Bretanha, três dos quais cairão diante do anti-Cristo (Daniel 7.24).

Barack Obama é uma esperança para o mundo e poderá ter grandes realizações para que o verdadeiro anti-Cristo esteja caminhando paralelamente e caladamente até tomar o reino com intrigas e submeter todos os povos ao seu domínio (Apocalipse 13.7 e 8).

À Igreja cabe discernir que muitos anti-Cristos têm surgido na última hora (1ª João 2.18), alguns com sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos (Mateus 24.24).

É tempo da Igreja proclamar que a única salvação está no nome de Jesus e não há salvação em nenhum outro (Atos 4.12), nem em Barack Obama ou qualquer outro líder mundial.

Que Deus nos dê sabedoria e entendimento.

Noite Prazerosa.

A noite chega fria e calada mas no fundo ouço algo tocar tao baixo que pus a ouvir atentamente aquele zummmm.Sai da sala e me pús a procurar era meu celular.
-Alo! Oi como vai?
-Muito bem e você?-Também.
Ficou tão surpresa em ouvir a voz de alguém,que não via há tempo devido algum desentendimento que ouve,fingiu ser indiferente na hora,mas entre suas pernas sentiu algo quente no mesmo tempo que lembrou das noite de que tiveram de prazer,nisso sua voz ficou suave e delicada a ponto de pedir se fosse possível ele varar aquele momento pela linha telefônica, para possuí-la póis era berrante aquele vontade louca de gozar naquele pau,moreno e grosso a fragilidade do prazer era tão grande que por pouco não tira do sério,diante da situação.
Desfaçando pergunta-lhe sobre estudo e trabalho sem muito assunto pra conversar o rapaz diz que precisa dormir.
-Boa noite.
-Para você também .
Segundos depois o celular toca era ele novamente indo direto ao assunto: - O que você você faz ( gagueja )? Eu nada apenas teclando .Humm! Posso ir aí te ver....
Ela ficou silenciosar....
-Pode.
-Ok.Não demoro.
Nisso Tereza sai para o banheiro e toma um delicioso banho com ervas afrodízicas,entre um passada e outra da mão entre suas curvas eleva um pequeno prazer que gostaria de ter a horas seguinte,suas mãos entre laçasdas sob as nádegas forte e firme deslizante com sabão de maçã formato de coração tão detalhado aquele desenho que imagina acarícia-lo em baixo do chuveiro sobre seu clitóris,deslizante pra cima e para baixo cada pincelada era um pulso de prazer tão forte que só imaginava Bob, fazendo aquilo do mesmo jeito
apertava aquele pequeno seios com o mamilo duro e suas pernas bambas de sentir repetidamente várias sensações de gozo é tão exitante esse momento que não aguenta e gozar silenciosamente com o barulho do chuveiro e dá um respiro suspirante.
Pouco depois...