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terça-feira, 22 de março de 2011

Na praia...com meu meio primo (final)


Então sai da água super nervosa e fomos embora. No caminho não nos falamos até chegarmos na casa dele.
Lá, ele me pediu desculpas porque tinha ficado excitado comigo e tauz e eu nada respondi. Fui para o meu quarto e repentinamente como um raio, a ficha caiu e eu saí do quarto correndo, me tranquei no banheiro e chorei como nunca, era culpa, remorso sei lá... ele é meu primo e os meus tios me adoram. Tomei banho e voltei pro meu quarto. Coloquei um vestido de alças que fica curto e justo no meu corpo e que também dava pra ver minha calcinha marcando. Tinha que tomar o maior cuidado porque eu não podia me abaixar sem mostrar o bumbum. Afinal tava calor e eu toda queimada do Sol da praia só pensei naquela roupa leve.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O Eletricista tarado - início


Tudo isso acontece, porque meu pai trabalha pra político em Brasília e minha mãe não para em casa...pior, eles vivem inventando reforma no apartamento, na casa e tauz e sobra pra eu ter que ficar de olho nessa gente. Sem contar a poeira, o barulho, etc. Já tinha uns 15 dias que dois homens estavam arrumando a parte elétrica do apartamento. O eletricista era um tal de Armando e o outro que vinha com ele se chamava Olavo.

O Eletricista tarado – final


Bom, continuando eu não podia perder mais tempo. Encanada, liguei pra minha mãe pra saber onde ela estava e a que horas ia voltar e quando fiquei sabendo que ela só voltaria de madrugada...afff...eu adorei!

Na praia...com meu meio primo


Fui passear na casa dos meus tios em cabo frio, rj. Tia Lúcia e tio Pedro. Ela é minha madrinha e irmã do meu pai. Nunca puderam ter filhos e adotaram um. Hoje, esse meu primo tem 28 anos mais ou menos... ele é um negro lindo, um homem enorme, forte que deve ter 1,90 de altura e pelo menos uns 120 kg de músculos...mas, mesmo assim eles me tratam como se eu fosse filha deles.

COMEU MINHA MÃE E EU


Na semana passada minha mãe estava muito estranha. Primeiro ficou um bom tempo de calcinha e blusinha de alças andando pelo apartamento, depois queria saber se eu ia sair, o que eu ia fazer e tauz. Tudo bem que quando fico em casa, gosto de ficar mais a vontade...tipo, shortinho, camiseta ou até mesmo só de calcinha e camiseta mas, minha mãe quase não fica assim. Quando eu quis saber porque ela desconversou e mudou de assunto. Mais tarde eu ouvi ela falando do meu pai, com alguém no telefone: - ...aquele corno, safado só vive em Brasília! Agora tá lá cuidando da campanha do Governador de São Paulo o tal do José Serra que vai se juntar com o Banco Itaú pra prometer caderneta de poupança para as crianças quando nascem e garantir a faculdade deles. Pode? O pior é que o povo acredita nessas palhaçadas. Já tem mais de um mês que ele nem aparece em casa, só liga! Agora disse que vai demorar mais uns dias...ah fala sério! Já tô de saco cheio, viu! Não! Pode vir sim! Acho que a Cinthia não vai sair, mas pode vir. Tchau! Beijos.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

COMEU MINHA MÃE E EU (parte2)


Super sem graça eu falei pra ela: - Então tá certo! Eu topo! Tudo bem pra você? Ela riu e disse: -
Filha, já te falei que que não tem nenhum problema satisfazer essa sua curiosidade, afinal nós duas somos mais que mãe e filha. Somos amigas, cúmplices e confidentes. Seu pai nunca vai saber e eu confio em você assim como você pode confiar em mim.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

COMEU MINHA MÃE E EU (final)

Então...continuei deitada na minha cama de bruços, e sentindo que a minha camisolinha tinha subido deixando aparecer as polpinhas do meu bumbum.
Não demorou e escutei alguem parando na porta do meu quarto que tava escuro.
Fingindo que tava dormindo, ouvi quando eles cochicharam alguma coisa. Logo senti minha mãe sentando do meu lado na beirada da cama e passando a mão no meu cabelo falou baixinho enganando ele também como se eu estivesse dormindo mesmo: - Filha, filha...tenho uma surpresa pra você!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Gostosas

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Meu padrasto e meu cuzinho

 O CONTO A SEGUIR FOI ENVIADO POR MARIA.

A história que vou contar ocorreu quando eu tinha 19 anos.
Sou adotada, e após a morte de meu primeiro padrasto, minha mãe casou com o Carlos, um sujeito bruto, com o qual eu não me dava muito bem.
Discutíamos sempre e ele era grosso.
Um dia sai da aula mais cedo e ao entrar em casa pela cozinha me deparei com o Carlos sendo chupado pela empregada.
 Fiquei paralisada, ela estava de joelhos e se esforçava para engolir a primeira pica que via até então.
Era um pau enorme, grosso e cabeludo, o saco era imenso.
Ele a segurava pelos cabelos e forçava sua cabeça pra frente e pra trás.
Eu me escondi e comecei assistir àquela cena inédita e não percebi que ele tinha me visto.
Minha presença o estimulou e ele acelerou as chupadas até que gozou um rio de porra e a obrigou a engolir tudo.
Sem descanso ele a jogou de bruços na mesa e meteu no cu dela de uma vez e mandou que ela dissesse que estava gostando e pedisse mais e mais...sua pica entrava ate o talo no cu da empregada ate que ele gemeu forte e sacou a pica toda suja de porra e merda .
Vendo aquilo eu pela primeira vez gozei nas calcinhas.
Assustada corri para meu quarto.
Não nos falamos durante todo o dia...
À noite não conseguia dormir, quando vejo minha porta sendo aberta e Carlos, só de cueca, entrar.
Por azar, ou sorte, minha mãe, enfermeira, tinha plantão naquela noite, estávamos a sós.
Ele, grosso como sempre, sentou ao meu lado e perguntou se eu tinha gostado do que vi. Neguei dizendo que não tinha visto nada de mais. Ele respondeu:
- Eu te vi me assistindo enquanto enrabava a Maria...
Não respondi e ele me ameaçou bater caso contasse pra minha mãe. Prometi rápido pedindo prá ele me deixar dormir, mas ele continuou:
- Sabe que ainda estou com tesão, meu pau ainda está duro igual àquela hora que você viu ele, quer ver de novo?
Não respondi e ele me virou com força:
- Olha aqui safadinha, sei que você gostou!
Eu me virei e ele estava com o pau de fora, enorme...Engoli seco e ele perguntou:
- Gostou né? Quer fazer igual à Maria?
Eu não conseguia responder e ele continuou já forçando minha cabeça.
– Vai putinha, chupa meu caralho senão vai levar porrada!
Comecei, tremendo a lamber aquele monumento, o cheiro era bom, o sabor aos poucos foi ficando familiar. Ele dirigia minha cabeça e me orientava:
- Engole...cuidado com os dentes...isso putinha, agora você vai ser minha putinha ...engole essa pica...até beber minha porra...isso..tá gostando né?...
Sabia que seu olhar era de satisfação...Realmente eu estava me deliciando com aquela chupada...Chupava o saco, engolia as duas bolas...Ele acelerou e metia na minha boca até despejar todo o leite, me fazendo engasgar...
Bebe tudo filhinha...esse vai ser seu alimento diário...
Durante todo o tempo ele estava alisando minha bunda, brincando com meu grelinho e passando o dedo na entrada de meu cu...agora ele molhou o dedo em um pouco do gozo que saia da minha xaninha e lubrificou meu buraquinho...
Pronto agora vamos ao segundo ato daquele filme que você assistiu, pois não vou estourar teu cabacinho.
– Não Carlos você vai me rasgar, por favor!
 – Que nada, você não ouviu aquela vadia dizer que era bom? Vira essa bundinha pra cá, anda!... Afinal são apenas 23cm de pica e só vai doer hoje, depois você se acostuma...
Virou-me e me colocou de quatro e cuspiu em meu cu dizendo:
- Que cuzinho rosado lindo! Vai ser uma delícia comer ele todos os dias...
Mordi o travesseiro e esperei a entrada...Ele não teve dó...deu uns tapas na minha bunda:
- Rebola para meu caralho entrar, anda!..Mexe essa bundinha, sua puta do caralho! E foi metendo sem dó...Me chame de paizinho, vai... pede meu pau...!
Com medo eu repetia:
- Me dá seu pau painho, mete ele todinho em mim...ai...ta doendo! Pára Carlos...eu não vou agüentar!...pára deixa eu chupar de novo...eu prometo que bebo tudo...
– Que nada, agora não tem volta...faz força pra fora...Eu fazia que ia cagar no pau do Carlos...
- Ahhhh!...ta todinho dentro..putinha...vou meter gostoso agora..
E foi metendo...
E, sem saber como, comecei a gemer gostoso..a morder seu pau com meu cuzinho...a rebolar instintivamente...Ele gostou.
- Isso, você aprende rápido...você nasceu prá ser putinha ...prá ser a minha putinha...sinta meu pau te rasgando o cú..to arrebentando o cabaço do teu rabo...que delícia de cuzinho..virgenzinho de cacete!...Você vai me servir todos os dias...e encheu meu cú de porra...
Aí é que eu me entreguei: Levei o dedo até meu cu, colhi um pouco de porra e chupei o dedo...ele adorou...
- Calma que eu tenho mais...e meteu seu pau na minha boca de novo...sem amolecer...ele fudeu minha boca outra vez e novamente bebi seu leite até limpar seu pau todinho.
Como minha mãe só chegaria às dez da manhã...ele dormiu por ali mesmo.
As 7:00 horas eu acordei com o pau dele dentro do meu cú mais uma vez...me fudeu até quase gozar, tirou e meteu na minha boca...meu café da manhã...
Os lençois ficaram todos sujos de porra ,sangue do cabacinho do meu cu e um pouco de merda, pois acho que ele meteu muito fundo e acabei cagando um pouco naquele monstro de cacete.
Ate hoje ele me come diariamente...já não dá tantas como antes...mas ele me empresta pros seus irmãos, meus "titios", que são três, e que como ele, têm caralhos acima da média, nenhum menor que 20cm ...
Juntos ou separados, me usam de todas as formas...mas só no cu, pois seguindo as ordens do meu "papaizinho" quero casar virgem e pura!

Brincando com os amiguinhos do meu irmão

O CONTO A SEGUIR FOI ENVIADO PELA LEITORA MARCIA.


