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domingo, 10 de abril de 2011
OS TIPOS DE TEXTO
sábado, 27 de março de 2010
Notas Musicais e Escalas
Você deve ter aprendido, algum dia de sua vida, que as notas musicais são 7: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si. Certo? Errado... Na verdade, esta é a escala musical convencional, utilizada como conceito básico - menos para estudantes de música.
Uso para explicar as Notas Musicais a imagem de um teclado - por ser mais fácil de visualizar. Se você lembrar, verá que um piano tem teclas brancas e pretas. As teclas brancas ficam lado a lado, e as pretas, menores, ficam entre as brancas. Mas você deve se lembrar que existem espaços entre as brancas, não?
Veja o esquema abaixo (imagine que isto é um teclado...):
Antes, um conceito internacional - usamos símbolos para as notas musicais:
Dó = C; Ré = D; Mi = E; Fá = F; Sol = G; Lá = A; Si = B
Então, temos no nosso "teclado" as teclas para Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si, que são as brancas. E as pretas? É que, de uma TECLA para outra, independentemente da cor (ou seja, da esquerda para a direita: branca, preta, branca, preta, branca, branca, etc...) tem-se 1/2 tom (ou semi-tom) de diferença. Algumas NOTAS tem entre si 1 tom de diferença , e outras, 1/2 tom (semi-tom).
Veja no teclado: do C para o D, temos 2 semi-tons (uma preta, uma branca); já do E para o F, 1 semi-tom (uma branca). E AS PRETAS??????? As teclas pretas, no teclado, são os sustenidos (#) ou bemóis (b).
Os sustenidos (#) são usados para aumentar a nota em um semi-tom.
Os bemóis (b) são usados para diminuir a nota em um semi-tom.
De volta ao teclado, as teclas pretas seriam:
1=C# ou Db; 2=D# ou Eb; 3=F# ou Gb; 4=G# ou Ab; 5=A ou Bb.
Pô...e na guitarra? Nos instrumentos de corda com braço e trastes (violão, guitarra, baixo, cavaquinho...) os semi-tons são marcados pelos trastes. Assim, as teclas do nosso tecladinho são correspondentes às casas da guitarra.
E as Notas Musicais, então, são 12: C, C#(ou Dd), D, D#(ou Eb), E, F, F#(ou Gb), G, G#(ou Ab), A, A#(ou Bb) e B.
Já deu pra notar que o sustenido e o bemol só servem prá confundir, não? O nome muda, mas a nota tocada é a mesma. É que a teoria era muito simples, então alguém inventou os dois prá brincar um pouco...
O braço do seu instrumento, como já vimos, é dividido em semi-tons pelos trastes. Logo, sabendo o nome das cordas soltas, podemos determinar todas as notas no braço, basta tocar a corda solta e ir ditando a seguinte e assim por diante. ex:
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
e||-F--|-F#-|-G--|-G#-|-A--|-A#-|-B--|-C--|-C#-|-D--|-D#-|-E--| fina
Note que as notas se repetem da mesma maneira após o 12o. traste. Aliás, as notas do 12o. traste são as mesmas das cordas soltas. Chegamos a 2 conclusões: a boa é que você só tem que decorar as notas até o 11o. traste, porque o resto é igual; a ruim é que você TEM QUE DECORAR as notas até o 11o. traste... Mas isso não será tão difícil - esta é a minha intenção - seguindo nossos artigos.
Fonte: Desconhecido
o que é um acorde musical?
Teoria Musical - Acordes e Cifras
A música é, sem dúvida, uma das mais interessantes e criativas manifestações do espírito humano. Apesar das diferenças entre uma filarmônica e um show de rock, ambos tem a mesma base: a escala musical. Além da beleza das músicas que pode produzir, a seqüência dó, ré, mí, fá, sol, lá, sí, dó guarda dentro de si as relações matemáticas, associadas ao som correspondente a cada nota musical.
O som é produzido por objetos em vibração como, por exemplo as hastes de um diapasão, o diafragma de um alto-falante ou ainda uma corda esticada e depois dedilhada. Ela vibra e produz um som. Mas nem sempre o que nós ouvimos pode ser considerado um som, ele pode ser assim dividido:
- Som é o resultado de uma freqüência constante, ou seja, uma vibração regular.
- Ruído é o resultado de uma freqüência não constante, ou seja, irregular.