Meu nome é Márcia, tenho 17 anos e gostaria de compartilhar uma perversãozinha que fiz ontem e anteontem, 12 e 13 de fevereiro de 2010, com uns coleguinhas do meu irmão mais novo. Bom, para deixar a coisa mais realista e gostosa, vou descrever meu físico. Sou morena, 1.66m, 59Kg, seios médios com bico grande, cintura fina, bunda grande (como toda boa descendente de mulatos), olhos castanhos escuros. Sou estudante e as coisas que mais amo são malhar (4 horas por dia) e ficar na praia (religiosamente todos os dias). Bom, acho que já dá pra ter uma imagem de mim, né? ; ) É o seguinte, tenho um irmão de 13 anos, e ele tem vários amigos e colegas de escola da mesma faixa etária, e vira e mexe ele leva o pessoal em casa.
Como meus pais estão de férias viajando até a semana que vem, então eu não vi problemas em deixar meu irmão trazer dois de seus melhores amigos pra casa para dormirem alguns dias aqui, se divertindo e zoando como sempre, então ele trouxe um amigo branquelinho de 12 anos e um amigo de 14 neguinho. Até aí tudo bem, eu achei os dois umas gracinhas, todo alegres e tal. A única coisa que pedi é para não me enxerem o saco e me deixarem à vontade em casa, como gosto de ficar, então desde o primeiro dia (11 de fevereiro) fiquei andando em casa de biquíni fio-dental com um short, pois ta um calor infernal aqui! Obviamente os dois amiguinhos do meu irmão ficaram me secando direto, mas eu achei até gostoso, sei lá, acabei sentindo um pouco de tesão por serem tão novinhos e inexperientes. Chegou de noite e eles foram pro quarto e eu fui dormir de boa na sala assistindo TV, e acabei pegando no sono. Repentinamente, no meio da madrugada, acordei com a sensação de alguém no escuro me observando, então fiquei com o olho levemente aberto e paradinha, quando vi que os dois amiguinhos do meu irmão estavam me olhando encantados, pois o lado esquerdo do meu biquíni havia saído do lugar e meu seio estava de fora, exibindo uma marca bem forte de bronzeado. Fiquei curiosa e esperei...o neguinho muito assanhadinho não perdeu tempo, se agachou na minha frente e bem de leve tocou meu seio e ficou estático...achei aquilo o máximo! O branquelinho ficou com cara de apreensivo com medo que eu acordasse e tentou puxar o outro, que nem se mexeu. O neguinho ficou uns 10 minutos me acariciando de leve, até que tomou coragem para colocar a língua e lamber meu seio, e eu fui deixando para ver até onde ele ia, e não é que o safado ficou lambendo quase meia-hora! Aí fiz menção de me virar e os dois ficaram apavorados e correram pro quarto. No dia seguinte agi normalmente e os dois sempre me fitando com timidez, então inventei um papo com meu irmão e comentei que eu durmo feito pedra, que nem uma explosão me acorda, só para ver o que os dois fariam naquela noite. Quando chegou a hora de dormir, fui pro meu quarto e deixei a porta aberta por causa do calor, e como eu tinha certeza que os dois viriam novamente com tesão de iniciantes, dormi totalmente nua! Não deu outra, menos de uma hora depois os dois entraram no quarto e um deles até suspirou quando viu que eu estava nua, mas estava coberta ainda, então o neguinho me descobriu bem devagar para não me acordar e deu uma cutucada no meu braço com o dedo pra ver se era verdade que eu não acordo por nada neste mundo (mentira hihihi), e eu nem me mexi. Os dois levaram um tempo me apreciando, até que conversaram alguma coisa bem baixinho e tiraram as roupas...e eu fiquei toda empolgada com a situação, era muito excitante! Desta vez o branquelinho começou a chupar meus seios devagar e ficou todo durinho, na hora! Então o neguinho veio e timidamente me deu um beijinho na boca, em seguida outro...eu estranhei, quando de repente entendi o porque...ele estava vendo se eu não reagia com algo em meus lábios, e quando saquei isso prontamente fiquei de boca aberta como se estivesse respirando pela boca. O neguinho ficou olhando todo ansioso até que resolveu tomar uma atitude...do nada ele colocou o pinto dele na minha boca e, MEU DEUS, como um garoto de 14 anos tinha um pinto grosso e com uns 17 centímetros?????? Bem que dizem que negão tem pinto grande...e era grosso mesmo, sei lá como medir, mas era mais grosso que o normal. Ah eu não agüentei, comecei a chupar de leve como se fosse uma reação normal do meu corpo, para manter a ilusão de que eu estava dormindo e não sabia nada...nossa ele ficou doido, gemendo baixinho e eu chupando devagar, passando a língua em volta da cabecinha e chupando, aí o branquelinho ficou todo empolgado e eles trocaram um pouco de lugar...claro que o branquelinho tinha um pintinho pequeno, mas tudo bem, era só para me divertir um pouco, então fiquei chupando. Como eu sei que nesta idade o menino não produz espermas ainda, só um líquido meio doce, então chupei com gosto o branquelinho e não deu outra, ele gozou em menos de 3 minutos, e tava gostosinho mesmo, bem doce, aproveitei e engoli. O neguinho ficou doido e logo meteu o pinto dele de volta na minha boca e eu voltei a chupar, mas desta vez eu chupei com força e enfiei até o fundo da garganta lambendo o saquinho lisinho dele com a ponta da língua, ele gemeu baixinho e gozou um monte, mas também não era ruim. Então os dois voltaram pro quarto e eu voltei a dormir. Não havia imaginado, mas acordei molhadinha de tesão com a situação, então resolvi pegar pesado na noite seguinte. O dia se passou e fomos pra cama novamente, fiz o mesmo esquema e dormi nua, eles apareceram e fizeram a mesma coisa, mas desta vez eu chupei só o neguinho e fiz ele gozar, mas quando ele gozou e ia tirar o pinto da minha boca eu não deixei, chupei com força para ele não tirar e fiquei chupando feito uma louca até endurecer de novo, e eles ainda achando que eu estava dormindo (como alguém poderia chupar tão bem dormindo?). Quando ficou duro de novo, cuspi o pinto dele e me virei de costas para eles como quem está dormindo e simplesmente se mexeu, mas fiquei com as pernas encolhidas e empinei minha bunda pra eles...ah os dois na hora começaram a falar baixo todo empolgados coisas como “Nossa, caralho que bunda grande! Que bunda linda! Que gostosa!”. Aí eu fiquei doida e acariciei minha bunda pra eles verem. Não deu outra, o branquelinho logo foi lamber meu cuzinho e ficou lá um tempo, depois o safadinho estava tão excitado que colocou a cabecinha no meu cuzinho e foi tentar entrar...como eu já fiz isto antes, relaxei bem e deixei minha bunda bem abertinha pra ele, e ele foi entrando gostoso devagarinho e gemendo, segurando minha bunda de leve, mas depois de umas 5 mexidas dentro da minha bunda ele gozou e me melou todinha, aí o espertinho do neguinho aproveitou que meu cuzinho estava lambuzado e forçou a entrada...devo confessar que daquela grossura nunca tinha entrado, mas graças ao gozo do branquelinho o pinto dele foi entrando com dificuldade mas entrou, e quando passou a cabecinha escorregou com tudo pra dentro de uma vez e eu não consegui segurar e soltei um gemido meio alto. Os dois ficaram estáticos, ma eu fingi que estava dormindo ainda e então ele começou a mexer. Em questão de 2 minutos o safado pegou o jeito e, como ele já havia gozado na minha boca, resistiu bem minha bunda, e começou a mexer mais rápido e colocar e tirar de dentro do meu cuzinho...como ele aprendeu bem! E eu tava ficando louca com aquele pinto delicioso me comendo tão gostoso e comecei a gemer baixinho, ele ficou mais doido e começou a bombar com força na minha bunda sem medo, apertando minhas nádegas com força. O branquelinho não resistiu e foi até o outro lado da cama e colocou novamente o pintinho dele na minha boca, e eu fui chupando freneticamente, e ele começou a gemer também, quando notei estávamos todos gemendo e metendo como loucos. O branquelinho ficava intercalando entre chupar meus seios e meter o pinto na minha boca, e o neguinho estava firme e forte no meu cuzinho, doido de tesão, batendo com força dentro. Resultado, eu não agüentei e levantei logo, os dois ficaram assustados na hora, mas logo que o neguinho caiu no chão assustado eu fiquei de 4 e caí de boca no pinto dele olhando bem pra cara dele com cara de safada, aí o branquelinho não agüentou e meteu o pintinho dele no meu cuzinho e começou a bombar com força também, e eu chupando aquele pinto delicioso e negro....ai nossa, que TESÃO!!! Então ficamos numa meteção louca, com os dois intercalando entre minha boca e meu cuzinho, então eu fiz logo o neguinho ficar sentado na cama, sentei gostoso com minha bunda no pau dele e fiz o branquelinho comer minha xoxotinha...NOSSA QUE LOUCURA QUE FOI!!! Nunca havia feito dupla-penetração antes por receio, mas com o pintinho menor do branquelinho foi tranqüilo e nós aproveitamos muito feito loucos por quase 1 hora seguida, então ajoelhei no chão e chupei os dois feito uma louca, até as bolas, e fiz os dois gozarem gostoso nos meus seios e na minha boca, depois fiquei chupando os pintos deles pra limpar do gozo e comecei a chupar meus seios pra limpar...me senti muito piranha na hora, mas estava uma delícia...e não é que os dois começaram a se excitar novamente? Então repetimos a dose, igualzinho até o final, mas durou menos tempo. Que experiência louca e deliciosa, e querem saber? Não só gostei como repetirei, pois os dois ainda estão em casa até a semana que vem! (Não vejo a hora de chupar aquele pinto gostoso de novo e rebolar sentada nele....UHHHH!!!)

terça-feira, 18 de maio de 2010

Contos eróticos | Mulher bi | Diversos

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Consegui fazer minha mulher me chifrar

Já fiz muitos menage a trois com casais amigos, seja eu e um casal, seja eu e duas mulheres. É tudo muito mágico, o tesão aflora de forma louca e nos deixa em transe. Minha primeira vez foi com um casal amigo, ele queriam muito ver sua esposa trepar com outro homem e ela, estava alucinada por isso... Por sua vez, com as duas mulheres foi demais. É difícil descrever a sensação. Minha namorada beijando delicadamente a boca de nossa amiga, elas se despindo, e se acariciando, o meia nove....nossa....muito tesão. Depois de algumas experiências, a vontade sempre aumenta e os desejos também. Mesmo depois de casado não parava de sair com outras mulheres e de ter em mente a vontade de praticar sexo em grupo. Assim, comecei a falar com minha esposa (Dani) sobre estas questões e de como gostaria de vê-la sendo fodida por outro macho, olhar para ela com duas picas à sua disposição, duas bocas para beija-la...enfim, dois machos para ela. A primeira vez que toquei no assunto ela se assustou, mas com o tempo, todas as vezes de estávamos fodendo, fantasiávamos a cena e ela sempre se mostrava receptiva, sempre que estava com a pica toda enterrada na buceta e eu a pedia para imaginar outro macho conosco e ela chupando outro pau... ela entrava em êxtase...e gritava que queria mais pica, outra pica na buceta, na boca...chupar duas picas, beijar dois homens...um macho só é pouco para mim....claro que gozávamos feito loucos. Assim, fui construindo o caminho para levar chifre....No entanto, Dani nunca teve coragem de sair comigo e outro macho, para minha frustação. Mas, eu não desisti. Dani é muito safada, apesar de não assumir que queria dar pra outro macho. Todas as vezes que saiamos, eu pedia para que ela colocasse sempre blusas decotadas, a barriguinha aparecendo, calça justa e calcinha bem pequena. Quando íamos à praia, ela sempre colocava um biquine pequeno e eu pedia para que sempre que possível ficasse d frente para algum homem, e expusesse a bucetinha para ele. Eu ficava com o pau duro sempre, ela mostrando a bucetinha, os caras tarando e ela se expondo...

Quando vi que Dani estava com vontade de dar para outro, tive uma idéia. Como o aniversario dela estava chegando, planejei contratar alguém para ir ao motel. Aí, falei para ela o plano, e imediatamente ela disse não. Fiquei puto, pois seria uma boa oportunidade. Contudo, percebi que ela havia gostado da idéia. Então, mesmo sem ela saber, procurei alguém, e quem procura sempre acha, encontrei um cara (Gustavo) que não era garoto de programa na internet. Ele me pediu umas fotos de minha esposa, eu enviei e ele ficou louco. Envie a mais safada que tínhamos. Ele topou no ato. Assim, planejamos, que seria no aniversario dela. Reservei o motel e planejei com o pessoal do motel e com Gustavo. No dia saímos para jantar (o garçom do restaurante não parava de olhar os peitinhos de Dani), tomamos vinho, pois eu estava excitado e preocupado (meu primeiro chifre). Depois de duas garrafas saímos e eu disse que o garçon não parava de olhar os peitinhos dela, ela já altinha o chamou e perguntou algo, mas inclinou-se ainda mais para que ele visse tudo, até a calcinha dela. Meu pau estava muito duro. Depois disso seguimos para o motel. Chegando lá, pedi mais vinho e a disse que ela seria comida por dois naquela noite...A puta olhou para mim e disse: vc e o garçon? Ele deve foder bem...vamos voltar lá e o chamar? Imediatamente taquei um beijo bem molhado e e levei para a cama....quer dizer que vc agora quer duas picas? Puta safada....quer me fazer de corno? Vagabunda! E Dani afirmativamente falou: claro...quero muita pica hoje... Por que que vc acha que eu sai com esse vestido de puta...Era para fisgar outro macho.... Isso me deixou louco. Fui ai carro e Gustavo já estava na garagem esperando o sinal. Eu peguei as algemas, as cordas e a máscara para deixa-la sem reação. De longe eu a escutava gemendo e gritando que queria levar pica (mal sabia ela o que a esperava).

Retornei, retirei seu vestido e a deixei apenas de calcinha e sinta liga. Em seguida a amarrei e coloquei a máscara para que ela não visse nada. Claro que logo após eu dei um beijo bem molhado nela, e a chupei bem gostoso, até extrair um grito de gozo de minha esposa.... Depois me afastei e falei: agora vc vai ter uma surpresa... Fui até a porta e chamei Gustavo. Ele entrou e ficamos observando Dani, calados. Eu cheguei perto e a beijei novamente, e bem no ouvido disse: puta safada, vc vai ser bm comida hoje e ela imediatamente se contorcendo, falou então bem logo, to ensopada de tanta vontade de levar vara. Lentamente, nos aproximamos eu e Gustavo nus. Então sinalizei para ele começar a tocá-la. Este foi um dos momentos de maior tesão na vida. Minha mulher, quase nua e outro macho a tocando. Lentamente ele foi beijando minha mulher. Explorou com a boca todo seu corpo, lentamente puxou a calcinha para o lado e deixou a mostra sua xaninha, bem depilada e muito molhada, e meteu a língua. Não sei se nesse momento Dani já havai percebido que era outro macho que a tocava, mas sei que ela gemia loucamente e gritava que queria mais e mais...e que queria aquele garçon, que não aguentaqva mais de tanta vontade de dar para dois machos. Então, eu sinalizei para Gustavo e nos aproximamos dos peitinhos dela. Primeiro ele começou a chupar e morder e em seguida foi minha vez (loucura, ver outro macho mordendo os peitinhos de minha esposa, mas a sensação foi exatamente aquela que eu desejava). Dani estremeceu ao sentir duas bocas mordendo e chupando seu corpo... Primeiramente me xingou, mas o tesão em seu corpo era tal que logo cedeu e quando Gustavo passou a pica em seus peitos ela logo abriu a boca e quando mordeu a cabeça percebeu que outra pica e griotu: pronto corninho, agora vc vai ter o que merece, me come seu puto, qual seu nome, picudo, ahhh que pica deliciosa...Uhmmmmm...enquanto ela gemia no boquete Gustavo se virou e começou a chupara a buceta de Dani. Assim ficaram por um bom tempo, e eu tirava fotos e a chamava de puta, e ela me chamava de corno. Agora vou ter que fuder com muitos machos, seu corno...Me come, chupa gostoso, quero gozar em outra boca. Então, preparei a maquina fotográfica, me aproximei e coloquei minha pica na boca dela. Dani gritava de tanto tesão e finalmente, fez o que eu tanto desejava, chupou duas picas. Assim, passamos a noite a fuder minha mulher, e agora sou um ods cornos mais felizes e sempre estamos saindo com outros machos, pois Dani perdeu a vergonha. O último que saímos para fuder foi o garçon. Minha mulher agora é um verdadeira puta e tem levado muita pica

sábado, 15 de maio de 2010

DORMIRAM COM MINHA ESPOSA

Autor: CORNÃO

Somos casados há sete anos, eu 36, ela 32, de nome Bruna. Sempre tivemos uma vida sexual pacata e sem muita motivação, a não ser quando começamos a ter algumas fantasias durante a transa, onde imaginávamos um outro homem entrando no quarto e sem cerimônias começasse a transar com ela, e tanto ela quanto eu, percebíamos que a transa ganhava mais fervor e excitação. Na medida que o tempo foi passando, essas fantasias iam ganhado mais imaginação, a ponto de um dia imaginarmos uma situação em que ela amarrada e vendada na cama iria dar para uma fila de 15 homens, todos já de pau para fora, em que eles somente iam comendo-a e ela suspirava de vez em quando: - Ai, quem é que está me comendo agora héim??? Mas até então, isso só ficava na nossa imaginação. Um certo feriado neste verão fomos ao litoral norte, mais precisamente Ilha bela e por não ter conseguido alugar uma pousada legal, acabei alugando uma casa simples, mas super aconchegante que tínhamos o costume de alugá-la no verão. Quem já foi para Ilha bela, sabe que lá rola um clima especial relacionado ao sexo, é difícil de explicar, mas que é diferente, é. Então arrumamos nossas coisas, e logo fomos dar aquela transada gostosa, obviamente imaginando tudo aquilo, e por estar em Ilha bela, nosso tesão aumentava e muito. Durante o dia, íamos para as praias, e pra variar, voltávamos com muito tesão, pois além do lugar ser maravilho, não sei por que, mas parece que só deixam entrar gente bonita naquela ilha, então enquanto estávamos na praia, por mais que disfarçássemos, eu sempre era apanhado dando aquela olhadinha para as garotas, uma mais deliciosa que a outra, bem como ela que se esticava para olhar os rapazes que faziam vela. Numa dessas tardes, após a praia estávamos fazendo um churrasquinho na parte da frente da casa, quando de repente toca a campanhia. Era um rapaz, deveria ter uns 28 anos alegando que seu pneu havia furado, e também estava sem step. Além dele, havia mais quatro, todos surfistas, e estavam numa parati com as pranchas em cima do carro. Eles falaram que acabavam de voltar de castelhanos (uma praia afastada para surfistas) e estavam super cansados, e como nossa casa era caminho de volta, eles haviam parado para pedir ajuda. Inexplicavelmente, comecei a ficar com um estranho sentimento, que mais tarde fui descobrir o que era. Então, fizemos o cinco entrarem para tomar um copo dágua e logo apresentei minha esposa, ao qual foi muito gentil com eles e foi logo buscar cerveja e água para o cinco. Bruna trajava um shortinho curtinho, e uma blusa curta bem soltinha e sem manga pois devido ao sol, não conseguira colocar sutiã. Logo reparei que tanto eles quanto ela, haviam mudado um pouco seus semblantes. Então me coloquei a disposição deles para ajudá-los e foi o que fizemos. Tiramos o pneu furado e o step, e no nosso carro, fomos até um borracheiro para consertar os dois pneus. Minha esposa ficou em casa com os outros quatro rapazes, no princípio fiquei um pouco surpreso, pois Bruna insistiu para que eu fosse com o Marcos (dono do carro), e que ela faria sala para os outros quatro. No caminho, fui batendo papo com o Marcos, e ao mesmo tempo já muito excitado, imaginava a situação de minha esposa Bruna sozinha com quatro homens em casa. Consertamos os dois pneus e voltamos pra casa, já no início de noite, pois borracharia em feriado demora-se um bocado para ser atendido, e ao chegarmos lá, pude perceber o clima de intimidade que já havia se instalado entre eles, pois ela a toda hora se virava pra mim e falava alguma coisa deles, o que eles faziam, de onde eram, etc. Foi então que perguntei se eles estavam hospedados na Ilha e para nossa surpresa disseram que não, que haviam vindo naquele dia somente para surfar e que voltariam pra São Paulo naquela noite, pois não acharam nenhuma pousada legal pra ficar. Nesta hora, não mais que de repente, Bruna vira e pergunta: - Ô Bem, por que você não deixa eles dormirem no outro quarto, tem sofá e colchonete e eles se viram por lá, e amanhã pela manhã eles vão embora. Na hora, me passou um filme pela minha cabeça de tudo o que poderia acontecer, e sem pensar muito para não me arrepender, topei logo. Inicialmente, eles mostraram uma certa resistência, que iriam incomodar, que nós já havíamos feito muito por eles, etc. Aí foi minha vez de insistir, dizendo que eles estavam cansados, que tomassem um banho e descansassem, e então no dia seguinte poderiam seguir viagem, mesmo porque, todos eles pareciam ser muito bem apessoados e de boa índole. Um pouco mais à noite, começamos então a tomar cerveja e vinho, que eles haviam trazido e após algumas horas de papo, um deles se virou e perguntou mais uma vez de que forma eles poderiam agradecer, e que eles faziam questão de fazer qualquer coisa para isso. Não sei como, mas aquela indagação parece ter disparado o coração de todos nós naquele momento, pois surgiu um pensamento cúmplice entre Bruna e eu, e no fundo e naquela hora, sabíamos o que queríamos. Uma vez mais, Leonardo (um dos rapazes) insiste: - Olha, vcs podem pedir o que quiserem, nós fazemos questão. Além de todo o clima de tesão já instalado na hora, estávamos todos um pouco altos devido a bebida, foi quando Bruna, que é fraca para bebida, e para minha surpresa exclamou: - Olha que eu peço héim?? E vcs vão ter que fazer. - Pode pedir senhora, nós seremos seus serviçais. - retrucou Marcos. Esta parece ter sido a senha final para a liberação de nossa fantasia, foi quando Bruna olhou em minha direção, e eu vendo que estava tudo tão próximo de ocorrer, fiz um sinal com a cabeça de aprovação. Com sua voz um pouco trêmula, ela suspirou fundo e emendou: - Eu tenho uma fantasia de ser comida por várias caras ao mesmo tempo, ser usada por eles como uma puta, fazer de tudo o que for preciso e der vontade, e meu marido só ficar olhando. Na hora, parece que isto os deixou meio atônitos, pois não esboçaram nenhuma reação no momento, pois pasmem os senhores leitores, porque até hoje não sei como tive coragem de dizer aquilo, mas virei e disse: - Como é que é, aqui não tem Homem pra comer minha mulher?? Ao contrário da primeira reação, eles imediatamente levantaram e a começaram a despir, ao mesmo tempo em que ela acariciava seus membros, ainda sob a bermuda, e na maior cara de pau, ela vira pra mim e fala: - Agora benzinho, vc fica sentadinho ali bem quietinho que eu vou foder com esses caras, ta?? Vou ser a puta deles, vou engolir muita porra.... Aquilo parece ter botado mais fogo neles, pois rapidamente já estavam todos nus e com a pica bem dura. Pude notar que a maior pica era justamente do rapaz mais novo, chamado Glauber, e devia ter uns 21 cms. As outras eram normais como a minha, por volta de 15-17 cms. Imediatamente ela se ajoelhou e ficou no centro de cinco picas duras apontando para seu rosto. Que visão era aquela, ver minha esposa com cinco varas nunca vistas antes bem perto de sua carinha de anjo. Uma a uma, ela começou a chupar como nunca havia visto ela fazer antes, parecia que queria literalmente engolir todas as rolas, e de vez em quando ela falava: - Ai, quanta rola pra chupar, nem acredito, eu quero tudo isso dentro de mim, eu quero ficar cheirando a pinto. A seguir, a deitaram na cama e começou o rodízio, e ela pediu novamente: - Quero que vc (apontando para o Glauber), seja o último a me comer ta?? E vc benzinho, venha me beijar, pois estou com gosto de pinto na boca. Hesitei um pouco no começo, foi quando virou Celso (o mais forte) e falou: - Vai lá ô corno, não ta vendo que ela ta mandando?? Vai lá chupar pica por tabela. Mais uma vez, não sei o que me deu, pois ao beijá-la e sentir aquele gosto meio salgado em sua boca, quase pirei de tesão. Ficamos nos beijando um longo tempo, quando de repente ao abrir o olho, reparo que já tem uma outra pica ali para ser chupada; eu me afasto um pouco, mas o suficiente para vê-la chupando bem gostoso aquela vara dura e grossa como pedra, e o que é mais excitante, com aqueles barulhos característicos de chupada. Chega a vez de Glauber, ele aponta aquela vara e sem dó, de uma só vez, dá uma estocada violenta que arranca um gritinho meio exprimido de Bruna e Glauber emenda: - Vamos arrombar essa puta, vamos estragar essa buceta, esse corno vai ficar sem seu brinquedinho. - Aqui não tem homem pra isso - retrucou ela. Isso parece ter suado como desafio pra eles então Marcos falou: -A é?? então agora se vai levar pica no cu e na buceta, sua vaca, sua puta.... Após virarem ela de quatro, Leonardo apenas com algumas cuspidas, molhou um pouco a entrada do cuzinho (ela só havia dado uma única vez para mim), e foi enfiando devagar, até colocar tudo lá dentro. Podia ver suas bolas batendo em sua bundinha. Nesta hora, Glauber deitou por baixo dela e enfiou aquela jeba toda em sua buceta, e ficaram por algum tempo naquela foda Desta vez, o rodízio foi no rabo, pois Glauber que havia a maior piroca ficava na buceta, enquanto os outros ficavam se revezando no seu rabinho, enquanto ela dizia: - Vc pode sair, deixa outro me comer agora, eu quero outra pica entrando nesse cu. Cada frase desta que ela soltava, parecia que endurecia mais a pica da moçada, e por conseqüência também, os ritmos. Após vários revezamentos em seu rabo, ela mais uma vez falou: - Agora quero ver todos vocês gozando bem gostoso na minha cara. Eu quero muita porra. Então ela voltou aquela posição inicial, ajoelhada e os cinco cinco em volta batendo punheta e apontando suas picas na direção do rosto dela. O primeiro a gozar foi Leonardo, pude ver aquele leite branco escorrer da testa até sua boca e pescoço, passando pelos olhos e nariz. Como ela estava bronzeada devido à praia, aquela cena do contraste de sua pele morena com aquele leite branquinho era demais de gostosa. Depois, como se fosse uma boneca, Marcos segura sua cabeça e a inclina ligeiramente para trás, para certificar-se que toda porra vai em direção à sua cara e começa a despejar também seu leite em seu rosto angelical. Mais tarde fui entender que eles eram 5 garotões e que o negócio deles era surfar, e fazia um certo tempo que eles não davam uma gozada, talvez por isso o fato de ser em bastante quantidade e branquinho também. Mesmo após duas gozadas, o rosto de Bruna já estava quase totalmente branco, e em meio a essa sessão de porra, com a cara toda lambuzada ela se vira e diz: - Vc meu amor (se dirigindo ao Glauber), eu quero que goze por último e goze dentro da minha boca, quero tomar toda sua porra. Após mais duas belas gozadas, e o cheiro de porra já ter tomado conta do ambiente, Glauber aponta aquela vara na direção da boca de Bruna e a aquela altura estava difícil de enxergar seu rosto, de tanta porra que havia, então ela abre sua boca e começa a chupar aquela vara dura. Quando ela percebe que ele vai gozar, empurra o máximo que pode aquela pica pra dentro de sua boca e dá para ver, que ela fica praticamente em sua garganta, e por trás ela abraça a bunda de Glauber, fazendo força empurrando seu corpo contra ela, de modo que sua pica fique estática bem no fundo de sua garganta. Ele por sua vez, parece ter entendido bem o recado e segura firme a cabeça de Bruna, como se a estivesse puxando em direção a sua pica, mas com ela parada e enterrada em sua boca, bem no fundo de sua garganta, e ainda fala: - Vc quer beber porra, vadia?? Então vai tomar direto na fonte sua vaca, vou gozar na sua garganta. Isso, engole minha porra sua puta, engole tudo.....toma minha porra toda, sua cadela gulosa...vai...vai...vai.... Bem nesta hora, pude notar que ele estava gozando, pois começou a tremer todo, ao passo que minha esposa, fechava os olhos e franzia um pouco a sobrancelha, devido à quantidade de esperma que ele deve ter jorrado dentro dela. Sem a menor cerimônia, começo a ver movimentos em sua garganta de engolir e após retirar lentamente a pica dele toda brilhante devido ao gozo da boca, ela vira pra ele e diz, punhetando de leve aquela pica ainda dura: - Ai que delícia, engoli tudo, tudinho, nossa tesão, como vc gozou, como é gostosa sua porra, é bem grossa e saborosa. Glauber nesta hora, totalmente extasiado, vira pra mim e diz: - Meu, sua esposa é muito vagabunda. Ela é gulosa e tem que levar muita pica. E para terminar, Bruna ainda dá um beijo na ponta da cabeça do pau dele e diz: - Sua pica é uma delícia, queria poder chupá-la todos os dias. Então ela se levanta, vai até a cozinha beber um pouco de água, ainda nua e com a cara cheia de porra dos outros quatro e diz pra mim: - Amor, vc gostou de me ver sendo fodida por esses cinco machos de verdade. Como chupar pinto é gostoso. Ainda na cozinha ela limpa a cara com uma toalha e diz que nós poderíamos nos deitar. Então fomos até a sala e ainda com os cinco rapazes nus, já com a pica um pouco mole, continuamos a bater um pouco de papo sobre o acontecido e a expressão de tesão de Bruna parecia não querer sair de seu rosto. Quando estávamos pronto para dormir e nos dirigindo para o nosso quarto, Marcos e Celso levantam se colocando na passagem e Marcos diz: - Ei, onde vc pensa que vai?? Sua esposa vai dormir conosco no seu quarto, e vc, se quiser, fica no outro, lá tem um sofazinho pra vc. Ela vai dar a noite toda para a gente, nós vamos encher sua esposa de pica e de esperma, seu corno. Vendo a cara de excitação de Bruna, acabei concordando e vendo pacificamente Bruna indo na frente e os cinco surfistas a seguindo pelo quarto adentro, até que ouço o barulho da porta se fechando. E foi assim a noite inteira, custei a pegar no sono, pois volta e meia podia ouvir o som de alguém gemendo mais forte, provavelmente quando tinham gozado e várias vezes pude ouvir os gritos de Bruna. Além do mais, ficava excitado só em imaginar a cena e cheguei a bater uma punheta, pensando nela chupando aquelas picas todas de uma vez, e de ser usada como puta e vadia por cinco garotões. De vez em quando ouvia a porta abrir, e podia notar alguém saindo para beber água, e através da fresta da porta do quarto em que eu estava, notei que passava sempre alguém pelado e com a pica meio mole, pois deveria ter acabado de gozar e que saíra para beber água. E o resto da noite, mal consegui dormir em ficar só imaginando o monte de coisas que eles fizeram com minha esposa. Uma hora já bem tarde da madrugada, pude até ouvir ela imitando uma gatinha, fazendo “miau, miau” No dia seguinte, quando acordei, notei que eles já haviam se arrumado e estavam prontos para ir embora, e enquanto acabavam de pegar suas coisas, entrei no quarto de Bruna e vi uma cena inesquecível, ela deitada de bruço, meio adormecida, a roupa de cama toda revirada e um cheiro de esperma muito forte no quarto, ela se virou e disse: - Oi meu Amor, vc dormiu bem?? Vem me dar um beijo. Atendi na hora e quando cheguei perto dela, pude sentir o cheiro ainda mais forte, havia muita porra já seca em seu corpo, mas mesmo assim foi um beijo maravilhoso e molhado também. Rapidamente fui até a porta me despedir dos rapazes que foram muito atenciosos e educados, e por último ainda falaram: - Se vc soubesse o que fizemos com sua esposa. Ela levou vara de tudo o que foi jeito e bebeu muita porra. Aproveita e manda um beijo pra aquela puta, ok?? Valeu pela força e ajuda. Glauber (o mais dotado) ainda tirou um sarro e emendou: - O parceiro, te ajudei em alargar aquele cuzinho apertado, mas fiz isso pra vc, Ok?? Enterrei até o saco naquela vadia. Agora, acho que ela vai ter que fazer dieta, pois bebeu porra demais nesta noite. Mais tarde, Bruna me confidenciou que ele realmente havia comido o cuzinho dela, e que ela havia tomado muita porra, e que numa dessas saídas de madrugada, ela pediu para um deles trouxessem uma tigela, que ela queria beber porra como uma gatinha, e que nessa hora, após todos gozarem na tigela, eles fizeram uma coleira com uma toalha e simulando eu ser uma gatinha, me deram o pires para eu beber dizendo “vem gatinha, vem beber o seu leitinho” e ela engatinhando obedeceu e tomou tudinho. E foi assim aquele feriado inesquecível.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