A percepção que nossos ouvidos têm desse som depende do número de vibrações por segundo. Para melhor demonstrar isso, tomaremos um violão! A nota é diferenciada pelo número de vibrações da corda. A esse número de vibrações damos o nome de freqüência ou tom. A escala musical correspondente, na realidade, a um conjunto de freqüências que identificam as diversas notas musicais. Concluindo, todo e qualquer barulho é uma nota, e sua classificação dependerá do número de vibrações.
Vamos considerar, como ponto de partida, a nota produzida por uma corda que vibre 256 vezes por segundo e chamá-la de dó. A experiência mostra que se cortarmos a corda ao meio ela passará a vibrar duas vezes mais depressa e a nota produzida também será um dó, porém com a freqüência de 512 vibrações por segundo, ou seja uma oitava mais alta. O intervalo entre dois dós consecutivos contém as outras notas musicais. A esse conjunto de notas de dó a dó chama-se escala musical. Assim, é fácil perceber que temos várias escalas musicais que se diferenciam por tons mais graves e agudos.
Sabe-se que o ouvido humano é sensível a sons emitidos com a freqüência entre 16 e 20.000 vibrações por segundo. A tabela abaixo mostra o número de freqüências de notas musicais audíveis nesse intervalo. É interessante notar que:
- Cada linha da tabela corresponde a uma escala musical. Observe que uma nota qualquer de uma escala repete-se oito notas adiante, por esse motivo uma nota de uma determinada escala é chamada oitava da mesma nota na escala anterior.
- Cada coluna da tabela contém um número de oitavas. Note que as freqüências das oitavas de uma determinada nota musical formam uma progressão geométrica de razão 2.
Dó | Ré | Mí | Fá | Sol | Lá | Sí |
16 | 18 | 20 | 21,3 | 24 | 26,7 | 30 |
32 | 36 | 40 | 42,6 | 48 | 53,4 | 60 |
64 | 72 | 80 | 85,2 | 96 | 106,8 | 120 |
128 | 144 | 160 | 170,5 | 192 | 213,5 | 240 |
256 | 288 | 320 | 341 | 384 | 427 | 480 |
512 | 576 | 640 | 682 | 768 | 854 | 960 |
1.024 | 1.152 | 1.280 | 1.364 | 1.536 | 1.708 | 1.920 |
2.048 | 2.304 | 2.560 | 2.728 | 3.072 | 3.416 | 3.840 |
4.096 | 4.608 | 5.120 | 5.456 | 6.144 | 6.832 | 7.680 |
8.192 | 9.216 | 10.240 | 10.912 | 12.288 | 13.664 | 15.360 |
16.384 | 18.432 |
Qualidades do som
Altura é a qualidade que nos permite classificar os sons em agudos(altos) e baixo(graves).
Graves com a freqüência menor, mais "grossa", como a voz masculina.
Agudos com a freqüência maior, mais "fina", como a voz feminina.
Intensidade é a qualidade que nos permite um som forte de outro mais fraco, ou que podemos chamar de "volume".
Forte de amplitude maior, como o ronco da motocicleta.
Fraco de amplitude menor, como zumbido de um inseto.
Timbre é a qualidade que nos permite distinguir os sons de mesma altura e de mesma intensidade, mas emitidos por fontes distintas.
Música = Arte científica de combinar os sons de modo agradável ao ouvido, obedecendo aos critérios do ritmo, melodia e harmonia.
Rítimo = São movimentos em tempos fracos e fortes com intervalos regulares. O rítimo faz a música andar.
Melodia = Sucessão rítmica, ascendente ou descendente de sons simples, a intervalos diferentes e que encerram certo sentido musical. A melodia faz a música ter vida.
Harmonia = São notas diferentes executadas juntas em conformidade ou em harmonia entre si formando uma cossonância lógica. Sua função é dar vida a música.
Em síntese, a música é feita pela execução de acordes diferentes, mas que tenham coerência entre elas.
Os Acordes
Antes de tudo, quero deixar uma coisa bem definida: Nota é diferente de Acorde pois:
Nota = É a menor divisão de um acorde, ou seja qualquer barulho é uma nota.
As notas, por sua vez, estão contidas dentro de uma série de oito notas musicais mais conhecida como "escala cromática" com intervalos de tom e semitons entre uma nota e outra, começando e terminando com a mesma nota, Ex.: Dó, Ré, Mí, Fá, Sol, Lá, Sí,Dó.
Acorde = É a união de várias notas, em harmonia, formando assim um único som.