contos eróticos

Meu professor joanita


contada por Joanita

Vou contar um história que aconteceu comigo. Quando eu estava estudando o 3º ano do Ensino Médio, eu tinha um professor de Física, ele não era considerado lindo mais que tinha umas pernas que faziam qualquer um perder a cabeça, ah isso tinha, logo quando comecei a estudar me falaram da fama de carrasco desse professor que ele não gostava de ninguém e que ferrava todo mundo, mas comigo foi diferente, comecei com agrados chocolates, balas e fui dando uma de puxa saco, mesmo! Assim logo era sua aluna preferida, e comecei a perceber que ele me olhava de um jeito diferente não como aluna querida e estudiosa mas sim ele queria era me comer, comecei a tirar proveito do situação a dar indiretas para ele no meio das aulas. No corredor ele ficava todo sem jeito mas gostava Um dia, perguntei a ele se ele não gostaria de ir com a nossa turma para viagem que faríamos para a praia porque eu havia comprado um biquíni bem pequenininho e queria que ele me ajudasse a colocá-lo, ele ficou completamente envergonhado. Comprava pirulitos e chupava na frente dele, coisa que deixava o homem atordoando. Até que chegou o final de ano e fizemos uma festa de despedida, comecei a insistir para ele ir também e ele acabou cedendo. Já na festa, eu estava desda 5 da tarde tomando todas e ele chegou as 10, mal deixei ele entrar e fui cumprimentai-lo:





- Oi professor você veio, tá tão gostoso hoje!!





Ele deu uma risadinha e foi cumprimentar os outros alunos a festa tava rolando solta todo mundo tava bêbado, ele sentado perto do balcão eu ia buscando as cervejas e me esfregando nele, deixei o abridor cair no chão e quando levantei, passei mão na perna dele. Ele estava de short, e disse:





- Cuidado menina com o que você faz.





Eu disse a ele que ninguém estava prestando atenção podia fazer o quanto ele quisesse, era só ele pedir, foi então que percebi que seu pau estava duro, nossa ele tinha um pau maravilhoso enorme já estava toda molhadinha só de ver aquele instrumento e de imagina-lo na minha bucetinha, olhei para ele e sai, fui para o banheiro quando estava saindo dou de cara com ele na porta do banheiro não pensei duas vezes puxei ele para dentro do banheiro ele não disse nada aceitou numa boa, tirei o short dele e comecei a chupar o pau dele bem gostoso, ele gemia de prazer a musica estava alta e não tinha perigo de alguém ouvir a gente, ele começo a arrancar minha roupa e chupar meus peitinhos ele estava louco afinal foram anos de tortura na sala, eu estava adorando meu professor me chupando, me chupava me masturbava e eu gemia de tanto tesão, era tão gostoso ele me colocou de quatro e começou a enfiar aquele pau maravilhoso na minha bucetinha, nossa eu gemia não consegui parar e ele enfiava e mandava eu calar a boca porque iriam ouvir, mais eu só queria saber dele enfiando aquele pau na minha buceta foi quando ele tirou e começou a comer meu cuzinho e dizer que eu era uma desgraçada por deixar ele pau duro tantas vezes que ele estava se vingando que ia me fuder toda e que queria gozar na minha boca, tirei o pau dele e comecei a chupar até ele gozar em mim. Saímos do banheiro como se nada tivesse acontecido.





A PROFESSORA ESTUPRADA



contado pela professorinha







Olá pessoal!!!!! Sou uma professora da Universidade Federal do RS, tenho 36 anos, loira, um corpo muito bonito, sou muito vaidosa e malho demais para manter minha aparência sempre desejável e provocante aos olhares masculinos!

Como estamos em férias, o movimento no campus é praticamente zero, mas nós professores não abandonamos por completo o serviço, e foi na semana passada, mais precisamente no dia 22.01.99, que eu estava em uma sala da faculdade preparando um material do MEC. Era sexta-feira, o prédio em que eu estava é um pouco afastado, quem conhece o campus da Agronomia em Porto Alegre sabe como é a UFRGS. Uma colega de serviço saiu para buscar umas pizzas para comermos, e eu fiquei completamente sozinha no prédio compenetrada em minhas atividades. De repente ocorre um black-out, ficando o prédio totalmente na escuridão da noite, eram 22:15h. Fiquei um pouco assustada, sai da sala e caminhava em direção à saída buscando a claridade da Lua para esparar a luz voltar. Estava no terceiro andar, e enqunato caminhava pelo corredor fui brutalmente agarrada por trás, não consegui enxergar um palmo adiante, mas senti que era um homem alto, forte, que me tapou a boca e deu-me uma gravata que me deixou sem fôlego.

- Fica quieta gostosa, sei que tua amiga saiu e estamos sozinhos no prédio, desliguei a chave geral e tranquei as portas de acesso do prédio, o vigilante foi fazer a ronda, portanto não tenho muito tempo para perder, facilite as coisas e não vou te machucar.

Assustada apenas concordei balançando a cabeça. Ele afrouxou um pouco a gravata e foi me arrastando para dentro de uma sala. Ordenou que eu tirasse a roupa, pois não queria rasgá-la para minha amiga não perceber a violência. Fui me despindo, tentei argumentar mas ele deu-me um tapa no rosto. Fiquei nua, ele deslizava as mãos ásperas por meu corpo, eu permanecia encostada de costas na parede, em pé, e percebia ele ir despindo-se aos poucos, não estava tão afoito quanto tentou me fazer acreditar. Apertou meus seios delicadamente, brincou com meus mamilos e foi descendo por minha barriguinha... Comecei a arrepiar-me e a ter pequenos espasmos, o desgraçado estava me deixando excitada... Eu estava em pé, com as pernas unidas, ele segurou-me pelas coxas e foi afastando-as, desceu e arrastou a língua por meu sexo, mordeu a puxou com a boca meus pentelhos, lambeu meu clitóris e sugou meus sucos... beijava minha boceta deliciosamente... eu agarrei sua cabeça comecei a afagar seus cabelos, crespos, fui deslizando minhas mãos por sua face mas ele impediu-me, dizendo que eu estava tentando reconhecê-lo. Conduziu minhas mãos para seu peito, forte, todo peludo, e ali pediu que eu acariciasse. Continuou me chupando eu sem querer, e querendo, comecei instintivamente a mexer os quadris, o tarado sabia chupar uma boceta... Foi acelerando os movimentos com sua boca, percebia que eu estava muito excitada, e culminei em um gozo monumental, como há anos eu não tinha!

Fiquei meio desfalecida, minhas pernas cambalearam, o homem pegou-me carinhosamente no colo, deu-me um beijo delicioso na boca, beijou minha face, mordiscou minhas orelhas, chupou meu pescoço, sugou meus seios com força, eu estava delirando com tudo aquilo... Foi se abaixando, eu ainda em seu colo, e deitou-me no chão... Pegou seu pênis, somente naquele instante pude sentir suas dimensões, era enorme, grande, grosso, e tinha uma forma perfeita, parecia moldado a mão, pulsava fortemente, o estuprador foi esfregando aquele músculo em minhas pernas, coxas, barriga, ventre, masturbou-me esfregando o cacetão em minha boceta, não me penetrou, e continuou subindo esfregando aquele colosso por meu corpinho... até chegar em meu rosto, dava-me "tapas" com aquele cacete em minha cara, esfregava ele em minha boquinha, eu tentava segurá-lo com meus lábios, ele não deixava, percebendo que eu o queria chupar disse:

- A professorinha é mesmo uma vadia! Quer chupar meu pau? Então pede, que eu quero escutar a intelectual implorando para um pobretão... pede, diz que minha puta quer lamber meu saco... fala vagabunda!

Não resisti, comecei a me masturbar, e entre soluços pedi como uma puta para que ele deixasse eu chupar seu pau, disse que queria muito dar prazer ao meu macho, que queria chupar até ele gozar na minha boquinha... o tarado enfiou o cacetão em minha boca, sufocou-me, agarrou minha cabeça e começou a fuder minha boca... eu estava adorando aquela sodomia... Depois de alguns instantes ele parou e disse:

- Agora é contigo! Faz do jeito que você sabe, eu não vou me mexer, quero ver se você consegue fazer eu gozar na tua boca sem que eu faça algo... é tudo com você, chupa piranha!!!! Gostosa...

Caprichei no boquete, lambi, chupei, o pau e as bolas dele, babei mesmo... comecei a bater uma punheta para ele, nossa, eu coloquei minhas duas mãos no caralho e ainda sobrou um pedacinho de carne, ele era imenso, como eu sempre sonhara... Fiquei na gulosa por uns quinze minuto, sem parar, quando ele aos berros jorrou seu leite na minha boca, seios, rosto, cabelos, me deixando toda lambuzada... Eu nunca tinha visto tanto esperma em minha vida!!! Após gozar ele me conduziu até o banheiro, ele conhecia muito bem o prédio do campus... Lavou-se e depois mandou que eu me lavasse. Com a pequena claridade do luar consegui ver um pouco sua silhueta, mas não cheguei a reconhecer...

Após nos lavarmos ele investiu novamente em meu peitos, desta vez parecia esfomeado, dava chupões que estalavam, meus bicos estavam mais que enrijecidos e ele enfiou seu dedos em minha boceta... eu estava desesperada para ser penetrada, mas ele apenas colocou dois dedos dentro de mim... O movimento de entra e sai de seus dedos acabou por levar-me a mais um orgasmo, ele ria, ria bastante a cada gozo meu... eu o chamava de ordinário, tarado, estuprador, ele deliciava-se com tudo isso, e pedia para que eu o xingasse ainda mais...

Caiu novamente de boca em minha xaninha, chupou com vontade, enfiou dois dedos em minha bundinha, e tive o gozo mais forte até então... Foi quando ele se levantou, eu permanecia atirada no chão do banheiro. Percebi que ele tinha um frasco contendo um líquido, não vi o que era, apenas percebi que ele molhou um lenço naquele líquido, senti o cheiro, amônia... deitou-se segurou minha cabeça e com violência fez com que eu cheirasse o pano profundamente... foi quando desmaiei. Fiquei entorpecida, não totalmente desmaiada, mas sem forças, totalmente sem forças... Ele me manipulava sem fazer esforço algum, levou-me para a sala de reuniões e jogou-me sobre a imensa mesa central... Ergueu minhas pernas à altura de seus ombros, ele permanecia em pé, e com uma violenta estocada penetrou minha boceta... Senti dor, mas uma dor que me deu um prazer tão grande que em poucos movimentos daquele pênis enorme dentro de mim, eu gozava novamente... Senti-me uma verdadeira puta, drogada e transando com um cliente estranho... Eu não conseguia falar nada, balbuciava, babava, meus olhos reviravam de um lado a outro, eu apenas gemia, baixinho, mas tudo aquilo estava me dando um prazer que até então eu não conhecia... estava divino, delicioso, aquele cacete enorme me rasgando, ele me penetrava com força, com raiva até...

- Tá gostando puta? Isso é par ti nunca mais sair por aí provocando os homens na faculdade... Todos os vigilantes batem punhetas pensando em ti, todos eles ficam te espiando pelas janelas quando tu fica sozinha aqui no prédio. Você nem percebe, se acha muito gostosa e considera os vigilantes inferiores a ti, passa por todos e nem diz boa noite... agora tu vai aprender sua vaca!!!!

Ele falava tudo isso e me comia com uma força descomunal, me arregaçando completamente... Ele era maravilhoso, sabia muito bem segurar o gozo, e me comeu por infinitos minutos... parecia que nunca iria ejacular dentro de mim, eu consegui pronunciar entre gemidos e sussurros:

- Goza. Goza que eu quero sentir tua porra queimando minha vagina, goza filho da puta!!!!

Quando falei isso ele pareceu ficar mais possuído ainda, me deu um tapão no rosto, tirou-me de cima da mesa a jogou-me no chão, atolou o pau em minha boceta, eu arreganhei as pernas o máximo que pude, foi quando ele virou-me de quatro, enfiou seus dedos em minha boceta e com meus líquidos lubrificou meu cuzinho... Eu nunca havia tido uma penetração anal, aquilo me assustou, ainda mais com o pauzão que ele tinha, mas a idéia de ser enrabada foi me deixando ainda mais excitada, eu estava irreconhecível... Ele ainda cuspiu no meu cú, e foi atolando o pau no meu rabo... Naquele instante o torpor passou rapidamente, voltei à realidade e tentei fugir, ele deu-me uma gravata, sufocou-me, puxou meus cabelos e atolou com tudo o cacete no meu cú... Eu não conseguia nem mesmo gritar, o fôlego me faltava, mas consegui sussurrar para ele escutar:

- Que delícia...

Ele me largou e começou o vai e vem rapidamente, com força, mas eu estava tendo prazer... Comeu como eu sempre quis ser comida, e gozou aos berros dentro de meu cuzinho... Gozou e continuou por mais uns cinco minutos me comendo, até o pênis amolecer...

Tirou o pau, novamente deu o pano com amônia para eu cheirar e saiu nem vi para que lado... Permaneci ali, deitada, desfalecida, porém satisfeita... jamais imaginei que pudesse sentir tanto prazer sendo violentada... Eu que sempre abominei esse tipo de atitude por parte dos homens. Claro, que há situações em que eles exageram, matam, espancam, violentam crianças, aí sim, merecem a pena de morte, mas comigo foi diferente, muito diferente!!!!

Fiquei sem saber quem foi, mas tinha uma certeza: Foi um dos vigilantes da faculdade. Não sei qual, pois tentei em vão reconhecer durante os dias que se seguiram, mas todos são parecidos... À noite, fico excitada ao lembrar do que ele me falou, que eles ficam me olhando pelas janelas, batendo punhetas pensando em mim... Comecei a provocar eles, já percebi três diferentes me olhando outro dia, vieram um por vez... percebi que eles se masturbavam enquanto eu estava na sala, e de propósito eu virava-me de costas para eles, abaixava e deixava minha calcinha aparecer, escutei até quando um colou o rosto no vidro da janela para ver melhor... Quem sabe, aquele que teve coragem para vir me agarrar, venha novamente... Quem sabe????

Traí minha esposa mais uma vez, com uma aluna.









professor tarado





contado pelo Professor tarado





Esta semana, tornei a me envolver com mais uma aluna. Desta vez foi com Aline, uma tremenda gatinha. Loira, rosto lindo, corpo bem definido, bela bunda, belos seios. Estava caminhando pela cidade, aprovei-tando as férias escolares pra tratar meu lado pessoal e a encontrei dentro de uma loja de roupas. Na verdade, ela me encontrou. Eu estava procurando duas camisas e uma calça para comprar quando ela me abordou:





"Professooooooor....." exclamou, vindo em minha direção pra me dar um abraço. "Como é que tá?" Continuou, com o rosto sorridente. Sem jeito, eu a abracei, estranhando sua atitude, pois apesar de me relacionar bem com ela na escola, nunca esperava este gesto tão expontâneo. "Oi Aline, tudo bem? Que surpresa legal, querida!!" Eu sempre com meu jeito carinhoso com as alunas. "E aí sorzinho, tá comprando o quê? Renovando o guarda-roupa?" "É, aproveitando que agora tô com tempo." "Deixa eu ver o que tu comprou?" Disse, já mexendo nas roupas que eu tinha na mão. Sugeriu que eu deixasse a camisa bege e trocasse pela verde musgo que estava no cabide. "Ah, não essa cor não dá, Aline. hehehe". Respondi. Conversamos mais um pouco e nos despedimos. Voltei a ver outras peças. Ela seguiu seu caminho.





Após escolher o que iria levar fui em direção ao caixa e avistei Aline novamente. Vi que estava na seção de lingeries olhando alguns modelos. Pra quê? Tive que ir até ela... "Humm? Renovando o guarda-roupa também?" abordei-a com um sorriso, deixando-a um pouco surpresa. "Deixa eu ver o que tu tá levando..." pegando o conjuntinho que estava na sua mão. "Bonito!" Disse, pegando a calcinha de rendinhas e esticando um pouco com as mãos. "Bem sexy! Tem bom gosto, hein?" "É, eu gosto deste tipo assim, meio cavadinho atrás e com esses detalhes em renda." Disse, tentando visivelmente recuperar a naturalidade. "O que mais tu vai levar?" Não deixaria esta oportunidade passar. "Acho que vou levar mais um também, mas ainda tô procurando..." "Posso te ajudar?" Ela sorriu "Claro que pode!". Então vasculhei calmamente alguma coisa que poderia combinar com ela, não iria oferecer qualquer coisa, queria surpreendê-la. "Acho que esse pode ficar bonito", disse, após examinar um conjuntinho de renda na cor salmão. Era muito bonito. Ela pegou a lingerie na mão pra conferir. "É bonito mesmo..." disse, olhando de maneira quase involuntária o preço do conjunto. "...mas tá meio caro." "Que isso, muito caro?" Perguntei, interessado. "Deixa que eu pago pra você, tá bom? Te dou de presente." Disse aproveitando a deixa, sem ver o preço, mas com medo de que fosse muito caro, não queria engordar demais minha conta. Conferi discretamente... não, não era tão caro. "Só que tu vai ter que me acompanhar num sorvete. Tá com tempo?" Perguntei. Aceitou o convite. "Não vai ver mais nada?" Perguntei. "Não, acho que era isso", disse. Fomos até o caixa, pagamos e fomos conversando até uma sorveteria. Estava na hora de atacar de novo...





Na sorveteria conversamos por mais um tempo, perdíamos tempo enquanto eu admirava aquele corpo maravilhoso de pernas cruzadas ao meu lado. Aline me olhava nos olhos e sempre sorridente. Hora de ir pra casa. "Quer uma carona, meu anjo?", perguntei. Ela aceitou. Acompanhei Aline até sua casa. Chegando lá, ela me convida pra entrar, disse que estava sozinha. Como não iria aceitar? Senti meu pau crescendo por dentro da calça. Era uma casa muito bonita, espaçosa, decoração com muito bom gosto. Tive que fazer elogios à morada dela. Assim, Aline me convidou pra conhecer o resto da casa. Por fim, convidou-me pra conhecer seu quarto, convidando-me pra entrar, jogando sua pequena sacola de compras em cima da cama. Lembrou-se da lingerie que eu havia dado e tirou da sacola. "Quer ver como vai ficar teu presente?" "E você acha que vou sair daqui sem conferir, querida?". Sinal verde. Aline se aproximou, me abraçou e me deu um beijo gostoso. Senti seu perfume delicado e gostoso. Segurei-a pelo rosto e devolvi outro beijo na boca. Beijei seu rosto, desci até seu pescoço, baixei a alça de sua blusinha e beijei todo seu ombro. "Espera um pouquinho aí, sôr". Pediu com dificuldade. Pediu-me que não olhasse enquanto ela se trocava. Obedeci. Deitei na cama dela e fechei os olhos. Quando pediu pra olhar ela já estava com o conjuntinho que lhe dei. Nossa! Aline era mesmo linda. "Que achou, sorzinho? Perguntou-me percebendo a ereção por baixo de minha calça. Meu tesão foi a mil. "Não precisa responder sôr, eu tô vendo". Aline percebeu e veio até mim, sentou no meu colo e puxou minha mão ao encontro de seu seio. "Tá gostando sorzinho? Você me acha gostosa?" "Muito gostosa, Aline". Acariciei suavemente seus seios lindos. Meu pau já estava rasgando minha calça. "Tô sentindo uma coisa na minha perna, sôr." "Tá vendo o que você tá fazendo, meu anjo?" ela se levantou e começou a abrir meu zíper. Colocou sua mão por dentro da calça e alcançou meu membro já duríssimo, envolvendo-o com sua mão delicada. Ficou um instante daquela maneira, massageando suavemente meu pau.





"Posso tirá-lo professor?" "Só se tu não quiser que eu goze na calça..." Assim, ela desabotoou minha calça e tirou com dificuldade meu pau pra fora. Continuou a acariciá-lo batendo uma leve punheta. "Não professor, não goza agora, eu nem comecei ainda!" Disse-me com uma cara desfigurada pelo tesão. Aline desceu vagarosamente seu rosto até meu membro e abocanhou delicadamente a cabeça de meu pau. Sua boca estava quente e eu tive que me conter pra não gozar naquela carrinha. Ver o rostinho de Aline com meu pau dentro de sua boca me deixava a ponto de ter um orgasmo. Aline chupava meu pau deliciosamente. "Ah, que boquinha maravilhosa, chupa mais, gostosinha" Coloquei minha mão sobre sua nuca e acompanhei o movimento de sua cabeça. Que delícia era sentir aquela boquinha molhada engolindo meu pau. "Eu sei que tu gosta de uma aluna putinha professor", revelou já conhecer um pouco minha fama na escola. Fiquei preocupado. Acho que isso tá indo longe demais. "Quero te mostrar que eu também posso ser uma putinha do senhor". Continuou a chupar meu pau, alternando com uma punhetinha ao mesmo tempo que chupava minhas bolas.





Mandei Aline levantar e virar de costas pra mim. Obedeceu, limpando sua boca com a mão após aquele boquete. Ela se levantou e ficou de costas pra mim. Eu fiquei ali, sentado na cama. Com a mão, fiz ela se inclinar e aproximei meu rosto de sua bunda. Com as duas mãos acariciei aquele traseiro redondinho, beijando-o por toda sua extensão. Afastei a calcinha de rendinhas para o lado e expus aquela bocetinha ali perto do meu rosto. Uma xana linda, carnuda e com os pelinhos aparados. Caí de boca. "Aaaaaaaiiiiiiiii sôr, beija minha bocetinha, enfia a língua nela, vaaaai!". Comecei a fodê-la com a língua e ela acrescentou alguns dedos, começando uma siririca. Arregacei sua bundinha e vi aquela entradinha apertada que era seu cuzinho. Passei a língua nele. Aline gemia, sem interromper o vai-e-vêm com seus dedos em sua boceta.





Num movimento rápido, Aline escapou daquela posição e foi até a parede de seu quarto. Encostou suas duas mãos na parede e abriu suas pernas. "Vem, sôr, vem me comer aqui, vem que eu não tô agüentando". Levantei e me posicionei atrás dela, apontei meu pau para a entrada de sua boceta. Meti. Meu pau entrou com facilidade. Segurei-a pela cintura e iniciei a foda com selvageria. Comia Aline com força. Aline gemia alto, com o rosto desfigurado pelo prazer. Era muito bom ver meu pau entrando em sua vagina e ver aquela aluna gemendo de prazer. Virei-a de frente pra continuar a foda. Ela encostou suas costas na parede e inclinou seu quadril para frente, oferecendo-me sua boceta. Levantei uma de suas pernas e meti novamente. Passei a comê-la desta forma, em pé, ali, no seu quarto. Beijei-a, enquanto metia na vagina daquela ninfetinha. O cheiro de sexo já dominava o ambiente. Aline não parava de gemer. O suor descia pelo seu pescoço e eu o beijava por toda sua extensão, sem interromper a penetração, assim podia sentir o perfume exalado de seu corpo e de seu cabelo. Aline era cheirosa e tinha um corpinho lindo. Fodi com muita vontade. Enquanto dava, ela me segurava pelos cabelos e roubava-me beijos na boca. Que garota!