Os acordes podem ser classificados em:
- Maiores = São as notas puras, sem nenhuma distorção ou mistura com outras notas, ex.: C, D, E, F, G...
- Menores = É a união de três tons e um semitom.
- Sustenido = Faz com que a nota seja enviada seja elevada meio tom. C#m, G#, F#m, etc...
- Bemol = Faz com que a nota seja abaixada meio tom, ex.: Bb, Ab, etc...
- Dissonantes = É uma nota que causa uma dissonância e produz uma distorção e não condiz com o real absoluto, deixando o iniciante confuso e ao iniciante fascinado! ex.: A4, B5+, etc...
- Consonantes = São notas que se misturam à outras, ex.: C/G, G/F, etc....
- Tom = É a distância entre dois tons, ex.: C-D,F-G, etc...
- Semitom = É a menor distância entre dois tons, ex.:C-C#, D-D#, etc...
Para que todo o mundo falasse a mesma linguagem na música, foi desenvolvido um sistema, que consiste em representar as notas e os acordes pelas letras do nosso alfabeto, em qualquer parte do mundo a representação será a mesma. O gráfico mostra o acorde(acima) e a nomenclatura(abaixo).
Dó | Ré | Mí | Fá | Sol | Lá | Sí |
C | D | E | F | G | A | B |
Formação de acordes
Os acordes são formadas pela parte melódica e pelo baixo.
- Melodia parte do acorde formada pela união de graus como veremos a seguir.
- Baixo parte do acorde cuja função é de dar "peso" na música.
Notas | C | D | E | F | G | A | B |
Graus | 1ª | 2ª | 3ª | 4ª | 5ª | 6ª | 7ª |
Sendo assim, montaremos o acorde de Dó como exemplo. Todo acorde é formado pelos 1a, 3a e 5a graus, ou seja, Dó é formado por C, E e G, e todas os outros acordes são formados da mesma maneira.
Portanto guarde estes números: 3 e 7. Estes números são da 3ª e da 7ª de todo e qualquer acorde. Terça maior para acordes maiores; terça menor para acordes menores, sétima maior para acordes maiores e sétima menor para acordes menores. Veja a seguinte progressão harmônica:
C7M | F7M | Em7 | Am7 | Dm7 | G7 | C7M |
C-E-G-B | F-A-C-E | E-G-B-D | A-C-E-G | D-F-A-C | G-B-D-F | C-E-G-B |
Observe nos três últimos compassos do exemplo acima: (Dm7,G7,C7M). A 3ª nota do acorde de Dm7 (F) torna-se a sétima do acorde de G7. A 3ª nota do acorde de G7 (B) torna-se a sétima do acorde de C7M. Daí a regra: Três vira sete e sete vira três, e assim por diante.
Dissonantes
Dissonantes são acordes com alteração de graus na sua formação, são elas que dão o brilho na música. Os acordes são formados através dos 1o, 3o e 5o graus da escala, e agora veremos que todos os graus presentes entre eles são considerados dissonantes.
Vamos a escala de C(dó).
Notas | C | D | E | F | G | A | B |
Graus | 1ª | 2ª | 3ª | 4ª | 5ª | 6ª | 7ª |
Ou seja, o acorde de C é formado pelos graus 1o , 3o e 5o ou seja, C, E e G! Agora :C, E e G# formam a C5+ pois o 5o grau foi aumentado em meio tom. E para montar uma dissonância menor é só diminuir o grau! Assim:
1ª, 3ª e 5ª formam o C, mas se baixarmos a 5ª em meio tom será um C5-
Consonantes
Consonante é o acorde com alterações no seu baixo, ou seja, as dissonantes tem alterações nos graus de sua formação; já as consonantes no seu baixo. Basta apenas trocar o baixo original pela nota que se deseja. Assim: C= 1ª , 3ª e 5ª graus mais o baixo em C, se você deseja fazer um C/B é só fazer a melodia de C= 1ª , 3ª e 5ª graus e ao invés de fazer o baixo na nota C, fazer no B.
Relativos
Se observarmos atentamente notaremos que as mesmas notas que formam a escala de dó maior são as mesmas que formam a escala de lá menor, bem como as notas da escala de sol maior são as mesmas da escala de mi menor. Portanto, são tons relativos:
dó maior e lá menor |
dó# maior e lá# menor |
ré maior e si menor |
ré# maior e dó menor |
mi maior e dó# menor |
fá maior e ré menor |
fá# maior e ré# menor |
sol maior e mi menor |
sol# maior e fá menor |
lá maior e Fá# menor |
lá# maior e sol menor |
si maior e sol# menor |
Toda tonalidade maior tem como seu tom relativo uma tonalidade menor, e toda tonalidade menor tem com seu tom relativo uma tonalidade maior.
o que é nota musical?