Pediu que mudássemos de posição, que fôssemos para a cama. Antes, desceu até minha cintura e chupou meu pau mais uma vez. Chupou com muita gula, batendo punheta sem tirar meu pau de sua boca. Aline batia com meu pau no seu rosto e voltava a chupar. Aquilo me deixava louco. Juro que forcei para não gozar naquele momento.





Levantei-a. Aline deitou na cama e abriu suas pernas, subi por cima dela e a comi enquanto beijava sua boca com muita paixão. Abracei-a e fodi com mais intensidade. Fechamo-nos num abraço gostoso. Aumentei a velocidade das bombadas e ela gemeu alto. Anunciando que ia gozar. Tentei aumentar mais o ritmo das estocadas até que senti que iria gozar. Apenas deu tempo pra tirar meu pau de sua boceta pra jorrar minha porra sobre seu abdômen. Com as mãos, Aline a espalhou pelo resto de seu corpo. "Traz teu pau aqui professor." Pediu quase sem voz. Levei meu pau até sua boca e ela chupou, tirando o resto de sêmen que ainda saía por ele.





Ficamos ali deitados por mais uns minutos. Aproveitei pra curtir um pouco mais o corpo nu da minha aluna. Levantei-me e comecei a me arrumar, ela permaneceu ali deitada, fitando-me, com um leve sorriso. Ficou acariciando seu corpo. Despedi-me e dei-lhe outro beijo. Ela apenas respondeu agradecendo o presente.









A Resenha que Tirou o Mestre do Sério



CONTADO por Sexy Sadie





Depois de praticamente um semestre de aulas, ele quase podia jurar que havia algo diferente no olhar daquela aluna, algo além de simples interesse pela Semiótica. E agora ela estava ali na sua frente, aquele mesmo jeito que sugeria qualquer coisa de incomum. Vestia a peça de roupa com que sempre aparecia nos delírios do professor, uma discreta saia creme até a altura dos joelhos, de um tecido leve que balançava graciosamente quando ela desfilava pela sala.





– Está aqui a resenha. Ia ser bom se você desse uma lida pra eu ainda poder corrigir, antes da entrega definitiva. Depois lê o anexo, por favor – e lhe pareceu que ela acompanhava a observação com um sorriso ligeiramente malicioso. Não, devia ser fantasia da sua mente excitada...





– Tudo bem. Se quiser, dou uma olhada agora. Espera só um minuto. Pode puxar aquela cadeira.

Estava saindo melhor do que ela planejara: ele ia ler o texto ali, na frente dos seus monitores e das pessoas que passavam pela sala. Sem dúvida isto seria, além de excitante, muito divertido.

A aluna observou com atenção a expressão no rosto de belos traços enquanto ele lia concentrado o anexo. Imaginou ter visto um princípio de sorriso nos seus lábios? Se é que se tratava mesmo um de sorriso, a torcida era para que tomasse uma forma mais definida.





Os dois primeiros parágrafos do texto sugeriam um conto cujos personagens principais eram eles mesmos, apresentados num contexto parecido com aquele. Ele correu rapidamente os olhos arregalados pelas linhas, provavelmente já antevendo o desfecho da história, uma transa inconseqüente no banheiro da faculdade. O estilo narrativo detalhista aguçou a sua imaginação, que de imediato pintou a cena do conto em cores vivas.





Perturbado pela ousadia da atitude, o professor passou a mão pelos cabelos, corrigiu a postura, pigarreou. Toda a sua linguagem corporal mostrava, mais do que o desconforto evidente, um desejo intenso. E apesar de nenhum dos dois assistentes, pela sua posição, poder identificar o que estava impresso nem os efeitos desta leitura dentro de suas calças, o professor se esforçou ao máximo para parecer natural. Quanto mais ele tentava disfarçar, mais parecia nervoso, e mais a aluna se divertia com a situação.





O professor não tinha idéia de como agir. Sua vontade era de agarrá-la, arrancar suas roupas no estilo do conto e deitá-la na sua mesa, toda nua, para poder beijar seu corpo inteiro, se conseguisse esperar por tempo suficiente para isso antes de se fazer escorregar para dentro dela. Todo aquele desejo acumulado na troca de olhares discretos que acontecia entre eles durante as aulas, e quando ele finalmente recebeu o sinal verde, estava de mãos atadas.





Nem alcançara a metade do conto e a imaginação já trabalhava solta. Era hora de tomar alguma atitude, ou enlouqueceria.





– Olha só, acho que eu vou levar mais um tempo pra ler esse... hmmm... trabalho. Você pode voltar daqui a dez minutos? – como quem aponta um pequeno problema a ser resolvido, fez um gesto rápido de cabeça na direção dos assistentes distraídos.





Sempre tão sério. Ela teve ainda mais vontade de se jogar nos seus braços.





– Tudo bem. Eu volto – ela devolveu, em voz baixa como de costume, de forma que só ele a ouvia. E deu um sorriso, apesar do ar grave do interlocutor.





Como prometido, dez minutos depois ela estava de volta. Encontrou a porta da sala fechada e sem ninguém por perto, como nunca vira antes. Bateu de leve três vezes.





– Entre – ele disse. Só pela suavidade dos toques parecia saber que era ela.Ele só se livrou dos papéis que ainda trazia nas mãos na hora de agarrá-la. O homem era todo desejo, algo um pouco diferente do que ela havia imaginado devido ao seu ar metódico. O corpo másculo todo colado ao seu e o pau duro pressionando–a provocaram uma excitação tão forte que chegava a ser incômoda; se o seu sexo já havia respondido de imediato ao simples toque das mãos dele nos seus braços, agora ansiava por um carinho muito mais íntimo. Quando ele a soltou por um momento, para trancar a porta da sala, ela pensou que fosse desmaiar. Seu corpo parecia sem forças mas desperto por dentro, todo atento aos toques do professor. Beijaram-se intensamente enquanto trocavam carícias íntimas e apressadas. Ele começou a despí-la, rápido, e não parou até tê-la nua, por completo, na sua frente. Parou por uns segundos para admirar seu corpo bem feito, deixando-a ainda mais excitada. Estar toda nua na frente de um homem todo vestido, principalmente um homem como aquele, era uma situação surpreendentemente interessante. Ele pôs os dedos entre suas coxas e deslizou-os para dentro dela com extrema facilidade. Nunca tinha visto uma mulher ficar tão molhada.





"Não tinha imaginado que fosse tão safadinho", ela pensou, sorrindo. Os dedos se mexiam lá dentro, provocando pequenos espasmos no corpo feminino, como se este fosse sacudido por leves choques.





– Você está me deixando louco, menina – ele sussurrou com voz rouca ao ouvido dela, e ganhou um gemido de prazer como resposta.





Ela fechou os olhos quando sentiu lábios úmidos se fechando em torno do bico de um seio. A boca sugou por um instante e então os lábios se entreabriram para dar passagem à língua, que descreveu movimentos circulares em torno do mamilo. Já sem fôlego, a aluna não agüentava mais toda aquela provocação. Puxou-o para a mesa e se deitou nela, as pernas meio abertas convidando-o a se atirar sobre seu corpo. Estava louca para sentir o peso do homem.





Em vez disso, o professor começou a beijar suas coxas na parte interna, subindo cada vez mais até alcançar os pelinhos suaves do sexo da aluna, que instintivamente separou ao máximo as pernas. A língua experiente a provocou com lambidas na parte mais sensível e depois se retesou, pronta para buscar o líquido salgado na fonte.





Ela se ergueu apenas o suficiente para alcançar suas calças e abrí-las, finalmente expondo o que tanto queria ter dentro dela. Estava absurdamente duro.– Agora – ordenou.





Ele obedeceu no mesmo instante. Apesar de se sentir escorregando com muita facilidade, penetrou-a devagar, mas logo desistiu de controlar o ímpeto de mexer mais rápido.





– Professor? – um funcionário chamou do outro lado da porta da sala, sem ser ouvido por nenhum dos dois.





– Professo-ooor? – insistiu a suave voz de soprano da diretora. – Tem alguém aí?





Ela o enlaçou com as pernas e acompanhou com movimentos circulares o ritmo cada vez mais rápido que ele ditava. Quando gozou quase o levou junto, tamanha a força com que contraiu por dentro e sugou o pau para si. Ele parou, esperando a sua reação, mas ela queria mais, queria continuar até anoitecer.





Batidas insistentes na porta. Então as pessoas tinham certeza da presença de alguém na sala.





Por mais que a intenção fosse evitar qualquer tipo de barulho, eles estavam longe de conseguir manter o silêncio. Ao vê-la provocantemente debruçada na mesa, de costas para ele, com as pernas separadas e convidando-o com um sorriso doce, ele se aproximou tão afoito que acabou derrubando um porta-lápis. Parecia ter perdido a consciência de onde estava, porque a última coisa que o preocuparia naquele momento seriam os ruídos. Puxou-a pela cintura com firmeza, e o pau achou seu caminho naturalmente. A mão experiente deslizou pelo ventre da aluna até se enganchar com firmeza entre suas pernas e começou a massagear com a pressão certa seu ponto mais sensível. Desta vez foi ela quem esqueceu que estava na faculdade. Deixou escapar outro gemido, um pouco mais alto.





– Geme, tesão – ele sussurrou ao seu ouvido.





A frase e o tom de voz safadinho deixaram-na a ponto de gozar, o segundo orgasmo chegando bem devagarzinho, do jeito que ela gostava.





O professor, que tinha aumentado a força e o ritmo dos movimentos na proporção do aumento do volume dos gemidos da aluna, agora foi mexendo mais lentamente. Ela passou uma mão por trás dele, segurou-o para que ficasse parado e começou a mexer no seu próprio ritmo, rebolando sem pressa. Quando ia para frente, tirava quase tudo, sem parar de olhar para o pau que descobria. Quando ia para trás, não satisfeita em apenas colar o corpo ao dele, ainda pressionava-o contra si com a mão. Nem ele sabia que tinha o controle que demonstrou ao resistir perfeitamente imóvel até por fim gozar só com os movimentos da aluna.





Entorpecido, abriu os olhos a tempo de ver um resto de esperma escorrer pela perna dela. Entre os lábios encharcados descansava a ponta do pau que, tão logo se afastou, deu passagem a mais um tanto de gozo. Ele não resistiu a espalhar o líquido viscoso pelo corpo da aluna, primeiro em volta dos lábios, depois pelo clitóris, pela curva inferior da bunda e finalmente enfiou um dedo no buraquinho que se exibia ainda intacto para ele. O anel reluziu com o brilho molhado. Para sua surpresa, ela não recuou; pelo contrário, agarrou cada nádega com uma mão e abriu, oferecendo uma visão privilegiada. Instigado pela cena, ele começou a brincar com um dedo ali, alisando, enfiando a ponta, enfiando o outro dedo junto. Depois de algum tempo de provocação, ele já estava animado o suficiente para enfiar mais do que os dedos no orifício que já não parecia mais tão fechadinho.





- Abre mais – ele pediu.





Ela atendeu ao pedido, e ele olhou com atenção procurando registrar cada detalhe na memória antes de se meter ali. Enfiou os dedos médios, afastou-os alargando a entrada e espiou lá dentro.

- Isso – ela encorajou. Descobria seu lado exibicionista.





Ele olhou para os lápis espalhados pelo chão. O cara sério tinha um fetiche.- Está vendo o marcador de texto? – ele perguntou.





- Gosta de objetos?





Ele sorriu. Ela sorriu de volta.













Pra passar de ano, dei para o professor



contada por Júlia





Olá, me chamo Júlia. Ao conhecer esse blog decidi contar minha história também. Tenho 18 anos, sou magra, tenho mais ou menos 1,65 mt de altura, cabelos escuros e compridos e a pele clara. Não tenho seios grandes nem uma bunda volumosa, mas sei atrair os garotos, que me chamam de bonita. Gosto de vestir saia jeans bem curtinha e adoro usar meu All-Star.





Era uma noite de provas na escola em que eu estudava. Na minha classe não há muita gente, no máximo uns quinze colegas. Durante a prova de Português, estava sentada no fundo da sala, já fazendo minha prova, mas estava foda. Como eu havia matado muitas aulas, eu estava boiando completamente no assunto. Com o lápis em uma mão, estava concentrada lendo, apoiando a cabeça com o outro braço. Logo vi que, nesta posição, um biquinho do meu seio estava a mostra, pois minha blusinha era folgada. Calma, não estava visível para meus colegas, mas visível para mim apenas, que olhava por cima. Apesar de ter os seios pequeninhos, meus biquinhos são bem grandes.





Enquanto isso, o professor rondava a sala observando a turma fazer a prova. Então resolvi manter-me naquela posição pra ver se por acaso ele conseguiria enxergar o meu biquinho tembém, quando passasse por mim. E foi o que aconteceu. Quando passou por mim, devagar, notei que ele o tinha visto, pois logo passou por ali de novo, e depois, mais uma vez. Aquilo me deixou com um pouco de tesão. Saber que meu professor passava por mim pra ver meu seio. Discretamente sem ele ver, toquei o por cima da blusa e ele ficou durinho. Logo ele passou por mim de novo, vendo-o daquele estado. Apesar de saber que ele tinha visto, ele disfarçava muito bem. Mantendo a postura séria na sala de aula.