- Nota: Para outros significados de Nota.
Nota musical é o termo empregado para designar o elemento mínimo de um som, formado por um único modo de vibração do ar. Sendo assim, a cada nota corresponde uma duração e está associada uma freqüência, cuja unidade mais utilizada é o hertz (Hz), a qual descreverá em termos físicos se a nota é mais grave ou mais aguda.
O som, fisicamente, é uma onda (ou conjunto de ondas) que se propaga no ar com uma certa freqüência, sendo que se essas ondas estiverem com a freqüência na faixa de 20 a 20.000 Hz, o ouvido humano será capaz de vibrar à mesma proporção, captando essa informação e produzindo sensações neurais, às quais o ser humano dá o nome de som. As ondas com freqüência bem baixa (entre 20 e 100 Hz por exemplo, soam em nossos ouvidos de forma grave, e sons com freqüência elevada - por exemplo acima de 400 Hz, soam de forma aguda).
As frequências propagam-se em intervalos definidos de tempo que as notas tem capacidade de sugerir, podendo ser mais longas (maior duração) ou mais curtas (menor duração). A grande maioria das notas empregadas na música possui duração e frequência determinadas, mesmo assim, existem notas indeterminadas em um, ou nos dois sentidos, o que não as faz deixar de serem também notas musicais.
As notas podem combinar-se sendo tocadas ao mesmo tempo (definindo a harmonia), ou em seqüência (definindo a melodia), e se esses fatores, junto a alguns outros, forem combinados dentro de um determinado padrão lógico pelo intelecto humano, na forma de arte, dá-se a essa seqüência o nome de música.
Origem do nome das notas «dó ré mi fá sol lá si
O nome das notas (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) tem a sua origem na música coral medieval. Foi Guido d'Arezzo, um monge italiano, que criou este sistema de nomear as notas musicais - o chamado sistema de solmização. Seis das sílabas foram tiradas das primeiras seis frases do texto de um hino a São João Baptista, em que cada frase era cantada um grau acima na escala. As frases iniciais do texto, escrito por Paolo Diacono, eram:
Ut queant laxis,
Resonare fibris,
Mira gestorum,
Famuli tuorum,
Solve polluti,
Labii reatum.
Tradução: "Para que os teus servos possam cantar as maravilhas dos teus actos admiráveis, absolve as faltas dos seus lábios impuros".
Mais tarde ut foi substituído por do, sugestão feita por Giovanni Battista Doni, um músico italiano que achava a sílaba incômoda para o solfejo, e foi adicionada a sílaba si, como abreviação de Sante Iohannes ("São João"). A sílaba sol chegou a ser mais tarde encurtada para so, para uniformizar todas as sílabas de modo a terminarem todas por uma vogal, mas a mudança logo foi revertida.
As sílabas ut, ré, mi, fa, sol e la, chamadas vozes, não correspondiam a alturas absolutas na escala, mas apenas a graus num hexacorde. A altura das notas era designada por letras de A a G. A partir de um trecho escrito num modo eclesiástico qualquer, podia-se transpô-lo de uma quarta, quinta ou oitava sem modificar nenhuma das vozes sobre as quais o trecho seria cantado. Uma sequência ré-mi-fa transposta de uma quarta continuava a ser considerada ré-mi-fa, na solmização, e não sol-lá-si bemol como no sistema actual, embora fosse designada por G-A-Bb em vez de D-E-F. Mais tarde, nos países latinos, adoptou-se a designação "dó ré mi fá sol lá si dó" para representar "C D E F G A B C".
Nomenclatura das notas em línguas anglo saxônicas
Os países anglófonos mantiveram a utilização de letras para a nomenclatura das alturas musicais. As letras A, B, C, D, E, F e G são utilizadas para as alturas musicais lá, si, dó, ré, mi, fá e sol, respectivamente. Os países de língua inglesa utilizam os sinais # (em inglês: sharp, "sustenido") e b (em inglês: flat, "bemol") para representar as alterações cromáticas dessas notas.
Já os países de línguas germânicas utilizam, além das sete letras universais, a letra H, exclusivamente para a nota si natural, sendo a letra B utilizada para representar o si bemol. Nessas línguas, as alterações para as outras notas são feitas acrescentando-se a terminação is no lugar de # ("sustenido") e es para b ("bemol"). Nas notas lá e mi, representadas pelas letras A e E, respectivamente (as únicas vogais do conjunto), na terminação para representar bemol (por padrão es) há a contração da vogal que representa a nota e a vogal e do sufixo (As para lá bemol e Es para mi bemol; no entanto, Ases e Eses são lá dobrado bemol e mi dobrado bemol, respectivamente)
Portanto:
Ces (dó bemol), C (dó natural), Cis (dó sustenido)
Des (ré bemol), D (ré natural), Dis (ré sustenido)
Es (mi bemol), E (mi natural), Eis (mi sustenido)
Fes(fá bemol), F (fá natural), Fis (fá sustenido)
Ges (sol bemol), G (sol natural), Gis (sol sustenido)
As (lá bemol), A (lá natural), Ais (lá sustenido)
B (si bemol), H (si natural), His (si sustenido)
Qual a diferença entre notas e acordes?
Acordes são conjuntos de notas formados por determinados intervalos.
Por exemplo: Acorde de C → Dó + Mi + Sol
A confusão acontece pq no Brasil, se dá o nome da tônica ao acorde. Aí o povo chama o acorde "C" de "dó". Mas no inglês, os acordes recebem o nome da sua letrano alfabeto mesmo.
pq o povo chama o acorde C de dó se na verdade ele nao tem nada a ver com dó? A tônica é a primeira que vem no caso o dó?
PQ a nota "dó" é a tônica (a nota q determina o tom) do acorde "C".
Mas q eu saiba, isso só ocorre no Brasil (ou na língua portuguesa. Não sei como é em Portugal por exemplo). OQ eu posso afirmar, é q no inglês os acordes recebem o nome da sua letra no alfabeto mesmo.
Estude um pouco sobre formações de acordes (tríades, tétrades, etc...) q vc vai entender. É fácil, e vai te ajudar muito qndo vc pegar cifras com aquele acordes "cabeludos".
Essa dúvida é uma das questões que mais ronda as cabeças do pessoal na Internet, então vamos descobri qual é a diferença entre eles:
*Notas: Nada mais é do que uma corda tocada individualmente.
*Acordes: É o som de várias cordas tocadas juntas e ao mesmo tempo.

Esse é o acorde Do maior, A primeira linha da direia é Mizinho e a ultima linha representa o Mizão, como a foto acima mostra para montar essa acorde você tem que pressionar a corda de Si na primeira casa com o dedo indicador a corda de Ré na segunda casa com o dedo médio e a corda de Lá na terceira casa com o dedo anelar.
Agora vamos aprender a ler os acordes:
Quando surgiu o primeiro violao?
A primeira hipótese é de que o Violão seria derivado da chamada " Khetara grega ", que com o domínio do Império Romano, passou a se chamar " Cítara Romana ", era também denominada de " Fidícula ". Teria chegado à península Ibérica por volta do século I d.C. com os romanos; este instrumento se assemelhava à " Lira " e, posteriormente foram acontecendo as seguintes transformações: os seus braços dispostos da forma da lira foram se unindo, formando uma caixa de ressonância, a qual foi acrescentado um braço de três cravelhas e três cordas, e a esse braço foram feitas divisões transversais (trastes) para que se pudesse obter de uma mesma corda a ser tocado na posição horizontal, com o que ficam estabelecidas as principais características do Violão.
A segunda hipótese é de que o Violão seria derivado do antigo " Alaúde Árabe " que foi levado para a península Ibérica através das invasões muçulmanas, sob o comando de Tariz. Os mouros islamizados do Maghreb penetraram na Espanha cerca de ( 711 ) e conseguiram vencer o rei visigodo Rodrigo, na batalha de Guadalete. A conquista da península se deu em cerca de ( 711-718 ), sendo formado um emirado subordinado ao califado de Bagdá. O Alaúde Árabe que penetrou na península na época das invasões, foi um instrumento que se adaptou perfeitamente às atividades culturais da época e, em pouco tempo, fazia parte das atividades da côrte.
Acreditava-se que desde o século VIII tanto o instrumento de origem grega como o Alaúde Árabe viveram mutuamente na Espanha. Isso pode-se comprovar pelas descrições feitas no século XIII, por Afonso, o sábio, rei de Castela e Leão ( 1221-1284 ), que era um trovador e escreveu célebres cantigas através das ilustrações descritas nas cantigas de Santa Maria, que se pode pela primeira vez comprovar que no século XIII existiram dois instrumentos distintos convivendo juntos.