Quanto a prova, eu estava perdida e prestes a repetir de ano, pois minhas notas já estavam baixas. Foi aí que resolvi tirar proveito da situação e, ao entregar a prova, discretamente disse que se ele quizesse, podia lhe mostrar o resto. Para o meu espanto, ele nem sequer ficou constrangido, conseguindo manter sua pose séria. Não falou nada.





Mais tarde, já na hora de ir embora, fiquei parada um pouco no portão da escola, sabendo que ele passaria ali com seu carro. Eu ainda estava com aquela idéia louca na cabeça e decidida a tentar mais uma vez. Assim esperei ele passar por ali.





Carlos vinha devagarinho dirigindo seu Corsa prata em direção à saída do colégio até que chegou perto de mim. Pedi que abrisse seu vidro e disse que eu falava sério e que a proposta ainda estava de pé. Então ele me ofereceu uma carona. Ali, imaginei que eu estava passando de ano.





Carlos, então, foi conversando comigo sobre minha situação escolar, dizendo que eu deveria me dedicar mais. Disse a ele que eu era dedicada, lembrando que eu estava "ali", dentro do carro dele, sem sem saber pra onde ele estava me levando. Ele sorriu e disse que eu era mesmo uma sem-vergonha.





Logo chegamos num motel da cidade. Ele pediu um quarto e nos dirigimos até ele. Ali, eu senti um calafrio, mas não iria voltar atrás. Entramos no quarto e ele sentou na cama e bateu na sua coxa, pedindo que eu sentasse no seu colo. Sentei e ele me deu um beijo na boca. Assim, eu o segurei pela cabeça e retribuí com outro beijo gostoso.





Puxei um lado de minha blusinha pro lado e expus um de meus pequenos peitinhos. "Foi esse biquinho que tu viu, sôr? então mamar nele, vêm". Ele então abocanhou meu seio pequeninho. Comigo no colo, ele acariciava meu seio enquanto chupava o outro. Mamou gostoso. Eu tava fazendo aquilo pra passar de ano mas tava gostando muito bancar a puta pra meu professor. Ele continuava a chupar meus dois peitinhos, mas o safado já ía descendo a mão e enfiando por baixo de minha saia. Quando tocou minha calcinha, puxou-a para o lado com aqueles dedos grossos e massageou minha boceta. Quando ele fez isso, abri bem minhas pernas, ainda sobre seu colo. "Mete esse dedo, sôr". Arregacei minhas pernas pra que ele pudesse ver minha boceta peladinha. Assim ele me deitou na cama e meteu aquele dedo na minha xota, fazendo um movimento forte de vai-e-vêm. Gemi gostoso com aquele dedo na xana. Carlos, então caiu de boca na minha boceta e começou a chupá-la, sem tirar o dedo de dentro dela, até que acabei gozando. Carlos trouxe seu dedo pra eu chupar, todo encharcado com meu gozo.





Ainda vestido com aquela calça social e camisa de botões clara, ele se levantou e mandou que eu me ajoelhasse e fosse despi-lo. "Vai me passar de ano mesmo, sôr?" "Depois a gente vê, cadelinha" disse com uma cara de safado. Abaixei-me na sua frente, abri seu zíper e meti a mão dentro dela até encontrar seu pau duro. Coloquei-o pra fora e abocanhei aquele pau. Comecei a chupa-lo com muito tesão e Carlos me pegou pela cabeça e forçou meu rosto contra seu caralho, fazendo-me engasgar. Tirei seu pau da boca. Afogada, comecei a tossir. Assim, o professor me chamou de puta e bateu com seu pau na minha cara. Segurei seu pau de novo e comecei a chupar novamente. Minha baba escorria pela minha mão que segurava com força aquele caralho duro. Ele fazia eu engolir todo aquele pau enorme, com as duas mãos atrás de minha cabeça. "Vou gozar, cadela, vou gozar!!" disse o professor. Foi então que eu tirei seu pau de minha boca e ele me puxou pra cima e me atirou na cama. Sem que eu pudesse me mexer ele subiu por cima de mim pelas costas, baixou um pouco mais minha calcinha e começou a meter seu pau na minha xota, sem nenhuma dificuldade pois já estava toda melada. Mas quando deu sua primeira estocada, dei um grito. "Grita puta, se tu quizer" disse Carlos começando me comendo com muita força. Gritei naquele quarto. Gritei alto. Por isso, Carlos colocou uma de suas mãos na minha boca para que eu não fizesse escândalo. Carlos estava montado atrás de mim e comia violentamente minha xota, enquanto urrava como um urso. Ele metia fundo na minha boceta e dava tapas fortes na minha bunda, que já estava toda vermelha devido a minha pele clara. E continuou a me meter com força até gozar dentro da minha bocetinha. Carlos gozou com tanta intensidade que desfaleceu ao meu lado, me puxando com ele, sem tirar seu pau de dentro de minha xota. Ficamos ali um pouco até que eu senti seu pau murchar dentro de mim. Carlos então pediu que eu chupasse mais um pouco. "Vai me passar de ano, sorzinho safado?" Perguntei acariciando seu rosto. "Claro que vou, putinha gostosa" Respondeu-me com um sorriso malicioso. Então aproximei meu rosto de seu pau e chupei-o com vontade, sentindo o gostinho da minha bocetinha.





Assim, passei de ano. Foi um pequeno sacrifício, mas foi divertido, e muito sacana. Faria de novo se fosse preciso.









Na festa da turma, todos comeram Luana





contado por Andressa





Oi, vou contar algo muuuuito louco acontecido aqui em casa algumas semanas atrás! Decidi reunir os colegas mais chegados da turma do colégio aqui em casa sexta à noite, já que meus pais estariam fora no findi. Naquela noite vieram quatro rapazes e minha amiga de sala de aula, Luana. Alugamos uns filmes e compramos dois garrafões de vinho pra festa.





Luana havia se mudado há poucos meses para a cidade. Vinda de uma cidade do interior, que não lembro o nome, veio para a capital seguir os estudos e tentar achar um bom emprego. Colega então de sala de aula, rapidamente nos tornamos amigas e passamos a sair juntas. Luana era uma garota bonita e devido ao pouco tempo na cidade, fala com um forte sotaque interiorano.





Luana é uma garota toda certinha, encabulada, e na escola, sempre ajudamos ela para conseguir um namorado. De vez em quando, ela acaba ficando com um ou outro garoto, mas seu jeito comportado ainda prevalece.





Na noite em que nos reunimos em casa, Luana estava junto. Todos estávamos em casa com o som alto e o copo de vinho passando pelas mãos de cada um. Nós bebíamos e dançávamos na sala, eu, Luana e os quatro rapazes, Adriano, Marcos, Leandro e Sérgio.





Aos poucos, o álcool foi fazendo efeito e os garotos ficavam mais abusados. Adriano já me agarrava e passava a mão em minhas coxas, falando safadezas no meu ouvido. Foi aí que me surpreendi com Luana que, visivelmente embriagada, beijava Leandro, um colega que havia entrado há pouco tempo em nossa turma também. Os outros garotos, Marcos e Sérgio, este último mais retraído, bebiam vinho e alternavam em olhar aquelas cenas provocantes e ler as capinhas dos dvd’s que havíamos locado.





Horas depois, sentamos no sofá pra assistir um dos filmes. Luana já estava bem embriagada e cada vez mais desinibida. Fiquei surpresa ao vê-la no sofá, esfregando a mão no pau de Leandro, já mostrando o enorme volume por baixo daquela calça, enquanto ele sugava seus lábios em beijos safados. Nossa, que volume tinha Leandro!! Pensei comigo. Fiquei impressionada com o tamanho do membro do garoto. Ali mesmo, em volta da gente, os dois começaram a gemer e a se esfregar cada vez mais. Foi então que eu sugeri que eles fossem para o meu quarto. Luana, já meio tonta, não pensou duas vezes e levantou-se, puxando Leandro e conduzindo-o até o meu quarto.





Achando graça da situação, voltamos a assistir o filme... por pouco tempo... já que começamos a ouvir os gritos e gemidos de Luana vindos do quarto. Marcos, que estava do meu lado espantou-se e levantou, indo espiar na porta do quarto. Logo voltou com um grande sorriso e visivelmente excitado com o que vira pelo buraco da fechadura. "Venham ver, venham ver!!!" Dizia Marcos agitado. Fomos todos até a porta pra espiar, mas dava pra ver muito pouco, mas por outro lado ouvíamos os gritos de Luana dando para o cara. Marcos então abriu de leve a porta, mas não conseguiu disfarçar o barulho feito pela porta ao abrir. Vendo que tinha feito barulho, decidiu entrar no quarto, com toda a cara de pau, deixando a porta encostada, sem fechá-la. Do lado de fora, ficamos boquiabertos e, em um breve silêncio, pra ver o que iria acontecer. Ouvimos Marcos dizer alguma coisa mas não entendemos o que havia dito. Tentei me esforçar, curiosa, pra tentar ouvir alguma coisa, mas nada. Abri a porta um pouco mais até que pudesse ver com meus colegas um pouco mais o que se passava. Fiquei com a boceta toda molhada ao ver Marcos com as calças até o joelho e Luana de boca no pau dele, enquanto Leandro beijava e lambia a bunda dela. Leandro a colocava de quatro e enquanto Luana continuava a chupar o pau de Marcos. Com uma cuspida no cu dela, preparava-se pra comer aquele rabo. "A Luana vai dar o cú???" Eu não acreditava. Luana gritou quando Leandro tentou dar a primeira estocada. Marcos então a pegava pela nuca e metia mais seu pau na boca dela, pra que parasse de gritar. Leandro, com uma das mãos na bunda de Luana e a outra na ponta de seu pau, procurava meter devagar no cu dela. "Cara, que pau enorme tinha Leandro!" Leandro tinha um pau longo e grosso. Foi então que prestei atenção no pau de Marcos e vi que ele tinha um pau menor e levemente envergado. Fiquei mais excitada do que já estava ao ver aquela cena em minha cama. Passei então a mão na minha xota, colocando a mão por dentro da calça. Não agüentei e meti dois dedos na minha xota.





Aqueles rapazes continuaram ali comendo a puta, que gritava em cima da cama. Leandro enrabava Luana com selvageria até que gozou dentro daquele cuzinho. Marcos ainda estava com o pau dentro da boca dela, que chupava como uma cadela. Eu não agüentava ver aquilo e comecei a gemer com os dedos enterrados na minha xota, ao mesmo tempo em que sentia a mão de Adriano atrás de mim, alisando minha bundinha. Em cima da cama, Marcos segurava Luana pela cabeça com as duas mãos e estocava seu pau na boquinha dela até que tirou o pau e, numa punheta violenta, gozou na cara dela.





Os dois garotos agora sentavam no chão, ao lado da cama pra se recuperar da foda. Luana ficou deitada sobre a cama. Então que Adriano entrou no quarto. Não agüentei e entrei também, sentando ao lado dos garotos que descansavam. Adriano subiu na cama de quatro e encarou Luana por cima, que ainda limpava a porra da cara com um dos meus travesseiros. Sem hesitar, Adriano começou a mamar nos peitinhos de Luana que já tirava o pau pra fora da calça dele. Ele se ajoelhou na cama e Luana chupou aquele pau. Que puta!!! ela tava dando pro terceiro cara esta noite. Enquanto que os meninos, atirados no chão tentavam se recuperar da foda. Fiquei olhando, e bebendo o copo de vinho que tinha na mão.





Leandro ao meu lado assistia também mexendo no pau, ainda meio mole, batendo uma punheta de leve. Mesmo molinho, era grande. Fiquei olhando ele bater aquela punhetinha gostosa e sem dizer nada peguei no seu pau, continuando pra ele aquele movimento delicado. Com minha mão, Leandro rapidamente endureceu seu pau.





Em cima da cama, Adriano montava em cima de Luana que estava com as pernas abertas. Com a mão Luana, guiou o pau de Adriano até a entrada da sua xota e deixou Adriano estocar, metendo de uma vez só. Que gostoso ver ele comendo minha amiga. Luana gritava novamente e logo, Adriano gozou em cima de sua barriguinha.Eu tava morrendo de tesão e ainda com a mão no pau enorme de Leandro, levei minha boca até ele. Chupei gostoso o pau de Leandro, que permanecia sentado no chão. Que pau enorme!! Eu abocanhava aquela vara que mal cabia em minha boca. Leandro gemia e empurrava minha cara no pau dele. Chupei até fazer Leandro gozar na minha cara, que ficou toda lambuzada.





Enquanto deixava Leandro ali, se recuperando da Segunda gozada, subi em cima da cama, pois queria também curtir aquela garota gostosa. Chupei seus peitinhos e fui baixando vagarosamente até sua barriguinha lambuzada com a porra de Adriano. Lambi toda aquela porra. Sérgio estava de pau duro também sentado no chão. Convidei-o para tirar as calças e vir comer aquela garota também. Sérgio tirou as calças e ofereceu seu pau para a Luana chupar, que meteu na boca rapidamente. Enquanto chupava o pau dele, eu aproveitava pra meter meus dedos na xotinha dela. Agora Luana estava dando para o quarto e último cara da festa, e dava pra mim também.





Eu estava com as calças baixadas até a metade de minhas coxas, com a xota apontada para Marcos que já estava recuperando-se do boquete feito por Luana e pronto pra foder de novo. "Vem cá!!!", eu disse. Marcos veio até mim e começou a chupar minha boceta, enquanto que eu permanecia chupando as tetas de Luana e enterrando meus dedos na boceta dela.





Deitei-me em cima de Luana, que ainda estava chupando Sérgio e passei a chupá-lo também. Mamei gostoso aquele pau, dividindo com Luana. Marcos subiu por cima de nós duas e preparou-se pra comer minha xota. No chão, Leandro batia uma punheta, assistindo tudo aquilo.

Adriano voltou para a cama e agarrou Luana, novamente começou a comê-la. Agora, Luana dava para para um de chupava o outro. Do lado dela, eu era fodida por Marcos.





Deitamos as duas lado a lado e nos beijamos, enquanto os garotos iam ficando de joelhos em volta dos nossos rostos, batendo punheta até que pudessem gozar na gente. Leandro que estava no chão também se juntou aos garotos. Agora estavam os quatro com os paus apontados para nossos rostos. Luana e eu enquanto isso trocávamos um delicioso beijo, enquanto batíamos uma siririca uma na outra. Gozei naqueles dedos.





Assim, um garoto de cada vez gozou em cima da gente. A começar por Sérgio, que espirrou sua porra na cara de Luana, respingando em mim. Marcos gozou depois segurando meu queixo e fazendo jorrar aquela porra quente dentro de minha boca. Enquanto isso, Adriano gozava na cara de Luana, que já mamava no seu pau. Por fim, Leandro aproximou-se mais e pediu que eu beijasse Luana novamente. Lambíamos a porra uma da outra quando Leandro aproximou aquele pau de nossas bocas. Gozou de novo, jorrando pouca porra de seu pau. Chupei-o deixando sua porra sobre minha língua. Assim, beijei Luana novamente, dividindo com ela aquele líquido quente.





Ficamos deitados os seis ali, apertados em cima da cama até a nos recuperarmos da sacanagem.

Cara, que grande loucura!!! Naquela noite estávamos alterados pelo vinho. Adorei tudo aquilo mas acho que não faria novamente, pois foi muita perversão. Quatro caras em uma noite só, isto é uma coisa que eu jamais teria imaginado fazer, mas fiz aquela noite. Luana, que deu para os quatro, sente vergonha do que fez e mal pode olhar para os garotos na aula. Quanto a eles, até nos reunimos outras vezes, mas não na minha casa, nem na casa de ninguém. A única coisa que não me sai da cabeça e que ainda me deixa com muito tesão é lembrar do pau enorme do Leandro. Isso é uma coisa que ainda quero ter de novo, numa próxima vez.









Minha ex-aluna Sílvia



contado por Professor





Certa vez, Angélica, minha esposa, encontrou uma foto dentro de uma das pastas de meu notebook. Tratava-se de uma foto tirada voltada para o chão, em que aparecia uma garota ajoelhada, chupando o pau de alguém. Angélica ficou enfurecida ao ver aquela foto em meu computador e logicamente me pediu explicações. Na hora, não sabia o que dizer e bolei uma desculpa que não a convenceu por completo. Disse que havia recebido por e-mail de um conhecido, que era uma imagem idiota, sem significado e blá, blá, blá. Ficamos uns dois dias naquele clima desagradável em casa, devido à minha vacilada, mas agora tudo já voltou ao normal. O que Angélica não sabe é que a menina da foto era Sílvia, uma de minhas ex-alunas, e que o homem da foto era eu. Por sorte, minha esposa não me reconheceu, até mesmo porque de mim apenas meu pau aparecia na foto, e metade dele estava dentro da boca de Sílvia.





Silvia era uma garota linda e adorável. Era uma morena de pele clara, levemente bronzeada, tinha os cabelos compridos, lisos e negros. Seios médios e bundinha muito gostosa. Seu rosto era muito bonito. Olhos castanhos que chamavam muito a atenção. Ainda quando minha aluna, costumava dizer em clima de brincadeira, pra ela e para seus colegas de turma, que ela era minha namoradinha. Lógico que não era verdade, apenas era uma forma carinhosa de demonstrar meu carinho especial por ela. Nunca esqueço do dia em que estávamos conversando na sala de aula, num final de manhã, eu, sentado em minha cadeira, e mais três alunas em minha volta, sentadas também em forma de círculo. Uma delas era Sílvia, sentada logo ao meu lado. Naquele dia Silvia usava calça Jeans e uma blusinha branca de gola e botões. Era uma blusinha um pouco transparente, onde podia-se ver o seu sutiã também branco e de rendinhas. Fazia calor naquela manhã e sua blusinha estava com os dois primeiros botões abertos, que deixavam-na com um grande decote. Aquilo me deixou tarado. Já em casa, fui obrigado a masturbar-me imaginando aquela garota gostosa.





Um ano depois, Sílvia já havia se formado e agora estava com 20 anos de idade. Mas desde aqueles tempos já trocávamos alguns e-mails. Certa vez, encontrei Sílvia em um parque, num final de Sábado. Sentamos num lugar um pouco afastado das poucas pessoas que ainda haviam por lá. Ficamos juntos aquele dia. Continuamos trocando e-mails, só que desta vez mais apaixonados e ousados. Até que passei a freqüentar a casa de Sílvia algumas vezes, sempre pela manhã. Depois que seus pais saiam para o trabalho, Sílvia me ligava e eu ia até a casa dela. Naquelas manhãs, trepávamos em todos os cantos da casa dela.





Certa vez, em seu quarto, Sílvia ofereceu-me sua câmera digital e pediu que eu tirasse algumas fotos sensuais dela. Sílvia passou a posar pra mim em seu quarto, enquanto eu a fotografava. Tirou sua roupa, ficando somente de calcinha. Fotografei-a. Deitou-se na cama, abriu suas pernas e sorriu. Fotografei-a. Puxou sua calcinha para o lado. Aproximei de sua boceta e a fotografei naquela posição. Tirei sua calcinha, Sílvia agarrou um dos ursinhos de pelúcia em sua cama e o abraçou. Deitou de lado e cruzou suas pernas, aproximei-me de sua linda bundinha, de modo que pudesse ver sua boceta espremida e seu cuzinho entre as pernas cruzadas. Sílvia olhou para a câmera e sorriu. Fotografei-a. Ficou de quatro na cama, abrindo bem as pernas, com a mão abriu bem sua boceta e olhou para a câmera. Fotografei. Continuei a fotografá-la enquanto passava a mão em meu pau, ainda sob a calça. Sílvia percebeu o quanto eu estava com tesão e se aproximou, ajoelhando-se na minha frente. Começou a abrir o zíper e tirou meu pau pra fora. Fotografei todos aqueles momentos. Sílvia beijou a cabeça de meu pau, extremamente duro e o engoliu. Mamou gostoso por algum tempo até eu gozar no seu lindo rosto. Naquela noite abri meu e-mail e lá estava a foto de Silvia, a foto que dias depois viria a me causar problemas em casa com minha esposa.





Meses depois Sílvia me mandou outra mensagem. Dizendo, entre outras coisas, que estava namorando um rapaz. Depois disto, não nos falamos por algum tempo. Um dia, escrevi pra ela, perguntando como estava o namoro. Ela me respondeu que estava bem. Respondi assanhadamente que me sentia abandonado. Na outra manhã Sílvia me ligara, me convidando para visitá-la novamente.





Cheguei na casa de Sílvia naquela mesma manhã e Sílvia já me esperava com uma longa camiseta e, por baixo, apenas uma calcinha. Sílvia me pegou pela mão e me levou até o sofá da sala. Sentamos lado a lado e Sílvia me beijou, já abrindo suas pernas para que eu pudesse acariciar aquela linda bocetinha sobre a calcinha. Sílvia logo se ajoelhou, abriu minha calça e tirou meu pau pra fora já pulsando. Começou a me chupar. Sílvia chupava como ninguém. Que menina. Segurei-a pela nuca e puxava-a depravadamente contra meu caralho.





Levantei-me e a coloquei novamente no sofá, sentada. Sílvia empurrou seu quadril para a frente me ofereceu sua bocetinha. Agora eu me ajoelhei no chão para desfrutar aquela linda xana de pelinhos negros. Sílvia puxou sua calcinha para o lado. "Vem cá sôr". Comecei a chupar aquela bocetinha perfumada. Sílvia, com as pernas abertas, gemia e puxava aquela calcinha com força, quase a rasgando.





Ainda ajoelhado, ergui um pouco mais meu corpo de forma que meu pau ficasse na altura de sua bocetinha. "Quer que eu te coma, querida?" "Come minha bocetinha, sorzinho, ela tá pegando fogo!" Sílvia permanecia de pernas abertas, segurei meu pau e comecei a bater de leve com a cabecinha na sua boceta. Sílvia adorava aquilo. "Bate com força sôr". Passei a bater com mais violência até que o som daquelas pancadas se espalhassem pela sala. Segurei-a pelas coxas e enfiei meu pau em Sílvia. Ela gemeu gostoso. Sílvia gemia de uma forma tão sensual, que ouvi-la quase me fazia gozar. Sílvia continuava a puxar sua calcinha para o lado enquanto meu pau entrava e saía de sua boceta. "Mete sorzinho, fode tua aluna!"





Pus Sílvia de quatro no sofá e passei a comer sua boceta vendo aquela bundinha empinada. Sílvia gemia com a cara espremida no encosto do sofá. Pediu que batesse em sua bunda e comecei a dar palmadas com a mão aberta naquelas nádegas, que ficavam vermelhas e com as marcas de meus dedos bem definidos, tamanha a força com que batia. Sílvia adorava apanhar sempre que trepava naquela posição.





Pedi que Sílvia sentasse no meu pau pra comer sua bundinha. Sílvia levantou-se e deu lugar pra eu sentar-me no sofá. Agora ela vinha por cima de mim, de costas de forma que eu pudesse continuar a ver aquela linda bundinha, agora sendo penetrada por meu pau. Peguei-a pela cintura e Sílvia começou a cavalgar sobre meu caralho, que sumia dentro de seu rabo. Eu metia com força e Sílvia adorava. Gemia alto e gritava na sala de sua casa. Sílvia cavalgava mais rápido enquanto enclinava-se para frente pra tentar ver meu pau entrando em seu rabo. Vi que seu rosto estava desfigurado, tamanho o prazer que estava sentindo. Colocou sua mão no clitóris e passou a fazer movimentos frenéticos ao mesmo tempo em que dava seu cuzinho. Gritou mais alto quando gozou. Continuei a estocar meu pau em seu rabo enquanto via que Sílvia, de olhos fechados, refazia-se de seu orgasmo. "Goza professor, goza dentro de mim, deixa eu sentir sua porra no meu cuzinho!". Agarrei-a com mais força pela cintura e metia agora com mais violência. Sílvia não abria seus olhos. Gozei dentro do cu daquela garota, enquanto gritava como um urso. Sílvia sem tirar meu pau de seu cu, deitou-se por cima de mim. Abracei-a e fiquei beijando seu pescoço. Ficamos ali um tempo, nos recompondo da trepada.





Levantei-me e vesti minha roupa. Ainda ficamos ali no sofá, nos beijando e trocando carícias. Voltei pra casa e tomei um banho. Estava pronto para mais um dia de trabalho.







Levei a aluna Amanda pra minha casa



contado por Professor





Amanda era uma linda garota, mas tinha péssimas atitudes em aula, muito indisciplinada e às vezes arrogante. Tinha 19 anos, seu corpo era muito sexy. Amanda era uma morena clara, de cabelos compridos lisos e castanhos. Bem magrinha, seios pequenos, mas tinha uma bundinha maravilhosa, redonda, muito bem contornada. Seu rosto era lindo, muito bem cuidado, de forma que aparentava ter menos idade que tinha. As roupas que usava sempre realçavam ainda mais suas curvinhas de garotinha teen. Como sempre, eu ficava imaginando como Amanda deveria ser nua. Como deveriam ser os biquinhos de seus seios. Acho que eles eram pequeninos e rosados. E sua bocetinha? Como será que era? Para uma garota como Amanda, com aquele ar de safada que tinha, sua bocetinha deveria ser bem raspadinha, para realçar seu jeitinho teen. Os lábios vaginais deveriam ser pequenos também.




Na sala de aula Amanda quase nunca mantinha uma postura correta. Como já disse, era arrogante, as vezes debochada, mas era muito gostosa. E apesar de seu temperamento, eu adorava aquela garota, pois era muito gostosa. As vezes Amanda usava calças de lycra que deixavam o contorno de sua bocetinha muito bem definido. Havia vezes que ela virava-se de lado na sua cadeira e deitava suas costas no colo da colega do lado. Eu ia até ao seu lado e a advertia quanto à sua má postura, mas na verdade ia até lá para poder ver de perto aquela menina deitada no colo de sua coleguinha. Chegava ao seu lado de forma que ela ficasse com as pernas viradas de em minha direção, até que eu pudesse ver aquela bocetinha que deveria ser muito deliciosa. Ficava de pau duro na hora. Amanda deveria saber que eu tinha uma tara por ela, tanto que gostava de provocar, abrindo um pouco mais suas pernas para eu poder ver melhor aquela xota maravilhosa sob a calça colada