O primeiro era chamado de " Guitarra Moura " e era derivado do Alaúde Árabe. Este instrumento possuía três pares de cordas e era tocado com um plectro ( espécie de palheta ); possuía um som ruidoso. O outro era chamado de " Guitarra Latina ", derivado da Khetara Grega. Ele tinha o formato de oito com incrustações laterais, o fundo era plano e possuía quatro pares de cordas. Era tocado com os dedos e seu som era suave, sendo que o primeiro estava nas mãos de um instrumentista árabe e o segundo, de um instrumentista romano. Isso mostra claramente as origens bem distintas dos instrumentos, uma árabe e a outra grega; que coexistiram nessa época na Espanha. Observa-se, portanto, como a origem e a evolução do Violão estiveram intimamente ligadas à Espanha e a sua história.
Fonte(s):
Jacir e pesquisaOnde e quando surgiu o violão?
Uma casca de tartaruga fechada com couro de boi, tendo como cordas as tripas de um carneiro esticadas: assim era o antepassado mais remoto do violão, na Grécia de 2000 a.C. Foi este rústico instrumento chamado chelys que, com o passar do tempo, transformou-se na lira que, por sua vez, ganhou o nome de guitarra romana durante o Império dos Césares. Esta versão do instrumento praticamente desapareceu com a decadência de Roma, afirma Maurício Monteiro, musicólogo do Departamento de História da USP. Mas ele ressurgiu, bem mais parecido com o violão atual, na Arábia do século VIII, quando foi acrescentada a caixa de ressonância em forma de pêra. Este era o alaúde que, com as invasões árabes na Península Ibérica, acabou adotado pelos europeus sob o nome de guitarra mourisca. Foram, então, os povos ibéricos que reduziram seu tamanho, alteraram a caixa de ressonância para o seu formato atual, parecido com o número oito, e o rebatizaram de vihuela a popular viola. Nesta época, entre os séculos X e XII, ela se distinguia do violão de hoje por ter vários furinhos entalhados na caixa de ressonância, em vez de um único buraco a roseta , como o instrumento ficou mundialmente conhecido.
História do violão
Na ilustração abaixo estão indicadas as partes do violão com os nomes com os quais são mais comumente chamadas
As seis cordas são contadas a partir da mais fina:
1ª - MI agudo
2ª - SI
3ª - SOL
4ª - RE
5ª - LA
6ª - MI grave
As cordas são dedilhadas com o polegar, indicador, médio e anular da mão direita, enquanto os dedos da mão esquerda (menos o polegar) fazem pressão nos espaços entre os trastes para produção das notas. Para indicação do dedilhado da mão esquerda, a numeração usada é:
indicador=1médio=2
anular=3
mínimo=4
terça-feira, 23 de março de 2010
A menstruação na gravidez, na verdade, não é menstruação propriamente dita, sendo conhecida tecnicamente por sangramento vaginal. Mesmo assim desperta dúvidas e temores em muitas grávidas.
De fato, muitas gestantes experimentam quadro que se assemelha a menstruação na gravidez, principalmente no primeiro trimestre. É importante identificar as características do sangramento vaginal para saber quando consultar seu obstetra.
Um pequeno sangramento é comum nas primeiras 12 semanas de gravidez. Possíveis causas:
* Implantação. É comum notar um pequeno sangramento vaginal logo no início da gravidez, em torno de 10 a 14 dias após a fecundação. Muitas vezes confundido com menstruação fora do ciclo, por isto muitas mulheres dizem que tiveram menstruação na gravidez. Este sangramento leve deve-se a implantação do embrião na parede do útero. A coloração do sangue é mais clara e a duração do sangramento é menor do que em uma menstruação normal. Não é motivo para alarde.
* Mudanças no colo do útero. Quando você está grávida, mais sangue flui para útero, por isto o colo pode ficar mais sensível e sangrar após o sexo ou exame ginecológico.
* Gravidez ectópica. Algumas vezes o embrião implanta-se fora do útero, geralmente na trompa. Isto é conhecido como gravidez ectópica. O embrião fora do útero na sobrevive, e sem tratamento pode ocorrer sangramento vaginal acompanhado de dor pélvica ou abdominal.
Espero que com essas informaçoes possa te ajudar... XD
